sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Ninguém me liga!

Agora mesmo desabafei ao pé da Vassoura:


- Parece que na blogosfera ninguém me liga!


Resposta imediata:


- Só na blogosfera, mamã?


 


O descaramento! 

Duas Kates grávidas

Uma é real, a outra não (é plebeia).


 


Uma é real, a outra não (é fictícia).


 


Uma é magra, a outra não (é obesa).


 


Uma tem um sorriso bonito, a outra também.


 


Uma tem um cabelo bonito, a outra também.


 


Gostei de saber das gravidezes das duas!


 


kate-middleton.jpg


Kate Middleton, duquesa de Cambridge*.


kate_pearson.jpg


 Kate Pearson, personagem da série "This Is Us".


 


*Eu estou tão dentro destes assuntos que primeiro escrevi duquesa de York... 

Ah Ah Ah! Sim, obrigada, mas não, obrigada!

Título de post digno de uma maluquinha, eu sei. Mas eu explico tudo, com a ajuda de um "Print screen" (recortado).


2017-10-20.png


Olhem para o lado direito da imagem. Estão a ver a sugestão de leitura/compra?


"Harry Potter and the Cursed Child


- Parts I & II" - 25,50€.


Sim, obrigada pela sugestão. Curiosamente, por coincidência (ou não!), trata-se de um livro que estou em vias de ler. Com a ajuda do Gato Rogério, tratei de o encomendar há dois dias.


 


Não, obrigada, não vou pagar 25,50€ por um livro quando posso ter o mesmo prazer a lê-lo (novo, também) por pouco mais do que 10€...

Follow Friday #1

Não vou ser lá muito original, nesta primeira Follow Friday em que participo. Acho que já toda a gente conhece o blogue de que vou falar.


 


Cátia Sousa, Carla Santos, Catarina Semedo são alguns dos nomes possíveis de associar a C.S., a autora do "Há mar em mim", mas eu prefiro associar as suas iniciais a Calorosa e Simpática, ou a Criativa e Sociável, que são as principais características que passam através do que a C.S. escreve.


 


No blogue da C.S., "cabe um pouco de tudo", pois é "imenso como o mar". Nele, há "opiniões, ideias, fotografias, textos rabiscados", uma extensão da autora.


 


Uma das coisas que mais admiro, de entre o que a C.S. oferece no seu blogue, são os contos. Escreve-os como quem narra cenas verídicas e como quem entra na cabeça das personagens, levando-nos com ela nessa viagem. Recomendo!


2017-11-24 (1).png


 (24-11-2017 P.S. - Na altura em que publiquei o post, não me ocorreu colocar uma imagem. Se o tivesse feito, a imagem seria outra, pois o visual do blogue da C.S. mudou entretanto.)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Sabem qual a semelhança...

... entre saltar à corda e dar de comer a uma bebé como a Magia?


 


Ao saltar, temos de prestar atenção à posição da corda, para não chocarmos com ela a meio do salto.


 


Ao dar de comer, temos de prestar atenção à posição da língua  da bebé, para ela não chocar com a colher que leva a comida...


 


É muito mais difícil dar de comer do que saltar à corda, porque para além da língua é necessário estar atento à posição e ao movimento das mãos, dos pés, da cabeça, do babete [do qual hoje prescindi, nas duas refeições que a Magia come à colher].


 


Quando a Magia comer sentada na cadeira de comer - quando se aguentar sentada -, em princípio já só terei de me preocupar com a língua, as mãos e a cabeça. Muito mais fácil... especialmente porque terei as duas mãos livres!


 


Nada disto se aplica àqueles bebés [eu sei de alguns assim] que simplesmente abrem a boca e comem tudo às mil maravilhas, desde o início da alimentação diversificada. 


 


 

Sonhos #67

Por vezes, ao recordar um sonho e não podendo logo registá-lo por aqui, escrevo as ideias principais numa "folha de notas", no telemóvel. Acontece que, se deixar passar muito tempo, as ideias principais de um sonho passam a ser as únicas ideias acerca desse sonho. 


 


Atualmente tenho vários sonhos registados no telemóvel (alguns há anos). Não os apago porque hei de partilhá-los, nem que seja copiando as ideias principais que lá estão.


 


No entanto, o sonho que hoje vou contar não está no telemóvel. Está apenas na minha cabeça e quero registá-lo antes que se vá!


 


Este sonho foi sonhado na manhã do dia 6 de outubro deste ano, sexta-feira a seguir ao feriado do 5 de outubro, algures entre as oito e as oito e meia, e teve uma particularidade que o torna especial: o sonho passava-se exatamente nessa manhã, a essa hora.


 


O Rogério tinha saído para levar a Vassoura, a Varinha e o Feitiço à escola. Alguns minutos depois, tocam à campainha. Vou abrir e são as três crianças. Pergunto-lhes por que razão regressaram a casa. Dizem-me que, ao chegarem à escola, a encontraram fechada - a direção e os professores tinham decidido fazer ponte, sem avisarem os pais dos alunos. Eu digo: "Realmente, isso não se faz! Eu estou em casa com a Magia e posso ficar convosco, mas e se eu estivesse a trabalhar?" e depois pergunto: "E o papá, onde está?". Respondem-me que os deixou à porta de casa e foi trabalhar.


 


Acordo, sem campainha nem crianças de regresso, apercebo-me do sonho e acho piada que se tenha passado na hora em que o sonhei. Conto o sonho ao Rogério, que entretanto passou por casa para deixar o carro, porque vai para o trabalho de transportes públicos. Sempre que conto um sonho - e quantas mais vezes o fizer -, melhor me lembro dele para depois o registar.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Termos de Pesquisa (últimos 30 dias)


  1. milhão - 6

  2. milhão euromilhoes - 2

  3. felipe pathé duarte - 1

  4. uma kovem catolica - 1


 


É a primeira vez que seleciono "blogar isto" ao ver a página das estatísticas. Não percebo como ou por que é que o meu blogue aparece ao pesquisar estes termos, mas por mim tudo bem!

Think green

Há dois dias olhei a certa altura para a Magia e lembrei-me da Joana, a do Quiosque. E porquê? Por isto:


WP_20171016_17_46_09_Pro.jpg


 Sem conhecer pessoalmente a Joana, considero-a uma pessoa amiga do ambiente (green) e, claro, verde, verdinha, até de coração, por causa do seu clube, o SCP.


 


Para ti, Joana, este post e este 💚 (que fui roubar ao sítio onde o encontrei - o teu quiosque)!

Dou duas semanas*

... para começarem as reclamações, em artigos e posts, contra a agora tão desejada e querida chuva.


 


Claro que eu também queria que chovesse, e muito, para ajudar a acabar com os incêndios. Mas, neste país, até a chuva passa rapidamente "de bestial a besta"...


 


*Prazo aplicável apenas se chover durante estas duas semanas.

domingo, 15 de outubro de 2017

SAPO frustrante!

Talvez eu não achasse o SAPO blogs frustrante se não tivesse experimentado primeiro o Blogger. Hoje, concretamente, irrita-me a experiência de mudança de visual que estou a fazer. É que no outro endereço eu conseguia visualizar o aspeto de um template diferente, ou de qualquer alteração, antes de mudar. Aqui, que eu tenha dado conta (admito que há muita coisa que me escapa), não há essa hipótese. 


 


"Podes voltar ao template* que tinhas anteriormente, Mimi." Pois posso, mas terei que refazer todas as alterações e isso dá uma trabalheira!...


 


Mas, OK, mudei porque quis. Certo. E por acaso se calhar até vou ficar com este template. Certo. Mudo a nomenclatura toda ("poção" em vez de "post", "palavras mágicas" em vez de "comentários", etc.) com relativa facilidade, mesmo sendo uma tarefa demorada. Certo.


 


Chego à parte de acrescentar componentes ou de decidir a localização dos mesmos. Esquisito. No blogue, a parte "sobre mim", por exemplo, aparece do lado direito, em cima. Na página do "layout", aparece do lado esquerdo... SAPO, decide-te, filho! Deixas-me sem saber o que fazer ou, sabendo, sem saber como fazê-lo!


 


*Também posso regressar ao Blogger, mas gosto da vizinhança deste bairro e não a quero perder!


 


Adenda: Na página do layout, experimentei colocar as componentes onde as queria... Foram parar ao lado oposto! É oficial, o SAPO não distingue a esquerda da direita... 

sábado, 14 de outubro de 2017

Não sei se sou parva ou pessimista

... mas a notícia que diz que os últimos anos de trabalho dos professores do Ensino Público (os que têm estado "congelados") não vão contar para efeitos de progressão na carreira não me afetou minimamente. É que foi sempre isso que pensei que iria acontecer (parte pessimista). Aliás, pensei que "congelar" implicava isso mesmo (parte parva).


 


Afinal, se a carreira "congelou" por falta de dinheiro, agora [1-1-2018] seria preciso que houvesse muito dinheiro para compensar... ou não?


 


******************


Às vezes, não há nada como escrever sobre um assunto para arrumar melhor as ideias. Agora acho que já percebo o choque que a notícia causou. As pessoas estavam à espera que, se os anos contassem, ao "descongelar", pudesse haver saltos por cima de escalões, quando fosse caso disso. Por exemplo, que quem, caso não tivesse havido "congelamento", tivesse passado do 3.º para o 4.º escalão e mais tarde para o 5.º, agora "saltasse" do 3.º, onde ficara "congelado", para o 5.º. Percebo a lógica, sim, senhores, mas parece-me que essa era a vossa parte otimista...

Ajudem-me a "ganhar" este jogo!

Pouco depois de iniciar o blogue (março de 2013), comecei a jogar às escondidas com a Escondida (porque a mãe a ensinou a não falar com estranhos), num jogo que mais parecia de ping-pong: eu escrevia, ela lia e comentava; ela escrevia, eu lia e comentava, num suceder de dias e posts em que por vezes éramos as únicas participantes.


 


Eu nunca me encontrei com a Escondida, sem ser na blogosfera, mas a sua presença virtual é-me muito querida.


 


No ano passado a Escondida ausentou-se por vários meses seguidos, e eu não gostei. Quando regressou, disse que se tinha ausentado por boas razões. Não começou a escrever com a mesma frequência de outros tempos, mas de vez em quando lá aparecia um novo post (e um ou outro comentário aqui no "Alheia", o que muito me agradava, claro!).


 


O último post no blogue da Escondida foi publicado no dia 23 de julho de 2017. Já lá deixei vários comentários, e muito mais vezes fui espreitar, sem comentar.


 


Eu sei que não é um blogue do SAPO, mas acho que, para o efeito, não tem qualquer importância. Queria que me ajudassem a fazer a Escondida aparecer. Para isso, peço-vos que vão ao blogue da Escondida (aproveitem e leiam vários posts - provavelmente não se arrependerão) e façam comentários. Curtos, compridos, não interessa. O objetivo é que ela receba tantos emails com os comentários que não resista a voltar ao blogue...

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Uma experiência na sala de aula - simples, mas genial

Infelizmente, não fui eu que a realizei.


 


Trata-se de uma experiência para mostrar aos alunos a importância de lavar as mãos.


 


Se eu ainda fosse professora titular de uma turma no 1.º ciclo, ou se fosse professora de Ciências ou Saúde, acho que não deixaria de fazer esta experiência. Encontram-na aqui


 


http://lifestyle.sapo.pt/familia/noticias-familia/artigos/professora-arranjou-uma-forma-de-por-os-alunos-a-lavar-as-maos


 


Mas, ocorreu-me agora, posso realizar esta experiência com os meus filhos!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Desafio: "Só mais 1" - nova edição

"Nova edição? Como assim? Nunca ouvi falar deste desafio!" dirá a maior parte de vós. Acredito, acreditem!  Trata-se de um desafio que eu inventei em 2015. Não teve muita saída, por isso só pouco mais do que as pessoas que participaram é que o conheceram. E, no entanto, acho que é um bom desafio (sou suspeita, eu sei)! A primeira edição foi lançada aqui; a segunda edição (continuação da primeira) começou aqui e morreu pouco depois.


 


Esta é uma nova edição, revista e melhorada (eu pelo menos tentei). Vamos a isso!


desafio_imagem.jpg


 


As etapas do desafio, ou regras, são as seguintes:

AResponder às perguntas da lista, mantendo o nome do(a) autor(a) da pergunta. (Responder "Passo." se não se quiser responder a alguma pergunta.)


B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas.


C. Nomear um blogue para responder ao desafio.


D. Colocar a imagem oficial do desafio.


E. Identificar (com link) quem vos desafiou.


F. Colocar o link do vosso post num comentário ao post onde se foi desafiado(a).


G. Importante!  Se o blogue nomeado no ponto C não responder ao desafio no prazo de uma semana, repetir o número C, nomeando outro blogue. (Tentativa de manter o desafio a circular. O desafio morre* se não se cumprir esta regra! )


 


Partida, largada, fugida!


 


A. Responder às perguntas da lista, mantendo o nome do(a) autor(a) da pergunta.


Ainda não há perguntas... Se o desafio for seguindo de blogue em blogue, e se alguém lá mais para a frente me nomear, terei muito gosto em participar! :-)


 


B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas.


1 - Se tivesses que te transformar num objeto útil do dia-a-dia, durante 24 horas, em que objeto te transformarias e porquê? (Mimi)


 


C. Nomear um blogue para responder ao desafio.


Muito fácil de escolher... Nomeio a C.S., que de antemão confirmou que participaria!


 


D. Colocar a imagem oficial do desafio.


Se eu não a colocasse, ninguém a poderia colocar, não é?


[A título de curiosidade, a imagem do desafio é uma aguarela da autoria da Vassoura. Era a parte da frente de um cartão de parabéns que ela me ofereceu.]


 


E. Identificar (com link) quem vos desafiou.


Não se aplica.


 


F. Colocar o link do vosso post num comentário ao post onde se foi desafiado(a).


Não se aplica.


 


 


*Se o desafio "morrer", poderei "ressuscitá-lo", como da outra vez, mas gostava tanto de não ter de o fazer! 


 


*********************************************


 


Fora do desafio, mas relacionado com ele, deixo uma pergunta:



  • Quanto tempo demorará o desafio a ter 10 perguntas de 10 autores diferentes (assumindo que lá chegará...)? Aceito apostas!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

5 meses mágicos...

... que é como quem diz, de Magia!


 


Pois é, a Magia faz hoje cinco meses. 


 


Não vou dizer que parece que foi ontem, porque não parece: não estou com dores por causa dos pontos, os mamilos não têm ferida, ela já sabe mamar sem me magoar, estamos em casa, ela já dorme várias horas seguidas de noite, já come sopa e papa (desde hoje), já se ri imenso, já palra muito, já..., já... 


 


Mas não deixa de ser estranho já terem passado cinco meses. Porque parece que foi pouco antes de anteontem! 

domingo, 8 de outubro de 2017

Casamentos a 50%

Ontem eu e o Rogério fomos à celebração de matrimónio da filha mais velha dos padrinhos da Magia. Fomos só à cerimónia, que é a parte mais importante e da qual somos, como todos os que estavam presentes, testemunhas.


 


Já fui a bastantes (mais do que dez, mas menos do que cem) celebrações de casamento, sem ter sido convidada para a segunda parte, o copo de água. Não me faz qualquer confusão, nem me sinto ofendida por só estar na celebração. Gosto de ir à parte dos comes, bebes e danças? Gosto. Preciso de ir a essa parte para me dignar a estar presente na primeira? Não.


 


Não vou às cerimónias só por ir. Vou porque um dos noivos, ou os dois, me diz(em) alguma coisa, porque tenho gosto em estar presente num momento tão importante da sua(s) vida(s) e porque acredito que terá(ão) gosto na minha presença, mesmo não tendo podido convidar-me para o pacote completo.


 


Vantagens:


Não indo ao copo de água, não acarreto despesa para os noivos; logo, também estou à vontade quanto a não dar prenda de casamento e, apesar de tentar ir minimamente "arranjadinha", não tenho o mesmo nível de preocupação com o visual do que quando vou a 100% da festa.


 


Principal desvantagem:


Ter muito pouco tempo para falar com os outros convidados que conheço. Ou vão à segunda parte da festa, ou, assim que acaba a primeira, vão-se embora!


 


Ideia:


Antes do casamento, descobrir quem é que, tal como eu, só vai à primeira parte e combinar algo a seguir: um lanche, um jantar, uma conversa prolongada, ...


 bouquet_flores_casamento_not_mine.jpg


 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Mais uma vez...

... a madrinha da Varinha (e minha melhor amiga desde os bancos da escola*) veio almoçar cá a casa. Como sempre, soube a pouco e, como sempre, foi ótimo, apesar disso!


 


*Usávamos cadeiras, mas que importa? Não se desperdiça uma expressão clássica por dá cá aquela palha (outra expressão de categoria - isto hoje está imparável!)!


 


E por falar em expressões clássicas, veio-me à memória esta fala de uma personagem de um clássico da literatura portuguesa:



Retiro-me, que sou prudente. Mas o mundo o saberá, o mundo o saberá!



Alguém identifica a obra? E a personagem, já agora?

Mafalda, querida, ...

... P A R A B É N S ! ! !


 


 


Se tinhas ficado com a impressão que eu deixei passar o dia sem escrever um post dedicado a este importante acontecimento, estavas muito enganada certa... Shame on me!


 


Claro que não escrever aqui não é o mesmo que deixar passar o dia sem te dar os parabéns, pelo que não tenho de me sentir muito mal, não é?

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Praxes e escolhas

"E, por fim, não fui para as praxes. Implicava, deitar tarde, e acordar cedo. Não dá. E eu confesso, as praxes, não têm nada a ver com aquilo que eu sou..."


 


Assim termina a Desconhecida o seu post sobre as primeiras semanas na universidade. Em alguns comentários, outras pessoas afirmam também que não percebem por que razão se fala mal das praxes (ou de alguns exageros nas mesmas), se só participa quem quer.


 


Quando eu fui caloira (há apenas 25 anos!), as praxes não foram para quem quis, foram para toda a gente que apareceu no primeiro dia de aulas. E para quem apareceu no segundo, pensando já ter escapado... Só sei de uma pessoa da minha turma que não foi praxada - porque só apareceu nas aulas passados muitos dias (não sei quantos, mas seguramente fora da época das praxes).


 


As praxes foram realizadas durante o dia, no tempo que seria das aulas. Uma das praxes, aliás, foi uma aula falsa, para assustar. Ficaram-nos com os passes (de quem os tinha, claro - quem ia a pé para a escola acho que entregou outro documento qualquer). Pintaram-nos a cara com batons (foi das poucas vezes que tive maquilhagem na cara...). Fizeram-nos gritar parvoíces. 


 


Só uma praxe me incomodou: a do "perfume" (mistura de vários perfumes rasca). Um cheiro insuportável. Mas podiam ter-me borrifado com o melhor perfume do mercado e o resultado teria sido o mesmo: uma dor de cabeça. Eu não aguento cheiros intensos. Posso gostar de um perfume, de passagem pelo meu olfato - isso não significa que aguente ter esse cheiro em mim durante muito tempo (e o muito é relativo). Ainda assim, esta praxe teve o seu lado positivo: estive à larga no meio de um autocarro a abarrotar de pessoas, ao regressar a casa... 


 


Não tive escolha, enquanto caloira. Fui praxada sem querer. Fui praxada por não querer ter faltas e por não saber que o primeiro dia de aulas não seria realmente um dia de aulas. Não tive escolha.  


 


Um ano depois, tive escolha. E escolhi praticamente não praxar ninguém. Assisti à aula da praxe como se fosse uma aluna repetente ("Aquele professor de Biologia era muita mau!"), escrevi uma palavra com baton na testa de um(a) caloira(a) - acho que as iniciais do curso. E nada mais. 


 


Porque, de facto, as praxes não têm nada a ver com aquilo que eu sou...


 


 

Guilty pleasure #9

Estando com um(a) bebé ao colo, encostar a cabeça dele(a) aos interruptores para acender ou apagar a luz.


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?


 


Nota à navegação:


Só fiz/faço isto com os bebés que por acaso são meus filhos. Todos os outros estão "a salvo". E sou cuidadosa, não encosto a cabeça à toa!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Que cheirinho tão bom!

Ao chegar a casa.


 


Cheirinho a cozinhado bom, dos que fazem crescer água na boca.


 


Pena é vir da casa dos vizinhos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Desafio: "Eu já/nunca fiz..."

Eu gosto de desafios. Já participei em alguns e até já inventei um, que morreu ao fim de algumas participações. Pode ser que um dia destes experimente recuperar o desafio, agora que estou num bairro português (SAPO Blogs, por oposição ao internacional Blogger). Logo se vê.


 


Serviu o parágrafo anterior para introduzir o tema. A C.S. propôs-me participar no desafio que consta do título do post. Aqui estou a responder!


 


1. Eu nunca fiz um interrail – Um dos meus irmãos fez vários e veio de lá sempre muito animado; no entanto, nunca senti vontade de experimentar, talvez porque não sou muito aventureira.


 


2. Eu  participei num concurso – em vários, na verdade, mas todos em contexto escolar/colónia de férias. Fiquei em 3.º lugar, num, e em 1.º, noutro. Em concursos televisivos nunca participei.


 


3. Eu nunca conheci a pessoa que mais admiro – ou então conheci. Eu explico: as pessoas que admiro à distância, sem conhecer, dificilmente são as pessoas que mais admiro, precisamente porque não as conheço, mas há várias pessoas que fazem parte da minha vida e que admiro muito. Mas estou a recordar-me de uma pessoa (e respetiva família) que primeiro admirei à distância e depois tive o prazer de conhecer e com quem mantenho contacto: a Teresa Power, que conheci através do blogue "Uma Família Católica" e que é fundadora, com a sua família, do movimento Famílias de Caná.


 


4. Eu  caí na rua – não me lembro de pormenores, mas de certeza que caí. Desequilibro-me tantas vezes, hoje em dia, mesmo com saltos rasos (!), que não é possível não ter caído alguma vez, ao longo da vida!


 


5. Eu  desmaiei – e não foi nada glamoroso, tipo filme. A meio da noite, eu estava a caminho da casa de banho. Como me sentia um bocado tonta, ia junto à parede, para manter o equilíbrio (não tem nada a ver com o equilíbrio a que me referi no ponto anterior). A certa altura, abri os olhos e estava no chão. Não sei quanto tempo fiquei deitada no chão, mas na altura achei que devia ter sido pouco. Só fiquei magoada nas costas, no sítio onde roçaram uma dobradiça ou o puxador da porta do contador (dedução que fiz posteriormente). O embate no chão, pelos vistos, foi "suave".


 


6. Eu nunca estive em coma alcoólico – seria difícil, tendo em conta que não bebo, nem nunca bebi, bebidas alcoólicas.


 


7. Eu nunca experimentei drogas – nem tabaco (que, sim, é uma droga, embora legalizada).


 


8. Eu nunca me vinguei de alguém que me fez mal – na prática, não; em pensamento, não sou assim tão boazinha...


 


9. Eu nunca tive um acidente – felizmente. Mas o meu carro, estacionado, uma vez apanhou com um carro de um condutor alcoolizado (acusou 3,2) e a violência do choque foi tal, que saltou e foi parar em cima do carro seguinte.


 


10. Eu  andei de avião – a última vez foi em 2006.


 


11. Eu nunca bebi demais – ver resposta n.º 6. Mas se calhar já bebi demasiado leite e por isso é que estou muito inchada (leite = bode expiatório). [É favor fingir que sim, que a culpa é do leite.]


 


12. Eu  confundi uma pessoa com outra – várias vezes. Até já me aconteceu confundir duas pessoas aqui na blogosfera portuguesa!


 


13. Eu  me perdi num país/cidade estrangeira – mas acabei por me orientar - quem tem boca, vai a Roma, não é? Mas, olhem, eu já me perdi na minha própria cidade, o que pode ser bem pior!


 


14. Eu nunca tive uma experiência paranormal – mas estive lá perto. Sorry, too personal to tell.


 


15. Eu nunca roubei – mas uma vez, por acidente, fiquei com uma gramática de verbos franceses que uma professora me emprestou. Não consegui devolver o livro porque entretanto mudei de escola e não voltei a ver a professora. O que isto me pesou na consciência! O tempo apaziguou-a (já foi há quase 30 anos!)...


 


16. Eu nunca apaguei nada do facebook por ter poucos likes – a sério que há quem faça isso? Se eu fizesse isso, para ser coerente deixaria de ter um blogue...


 


17. Eu nunca traí alguém – não ficaria bem comigo se o tivesse feito.


 


18. Eu nunca deixei de falar com alguém que me magoou – o que não quer dizer que faça por falar com toda a gente que me magoa, se der para não falar!


 


Respondi com sinceridade a todas as perguntas? Sim.


 


Vamos, então, às regras do desafio:


1.º responder a todas as perguntas apenas com "eu já" ou "eu nunca" .


2.º responder à última pergunta com "sim" ou "não".


3.º colocar a imagem oficial do desafio (obrigatório).


4.º referir quem vos passou o desafio.


5.º passar o desafio a pelo menos 4 pessoas (não é de todo cariz obrigatório porque nem toda a gente gosta de nomear, era porém para dar alguma continuidade ao desafio).


 


As quatro eleitas são a Mafalda, a Sofia, a Escondida e An Orange Witch (parece estrangeira, mas é uma bruxa portuguesa como eu!)


20662016_G2CTT.jpg

sábado, 30 de setembro de 2017

Comentários não assinados, afinal! *

Reparei que no blogue Não me deem ouvidos havia um comentário (com a data de ontem) só com um boneco e fiquei surpreendida, claro! Supostamente já não era possível...


Graças a essa descoberta, acabei por descobrir uma solução para comentar apenas com um boneco, sem ter de assinar. e que aqui partilho: além do boneco, carreguem na barra de espaços. Tão simples! 


 


* Não ter de assinar não significa que nunca assine um comentário - mas quando me apetece assinar é precisamente quando escrevo alguma coisa, não é quando só quero pôr um boneco.

Comentários assinados

Às vezes apetece-me comentar apenas com um boneco, tanto nos vossos blogues como em resposta a comentários deixados neste blogue.


 


Como já não é possível comentar dessa forma, sempre que o quiser fazer, vou contornar a questão da forma mais simples que me ocorreu: coloco o boneco e a seguir assino: Mimi.


 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Mais uma Faulou Fraidei perdida!

Tenho andado pouco por aqui. Há bocado, no blogue da CS, vi que hoje era dia de Follow Friday. Eu já decidi há tempos qual será o primeiro blogue que vou destacar num post numa Follow Friday, mas ainda não será desta, pois quero escrever um texto que lhe faça justiça (depois, se não fizer, podem vir reclamar)...

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Último dia!

A quantidade de “últimos dia!”s das promoções da LaRedoute (a avaliar pelos emails que tenho recebido) é impressionante.


 


 


É mais ou menos como os últimos dias do Planeta Terra que já foram assinalados por vários doidos várias pessoas, ao longo dos tempos.

Abaixo as vacinas!

Pronto. Tenho dito. Finalmente assumo a minha verdadeira cor em relação às vacinas. Sou contra.


 


Sou contra porque a Magia foi ontem às vacinas (na semana passada não as levou devido à greve dos enfermeiros, lembram-se de vos ter dito?) e fez febre, e esteve murchinha e chorosa, ela que é tão bem-disposta.


 


E vou continuar a ser contra as vacinas quando a levar a fazer uma vacina (fora do PNV) aos 5 meses, e quando a levar às vacinas dos 6 meses, e por aí fora.


 


Completamente contra.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Comer [bolo] ou não comer, eis a questão!

[Vou contar este episódio familiar sem ter certeza de quando se passou. É possível, mas não garantido, que se tenha passado na altura referida.]


 


À mesa, no fim do almoço de anos do Gato Rogério. Já estávamos no pós-sobremesa, mas antes de cantar os parabéns.


 


Feitiço: Já não tenho fome. Posso sair da mesa?


 


Nós (adultos presentes): Não. Vamos cantar os parabéns.


 


Cantámos os parabéns.


 


Feitiço: Agora já posso sair da mesa? Não quero bolo.


 


Nós: Não. Ninguém te obriga a comer bolo, mas ficas na mesa até todos termos acabado.


 


Feitiço: Se tenho de ficar, quero comer bolo. Não quero ficar sem fazer nada!


 


Eu: É mesmo uma resposta à Feitiço...

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Fazer batota é permitido?

Seja ou não, vou escrever uns posts como se pudesse viajar no tempo e escrevê-los no dia certo. Está visto que são posts de parabéns...

As torradas da minha infância

Quando penso nas torradas da minha infância/adolescência (o que acontece sempre que faço torradas cá em casa), não é só o sabor que me vem à memória. Com ele vêm:



  • o cheiro que enchia e aquecia toda a casa



  • o ruído característico de quem*, com uma faca, raspava as pontas carbonizadas das torradas



  • a voz de quem** dizia: "Está alguma coisa a queimar!"



  • a visão da manteiga a derreter assim que tocava na superfície da torrada



  • os pedidos repetidos de mais torradas



  • o bolo que não falhava as tardes de domingo



  • o chá que acompanhava o bolo e as torradas, servido muito quente em chávenas bonitas



  • os meus avós paternos que nos visitavam nessa altura (e sem a visita dos quais se calhar não haveria chá nem bolo...)



  • a série das 19 horas (MacGyver, O Justiceiro, ...)


 


Por tudo isto, comer uma torrada nunca é comer uma torrada (até porque eu sou incapaz de comer só uma torrada, havendo mais do que uma à disposição)...


 


*a minha incansável mãe  **o meu inigualável pai


 


Resultado de imagem para torradas com manteiga


(imagem da net)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Bodas de prata

Há 25 anos casaram os que viriam a ser pais de uma das minhas afilhadas (a 2.ª) e padrinhos de uma das minhas filhas (a 4.ª criança, 3.ª filha). 


 


Há 25 anos estive lá. Hoje não foi possível estar presente fisicamente, mas espiritualmente não faltei! 


 


Daqui a 25 anos espero poder estar presente na celebração, mas espero, sobretudo, estar presente ao longo dos anos, e que a presença seja recíproca!


 


Parabéns!

Afinal não

... foi possível manifestar o meu amor pela Magia (através da vacinação), ontem. Não havia um único enfermeiro ao serviço.


 


Como fui apanhada de surpresa pela greve ("Alheia...", lembram-se?), fiquei, cá está, surpreendida...


 


Uma greve afeta sempre alguém. É esse o objetivo.


 


Durante vários anos, fui afetada pelas greves dos transportes. Desde que posso ir a pé para a(s) escola(s) onde trabalho, aquelas greves deixaram de me afetar - ou pelo menos deixaram de me afetar de forma relevante.


 


Ontem fui afetada pela greve dos enfermeiros. E como estou alheia a tudo, não sei as razões por trás da greve. E ao desconhecer as razões, dá logo para pensar que não têm razão. Porque nos incomodaram com as suas reivindicações [precisei de consultar o dicionário para escrever esta palavra], claro.


 


A seguir pensei nas greves dos professores e em como a opinião pública generalista considera sempre que são sem razão. E calei-me (por dentro, já que também não me expressei por fora).


 


Quando nasceu a Magia, estava outra greve a decorrer - uma greve de médicos. Também me afetou. Felizmente a minha médica não fez greve - por outro lado, se tivesse feito, eu não teria tido a Magia naquele dia, pois só fui para o hospital por ter combinado com ela a indução do parto. Mas, no geral, vivi uma sensação de abandono, de horas sem ninguém aparecer (a minha médica não estava lá só para mim, como é óbvio, e teve de valer por sei lá quantos médicos nas urgências, naquele dia). Se pudesse voltar atrás, talvez sugerisse adiar a indução para um dia sem greve...

terça-feira, 5 de setembro de 2017

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Best of #7: Feitiço solidário

Publicado inicialmente em 23-3-2013.


 


01:45h: acordo com a voz da Vassoura a chamar-me baixinho. Percebo a primeira parte, "Mamã...", mas não percebo o resto. Ela repete o chamamento, novamente em tom discreto.

Enquanto o meu cérebro tenta decifrar o conteúdo da mensagem, oiço a voz do Feitiço, não tão baixa assim:

"Vassoura, vou-te ajudar."

E a seguir, oiço a ajuda: "MAMÃÃÃ!!!"


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

domingo, 3 de setembro de 2017

Estamos em setembro, mês de recomeços...

... mas este ano não recomeço da mesma forma que habitualmente, preparando o ano letivo e, a seguir, "dando" aulas.


 


Mas vou recomeçar as aulas de ginástica de recuperação pós-parto, também conta?

Best of #6: Uma mini-canibal cá em casa?

Publicado inicialmente em 31-7-2013.


 


Varinha: Mamã, és mesmo apetistosa! Tens uma barriguinha fofinha! Um dia destes vou comer a tua barriga!


 

[suponho que "apetistosa" seja resultado de uma fusão entre "apetitosa" e "petisco"...]

 

 

["best of" é o nome substituto para "repost"]

sábado, 2 de setembro de 2017

Best of #5: Saídas da Varinha em casa dos avós bruxos

Publicado inicialmente em 28-8-2015.


 


[Escrito pela Avó Bruxa numa folha de papel, que me foi entregue.]


 


Diálogo ao pequeno-almoço

- A Matilde pôs 2 fatias de PANRICO fofo branco na torradeira e a Varinha diz logo "Não o transformes, que ele é delicioso"
e eu disse "Tu é que és deliciosa"
e ela "Pois sou, por isso é que sou picada pelos mosquitos".
Depois das torradas feitas, a Matilde disse "Ainda são mais deliciosas" e diz logo a Varinha "Não são, não, são mais horripilosas".
Depois chegou o Papá [o avô Bruxo, claro - nota da Mimi] e fingiu que estava a sorver o leite dela também com uma palhinha e ela disse "Estás a beber o leite imaginário".
Depois de várias graças, eu disse à Varinha "És um grande prato" e ela diz logo de seguida "Não sou, não, sou uma grande panela cheia de piadas".


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Plastificações 2017

Entre manuais, cadernos e afins, este ano tenho 44 objetos para plastificar. Quatro foram plastificados hoje, pelo que faltam 40... Tenho uma semana para o fazer.

Best of #4: "deiteicunatina"

Publicado em 16-4-2013:


 


Não sei se sou a única mãe a fazer o que vou dizer (espero não ser para não parecer demasiado doida), mas com alguma frequência falo nonsense com os meus filhos (uma sequência de sílabas pegadas sem nexo nenhum, mas ditas como se tivessem sentido).

Por isso, quando ouvi o Feitiço a dizer "deiteicunatina" várias vezes, pensei para os meus botões ou para a minha gola alta, dependendo do que tinha vestido: "se calhar devia deixar de falar à pateta; o Feitiço está a imitar-me e a combinação que ele diz não fica lá muito bonita!" [se lerem mesmo a sequência, perceberão o que quero dizer]

Ontem, no entanto, finalmente entendi o que ele realmente estava a tentar dizer. Mas para vos explicar tenho de vos contar uma anedota!

"Era uma vez um menino muito distraído chamado Luís. Um dia em que iam ter uma festa, a mãe reparou que faltava o sumo de maracujá. O Luís disse:
- Ó mãe, não te preocupes, eu vou à mercearia comprar o sumo!
- Ó filho, mas tu esqueces-te sempre dos recados!
- Desta vez não me esqueço: vou o caminho todo a dizer "sumo de maracujá, sumo de maracujá"!
A mãe deu o dinheiro ao Luís e ele lá foi, pelo passeio, a dizer "sumo de maracujá, sumo de maracujá"; virou à direita e começou a dizer "sumo de marajásumo de marajá".
Ao chegar à mercearia, pediu: "Um sumo de marajá, se faz favor".
Merceeiro: Sumo de marajá?!? Não será antes "sumo de maracujá"?
Luís: Ah, pois é! [bate com a mão na testa] Deixei o 'cu' na esquina!"

O pormenor do bater com a mão na testa é que me fez perceber que "deiteicunatina" era, na realidade, o desfecho da anedota, "deixei o 'cu' na esquina"!

P.S. - Esta anedota foi-me contada por um ex-aluno que na altura tinha nove ou dez anos. Tenho muito boas recordações deste aluno e da maneira incrivelmente engraçada como contou a anedota, por isso o  nome do protagonista é em sua homenagem...


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Best of #3: Conversa ao jantar

Publicado inicialmente em 9-10-2013:


 


Varinha: Quando eu crescer vou ter umas mamocas grandes.
Rogério: Tens de comer muito para teres mamocas grandes. Se não comeres, ficas com umas mamocas pequeninas.
Varinha: Então vou comer muito para ter mamocas grandes. Vão ser tão grandes que vão ocupar o espaço todo.


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

Best of #2: Uma troca compreensível... (?!?)

Publicado inicialmente em 23-9-2013:


 


Feitiço no bacio, antes de ir para a cama.

Eu: Já fizeste xixi?
Feitiço: Sim.
Eu: Queres fazer mais alguma coisa?
Feitiço: Não.
Eu: De certeza que não queres fazer cocó?
Feitiço: Não.
Eu: Nem punzinhos?
Feitiço, contente: Sim! Quero fazer pãezinhos para comer!


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

Best of #1: É dos carecas que ele fala mais

Para os leitores mais fiéis e antigos (poucos, mas bons, tipo a Mafalda), estes best of  [anteriormente chamados reposts] servirão como lembrança (se eu, que os escrevi, preciso muitas vezes de os reler para me lembrar dos episódios a que se referem, certamente os leitores tê-los-ão igualmente esquecido).


 


Para os leitores mais recentes (praticamente todos os que têm blogue no Sapo), os best of servirão de porta de acesso à história antiga deste blogue e, de certa maneira, da família desta Bruxa que vos escreve.


 


Para mim, servirão como pedido de desculpa por não escrever nada de novo, quando a preguiça ou a falta de tempo ou inspiração a isso me levarem.


 


Publicado inicialmente em 31-3-2013:


 


O Feitiço ultimamente tem mostrado muito interesse por carecas e termina muitas frases com "careca", independentemente da pessoa com quem está a falar e do que está a dizer. Por exemplo:

Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).

No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".

Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.

Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:

- Olha! Também é careca?!?

Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:

- Sim, mas não é preciso dizeres.

Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?

Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.

E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.


 


 


 ["best of" é o nome substituto para "repost"]

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Guilty pleasure #8

Ler o que outra pessoa está a ler, por cima do ombro dela.


 


A parte mais guilty é que não gosto que leiam por cima do meu ombro...


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?

domingo, 20 de agosto de 2017

Guilty pleasure #7

Estar a meio de um livro e espreitar o fim para matar a curiosidade sobre o desfecho de determinada situação.


 


Alguém partilha este guilty pleasure?

sábado, 19 de agosto de 2017

Boas notícias!

O Gato Rogério teve alta do hospital e veio ontem para casa. 

A dica de limpeza de panelas ou tachos queimados

O post anterior tem como título "Eu sabia que um dia me iria dar jeito!", mas, agora que já experimentei a dica, devo dizer que o título deveria ser: "Eu pensava que um dia me iria dar jeito!"...


 


O tacho com arroz queimado, depois de uma noite cheio de água, sem ter sido esfregado, estava assim:


WP_20170818_10_19_25_Pro.jpg


Para pôr em prática a dica, servi-me destes:


WP_20170818_12_27_34_Pro.jpg


A meio do processo, ao lume, o aspeto era este:


WP_20170818_12_30_43_Pro.jpg


 Fora do lume, não me parecia que se tivesse soltado grande coisa:


WP_20170818_14_24_05_Pro.jpg


No fim, o tacho ficou assim:


WP_20170819_09_46_45_Pro.jpg


Ficou ótimo!


 


Pois... O único problema é que para ficar assim foi preciso isto:


WP_20170819_09_47_23_Pro.jpg


Resumindo, o balanço que faço da experiência é francamente negativo! A unha do meu polegar direito que o diga...


 


P.S. - Se algum@ leitor@ experimentou com sucesso esta dica, por favor diga-me qual foi a asneira que fiz!

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Eu sabia que um dia me iria dar jeito!

O quê? - perguntam vocês.


 


A dica para limpar panelas queimadas, que descobri aqui e que guardei nos marcadores, para mais tarde encontrar com facilidade.


 


Ontem a minha irmã Margarida fez arroz cá em casa, utilizando um tacho traiçoeiro. O arroz que não queimou estava ótimo; o que queimou..., bem, ficou queimado e agarradinho ao tacho!


 


Vou ver se não me esqueço de fotografar o "antes", o "durante" e o "depois". O "antes" (já fotografado, na realidade) refere-se ao estado do tacho depois de passar uma noite cheio de água, sem ter sido esfregado (não valia a pena). O "durante" será a meio do processo. O "depois" será quando o tacho estiver totalmente limpo (ou pelo menos assim espero!).


 


Darei conta do resultado num outro post.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Felizmente alheia a...

Andei a passar as vistas pelo Facebook e descobri que, aparentemente, houve um tremor de terra na minha zona. Não dei por nada!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ausente

Ando ausente mas não me imaginem em grandes férias...


 


Neste momento o Gato Rogério está doente, internado no hospital. Rezem pelas suas melhoras, pode ser? (Quem não costuma rezar pode ter pensamento positivo, que também agradeço.)

sábado, 5 de agosto de 2017

É proibido ser otimista!

Ontem contei-vos dos avanços do Feitiço na missão sequinho: voltou a comer (metade da quantidade normal de) sopa ao jantar e continuou a acordar seco! 


 


Hoje conto-vos que esta manhã não acordou seco... 


 


A "culpa" não é da sopa, é do excesso de confiança do Feitiço, que acha que a cama seca já é facílima de conquistar e bebe água antes de ir para a cama, às escondidas. Sopa + água = cama molhada...


 


Como da última vez que achei que a missão estava a ter sucesso definitivo, a coisa correu mal, e desta vez aconteceu o mesmo, começo a pensar que não é só o Feitiço que tem de refrear a confiança e o otimismo!

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Fim da primeira temporada da série "How I met your father"

Meus caros "blogoespectadores" da série mencionada no título, esqueci-me de avisar na semana passada que se tratava do último episódio da temporada.


 


Na silly season os canais televisivos costumam passar repetições de temporadas antigas das várias séries que transmitem, mas como esta minha "blogo-série" ainda só teve uma temporada, não faz muito sentido repetir os doze episódios - além de que estão sempre acessíveis no menu da barra superior!...

Avanços

Há uns dias, ao jantar, decidimos experimentar voltar a dar sopa ao Feitiço (não lhe dávamos desde que começaram as "missões sequinho [noturnas]"), embora só metade da quantidade habitual que lhe damos ao almoço.


 


Tem corrido bem: a sopa não "estragou" a atual sequência de "cama seca" (vai em 16 dias). 


 


Parece-me que estamos a chegar ao fim do túnel!


 


 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Sobre o desconforto

Não sou amiga de desconforto, confesso. O Rogério talvez ainda seja menos, não sei (é daquelas coisas que não dá para comparar - não posso estar na pele dos dois ao mesmo tempo, não é?). 


 


De vez em quando encontro um texto que convida a arriscar, a sair da nossa zona de conforto. Fico com vontade de dar esse passo, mas o efeito dura pouco... Há pouco li mais um desses textos e gostei muito, por isso aqui o partilho:


 


http://adotaramarviver.blogs.sapo.pt/os-ensinamentos-do-desconforto-281622


 


Obrigada, Olívia!

sábado, 29 de julho de 2017

10 dias

... consecutivos de cama seca (parte 2 - e, espero, última)...


 


Força, Feitiço!


 


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Antes que o dia acabe...

... tenho de registar aqui um aniversário:


 


P a r a b é n s,   A v ô   G a t o !

quinta-feira, 27 de julho de 2017

How I met your father - Episode 12 (last episode of the season*)

Episode 11


Kids,


 


Comecei esta história de How I met your father a partir do meu primeiro amor quando estava no 11.º ano de escolaridade, mas, na verdade, o meu coração começou a bater por alguns rapazes bastante antes disso... 


 


Na minha turma dos quatro anos da Primária (atual 1.º Ciclo do Ensino Básico), havia três rapazes "especiais": os gémeos "Artur" e "Manuel", de cabelo loiro e olhos azuis, e o "Guilherme", de cabelo castanho e olhos castanhos cor de mel (ou era avelã?). Os nomes são fictícios. O "Artur" foi aquele que voltou a ser meu colega no 11.º ano, como contei no primeiro episódio da série.


 


Acho que todas as raparigas da turma "gostavam" destes três rapazes. Nunca lhes perguntei, mas sempre achei isso. Se eu achava que eles eram os mais giros, como é que elas poderiam achar outra coisa??? 


 


Quando estávamos na quarta classe (quarto ano, pela nomenclatura atual), houve umas raparigas da terceira classe que andaram a cirandar à volta dos nossos rapazes (meus e das minhas colegas de turma). Lembro-me de não gostar nada disso, e de achar que elas "não tinham nada que andar atrás deles". 


 


Perto do fim da quarta classe, um grupo de rapazes e raparigas, eu incluída, durante o único intervalo que existia (tínhamos o luxo de ter aulas só de manhã) e que durava meia hora foi "brincar" para a parte de trás do recreio, para uma zona menos vigiada. O objetivo: dar uns beijinhos na boca. Estamos a falar de beijinhos toca-e-foge, mas, mesmo assim, quando chegou a minha "vez", eu "passei". Não me sentia preparada para aquela intimidade!


 


Os meus dez anos feitos em março eram inocentes e ainda bem que o eram. Nunca me arrependi do que não fiz; não sei se não me teria arrependido se tivesse dado o tal beijo. Hoje em dia, enquanto professora, vejo que há crianças de dez anos que são inocentes, mas há outras que já perderam a inocência, que já sabem e já experimentaram (muito) mais do que aquilo que eu sabia e tinha experimentado aos dezasseis anos! Mas sobre os meus dezasseis anos já vos contei o que tinha para contar.


 


[*Adenda: Este é o último episódio da primeira temporada.]


 


Season 2

terça-feira, 25 de julho de 2017

Arte caseira em jeito de brincadeira #1

Os miúdos grandes cá de casa gostam de desenhar e pintar. No início das férias entretiveram-se com aguarelas. Fizeram pinturas livres, pintura à vista (só a Varinha) e uma atividade/desafio em que uma pessoa faz um risco livre com tinta preta e a outra pessoa (a artista) tem de dar sentido ao risco, criando a pintura a partir dele. Pessoalmente nunca experimentei ser a artista, mas fui a autora de vários rabiscos, a pedido dos artistas.


 


Neste post mostro-vos a pintura que a Varinha fez, tendo uma cadelinha de peluche como modelo:


 


arte7b.jpg


arte7.jpg


Sou só eu a achar, ou a cadelinha está muitíssimo fiel à original?

domingo, 23 de julho de 2017

A página de leituras do SAPO Blogs precisa de ser melhorada

Quando gosto de um blogue e quero segui-lo, tenho de subscrever o autor do blogue. Até aí, tudo bem. Mas logo a seguir começa um dos aspetos que me desagrada: ao seguir um autor, estou automaticamente a seguir todos os blogues desse autor. Mesmo que ele tenha doze blogues e só me interesse o blogue em que escreve sobre o dia-a-dia, os seus posts sobre moda, a criação de caracóis, corridas de automóveis, e outros temas que não me interessam invadem a minha página. Às vezes, o autor até não escreve muitos posts por dia nos seus vários blogues, mas, outras vezes - e está no seu pleno direito! - escreve vários posts, e de seguida. Resultado: a minha página de leituras pode ficar - e fica mesmo, pois já me aconteceu várias vezes - entupida com posts que não me interessam, apenas porque um blogue desse autor me interessa.


 


Sugestão: quando adicionamos o endereço de um blogue para subscrever, o Sapo Blogs pode apresentar-nos os outros blogues do autor em questão, para os podermos subscrever, se quisermos, mas a subscrição deve ser feita blogue a blogue. Um quadradinho à frente do nome de cada blogue para clicarmos se quisermos subscrever... e está feito!


 


Outra característica da página que não me agrada e acho que deve ser alterada, é a de aparecerem vários posts do mesmo blogue. Mesmo que seja o meu blogue preferido, aquele que faço questão de ler diariamente, não faz sentido (para mim) que não esteja à vista apenas o post mais recente. Ao ir ao blogue, logo lerei - ou não - os restantes posts que não tiver lido.


 


Sugestão: apresentar apenas o início do último post de cada blogue que subscrevemos. Pode haver também, por blogue, ao lado do título ou noutro sítio, indicação de quantos posts foram publicados nas últimas 24 horas, por exemplo, para despertar a nossa curiosidade no caso do texto que aparece não ser particularmente cativante.


 


Eu sei que há várias páginas na página de leitura, mas muito, muito, raramente clico para ver posts da página seguinte. E duvido seriamente que a maior parte dos utilizadores o faça. 


 


Talvez esta minha rejeição à forma como está organizada a página de leituras se prenda com a minha anterior experiência no Blogger. Lá, a apresentação das leituras (não tinham este nome) era muito mais personalizável.

D2 procura-se

O resto já encontrei, ao pequeno-almoço.


WP_20170723_09_15_45_Pro.jpg


 


 


Estão a ver o resultado? Se não, vejam aqui.


 

sábado, 22 de julho de 2017

Uma noite sem três filhos

Os meus pais vão passar mais de um mês fora de Portugal. Vão visitar a Matilde. A minha irmã Margarida veio passar este fim de semana a casa dos progenitores, e nós os seis fomos lá hoje, com "bilhete" de ida e volta. 


 


No entanto, só regressámos três a casa: o Gato Rogério, a pequena Magia e eu. A Vassoura, a Varinha e o Feitiço (no caso dele, pela primeiríssima vez!) ficaram a dormir em casa dos Avós Bruxos. Deste modo, vão poder desfrutar da companhia das primas adoradas (podem encontrá-las em "Três Princesas Portuguesas") - e dos tios e dos avós também, claro. 


 


É uma pena eu estar tão K.O., tão podre de sono. Poderia aproveitar a folga tão bem!... Em vez disso, tenho urgentemente de ir para a cama, por isso, meus caros leitores, Boa noite!


quinta-feira, 20 de julho de 2017

How I met your father - Episode 11

Episode 10


 


Kids,


 


Contei-vos que decidi falar com a X e o Y (ver episódio anterior) ao mesmo tempo e disse que contaria tudo hoje. Então cá vai...


 


Combinei com os dois conversarmos em privado. Num intervalo, sentámo-nos nos degraus das escadas mais perto da nossa sala-base (onde tínhamos a maior parte das aulas). De uma forma simples e direta, pu-los a par dos meus sentimentos iniciais, de um pouco do meu "percurso amoroso" [se é que se pode dar este nome ao que vos tenho contado!] mais recente, e de como, ao ser confrontada com o namoro deles, achara que faziam um bom par. Disse-lhes também a razão que me levara a estar a falar com os dois em simultâneo. 


 


A conversa decorreu tranquilamente. No fim, sentia-me aliviada e feliz por ter feito o que estava ao meu alcance para manter a amizade com os dois. Não me devo ter saído mal, pois ainda hoje, passados 24 anos, sou amiga de ambos!


 


Se calhar despertei-vos a curiosidade sobre o futuro daquele namoro. Mesmo que não tenha despertado, digo-vos o que aconteceu, sem pormenores (que esta rubrica não é sobre a vida dos outros): no fim do segundo ano do curso já não namoravam. Claro que o fim do namoro afetou um bocado (talvez muito, na altura, e só agora me pareça pouco) a organização dos grupos de trabalho a que me referi noutro episódio. Tanto quanto me recordo, trabalhei muito mais vezes com a X do que com o Y, mas continuei a dar-me bem com os dois (embora bastante mais próxima dela do que dele).


 


O Y terminou o curso de professor, mas nunca exerceu a profissão. Ainda durante o curso, regressou ao trabalho que tinha antes de entrar para a universidade, e é nele que ainda hoje trabalha. Curiosamente, deixou de ser meu colega para ser colega de profissão da minha irmã Magda, na mesma empresa que ela! Bem se diz que o mundo é pequeno...


 


Alguns anos mais tarde, a Magda disse-me que eu só não namorara com o Y porque não quisera, porque o tinha tido "nas palminhas das mãos", que ele me achava "muita piada". Não sei com que palavras lhe respondi, mas certamente mencionei que ele tinha sabido que eu gostara dele e que só não arriscara abordar o assunto comigo porque não quisera.


 


Não sei se a Magda está certa. O Y pode muito bem nunca ter posto sequer a hipótese de namorar comigo; é aliás o mais provável. Que ele me acha piada, sei-o bem, mas é mesmo isso, ainda hoje: ele acha piada ao meu humor (nem toda a gente "puxa" por esse meu lado). Quando falamos ao telefone, quase sempre há gargalhadas da parte dele, devido a coisas que eu digo. Mas não são gargalhadas de gozo, são gargalhadas de pura boa-disposição. Eu tenho esse efeito nele, há muito tempo, e gosto disso, porque as gargalhadas que ele dá contagiam-me, e também eu me rio.


 


Eu estive no primeiro casamento do Y e no casamento da X, mas, dos dois, só a X (com o marido e as filhas mais velhas) esteve no meu casamento com o vosso father. Isto aconteceu simplesmente porque durante alguns anos, e sem nenhuma razão especial, o contacto entre mim e o Y esmoreceu (por outras palavras, morreu). Desde que voltámos a falar, temos mantido um contacto não muito frequente, mas suficiente para que o contacto não volte a morrer!


 


Episode 12

Por momentos...

... pensei que outra batalha noturna tinha sido perdida.


 


Eu, para o Feitiço: Acordaste seco?


Feitiço: Não sei... [Humm, mau sinal!]


Eu: Deixa-me cheirar. [Como mãe uso muito o sentido do olfato.]


Sniff, sniff.


Eu: Não me cheira a xixi.


Feitiço: A mim também não, mas estava a sentir um bocado molhado...


Eu: Húmido. É transpiração.


 


Força, Feitiço! Já só faltam 31 dias para comemorarmos um mês de cama seca!