segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sonhos #5

Na noite de sábado para domingo passado sonhei novamente com o Diogo Morgado. (Quem rima sem querer é amado sem saber - será pelo Diogo? ;-))

Não me lembro do sonho em si ("Em mim??", diria o meu pai se me ouvisse dizer isto), mas recordo nitidamente que foi um sonho bom (muito bom) e agradável (muito agradável).

Quando contei ao meu Gato, pelo telefone (pois muitos quilómetros nos separavam), que sonhara com o DM (again!), ele respondeu, fingindo chorar: "Nunca sonhas comigo!"...

Acho, aliás, tenho a certeza, que já sonhei com o Gato Rogério, mas é verdade que tal não tem acontecido nos últimos tempos. Deve ser porque o DM representou o Melhor Homem de todos os tempos, e fê-lo muitíssimo bem, e o meu subconsciente junta o ator (tão bem "apessoado") à Pessoa, e nem o Rogério, nem nenhum outro consegue, no dia-a-dia, superar tão poderosa combinação.

Se eu adormecer a pensar intensamente na nossa lua-de-mel, talvez o meu subconsciente me traga sonhos (muito) bons e agradáveis com o meu Rogério. Não me importarei nem um pouco (antes pelo contrário!)...

Sonhos #5

Na noite de sábado para domingo passado sonhei novamente com o Diogo Morgado. (Quem rima sem querer é amado sem saber - será pelo Diogo? ;-))

Não me lembro do sonho em si ("Em mim??", diria o meu pai se me ouvisse dizer isto), mas recordo nitidamente que foi um sonho bom (muito bom) e agradável (muito agradável).

Quando contei ao meu Gato, pelo telefone (pois muitos quilómetros nos separavam), que sonhara com o DM (again!), ele respondeu, fingindo chorar: "Nunca sonhas comigo!"...

Acho, aliás, tenho a certeza, que já sonhei com o Gato Rogério, mas é verdade que tal não tem acontecido nos últimos tempos. Deve ser porque o DM representou o Melhor Homem de todos os tempos, e fê-lo muitíssimo bem, e o meu subconsciente junta o ator (tão bem "apessoado") à Pessoa, e nem o Rogério, nem nenhum outro consegue, no dia-a-dia, superar tão poderosa combinação.

Se eu adormecer a pensar intensamente na nossa lua-de-mel, talvez o meu subconsciente me traga sonhos (muito) bons e agradáveis com o meu Rogério. Não me importarei nem um pouco (antes pelo contrário!)...

A viagem de regresso

Viemos hoje. Embora não se justificasse, a verdade é que saímos à pressa de casa da minha irmã e por isso deixámos lá ficar o babete e o copo do Feitiço. Nada que nos faça muita falta - agora (o Feitiço passou a primeira meia hora da viagem de comboio a pedir o copo, e eu a dizer-lhe que não o tinha)...

Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...

O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).

Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.

Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.

No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.

A viagem de regresso

Viemos hoje. Embora não se justificasse, a verdade é que saímos à pressa de casa da minha irmã e por isso deixámos lá ficar o babete e o copo do Feitiço. Nada que nos faça muita falta - agora (o Feitiço passou a primeira meia hora da viagem de comboio a pedir o copo, e eu a dizer-lhe que não o tinha)...

Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...

O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).

Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.

Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.

No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.

A viagem para lá

Na viagem de ida, estava no comboio um grupo de jovens europeus (talvez holandeses a avaliar pelo que falavam, mas não tenho certeza) que faziam imenso barulho e que deixaram lixo espalhado pela carruagem. Talvez nem todos tenham sido porcos tido comportamentos pouco cívicos, pois eram muitos e não andei propriamente a controlar - o que vi estava à vista de toda a gente -, mas o que posso garantir é que, assim que eles saíram, umas paragens antes de nós, o Feitiço comentou: "Malucas!" [o uso do vocábulo no feminino justifica-se porque mais perto de nós estavam as raparigas - os rapazes estavam noutra ponta ou mesmo noutra carruagem, e não passaram por nós ao saírem, embora os tenhamos visto no início da viagem, quando tiveram de se levantar para darem os lugares aos passageiros que tinham os bilhetes com aqueles lugares]

A viagem para lá

Na viagem de ida, estava no comboio um grupo de jovens europeus (talvez holandeses a avaliar pelo que falavam, mas não tenho certeza) que faziam imenso barulho e que deixaram lixo espalhado pela carruagem. Talvez nem todos tenham sido porcos tido comportamentos pouco cívicos, pois eram muitos e não andei propriamente a controlar - o que vi estava à vista de toda a gente -, mas o que posso garantir é que, assim que eles saíram, umas paragens antes de nós, o Feitiço comentou: "Malucas!" [o uso do vocábulo no feminino justifica-se porque mais perto de nós estavam as raparigas - os rapazes estavam noutra ponta ou mesmo noutra carruagem, e não passaram por nós ao saírem, embora os tenhamos visto no início da viagem, quando tiveram de se levantar para darem os lugares aos passageiros que tinham os bilhetes com aqueles lugares]

domingo, 2 de junho de 2013

Porquê, Mimi, porquê?

Por que foi que eu não escrevi no meu caderno de registos (que até trouxe para casa da minha irmã) algumas das coisas engraçadas que o Feitiço disse? Porquê? Eu sei que as houve, porque me lembro de estar a rir com as minhas sobrinhas (e não só) por causa dessas coisas engraçadas, mas agora que quero lembrar-me... não me vem nada à cabeça! Talvez amanhã... com a cabeça mais fresca (agora já estou quase a dormir)! Boa noite!

Porquê, Mimi, porquê?

Por que foi que eu não escrevi no meu caderno de registos (que até trouxe para casa da minha irmã) algumas das coisas engraçadas que o Feitiço disse? Porquê? Eu sei que as houve, porque me lembro de estar a rir com as minhas sobrinhas (e não só) por causa dessas coisas engraçadas, mas agora que quero lembrar-me... não me vem nada à cabeça! Talvez amanhã... com a cabeça mais fresca (agora já estou quase a dormir)! Boa noite!

sábado, 1 de junho de 2013

Dar valor ao que se tem...

... é muito importante. Eu sei disso, e de vez em quando (menos do que deveria) faço por me lembrar e sentir-me agradecida.

Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.

Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...

Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.

Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...

Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.

A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.

Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.

Dar valor ao que se tem...

... é muito importante. Eu sei disso, e de vez em quando (menos do que deveria) faço por me lembrar e sentir-me agradecida.

Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.

Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...

Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.

Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...

Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.

A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.

Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Malas para fazer

Nada de mais: só eu e o Feitiço é que vamos passar fora o fim de semana. Vamos à Primeira Comunhão da minha sobrinha e afilhada mais nova (é a mais nova das que acumula os dois postos, mas não é a sobrinha mais nova).

Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)

Malas para fazer

Nada de mais: só eu e o Feitiço é que vamos passar fora o fim de semana. Vamos à Primeira Comunhão da minha sobrinha e afilhada mais nova (é a mais nova das que acumula os dois postos, mas não é a sobrinha mais nova).

Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Uma aventura no Natal (passado)

Era o dia 25 de dezembro. A Família possível estava reunida na casa do melhor cozinheiro da família (e não só), num almoço saboroso. As crianças, que já tinham almoçado, estavam a ver um filme, exceto o mais novo dos primos, o Feitiço, que estava a dormir a sesta no quarto dos tios, não numa cama de viagem, como noutros anos, mas na cama deles (já lá dormira anteriormente sem qualquer incidente).
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!

*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!

Uma aventura no Natal (passado)

Era o dia 25 de dezembro. A Família possível estava reunida na casa do melhor cozinheiro da família (e não só), num almoço saboroso. As crianças, que já tinham almoçado, estavam a ver um filme, exceto o mais novo dos primos, o Feitiço, que estava a dormir a sesta no quarto dos tios, não numa cama de viagem, como noutros anos, mas na cama deles (já lá dormira anteriormente sem qualquer incidente).
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!

*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Globos de Ouro

Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue  A Pipoca Mais Doce.

Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!

Globos de Ouro

Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue  A Pipoca Mais Doce.

Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!

Balanço da segunda estadia do Filhote Pato

Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...

Após duas semanas, é tempo de balanço!

Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.

Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...

Balanço da segunda estadia do Filhote Pato

Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...

Após duas semanas, é tempo de balanço!

Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.

Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...

Desafio "Berra-me baixo" #5

Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).

No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.

Desafio "Berra-me baixo" #5

Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).

No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.