me pusesse a jeito de receber umas ofertas graças ao blogue, seria de livros para crianças ou material de papelaria.
Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...
Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.
Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?
Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Se eu
me pusesse a jeito de receber umas ofertas graças ao blogue, seria de livros para crianças ou material de papelaria.
Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...
Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.
Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?
Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!
Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...
Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.
Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?
Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!
O que arde,
... cura e o que aperta, segura!
Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.
Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei unsbons maus minutos com a cara a arder e muito vermelha.
Entretanto já acalmou.
Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!
Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.
Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei uns
Entretanto já acalmou.
Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!
O que arde,
... cura e o que aperta, segura!
Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.
Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei unsbons maus minutos com a cara a arder e muito vermelha.
Entretanto já acalmou.
Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!
Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.
Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei uns
Entretanto já acalmou.
Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!
Não estava a falar contigo!
O Rogério preparou o pequeno-almoço do Feitiço: flocos com leite com chocolate. Quando começou a comer, ele queixou-se que não tinha muito chocolate por cima (a ver-se o chocolate em pó) e eu pus mais um bocado (e se calhar exagerei).
Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.
Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.
Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.
Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.
Não estava a falar contigo!
O Rogério preparou o pequeno-almoço do Feitiço: flocos com leite com chocolate. Quando começou a comer, ele queixou-se que não tinha muito chocolate por cima (a ver-se o chocolate em pó) e eu pus mais um bocado (e se calhar exagerei).
Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.
Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.
Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.
Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.
Parabéns,
querida Clara!
Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)
Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)
Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)
Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)
Parabéns,
querida Clara!
Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)
Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)
Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)
Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Em janeiro
escrevi 64 posts. É verdade que alguns foram só para "fazer" número, mas não importa, 64 são 64 e pronto. Fiquei muito contente porque acabei por ultrapassar a média de dois por dia.
Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!
Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!
Em janeiro
escrevi 64 posts. É verdade que alguns foram só para "fazer" número, mas não importa, 64 são 64 e pronto. Fiquei muito contente porque acabei por ultrapassar a média de dois por dia.
Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!
Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Este blogue já é um bocadinho importante! (not!)
Não, não aparece em lado nenhum, nem nada disso! É só que "finalmente" houve um(a) anónim@ a deixar um comentário num tom atacante, digno da boa (not!) blogosfera!
Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":
"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."
Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.
Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":
"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."
Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.
Este blogue já é um bocadinho importante! (not!)
Não, não aparece em lado nenhum, nem nada disso! É só que "finalmente" houve um(a) anónim@ a deixar um comentário num tom atacante, digno da boa (not!) blogosfera!
Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":
"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."
Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.
Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":
"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."
Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.
Sonhos #33
Tive este sonho na noite passada:
Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!
*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!
Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)
Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!
*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!
Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)
Sonhos #33
Tive este sonho na noite passada:
Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!
*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!
Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)
Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!
*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!
Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)
"Quero!"
Na fase em que ia mais ao cinema (que era em solteira), acontecia-me muito estar na sala de cinema e já estar a escolher o filme que haveria de ver na vez seguinte, graças aos trailers. Ou então, não escolhia, porque a cada trailer dizia: "Quero ver este!". Quero. Assim, tal e qual.
O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.
Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).
Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...
O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.
Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).
Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...
"Quero!"
Na fase em que ia mais ao cinema (que era em solteira), acontecia-me muito estar na sala de cinema e já estar a escolher o filme que haveria de ver na vez seguinte, graças aos trailers. Ou então, não escolhia, porque a cada trailer dizia: "Quero ver este!". Quero. Assim, tal e qual.
O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.
Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).
Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...
O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.
Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).
Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...
domingo, 1 de fevereiro de 2015
'Tava a brincar!
Imaginem a situação: um grupo de jovens, colegas, por exemplo. A certa altura, um(a) diz uma coisa a pôr outro(a) em cheque. Toda a gente se ri, menos a pessoa visada. Imediatamente, a que falou acrescenta: "'Tava a brincar!". Pronto, está feita a coisa, porque se a pessoa visada disser alguma coisa, vai parecer que não sabe aceitar uma brincadeira, que não tem sentido de humor, etc.
Durante muito tempo, vi-me em situações em que era a visada (não fui vítima de bullying, não vá já alguém fazer um filme!), mas depois responder à "piadinha" caía mal, por isso na maior parte das vezes não respondia.
Agora que já sou crescidinha, se tenho algo a responder numa situação dessas, digo-o. Outras vezes calo-me por achar melhor. Mas não é o "'Tava a brincar" que me cala, garanto-vos!
[Não sei porque foi que me lembrei disto hoje.]
'Tava a brincar!
Imaginem a situação: um grupo de jovens, colegas, por exemplo. A certa altura, um(a) diz uma coisa a pôr outro(a) em cheque. Toda a gente se ri, menos a pessoa visada. Imediatamente, a que falou acrescenta: "'Tava a brincar!". Pronto, está feita a coisa, porque se a pessoa visada disser alguma coisa, vai parecer que não sabe aceitar uma brincadeira, que não tem sentido de humor, etc.
Durante muito tempo, vi-me em situações em que era a visada (não fui vítima de bullying, não vá já alguém fazer um filme!), mas depois responder à "piadinha" caía mal, por isso na maior parte das vezes não respondia.
Agora que já sou crescidinha, se tenho algo a responder numa situação dessas, digo-o. Outras vezes calo-me por achar melhor. Mas não é o "'Tava a brincar" que me cala, garanto-vos!
[Não sei porque foi que me lembrei disto hoje.]
Feitiço despertador
Hoje acordei com um ataque de tosse do Rogério - pelo menos é a primeira coisa de que me lembro. Rezámos, ele levantou-se e eu virei-me para o lado para tentar dormir mais um pouco. Ainda não eram oito horas.
Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.
Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.
Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.
Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.
Feitiço regressa ao meu quarto.
Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.
Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. Whileyou were I was sleeping*, ocorre-me acrescentar.
Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!
*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.
Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.
Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.
Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.
Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.
Feitiço regressa ao meu quarto.
Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.
Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. While
Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!
*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.
Feitiço despertador
Hoje acordei com um ataque de tosse do Rogério - pelo menos é a primeira coisa de que me lembro. Rezámos, ele levantou-se e eu virei-me para o lado para tentar dormir mais um pouco. Ainda não eram oito horas.
Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.
Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.
Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.
Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.
Feitiço regressa ao meu quarto.
Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.
Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. Whileyou were I was sleeping*, ocorre-me acrescentar.
Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!
*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.
Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.
Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.
Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.
Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.
Feitiço regressa ao meu quarto.
Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.
Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. While
Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!
*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.
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