sexta-feira, 17 de maio de 2013

Olhar intenso

Estou com um olhar intenso ("de lince", segundo @ Filhote Pato, que foi quem me maquilhou)...

Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?

Olhar intenso

Estou com um olhar intenso ("de lince", segundo @ Filhote Pato, que foi quem me maquilhou)...

Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?

Cinema - matar saudades

Eu e o gato Rogério "alinhavámos" uma ida ao cinema esta noite. Espero que se concretize - e que o filme não seja uma desilusão, claro!

A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!

Cinema - matar saudades

Eu e o gato Rogério "alinhavámos" uma ida ao cinema esta noite. Espero que se concretize - e que o filme não seja uma desilusão, claro!

A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!

Dá-lhe vómitos!

"As orelhas sujas de cera deveriam ser proibidas no nosso país." Assim diz @ Filhote Pato.

Dá-lhe vómitos!

"As orelhas sujas de cera deveriam ser proibidas no nosso país." Assim diz @ Filhote Pato.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Desafio "Berra-me Baixo" #3

A segunda semana foi mais difícil do que a primeira. Acho que berrei mais (ou afinei o ouvido?), talvez não tanto como noutros tempos, mas claramente mais vezes do que as que desejaria.

Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.

Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!

Desafio "Berra-me Baixo" #3

A segunda semana foi mais difícil do que a primeira. Acho que berrei mais (ou afinei o ouvido?), talvez não tanto como noutros tempos, mas claramente mais vezes do que as que desejaria.

Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.

Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!

Feitiço refilão (para não dizer mal-educado)

Esta manhã, antes de levar a Vassoura e a Varinha à escola, o Rogério zangou-se com o Feitiço por mexer onde não devia. A seguir, saiu com elas.

O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?

Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...

Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!

Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...

Feitiço refilão (para não dizer mal-educado)

Esta manhã, antes de levar a Vassoura e a Varinha à escola, o Rogério zangou-se com o Feitiço por mexer onde não devia. A seguir, saiu com elas.

O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?

Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...

Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!

Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...

terça-feira, 14 de maio de 2013

Regresso do Filhote Patódigo #2

Pois, é isso mesmo que estão (estão?) a pensar... A minha Filhote Pato está novamente a passar uns dias cá em casa e eu estou muito contente!

Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!

Regresso do Filhote Patódigo #2

Pois, é isso mesmo que estão (estão?) a pensar... A minha Filhote Pato está novamente a passar uns dias cá em casa e eu estou muito contente!

Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sonhos #4

Em 2007 tive um dos sonhos mais lindos da minha vida. Na altura já era mãe da Vassoura, que tinha uns sete meses.

Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.

Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!

O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!

Sonhos #4

Em 2007 tive um dos sonhos mais lindos da minha vida. Na altura já era mãe da Vassoura, que tinha uns sete meses.

Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.

Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!

O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!

domingo, 12 de maio de 2013

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #3

(Para ingredientes e utensílios, ver #2)

RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!

*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).

Esta fotografia é do segundo bolo.
Não tenho nenhuma dos últimos, sem
estarem decorados com Jumpingclay.

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #3

(Para ingredientes e utensílios, ver #2)

RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!

*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).

Esta fotografia é do segundo bolo.
Não tenho nenhuma dos últimos, sem
estarem decorados com Jumpingclay.

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #2

UTENSÍLIOS
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas

* na(s) foto(s)

Nota: não recomendo um ralador como
o que se vê na imagem.

Este separador de gemas não é infalível,
mas ajuda, sem dúvida, quando se tem
pouco jeito para separar gemas de claras.

Esta forma tem base amovível (como se
vê). Facilita na altura de desenformar.

INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #2

UTENSÍLIOS
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas

* na(s) foto(s)

Nota: não recomendo um ralador como
o que se vê na imagem.

Este separador de gemas não é infalível,
mas ajuda, sem dúvida, quando se tem
pouco jeito para separar gemas de claras.

Esta forma tem base amovível (como se
vê). Facilita na altura de desenformar.

INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #1

INTRODUÇÃO

Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.

Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?

a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;

b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).

Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.

Vamos a isto?

(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)

Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #1

INTRODUÇÃO

Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.

Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?

a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;

b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).

Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.

Vamos a isto?

(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)