quarta-feira, 13 de junho de 2018

Receita de abril - salame de chocolate

Mais vale tarde do que nunca...


 


Uma das receitas que experimentei em abril foi a de salame de chocolate que a minha irmã Margarida me deu.


 


Ingredientes:



  • 1 ovo (sem casca, ahah)

  • 100 g de açúcar - usar menos, substituindo a diferença por cacau em pó (ex.: 60 g de acúcar + 40 g de cacau)

  • 100 g de chocolate em pó (pode ser Nesquik para pôr no leite)

  • 1 pacote de bolacha Maria (200 g)

  • 100 g de manteiga


 


Modo de fazer:



  • Colocar a manteiga numa taça adequada e amolecê-la no micro-ondas (30 s na potência 480 W).

  • Juntar o açúcar, o chocolate em pó, o cacau em pó e o ovo.

  • Misturar os cinco ingredientes com uma colher de sopa.

  • Depois, juntar, aos poucos, a bolacha partida (pode ser toda partida à mão, ou pode ser parcialmente partida na Bimby). Se, a certa altura, for muito difícil misturar com a colher, usar as mãos (bem lavadas, obviamente!).

  • Formar um rolo pressionando bem para que não se formem bolhas de ar pelo meio. 

  • Enrolar numa folha de alumínio e levar ao frigorífico, no mínimo duas horas antes de consumir (fazer de véspera será a melhor opção).


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Para primeira experiência, e atendendo à minha pouca habilidade, não ficou nada mal! Parece-me é que, da próxima vez, vou partir as bolachas todas à mão. 

terça-feira, 12 de junho de 2018

Mimi, a falsificadora

Calma! Não é preciso chamarem a polícia...



Só sou falsificadora de desenhos de peças de Lego. Assim, duplico algumas peças "especiais", que são fonte de atritos.



Infelizmente, ao escrever isto ocorreu-me que os meus filhos têm mais é que aprender a partilhar, não sou eu que tenho de arranjar solução para as confusões que insistem em criar. Por outro lado, deu-me gozo fazer os desenhos. 


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Em cada par, a peça de cima é a original e a de baixo é a que eu desenhei (exceto na das estrelas). Como se não conseguissem perceber qual era qual sem ajuda...


 


P.S. - Nem todos os desenhos pretenderam ser imitações. O do pacote de fraldas foi nitidamente uma "adaptação". Mas, digam lá, tenho futuro na vida clandestina, ou não? 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

A letra H e a "luta" dos blogues

Nem sempre uso a página das "leituras" quando quero consultar algum blogue. Devo dizer, aliás, que, comparativamente, pouco a uso. 


 


A página das "leituras" é, para mim, um mata-tempo (a que habitualmente recorro quando tenho coisas mais importantes para fazer e não me apetece fazê-las, mas também quando genuinamente me interrogo sobre o que terão andado a escrever por esses blogues (que subscrevi) fora...). 


 


Há alguns blogues que visito sem recorrer à página das leituras e o Google, esse espertinho, facilita-me a vida:


 


Quando, na barra de endereços, eu...



  • escrevo um Q, sugere-me logo o "Quiosque da Joana";

  • escrevo um P, sugere-me logo o "Porque eu posso";

  • escrevo um T, sugere-me logo o "Triptofano";

  • e há outros assim.


O problema é que, quando escrevo...



  • um H, umas vezes me sugere o "Happyness is everywhere"...

  • ... e outras vezes o "Há mar em mim"!


Na realidade, o Google sugere-me sempre os dois, mas o primeiro lugar vai-se alternando conforme vou mais a um ou ao outro. E o que se passa com a letra H (é a "luta" mais flagrante) passa-se com a M ("Mami" ou "Mafaldinha"), N ("Não é que não houvesse" ou "Nervoso Miudinho") e A ("A Marquesa de Marvila", "A 3ª Face" ou "A minha namorada apanhou o bouquet").


 


Quem precisa das "leituras" do Sapo quando tem um Google tão eficiente?

O que ando a ler

(para além da Exortação Apostólica "Alegrai-vos e exultai", que está em standby):


 


"Um primeiro período especial em Santa Clara", o último livro da coleção das "Gémeas em Santa Clara". A Vassoura e a Varinha já me tinham falado dele, mas, quando noutra ocasião o tentei encontrar, não consegui. Hoje, por acaso, no Continente, lembrei-me, procurei-o, encontrei-o, comprei-o e... comecei a lê-lo. 


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Sou muito erudita. E não tenho vergonha!


Não percam tempo

... a ler este post. É mais um daqueles que a minha irmã Margarida classifica (e não tão injustamente quanto isso) como inúteis. E porquê? Porque, apesar de ser de parabéns (ainda não se nota, mas vai ser), é para uma pessoa que não vejo nem sei se está viva (espero que esteja!) há muitos anos (uns vinte, mais coisa, menos coisa)... A dita pessoa, se viva, não vai ler este post, mas vou fazer de conta que sim, e assim, considerando que é escocesa e que não sabe português, vou passar à mensagem numa língua que ela entenda (lembrem-se que estou a fazer de conta que ela vai ler isto):


 


H A P P Y   B I R T H D A Y,


R A C H E L ! ! ! ! 


 

domingo, 10 de junho de 2018

O desmame natural da Magia

O desmame natural dá-se quando é o bebé a decidir que já não quer mamar. Foi assim com a Vassoura, quase* assim com a Varinha, assim com o Feitiço e assim com a Magia.


 


A última vez que a Magia mamou foi no dia 29 de maio de 2018.


 


Mas quase poderia dizer que o desmame não foi natural, porque, pela Magia, já tinha sido há muito mais tempo. Eu é que andei a insistir. Ela fazia umas birras terríveis porque não queria o meu (parco) leite, só queria o do biberão (que eu lhe dava sempre a seguir a mamar do peito)! 


 


A minha insistência tinha a ver com as defesas que lhe podia passar no leite, mesmo não sendo muito. Eu bem sabia que era o leite artificial que lhe enchia a barriga (já há bastante tempo). (Estou a falar apenas das refeições de leite - ela já fazia refeições de sopa, fruta, etc.)


 


Mas chegou o dia em que decidi que, se ela não quisesse, eu não insistiria. Ofereci. Não quis. Dei-lhe o biberão. Na mamada seguinte, voltei a oferecer. Não quis. Dei-lhe o biberão. A cena repetiu-se já não sei em quantas vezes seguidas. Até ao dia em que deixei de oferecer (e ela agradeceu).


 


A certeza que o leite que eu tinha era muito residual tornou-se evidente na ausência de desconforto nas minhas mamas, ao longo deste processo. Ficaram na boa. Antes assim!


 


*Já só mamava uma vez por dia (mas bebendo sempre o biberão a seguir) e eu e o Rogério passámos um fim de semana fora, num retiro. Ela ficou com os padrinhos, que lhe deram o biberão tanto na mamada que já só era biberão, como naquela em que, habitualmente, seria mama + biberão. Correu lindamente.

sábado, 9 de junho de 2018

De hoje a uma semana, no Alentejo, ao pôr do sol...

Quem dá por si a pensar no que vai acontecer?


 


Eu, tantas vezes! 


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 (Joana, não encontrei imagem melhor...)

5 Coisas Boas Por Semana | 4-6 a 8-6-2018

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4 de junho (2.ª feira)



  • A Magia dormiu uma longa sesta, o que facilitou eu tratar de coisas da casa. Não, Pózinhos, não dormi a sesta...


 


5 de junho (3.ª feira)



  • O Rogério vigiou um exame (ou teste, ou algo do género, enfim... um "coiso"!) de manhã e veio almoçar a casa. Depois, ficou em casa a corrigir os "coisos" e a lançar as notas. Mais tarde, foi às compras. Estávamos sem iogurtes, e sem algumas das papas que comemos ao pequeno-almoço, entre outras coisas, pelo que foi ótimo que ele fosse ao supermercado.


 


6 de junho (4.ª feira)



  • Graças às compras que o Rogério fez na véspera, pude comer papa Pensal ao pequeno-almoço. Já tinha saudades (além de que é a única do género que aprecio)!

  • Escrevi e enviei texto como convidada para rubrica em blogue alheio. Se pedirem com jeitinho, eu digo qual é.

  • Adiantei alguns posts para o desafio das 52 semanas.


 


7 de junho (5.ª feira)



  •  A Magia dormiu uma boa sesta. Mais uma vez não aproveitei para dormir também, Pózinhos! [Não se admirem de eu dirigir estes comentários à Pózinhos. É que eu fiquei de lhe dedicar parte da(s) minha(s) próxima(s) sesta(s).]


 


8 de junho (6.ª feira)



  • Apesar do mau tempo dos dias anteriores, deu para apanhar toda a roupa que estava no estendal desde terça-feira.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Parabéns, ...

... prima Mimi!


 


Meia centena não é para quem quer, é para quem pode!


 


           (vezes 5)

Sunshine blogger award (terceira nomeação)

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Respondi anteriormente a este desafio, em duas ocasiões: aqui (desafiada pela Joana, de quem todos temos saudades, estou certa) e aqui (desafiada pela Edite, que eu podia ter encontrado na Feira do Livro, no dia 26 de maio, se não me tivesse esquecido de apontar a data). 


 


Desta vez, foi o Triângulo Perfeito que me desafiou. Obrigada, Triângulo! Aqui estão as minhas respostas às onze perguntas «da praxe» e às duas «extra».


 


1. O que farias se tivesses a certeza que não serias apanhado/a?


Eu tenho um feitio que não me leva a desafiar regras, por isso é difícil responder a esta questão. Descobriria, por artes mágicas, os números do próximo Euromilhões. E jogaria no próximo Euromilhões.


 


2. Gostas do que fazes a nível profissional?


Sim, sobretudo porque, continuando a ser professora, mudei de área de ensino e ainda não tive tempo de me fartar (ensinei inglês no 1.º Ciclo durante cinco meses e depois vim para casa, antes de nascer a Magia, e só vou recomeçar em setembro deste ano).


 


3. O que mudarias no teu/tua parceiro/parceira?


Sabendo que o Rogério lê o blogue, deixa-me pensar bem antes de escrever... Torná-lo-ia mais entusiasta por conviver e conversar com amigos, e menos entusiasta por jogos de computador. Do ponto de vista físico, não mudava nada: os olhos e o sorriso do Rogério são perfeitos e o resto também não é de se deitar fora. 


 


 4. O que mudarias em ti?


Do ponto de vista físico, faria desaparecer a banha que me adora e não me larga, deixando alguma no rabo (não quereria ficar uma tábua), juntamente com glúteos mais firmes. Faria desaparecer o duplo queixo e aquilo que abana quando faço adeus com o braço no ar. Manteria o meu estilo de cabelo, mas torná-lo-ia mais abundante. Ficaria com um sorriso imaculado. 


Do ponto de vista psicológico, deixaria de ser preguiçosa, desarrumada e desorganizada (de espaço e de tempo). 


 


5. Que ações tomas, no dia a dia, para reduzir o teu impacto ecológico?


Fecho a torneira da água quando escovo os dentes ou ensaboo as mãos ou o corpo. Aproveito a água que sai enquanto está a aquecer para o banho (que é sempre duche). Separo o lixo para reciclar. Reutilizo as folhas dos enganos ou de documentos que já não interessam e que têm espaço em branco. Ando a pé e de transportes públicos, se vou sozinha a algum lado. Mantenho-me não fumadora (desde sempre).


 


6. Serias capaz de te tornar vegan?


Sim, se tivesse um chef particular espetacular que só cozinhasse comida vegan.


 


7. Como são as tuas férias de sonho?


As que envolvam muito descanso para mim e muita alegria para os que me rodeiam, para eu poder ficar feliz por mim e por eles.


 


8. Ficas moreno/a com facilidade ou és daqueles/as que não há sol que te pegue?


Fico morena com facilidade - desde que apanhe sol...


 


9. Livro que ainda não leste mas que gostarias mesmo de ler.


Não me ocorre nenhum, mas posso referir a exortação apostólica "Alegrai-vos e exultai", que já comecei a ler, mas ainda não terminei (já teria terminado se não estivesse sempre ao computador ou a ver televisão a fazer outras coisas).


 


10. Alguma vez experimentaste drogas ilegais?


Não, nem das legais (exceto o açúcar...).


 


11. Se tivesses de mudar de país e tivesses escolha, para onde irias?


Para o Reino Unido, mais concretamente para a Escócia (que já visitei e de onde poderia facilmente dar um pulinho a Inglaterra, em especial a Londres) ou para a Irlanda (onde nunca fui). A grande desvantagem seria a condução do lado "errado", mas... eu não conduzo! Só teria de ter mais cuidado ao atravessar a rua (ao início, depois habituava-me!)


 


12. Que passos dás, diariamente, para ser feliz?


Pensei no que é que havia de responder. Só me ocorre uma coisa concreta: rezo. E outra: faço a Magia rir.


 


13. O que te põe um sorriso nos lábios?


As gargalhadas da Magia, sem dúvida. São irresistíveis e contagiosas.


 


A parte de desafiar outros bloggers e de criar as minhas próprias perguntas cumpri da primeira vez que participei. Não o farei novamente.

Follow Friday #10 - A Marquesa de Marvila

Ora vejam lá como são as coisas... Pensava que já tinha destacado este blogue numa FF passada, mas fui confirmar e... afinal não!


 


Convido-vos a visitar este blogue (já digo qual é, calma! - ou melhor, já ponho o link, calma!, que o nome já está no título do post) com alguma reverência. Quem nele escreve não é da plebe, como eu (embora eu tenha artes mágicas que ela não possui)!


 


É a Marquesa de Marvila, casada com o Marquês do mesmo local e mãe de duas Aspirantes, que partilha verdades absolutas (para ela, pelo menos) que, na sua maioria, são parvoíces. E que bem sabe ler e rir com as parvoíces da Marquesa!


 


Vá, vistam-se a rigor e visitem a Marquesa de Marvila. Ela está à vossa espera!


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Desafio das 52 semanas - semana 23

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Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo.


Na essência, o que é realmente mau agora, já era mau "antigamente": a maldade das pessoas umas para com as outras, a má língua, a violência, etc., etc.


Mas a um nível menos grave, e pensando em situações que antes não podiam acontecer por inexistência de determinados objetos, posso dizer que me incomoda ver pessoas a almoçar juntas (por exemplo) e cada uma estar a olhar para um écran portátil (telemóvel, tablet, etc.). Incomoda-me a facilidade com que se ofende através da Internet. Incomoda-me a falta de civismo e a falta de respeito (estes dois talvez já existissem antes, mas parecem mais "espalhados" nos tempos que correm), tanto em jovens como em adultos, e que se vê em tantas crianças. Incomoda-me que haja tantos pais a desautorizar os professores dos filhos.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

How I met your father - Episode 21 - The internal conflict

Pilot (ep. 1)


Season 2, episode 8 (ep. 20)


Kids,


 


Desculpem a minha ausência (se por acaso deram por ela)...


 


Fiquei de vos falar sobre o meu discernimento vocacional. Não é fácil escrever sobre ele, acho eu, mas veremos.


 


«Desde pequena que soube que queria casar e ter filhos.» - contei isto no primeiro episódio. Ora, lendo isto, fica-se talvez com a ideia que o meu discernimento vocacional foi bastante claro, desde cedo. E foi, mas ao mesmo tempo não foi.


 


Se, aos vinte e quatro anos, por exemplo, eu tivesse encontrado o meu «príncipe encantado» (e ele, em mim, a sua «princesa»), mesmo sem ter namorado antes, não teria tido grandes dúvidas que era essa a minha vocação. Afinal de contas, sempre quisera casar e ter filhos, e ali estava a confirmação e concretização desse desejo interior.


 


Mas não foi assim que aconteceu. Como já vos contei, eu fui gostando e gostando sem nunca ser correspondida. A quem se interessou por mim, fui eu que não correspondi. À minha volta, as minhas amigas foram namorando e casando, e eu, nada.


 


No entanto, embora não visse acontecer na minha vida o que tanto desejava, eu não abria o coração a outra possibilidade. Deus podia ter pensado noutra forma de eu ser feliz, mas, durante anos, eu recusei determinantemente pôr sequer a hipótese de vir a ser freira. Não porque achasse que não se pudesse ser feliz assim, mas porque não queria prescindir daquilo que sempre desejara.


 


À minha volta, nem toda a gente namorava e se casava, na verdade... Quando eu tinha vinte anos, a minha irmã Margarida, que sempre teve uma relação de proximidade com Deus e nunca teve qualquer vontade de namorar ou casar, e que era professora, rescindiu o contrato com o Ministério da Educação e entrou para um convento de Clarissas. Esteve lá um ano e acabou por vir-se embora. Não era ali o seu lugar. Recomeçou a dar aulas (primeiro como contratada, mas não demorou muito a voltar a ficar efetiva). Alguns anos depois, foi com umas amigas (da sua comunidade neocatecumenal) a um retiro num mosteiro, durante o mês de agosto (é um mês evangélico). Veio de lá encantada e convencida que a sua vocação era consagrar-se a Deus, naquela ordem concreta (Família Monástica de Belém, da Assunção da Virgem e de São Bruno, conhecidas sinteticamente por Monjas (e Monges) de Belém). Não havia mosteiros daquela ordem em Portugal, naquela altura (existe um, na presente data). A minha irmã Margarida voltou a rescindir o contrato com o Ministério da Educação e foi para o mosteiro onde tinha feito o mês evangélico, nos Monts Voirons (França, perto da Suíça). Voltou após seis meses e, desta vez, com a certeza que a sua vocação não era a de uma vida consagrada. 


 


Eu testemunhei a vivência da minha irmã sem nunca me sentir chamada a fazer um retirinho que fosse. Havia, além dos retiros de agosto, uns retiros - na mesma família monástica - bem mais curtos e bem mais perto: num mosteiro em Sigena, Espanha. Várias raparigas das comunidades neocatecumenais fizeram esses retiros, inclusive uma da minha própria comunidade que também se questionava acerca da sua vocação (embora estivesse convencida, tal como eu, que casar e ser mãe é que era para si, como via o tempo passar sem que se concretizasse, abriu o coração a outra possibilidade e fez o retiro em Sigena, tendo vindo com a confirmação da sua vocação para o matrimónio).


 


Em 2003, com trinta anos, dei um passo importante. Poderão descobrir qual (ou confirmar as vossas suspeitas) no próximo episódio.


 


Season 2, episode 10 (ep. 22)

Queridos leitores do meu coração,

Muito obrigada por passarem por aqui, muitas vezes, poucas vezes, não importa. Passam e eu gosto disso!


 


Mas... alguns de vocês passam, até dizem palavras bonitas, de vez em quando, mas não querem um relacionamento sério, não querem compromissos.


 


Está na altura de amadurecerem, darem um passo em frente, de assumirem a relação. 


 


Está na altura de subscreverem o blogue. 


 


Não está?


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 Será que a centena de subscritores está tão perto como parece?

Parabéns, ...

... querida Pózinhos!


           

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Ainda não almocei

... porque tenho estado a adiantar os posts do "Desafio das 52 semanas" (a exceção para o meu problema crónico de adiar tudo para o dia seguinte).


 


Como em setembro recomeço a trabalhar, não garanto que a partir dessa altura consiga escrever os posts a tempo e horas, pelo que vou tentar escrever os que faltam antes dessa data. Para já, não vou mal: já tenho os posts prontos até à semana 34. 


 


Bem, mas dizia eu que ainda não almocei? Pois. Vou almoçar! Adeus!

Tornei-me indispensável

A sério.


 


De há uns meses para cá, quem me "apanha", quem me "agarra", não me larga. Depois de, de alguma forma, me ter, ninguém me abandona.


 


Só muito, muito, muito a custo é que as pessoas me largam.


 


Quem diz pessoas, diz quilogramas. Se é que me faço entender.

Turbo 3 (contém spoiler)

Depois do Turbo (filme de animação) e do eventual Turbo 2 (não consegui perceber se existe ou não), eis que chega, a uma sala perto de si mim, a protagonista do Turbo 3 (ou 2, se ainda não houver). 


 


A grande novidade - e é aqui que há spoiler - é que este filme não é de animação, embora seja animado (diria que até é animado demais, às vezes)! Não, de facto. É um filme com pessoas de carne e osso (antes que alguém comente que todas as pessoas têm carne e osso, remeto-vos para uma qualquer passerelle da alta costura, onde passam, por entre as gotas da ausente chuva, umas chamadas modelos, que só têm a parte dos ossos).


 


A protagonista não tem duplos; é ela que faz todas as cenas, perigosas ou não. Às vezes dá-se mal, mas quase nunca nas cenas de velocidade (muitas, ao longo do filme). Quem por aqui passa já a conhece: chama-se Magia. Já estavam à espera, não estavam?


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domingo, 3 de junho de 2018

TAG 12 desafios para 2018 - maio

Depois de um mês de abril fraquito, vamos lá passar ao balanço de maio (que já junho conta com três dias!)...


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  1. Terminar os símbolos da Árvore de Jessé. Zero. Nicles. Nada. 

  2. Recomeçar a blogossérie "How I met your father" e publicar um episódio por semana. Apenas publiquei um episódio, como em abril. Mas, pelos comentários a cada episódio - ou melhor, pela ausência deles - ninguém se importa... 

  3. Não ir para o computador, nem ver televisão, sem estar arranjada. Cumpri. Pelo menos tenho ideia que sim. 

  4. Limitar os doces a um dia por semana (domingo) ou aos dias festivos. Cumpri. Há que assumir que quando almocei com uma ex-colega que não via há anos considerei que era uma ocasião festiva e comi gelado como sobremesa...  

  5. Experimentar uma nova receita por mês. Não cumpri. Armei-me em boa em abril, com três receitas e pimbas! - em maio nenhuma! 

  6. Criar materiais (ficheiros reutilizáveis e outras coisas) para usar nas aulas (enquanto estou de licença). Zero. Nicles. Nada.

  7. Manter contacto com amigos mais afastados (telefonando, escrevendo,...). Cumpri. Em várias situações. Não é verdade, Pózinhos de Perlimpimpim?

  8. Ler o livro da Jane Austen que recebi no Natal antes de ler ou reler outra coisa. RESOLUÇÃO PARA 2018 CONCLUÍDA (em fevereiro)

  9. Selecionar roupa para dar e arrumar o roupeiro a fundo. Zero. Nicles. Nada.

  10. Perder peso. Cumpri. Tinha terminado março com 70 kg, terminei abril com 70,250 kg (mais 250 g) e terminei maio com 68,75 kg. 

  11. Reorganizar o quarto do Feitiço. Não foi preciso reorganizar, desde aquela vez em que o fiz (em março). Apenas dei um jeitinho. Está a precisar de outro!

  12. Ter aulas de condução e começar a conduzir! Zero. Nicles. Nada.


 


Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZUm dia destes elimino esta parte, já que me ando a esquecer constantemente de a ter presente...


 


Neste quinto balanço considero que  PASSEI, mas por pouco! 

5 Coisas Boas Por Semana | 28-5 a 1-6-2018

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28 de maio (2.ª feira)



 


29 de maio (3.ª feira)



  • Almocei com uma ex-colega. Não tivemos muito tempo, devido ao seu horário, mas já não nos víamos há tanto tempo, que, pouco ou muito, soube muito bem!

  • Recebi um convite para participar numa rubrica de uma blogger muito simpática. Não digo qual, que ainda não consegui escrever o que me pediu!


 


30 de maio (4.ª feira)



  •  Dormi uma boa sesta.


 


31 de maio (5.ª feira)



  •  Aproveitando o feriado, fomos a casa dos Avós Bruxos, onde, para além deles, estavam a minha irmã Margarida, o marido e as filhas (as Três Princesas Portuguesas).

  • À noite, a dor aguda no lado esquerdo da barriga, que comecei a sentir na noite anterior, passou (e até agora não voltou).


 


1 de junho (6.ª feira)


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Prelúdio Azul, de Dulce de Souza Gonçalves

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Há uma semana fui ao lançamento do primeiro romance de uma amiga e ex-colega. O lançamento foi bastante interessante e ainda deu para umas boas gargalhadas. Havia um lanche com salgados e bolinhos ao fundo da sala. Portei-me bem - não petisquei, sequer. Ajudou o facto de ter jantado (sopa e fruta) antes de ir ao lançamento (que começou às 19 horas).


 


Depois do lançamento, fotografias e autógrafos incluídos, acompanhei outras ex-colegas no jantar (mais uma vez não comi nada - digam lá que não fui linda). Enquanto foram buscar o jantar, eu tomei conta das malas e li as primeiras páginas do romance. Obriguei-me a parar quando chegaram com os tabuleiros. Éramos quatro; conversámos e rimos e eu adiantei, às que não a conheciam, a história do "How I met your father". É assim a vida: nem leitoras eram do blogue e já sabem o desfecho da blogossérie. Cunhas, senhores, cunhas... é nisto que dá!


 


Voltando ao "Prelúdio Azul". Depois das primeiras páginas, lidas naquela noite, não retomei a leitura por conta do relatório que - finalmente! - concluí e entreguei na segunda-feira. Na terça, estive a ver os episódios das séries que também esperaram que a porcaria do relatório estivesse prontao. Na quarta, recomecei o livro. Só parei quando teve de ser. Ontem, feriado, não tive oportunidade de pegar no livro. Hoje terminei a leitura.


 


Gostei bastante. Achei que a história cativa, deixando-nos por vezes suspensos no que vai acontecer. Há episódios ou momentos que podem dar para umas furtivas lágrimas (a mim deram) e outros para umas gargalhadas (não muitos, no meu caso). Há uma personagem ab-so-lu-ta-men-te o-di-o-sa (e é-o mais e mais à medida que a história avança), que acaba por ter o que merece, felizmente. Há personagens de quem inevitavelmente se gosta, a começar pela protagonista e pela sua família. E mais não digo, exceto:


 


Quem não ler o "Prelúdio Azul" é um ovo podre! 


(regressei à infância/juventude ao ler o livro, que se passa nos anos 80...)

Desafio das 52 semanas - semana 22

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Semana 22: No meu frigorífico tem de haver...


... iogurtes;


... sopa;


... manteiga;


... comidinha boa e pronta a aquecer para comer! 


Na parte do congelador, eu gostava que houvesse sempre gelado, mas na verdade não é conveniente que haja...