... da formação online que iniciei no dia 3.
Agora posso dizer que correu bem, mas ontem vi-me atrapalhada: durante o tempo da sessão não consegui ler todos os documentos nem ver todos os vídeos explicativos, e portanto não fiz nenhuma das atividades de experimentação propostas (porque vinham todas no fim da agenda da sessão).
Só no fim da sessão comecei a desconfiar que mais valia ir fazendo as experimentações conforme ia lendo/vendo as explicações correspondentes. Nas próximas sessões, caso haja mais atividades de experimentação, será isso que farei.
Mas então, no meio de tanta lentidão, incompreensão e ineficácia (minhas), como posso dizer que correu bem?
É que, tal como diz o formador, temos todo o tempo (até à próxima sessão) para ler/reler/ver/rever o conteúdo explicativo e realizar e enviar a atividade pedida (a que é para enviar, já que as de experimentação não são).
E é verdade: ontem, depois de terminada a sessão, terminei de ler os textos e de ver os vídeos e realizei quase todas as atividades de experimentação; hoje, fiz a atividade de experimentação que faltava e executei a atividade que tinha que enviar. Não tive grandes dificuldades; as que tive, superei recorrendo às explicações, e, por isso, já concluí o que havia para concluir nesta sessão!
Mimi-formanda: a caminho do sucesso! :-)
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Ontem foi a segunda sessão
... da formação online que iniciei no dia 3.
Agora posso dizer que correu bem, mas ontem vi-me atrapalhada: durante o tempo da sessão não consegui ler todos os documentos nem ver todos os vídeos explicativos, e portanto não fiz nenhuma das atividades de experimentação propostas (porque vinham todas no fim da agenda da sessão).
Só no fim da sessão comecei a desconfiar que mais valia ir fazendo as experimentações conforme ia lendo/vendo as explicações correspondentes. Nas próximas sessões, caso haja mais atividades de experimentação, será isso que farei.
Mas então, no meio de tanta lentidão, incompreensão e ineficácia (minhas), como posso dizer que correu bem?
É que, tal como diz o formador, temos todo o tempo (até à próxima sessão) para ler/reler/ver/rever o conteúdo explicativo e realizar e enviar a atividade pedida (a que é para enviar, já que as de experimentação não são).
E é verdade: ontem, depois de terminada a sessão, terminei de ler os textos e de ver os vídeos e realizei quase todas as atividades de experimentação; hoje, fiz a atividade de experimentação que faltava e executei a atividade que tinha que enviar. Não tive grandes dificuldades; as que tive, superei recorrendo às explicações, e, por isso, já concluí o que havia para concluir nesta sessão!
Mimi-formanda: a caminho do sucesso! :-)
Agora posso dizer que correu bem, mas ontem vi-me atrapalhada: durante o tempo da sessão não consegui ler todos os documentos nem ver todos os vídeos explicativos, e portanto não fiz nenhuma das atividades de experimentação propostas (porque vinham todas no fim da agenda da sessão).
Só no fim da sessão comecei a desconfiar que mais valia ir fazendo as experimentações conforme ia lendo/vendo as explicações correspondentes. Nas próximas sessões, caso haja mais atividades de experimentação, será isso que farei.
Mas então, no meio de tanta lentidão, incompreensão e ineficácia (minhas), como posso dizer que correu bem?
É que, tal como diz o formador, temos todo o tempo (até à próxima sessão) para ler/reler/ver/rever o conteúdo explicativo e realizar e enviar a atividade pedida (a que é para enviar, já que as de experimentação não são).
E é verdade: ontem, depois de terminada a sessão, terminei de ler os textos e de ver os vídeos e realizei quase todas as atividades de experimentação; hoje, fiz a atividade de experimentação que faltava e executei a atividade que tinha que enviar. Não tive grandes dificuldades; as que tive, superei recorrendo às explicações, e, por isso, já concluí o que havia para concluir nesta sessão!
Mimi-formanda: a caminho do sucesso! :-)
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Próxima quinta-feira será...
... dia de ecografia. Já falta pouco... Confesso que estou um bocado apreensiva, mas ao mesmo tempo confiante que o que suceder será sempre pelo melhor!
Próxima quinta-feira será...
... dia de ecografia. Já falta pouco... Confesso que estou um bocado apreensiva, mas ao mesmo tempo confiante que o que suceder será sempre pelo melhor!
Sondagens renhidas! (Vamos fazer de conta, OK?)
Neste momento, os resultados das sondagens estão como podem ver na imagem seguinte:
No caso do nome para menina, Poção tem 8 votos e Palavra tem 4.
No caso do nome para menino, Tapete tem 5 votos, Caldeirão tem 4 e Voador tem 3.
Convém informar os caros leitores - sobretudo os que votaram - que surgiu um outro nome na lista dos nomes para menina, como resposta a uma querida leitora que não estava satisfeita com nenhuma das propostas (não foi, Matilde?).
Essa proposta, que não aparece na sondagem porque depois dos primeiros votos não se pode alterar as hipóteses, é "Palavra mágica, aka Magia", ou seja, "Magia", na prática. E, aqui para nós que ninguém nos ouve lê, se vier uma menina tem grandes hipóteses de ser Magia, porque a decisão final é minha... Muito embora eu muito preze a participação e os pareceres dos meus estimados leitores. :-)
Sondagens renhidas! (Vamos fazer de conta, OK?)
Neste momento, os resultados das sondagens estão como podem ver na imagem seguinte:
No caso do nome para menina, Poção tem 8 votos e Palavra tem 4.
No caso do nome para menino, Tapete tem 5 votos, Caldeirão tem 4 e Voador tem 3.
Convém informar os caros leitores - sobretudo os que votaram - que surgiu um outro nome na lista dos nomes para menina, como resposta a uma querida leitora que não estava satisfeita com nenhuma das propostas (não foi, Matilde?).
Essa proposta, que não aparece na sondagem porque depois dos primeiros votos não se pode alterar as hipóteses, é "Palavra mágica, aka Magia", ou seja, "Magia", na prática. E, aqui para nós que ninguém nos ouve lê, se vier uma menina tem grandes hipóteses de ser Magia, porque a decisão final é minha... Muito embora eu muito preze a participação e os pareceres dos meus estimados leitores. :-)
domingo, 6 de novembro de 2016
Meia Nina
Já não falo da Nina há algum tempo, por isso é normal que não estejam a ver/ não saibam quem é.
A Nina é a minha (nossa) empregada. Durante dez anos, veio a nossa casa dois dias por semana, oito horas em cada dia.
Este mês, a Nina passa a vir metade do tempo, isto é, um dia por semana. Como o dia em questão é a terça-feira e dia 1 foi feriado, virá pela primeira vez no dia 8.
Esta alteração deveu-se ao pedido de aumento que a Nina nos fez. Para não ficarmos sem ela, aumentámos-lhe o valor por hora, mas reduzimos o tempo (não lhe causou mossa, pois já tem outra casa para ir), pois para o nosso orçamento era difícil aumentá-la mantendo as 16 horas semanais.
A minha mãe disse, a este respeito, que há males que vêm por bem. E eu acredito nisso! Por exemplo, já há muito tempo que (eu) não fazia rolo de carne. Ontem fiz! E bem bom ficou!... :-)
A Nina é a minha (nossa) empregada. Durante dez anos, veio a nossa casa dois dias por semana, oito horas em cada dia.
Este mês, a Nina passa a vir metade do tempo, isto é, um dia por semana. Como o dia em questão é a terça-feira e dia 1 foi feriado, virá pela primeira vez no dia 8.
Esta alteração deveu-se ao pedido de aumento que a Nina nos fez. Para não ficarmos sem ela, aumentámos-lhe o valor por hora, mas reduzimos o tempo (não lhe causou mossa, pois já tem outra casa para ir), pois para o nosso orçamento era difícil aumentá-la mantendo as 16 horas semanais.
A minha mãe disse, a este respeito, que há males que vêm por bem. E eu acredito nisso! Por exemplo, já há muito tempo que (eu) não fazia rolo de carne. Ontem fiz! E bem bom ficou!... :-)
Meia Nina
Já não falo da Nina há algum tempo, por isso é normal que não estejam a ver/ não saibam quem é.
A Nina é a minha (nossa) empregada. Durante dez anos, veio a nossa casa dois dias por semana, oito horas em cada dia.
Este mês, a Nina passa a vir metade do tempo, isto é, um dia por semana. Como o dia em questão é a terça-feira e dia 1 foi feriado, virá pela primeira vez no dia 8.
Esta alteração deveu-se ao pedido de aumento que a Nina nos fez. Para não ficarmos sem ela, aumentámos-lhe o valor por hora, mas reduzimos o tempo (não lhe causou mossa, pois já tem outra casa para ir), pois para o nosso orçamento era difícil aumentá-la mantendo as 16 horas semanais.
A minha mãe disse, a este respeito, que há males que vêm por bem. E eu acredito nisso! Por exemplo, já há muito tempo que (eu) não fazia rolo de carne. Ontem fiz! E bem bom ficou!... :-)
A Nina é a minha (nossa) empregada. Durante dez anos, veio a nossa casa dois dias por semana, oito horas em cada dia.
Este mês, a Nina passa a vir metade do tempo, isto é, um dia por semana. Como o dia em questão é a terça-feira e dia 1 foi feriado, virá pela primeira vez no dia 8.
Esta alteração deveu-se ao pedido de aumento que a Nina nos fez. Para não ficarmos sem ela, aumentámos-lhe o valor por hora, mas reduzimos o tempo (não lhe causou mossa, pois já tem outra casa para ir), pois para o nosso orçamento era difícil aumentá-la mantendo as 16 horas semanais.
A minha mãe disse, a este respeito, que há males que vêm por bem. E eu acredito nisso! Por exemplo, já há muito tempo que (eu) não fazia rolo de carne. Ontem fiz! E bem bom ficou!... :-)
sábado, 5 de novembro de 2016
Apercebi-me de repente...
... que a menina Lúcia faz hoje um ano! De certeza que há festa lá por casa e talvez também pelo blogue da Olívia. Vou já espreitar!
P A R A B É N S , P R I N C E S A ! ! ! ! ! ! !
Apercebi-me de repente...
... que a menina Lúcia faz hoje um ano! De certeza que há festa lá por casa e talvez também pelo blogue da Olívia. Vou já espreitar!
P A R A B É N S , P R I N C E S A ! ! ! ! ! ! !
Noite de quinta para sexta...
Eu dormia e sonhava (com a formação que comecei na quinta-feira). De repente, acordo com:
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Noite de quinta para sexta...
Eu dormia e sonhava (com a formação que comecei na quinta-feira). De repente, acordo com:
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Hoje, pela primeira vez,
... vou começar uma formação online.
Pontos positivos:
Pontos negativos:
Pontos positivos:
- Estou entusiasmada pela perspetiva de não ter de sair e ir a algum sítio ter a formação.
- O tema da formação é prático e interessa-me bastante.
Pontos negativos:
- Estou apreensiva com o facto de não poder interagir presencialmente com os formadores e os restantes formandos. Faz-me um bocado de confusão, mas suponho que será só por não estar habituada.
- A formação tem início a horas em que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão em casa, acordados e geralmente agitados (começa às 18:30h)...
Logo se vê como corre!
Hoje, pela primeira vez,
... vou começar uma formação online.
Pontos positivos:
Pontos negativos:
Pontos positivos:
- Estou entusiasmada pela perspetiva de não ter de sair e ir a algum sítio ter a formação.
- O tema da formação é prático e interessa-me bastante.
Pontos negativos:
- Estou apreensiva com o facto de não poder interagir presencialmente com os formadores e os restantes formandos. Faz-me um bocado de confusão, mas suponho que será só por não estar habituada.
- A formação tem início a horas em que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão em casa, acordados e geralmente agitados (começa às 18:30h)...
Logo se vê como corre!
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Post escatológico - considerem-se avisados!
Puns e arrotos formam o tema deste post.
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Post escatológico - considerem-se avisados!
Puns e arrotos formam o tema deste post.
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
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