Ontem à noite, tive com o Rogério o diálogo seguinte:
Rogério: A propósito do post que escreveste hoje... o teu telemóvel é um Smartphone!
Eu: É?
Rogério: Sim, se quiseres podes instalar a aplicação da Uber... as que quiseres! Bem, mas depois só as podes utilizar cá em casa ou onde tiveres acesso a Wifi.
Eu: Eu pensava que os Smartphones tinham Internet incluída...
Rogério: Não, são coisas diferentes.
********
Conclusões:
1 - Eu não percebo nada destas tecnologias;
2 - Afinal talvez possa vir a utilizar carros da Uber, ...
3 - ... se houver acesso à Internet no próprio carro! [isso existe?]
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Sonhos #58
Na noite passada sonhei que estava num hospital, a tentar arranjar uma consulta. Não havia consultórios, era uma confusão pegada. Quando finalmente uma médica (que eu supostamente conhecia) se senta ao meu lado ou à minha frente, nem sei, pergunta-me:
Médica: O que a traz por cá?
Eu: Estou grávida.
Assim que respondo, olho para quem me acompanhava e tapo a boca com a mão. A pessoa, que era a Vassoura, arregala os olhos e pergunta-me:
Vassoura: Estás grávida???
Eu: Sim, mas não era para saberes ainda! É que tu já és crescida, mas não podes dizer aos manos, OK?
Depois acordei, provavelmente porque me estava a sentir estúpida por ter deixado escapar a informação, sem pensar.
Médica: O que a traz por cá?
Eu: Estou grávida.
Assim que respondo, olho para quem me acompanhava e tapo a boca com a mão. A pessoa, que era a Vassoura, arregala os olhos e pergunta-me:
Vassoura: Estás grávida???
Eu: Sim, mas não era para saberes ainda! É que tu já és crescida, mas não podes dizer aos manos, OK?
Depois acordei, provavelmente porque me estava a sentir estúpida por ter deixado escapar a informação, sem pensar.
Sonhos #58
Na noite passada sonhei que estava num hospital, a tentar arranjar uma consulta. Não havia consultórios, era uma confusão pegada. Quando finalmente uma médica (que eu supostamente conhecia) se senta ao meu lado ou à minha frente, nem sei, pergunta-me:
Médica: O que a traz por cá?
Eu: Estou grávida.
Assim que respondo, olho para quem me acompanhava e tapo a boca com a mão. A pessoa, que era a Vassoura, arregala os olhos e pergunta-me:
Vassoura: Estás grávida???
Eu: Sim, mas não era para saberes ainda! É que tu já és crescida, mas não podes dizer aos manos, OK?
Depois acordei, provavelmente porque me estava a sentir estúpida por ter deixado escapar a informação, sem pensar.
Médica: O que a traz por cá?
Eu: Estou grávida.
Assim que respondo, olho para quem me acompanhava e tapo a boca com a mão. A pessoa, que era a Vassoura, arregala os olhos e pergunta-me:
Vassoura: Estás grávida???
Eu: Sim, mas não era para saberes ainda! É que tu já és crescida, mas não podes dizer aos manos, OK?
Depois acordei, provavelmente porque me estava a sentir estúpida por ter deixado escapar a informação, sem pensar.
Eu não gosto de me meter em confusões
Mas ainda assim vou falar de táxis e afins.
Raramente ando de táxi. Muito, muito raramente. Até hoje, este ano andei cinco vezes de táxi, se não me engano (mais do que pensava!). Nas duas primeiras vezes partilhei o táxi (ida e volta) com colegas, entre a sede do agrupamento de escolas (saímos de uma reunião) e a igreja onde decorria a Missa por alma de uma familiar de uma outra colega. Na terceira e quarta vezes partilhei o táxi novamente com colegas, para ir e regressar ao local de uma formação. Na quinta vez não partilhei o táxi e utilizei-o para conseguir chegar a horas à celebração do casamento de uma jovem que conheço desde que nasceu. Depois de uma reunião de manhã que se prolongou até mais que horas de almoço, se tivesse ido de transportes coletivos não teria chegado a horas.
Quando ando de táxi sozinha, a partir de casa, peço um táxi pelo telefone e anoto o número da viatura que me é indicado. Desço (moro num prédio) à hora combinada e, quando um táxi se aproxima, verifico se tem o número que foi indicado, para que não haja um "chico-esperto" a aproveitar-se da viagem de outro. Foi um motorista de táxi que me disse que fazia muito bem em confirmar o número, por aquela razão. Assim, qualquer coisa que se passasse teria forma de identificar o automóvel e consequentemente o motorista que prestara o serviço.
Quando fui ao tal casamento, telefonei a pedir um táxi e, depois de me darem o número do táxi, disseram-me que podia ir para a porta, que ele "já ia". Desci e, realmente, apareceu um táxi, mas, quando me aproximei, vi que o número não correspondia. Devo ter feito uma cara desconfiada, pois o motorista reagiu perguntando-me se era a Mimi. Eu disse que sim e entrei no carro, admirada, e falei na questão do número. O motorista disse-me que podia acontecer não aparecer a viatura indicada, se o motorista da dita cuja estivesse, por exemplo, fora do carro e não ouvisse a chamada. Mas, acrescentou, apontando para um écran preso ao tablier, que só o motorista a quem fosse entregue o serviço teria a morada de partida lá escrita - e saberia o nome dado no telefonema.
Em nenhuma das viagens que fiz achei que me tivesse sido prestado um mau serviço.
Quanto à UBER e companhia, nunca utilizei. Ao que parece, é necessário um Smartphone e eu não tenho tal coisa.
Raramente ando de táxi. Muito, muito raramente. Até hoje, este ano andei cinco vezes de táxi, se não me engano (mais do que pensava!). Nas duas primeiras vezes partilhei o táxi (ida e volta) com colegas, entre a sede do agrupamento de escolas (saímos de uma reunião) e a igreja onde decorria a Missa por alma de uma familiar de uma outra colega. Na terceira e quarta vezes partilhei o táxi novamente com colegas, para ir e regressar ao local de uma formação. Na quinta vez não partilhei o táxi e utilizei-o para conseguir chegar a horas à celebração do casamento de uma jovem que conheço desde que nasceu. Depois de uma reunião de manhã que se prolongou até mais que horas de almoço, se tivesse ido de transportes coletivos não teria chegado a horas.
Quando ando de táxi sozinha, a partir de casa, peço um táxi pelo telefone e anoto o número da viatura que me é indicado. Desço (moro num prédio) à hora combinada e, quando um táxi se aproxima, verifico se tem o número que foi indicado, para que não haja um "chico-esperto" a aproveitar-se da viagem de outro. Foi um motorista de táxi que me disse que fazia muito bem em confirmar o número, por aquela razão. Assim, qualquer coisa que se passasse teria forma de identificar o automóvel e consequentemente o motorista que prestara o serviço.
Quando fui ao tal casamento, telefonei a pedir um táxi e, depois de me darem o número do táxi, disseram-me que podia ir para a porta, que ele "já ia". Desci e, realmente, apareceu um táxi, mas, quando me aproximei, vi que o número não correspondia. Devo ter feito uma cara desconfiada, pois o motorista reagiu perguntando-me se era a Mimi. Eu disse que sim e entrei no carro, admirada, e falei na questão do número. O motorista disse-me que podia acontecer não aparecer a viatura indicada, se o motorista da dita cuja estivesse, por exemplo, fora do carro e não ouvisse a chamada. Mas, acrescentou, apontando para um écran preso ao tablier, que só o motorista a quem fosse entregue o serviço teria a morada de partida lá escrita - e saberia o nome dado no telefonema.
Em nenhuma das viagens que fiz achei que me tivesse sido prestado um mau serviço.
Quanto à UBER e companhia, nunca utilizei. Ao que parece, é necessário um Smartphone e eu não tenho tal coisa.
Eu não gosto de me meter em confusões
Mas ainda assim vou falar de táxis e afins.
Raramente ando de táxi. Muito, muito raramente. Até hoje, este ano andei cinco vezes de táxi, se não me engano (mais do que pensava!). Nas duas primeiras vezes partilhei o táxi (ida e volta) com colegas, entre a sede do agrupamento de escolas (saímos de uma reunião) e a igreja onde decorria a Missa por alma de uma familiar de uma outra colega. Na terceira e quarta vezes partilhei o táxi novamente com colegas, para ir e regressar ao local de uma formação. Na quinta vez não partilhei o táxi e utilizei-o para conseguir chegar a horas à celebração do casamento de uma jovem que conheço desde que nasceu. Depois de uma reunião de manhã que se prolongou até mais que horas de almoço, se tivesse ido de transportes coletivos não teria chegado a horas.
Quando ando de táxi sozinha, a partir de casa, peço um táxi pelo telefone e anoto o número da viatura que me é indicado. Desço (moro num prédio) à hora combinada e, quando um táxi se aproxima, verifico se tem o número que foi indicado, para que não haja um "chico-esperto" a aproveitar-se da viagem de outro. Foi um motorista de táxi que me disse que fazia muito bem em confirmar o número, por aquela razão. Assim, qualquer coisa que se passasse teria forma de identificar o automóvel e consequentemente o motorista que prestara o serviço.
Quando fui ao tal casamento, telefonei a pedir um táxi e, depois de me darem o número do táxi, disseram-me que podia ir para a porta, que ele "já ia". Desci e, realmente, apareceu um táxi, mas, quando me aproximei, vi que o número não correspondia. Devo ter feito uma cara desconfiada, pois o motorista reagiu perguntando-me se era a Mimi. Eu disse que sim e entrei no carro, admirada, e falei na questão do número. O motorista disse-me que podia acontecer não aparecer a viatura indicada, se o motorista da dita cuja estivesse, por exemplo, fora do carro e não ouvisse a chamada. Mas, acrescentou, apontando para um écran preso ao tablier, que só o motorista a quem fosse entregue o serviço teria a morada de partida lá escrita - e saberia o nome dado no telefonema.
Em nenhuma das viagens que fiz achei que me tivesse sido prestado um mau serviço.
Quanto à UBER e companhia, nunca utilizei. Ao que parece, é necessário um Smartphone e eu não tenho tal coisa.
Raramente ando de táxi. Muito, muito raramente. Até hoje, este ano andei cinco vezes de táxi, se não me engano (mais do que pensava!). Nas duas primeiras vezes partilhei o táxi (ida e volta) com colegas, entre a sede do agrupamento de escolas (saímos de uma reunião) e a igreja onde decorria a Missa por alma de uma familiar de uma outra colega. Na terceira e quarta vezes partilhei o táxi novamente com colegas, para ir e regressar ao local de uma formação. Na quinta vez não partilhei o táxi e utilizei-o para conseguir chegar a horas à celebração do casamento de uma jovem que conheço desde que nasceu. Depois de uma reunião de manhã que se prolongou até mais que horas de almoço, se tivesse ido de transportes coletivos não teria chegado a horas.
Quando ando de táxi sozinha, a partir de casa, peço um táxi pelo telefone e anoto o número da viatura que me é indicado. Desço (moro num prédio) à hora combinada e, quando um táxi se aproxima, verifico se tem o número que foi indicado, para que não haja um "chico-esperto" a aproveitar-se da viagem de outro. Foi um motorista de táxi que me disse que fazia muito bem em confirmar o número, por aquela razão. Assim, qualquer coisa que se passasse teria forma de identificar o automóvel e consequentemente o motorista que prestara o serviço.
Quando fui ao tal casamento, telefonei a pedir um táxi e, depois de me darem o número do táxi, disseram-me que podia ir para a porta, que ele "já ia". Desci e, realmente, apareceu um táxi, mas, quando me aproximei, vi que o número não correspondia. Devo ter feito uma cara desconfiada, pois o motorista reagiu perguntando-me se era a Mimi. Eu disse que sim e entrei no carro, admirada, e falei na questão do número. O motorista disse-me que podia acontecer não aparecer a viatura indicada, se o motorista da dita cuja estivesse, por exemplo, fora do carro e não ouvisse a chamada. Mas, acrescentou, apontando para um écran preso ao tablier, que só o motorista a quem fosse entregue o serviço teria a morada de partida lá escrita - e saberia o nome dado no telefonema.
Em nenhuma das viagens que fiz achei que me tivesse sido prestado um mau serviço.
Quanto à UBER e companhia, nunca utilizei. Ao que parece, é necessário um Smartphone e eu não tenho tal coisa.
domingo, 9 de outubro de 2016
sábado, 8 de outubro de 2016
20:30h, sábado...
... e os três na cama.
Nas vésperas de dias úteis raramente conseguimos este prodígio (costumam estar deitados mais perto das 21 horas)!
Eu sei como conseguimos, hoje, e nem sequer foi premeditado.
Graças ao feijão, que me tem feito querer comer mais cedo (ao longo do dia e especialmente no que diz respeito à hora habitual do nosso jantar, 19:30h), comecei a servir as sopas antes das 19:15h. A diferença não é muita, mas foi suficiente para este agradável desfecho silencioso do dia.
Nas vésperas de dias úteis raramente conseguimos este prodígio (costumam estar deitados mais perto das 21 horas)!
Eu sei como conseguimos, hoje, e nem sequer foi premeditado.
Graças ao feijão, que me tem feito querer comer mais cedo (ao longo do dia e especialmente no que diz respeito à hora habitual do nosso jantar, 19:30h), comecei a servir as sopas antes das 19:15h. A diferença não é muita, mas foi suficiente para este agradável desfecho silencioso do dia.
20:30h, sábado...
... e os três na cama.
Nas vésperas de dias úteis raramente conseguimos este prodígio (costumam estar deitados mais perto das 21 horas)!
Eu sei como conseguimos, hoje, e nem sequer foi premeditado.
Graças ao feijão, que me tem feito querer comer mais cedo (ao longo do dia e especialmente no que diz respeito à hora habitual do nosso jantar, 19:30h), comecei a servir as sopas antes das 19:15h. A diferença não é muita, mas foi suficiente para este agradável desfecho silencioso do dia.
Nas vésperas de dias úteis raramente conseguimos este prodígio (costumam estar deitados mais perto das 21 horas)!
Eu sei como conseguimos, hoje, e nem sequer foi premeditado.
Graças ao feijão, que me tem feito querer comer mais cedo (ao longo do dia e especialmente no que diz respeito à hora habitual do nosso jantar, 19:30h), comecei a servir as sopas antes das 19:15h. A diferença não é muita, mas foi suficiente para este agradável desfecho silencioso do dia.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Parabéns, Mafalda!
Espero que tenhas tido até agora e que continues a ter um feliz dia de aniversário, um excelente ano até ao teu próximo aniversário e, de resto, uma vida longa e feliz!
Parabéns, Mafalda!
Espero que tenhas tido até agora e que continues a ter um feliz dia de aniversário, um excelente ano até ao teu próximo aniversário e, de resto, uma vida longa e feliz!
Azia
Não recomendo.
E não gosto de a estar a sentir tão cedo na caminhada. Costumava ser quando a barriga estava muito grande e o estômago, coitado, não sabia para que lado se virar...
Bem se diz que cada gravidez é única...
E não gosto de a estar a sentir tão cedo na caminhada. Costumava ser quando a barriga estava muito grande e o estômago, coitado, não sabia para que lado se virar...
Bem se diz que cada gravidez é única...
Azia
Não recomendo.
E não gosto de a estar a sentir tão cedo na caminhada. Costumava ser quando a barriga estava muito grande e o estômago, coitado, não sabia para que lado se virar...
Bem se diz que cada gravidez é única...
E não gosto de a estar a sentir tão cedo na caminhada. Costumava ser quando a barriga estava muito grande e o estômago, coitado, não sabia para que lado se virar...
Bem se diz que cada gravidez é única...
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Aos leitores do blogue que me conhecem fora do blogue:
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço não sabem da novidade, por isso, quando/se estiverem com eles (nos próximos tempos) não façam referências à dita cuja.
Aos leitores do blogue que me conhecem fora do blogue:
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço não sabem da novidade, por isso, quando/se estiverem com eles (nos próximos tempos) não façam referências à dita cuja.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
10,7 mm
Não é muito, mas todos nós passámos por essa dimensão antes, muito antes de termos as dimensões que hoje temos...
É o tamanho (hoje) do Gatinho ou da Bruxinha que cresce dentro de mim. Tanto quanto se pode saber neste momento, está tudo bem com ele ou ela - e com a mãe também, o que não é nada mau! :-)
É o tamanho (hoje) do Gatinho ou da Bruxinha que cresce dentro de mim. Tanto quanto se pode saber neste momento, está tudo bem com ele ou ela - e com a mãe também, o que não é nada mau! :-)
10,7 mm
Não é muito, mas todos nós passámos por essa dimensão antes, muito antes de termos as dimensões que hoje temos...
É o tamanho (hoje) do Gatinho ou da Bruxinha que cresce dentro de mim. Tanto quanto se pode saber neste momento, está tudo bem com ele ou ela - e com a mãe também, o que não é nada mau! :-)
É o tamanho (hoje) do Gatinho ou da Bruxinha que cresce dentro de mim. Tanto quanto se pode saber neste momento, está tudo bem com ele ou ela - e com a mãe também, o que não é nada mau! :-)
Será hoje...
... a primeira consulta.
Não sabem de quê, leiam o post anterior (com atenção e seguindo o link)!
Não sabem de quê, leiam o post anterior (com atenção e seguindo o link)!
Será hoje...
... a primeira consulta.
Não sabem de quê, leiam o post anterior (com atenção e seguindo o link)!
Não sabem de quê, leiam o post anterior (com atenção e seguindo o link)!
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
domingo, 2 de outubro de 2016
"História de uma Alma"...
... é o nome de um livro que li quando estive a viver num Mosteiro (sim, há muita coisa que ainda não vos contei e que só Deus sabe quando e se o farei).
Na altura, o livro foi-me emprestado pela Irmã Miriamén. Mais tarde, quando a oportunidade surgiu, comprei o livro para o reler. Creio que não cheguei a reiniciar a leitura, não sei porquê.
Ao longo dos anos, por várias vezes decidi (sem consequências) reler o livro, sob influência de alguma referência ao mesmo. A última vez foi ontem, quando li, no site das Famílias de Caná, um texto sobre a Santa Teresinha do Menino Jesus (e não só).
Hoje fui ao armário buscar o livro para o começar a reler. Surpresa: não estava lá, sendo o lá a prateleira onde, pensava eu, confiante, o iria encontrar.
E agora? Agora a vontade de reler o livro aumentou. tal como a curiosidade detetivesca acerca da sua localização!
Depois vos porei a par dos resultados das minhas investigações Sherlockianas...
Na altura, o livro foi-me emprestado pela Irmã Miriamén. Mais tarde, quando a oportunidade surgiu, comprei o livro para o reler. Creio que não cheguei a reiniciar a leitura, não sei porquê.
Ao longo dos anos, por várias vezes decidi (sem consequências) reler o livro, sob influência de alguma referência ao mesmo. A última vez foi ontem, quando li, no site das Famílias de Caná, um texto sobre a Santa Teresinha do Menino Jesus (e não só).
Hoje fui ao armário buscar o livro para o começar a reler. Surpresa: não estava lá, sendo o lá a prateleira onde, pensava eu, confiante, o iria encontrar.
E agora? Agora a vontade de reler o livro aumentou. tal como a curiosidade detetivesca acerca da sua localização!
Depois vos porei a par dos resultados das minhas investigações Sherlockianas...
"História de uma Alma"...
... é o nome de um livro que li quando estive a viver num Mosteiro (sim, há muita coisa que ainda não vos contei e que só Deus sabe quando e se o farei).
Na altura, o livro foi-me emprestado pela Irmã Miriamén. Mais tarde, quando a oportunidade surgiu, comprei o livro para o reler. Creio que não cheguei a reiniciar a leitura, não sei porquê.
Ao longo dos anos, por várias vezes decidi (sem consequências) reler o livro, sob influência de alguma referência ao mesmo. A última vez foi ontem, quando li, no site das Famílias de Caná, um texto sobre a Santa Teresinha do Menino Jesus (e não só).
Hoje fui ao armário buscar o livro para o começar a reler. Surpresa: não estava lá, sendo o lá a prateleira onde, pensava eu, confiante, o iria encontrar.
E agora? Agora a vontade de reler o livro aumentou. tal como a curiosidade detetivesca acerca da sua localização!
Depois vos porei a par dos resultados das minhas investigações Sherlockianas...
Na altura, o livro foi-me emprestado pela Irmã Miriamén. Mais tarde, quando a oportunidade surgiu, comprei o livro para o reler. Creio que não cheguei a reiniciar a leitura, não sei porquê.
Ao longo dos anos, por várias vezes decidi (sem consequências) reler o livro, sob influência de alguma referência ao mesmo. A última vez foi ontem, quando li, no site das Famílias de Caná, um texto sobre a Santa Teresinha do Menino Jesus (e não só).
Hoje fui ao armário buscar o livro para o começar a reler. Surpresa: não estava lá, sendo o lá a prateleira onde, pensava eu, confiante, o iria encontrar.
E agora? Agora a vontade de reler o livro aumentou. tal como a curiosidade detetivesca acerca da sua localização!
Depois vos porei a par dos resultados das minhas investigações Sherlockianas...
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Se um dia inventarem ...
... uma forma de escrever posts e de os publicar telepaticamente, ou algo do género...
... este blogue não passará um dia sem um ou vários posts! É que pensamentos não me têm faltado...
Enquanto a invenção não surgir, de vez em quando continuará a haver uns dias seguidos sem posts no "Alheia...". Que me desculpem ospoucos numerosos leitores que por aqui passam!
... este blogue não passará um dia sem um ou vários posts! É que pensamentos não me têm faltado...
Enquanto a invenção não surgir, de vez em quando continuará a haver uns dias seguidos sem posts no "Alheia...". Que me desculpem os
Se um dia inventarem ...
... uma forma de escrever posts e de os publicar telepaticamente, ou algo do género...
... este blogue não passará um dia sem um ou vários posts! É que pensamentos não me têm faltado...
Enquanto a invenção não surgir, de vez em quando continuará a haver uns dias seguidos sem posts no "Alheia...". Que me desculpem ospoucos numerosos leitores que por aqui passam!
... este blogue não passará um dia sem um ou vários posts! É que pensamentos não me têm faltado...
Enquanto a invenção não surgir, de vez em quando continuará a haver uns dias seguidos sem posts no "Alheia...". Que me desculpem os
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Após dois dias...
... como professora de Inglês, tenho para vos dizer que me sinto tão cansada como se tivesse tido cinco dias como professora titular de uma turma do 1º Ciclo!
E daí, talvez não... Ser professora do 1º Ciclo é muito, mesmo muito, desgastante!
Mas que estou muito cansada, estou!
E daí, talvez não... Ser professora do 1º Ciclo é muito, mesmo muito, desgastante!
Mas que estou muito cansada, estou!
Após dois dias...
... como professora de Inglês, tenho para vos dizer que me sinto tão cansada como se tivesse tido cinco dias como professora titular de uma turma do 1º Ciclo!
E daí, talvez não... Ser professora do 1º Ciclo é muito, mesmo muito, desgastante!
Mas que estou muito cansada, estou!
E daí, talvez não... Ser professora do 1º Ciclo é muito, mesmo muito, desgastante!
Mas que estou muito cansada, estou!
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Começa amanhã!...
... uma nova etapa da minha vida profissional (but I'm still a teacher). Estou animada com a perspetiva!
Bom ano letivo para todos os que, de uma maneira ou de outra, têm ano letivo!
Começa amanhã!...
... uma nova etapa da minha vida profissional (but I'm still a teacher). Estou animada com a perspetiva!
Bom ano letivo para todos os que, de uma maneira ou de outra, têm ano letivo!
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Hoje recebi...
... turmas e horários. Estou satisfeita. Nove turmas, duas escolas. Vamos ver como corre...
Hoje recebi...
... turmas e horários. Estou satisfeita. Nove turmas, duas escolas. Vamos ver como corre...
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Daqui a três dias começo as aulas
E ainda não sei em que escolas (do meu agrupamento) vou dar aulas, nem que turmas vou ter. Já sei Só sei que vou ter terceiros e quartos anos de escolaridade. Não é muita informação!
Daqui a três dias começo as aulas
E ainda não sei em que escolas (do meu agrupamento) vou dar aulas, nem que turmas vou ter. Já sei Só sei que vou ter terceiros e quartos anos de escolaridade. Não é muita informação!
Eu disse...
... que o túnel era comprido?
Pois fiquem a saber que foi ampliado!
Ontem à noite os três foram para a cama poucos minutos depois das 20:30h. Combinei com o Feitiço que ia tentar acordar várias vezes para o levar a fazer xixi - e que a parte dele seria levantar-se sem birras e despachar-se a fazer para voltar para a cama.
Antes de me deitar, por volta das 22:30h, lembrei-me do que tinha combinado e fui ao quarto do Feitiço. Para descobrir o quê?
Pois, adivinharam... Ele já estava molhado - e não era pouco.
O Feitiço fez xixi antes de ir para a cama, mas garantidamente não esvaziou a bexiga. Por que razão é que ele não se esforça mais é que eu não percebo.
Pois fiquem a saber que foi ampliado!
Ontem à noite os três foram para a cama poucos minutos depois das 20:30h. Combinei com o Feitiço que ia tentar acordar várias vezes para o levar a fazer xixi - e que a parte dele seria levantar-se sem birras e despachar-se a fazer para voltar para a cama.
Antes de me deitar, por volta das 22:30h, lembrei-me do que tinha combinado e fui ao quarto do Feitiço. Para descobrir o quê?
Pois, adivinharam... Ele já estava molhado - e não era pouco.
O Feitiço fez xixi antes de ir para a cama, mas garantidamente não esvaziou a bexiga. Por que razão é que ele não se esforça mais é que eu não percebo.
Eu disse...
... que o túnel era comprido?
Pois fiquem a saber que foi ampliado!
Ontem à noite os três foram para a cama poucos minutos depois das 20:30h. Combinei com o Feitiço que ia tentar acordar várias vezes para o levar a fazer xixi - e que a parte dele seria levantar-se sem birras e despachar-se a fazer para voltar para a cama.
Antes de me deitar, por volta das 22:30h, lembrei-me do que tinha combinado e fui ao quarto do Feitiço. Para descobrir o quê?
Pois, adivinharam... Ele já estava molhado - e não era pouco.
O Feitiço fez xixi antes de ir para a cama, mas garantidamente não esvaziou a bexiga. Por que razão é que ele não se esforça mais é que eu não percebo.
Pois fiquem a saber que foi ampliado!
Ontem à noite os três foram para a cama poucos minutos depois das 20:30h. Combinei com o Feitiço que ia tentar acordar várias vezes para o levar a fazer xixi - e que a parte dele seria levantar-se sem birras e despachar-se a fazer para voltar para a cama.
Antes de me deitar, por volta das 22:30h, lembrei-me do que tinha combinado e fui ao quarto do Feitiço. Para descobrir o quê?
Pois, adivinharam... Ele já estava molhado - e não era pouco.
O Feitiço fez xixi antes de ir para a cama, mas garantidamente não esvaziou a bexiga. Por que razão é que ele não se esforça mais é que eu não percebo.
domingo, 11 de setembro de 2016
Há um ano...
... que não atualizava a página do "Quem somos". Estávamos todos com menos um ano! Por exemplo, a Vassoura dizia "8 anos" e daqui a pouco mais de dois meses já fará 10...
Há um ano...
... que não atualizava a página do "Quem somos". Estávamos todos com menos um ano! Por exemplo, a Vassoura dizia "8 anos" e daqui a pouco mais de dois meses já fará 10...
Há 15 anos...
... eu estava em Oxford, Inglaterra, e não acreditei quando uma outra portuguesa me disse:
- Um avião acertou numa das Torres Gémeas em Nova Iorque!
Ligámos a televisão e vimos o segundo avião a acertar na outra Torre. Qualquer dúvida sobre a intencionalidade do embate desapareceu naquele momento.
Foi horrível. Mas não há tantos outros acontecimentos horríveis nos dias que correm? A diferença é que alguns nos passam ao lado. Aquele, que ninguém esquece (uns por uma razão, outros por outra), foi mesmo diferente? Ou o horror tomou outras proporções porque se passou numa grande cidade ocidental, de um país "grande"?
- Um avião acertou numa das Torres Gémeas em Nova Iorque!
Ligámos a televisão e vimos o segundo avião a acertar na outra Torre. Qualquer dúvida sobre a intencionalidade do embate desapareceu naquele momento.
Foi horrível. Mas não há tantos outros acontecimentos horríveis nos dias que correm? A diferença é que alguns nos passam ao lado. Aquele, que ninguém esquece (uns por uma razão, outros por outra), foi mesmo diferente? Ou o horror tomou outras proporções porque se passou numa grande cidade ocidental, de um país "grande"?
Há 15 anos...
... eu estava em Oxford, Inglaterra, e não acreditei quando uma outra portuguesa me disse:
- Um avião acertou numa das Torres Gémeas em Nova Iorque!
Ligámos a televisão e vimos o segundo avião a acertar na outra Torre. Qualquer dúvida sobre a intencionalidade do embate desapareceu naquele momento.
Foi horrível. Mas não há tantos outros acontecimentos horríveis nos dias que correm? A diferença é que alguns nos passam ao lado. Aquele, que ninguém esquece (uns por uma razão, outros por outra), foi mesmo diferente? Ou o horror tomou outras proporções porque se passou numa grande cidade ocidental, de um país "grande"?
- Um avião acertou numa das Torres Gémeas em Nova Iorque!
Ligámos a televisão e vimos o segundo avião a acertar na outra Torre. Qualquer dúvida sobre a intencionalidade do embate desapareceu naquele momento.
Foi horrível. Mas não há tantos outros acontecimentos horríveis nos dias que correm? A diferença é que alguns nos passam ao lado. Aquele, que ninguém esquece (uns por uma razão, outros por outra), foi mesmo diferente? Ou o horror tomou outras proporções porque se passou numa grande cidade ocidental, de um país "grande"?
Isto vai ser bonito, vai!
Introdução:
1 - A Vassoura começou as aulas (5.º ano) no dia 5.
2 - A Varinha começou as aulas (3.º ano) no dia 5.
3 - O Feitiço começou as aulas (1.º ano) no dia 5.
Desenvolvimento:
1 - A Vassoura está a adaptar-se bem às diferenças entre o 1.º e o 2.º ciclos e à grande novidade que é... ter um cacifo!
2 - A Varinha está a achar fácil o 3.º ano. Como a professora é a mesma e os colegas também, não estaria à espera de outra coisa.
3 - Ao fim de 4 dias de aulas, o Rogério foi chamado para falar com o professor do Feitiço (que nós já conhecemos porque foi professor da Vassoura). O Feitiço tem tido "comportamentos desajustados na sala de aula". O professor (que é muito, muito bom professor) deu dois exemplos.
Conclusão:
1 - A Vassoura começou as aulas (5.º ano) no dia 5.
2 - A Varinha começou as aulas (3.º ano) no dia 5.
3 - O Feitiço começou as aulas (1.º ano) no dia 5.
Desenvolvimento:
1 - A Vassoura está a adaptar-se bem às diferenças entre o 1.º e o 2.º ciclos e à grande novidade que é... ter um cacifo!
2 - A Varinha está a achar fácil o 3.º ano. Como a professora é a mesma e os colegas também, não estaria à espera de outra coisa.
3 - Ao fim de 4 dias de aulas, o Rogério foi chamado para falar com o professor do Feitiço (que nós já conhecemos porque foi professor da Vassoura). O Feitiço tem tido "comportamentos desajustados na sala de aula". O professor (que é muito, muito bom professor) deu dois exemplos.
- Estão a trabalhar matemática oralmente: "mais um, menos dois". Quando chega a vez do Feitiço, ele responde dizendo "Cocó".
- O professor diz para pintarem dentro dos riscos. Todos: "Sim." Feitiço: "Não!"
Conclusão:
1 - Não devemos ter problemas com a Vassoura durante este ano, desde que continue (como no 4.º ano demonstrou) a ser respeitadora na relação com os outros, atenta nas aulas e cumpridora quanto ao trabalho.
2 - Não devemos ter problemas com a Varinha durante este ano, embora seja possível (talvez até provável) que venha a ter algumas dificuldades em alguma componente da Matemática, o seu (relativo) "calcanhar de Aquiles".
3 - Não devemos Já começámos a ter problemas com o Feitiço...
Isto vai ser bonito, vai!
Introdução:
1 - A Vassoura começou as aulas (5.º ano) no dia 5.
2 - A Varinha começou as aulas (3.º ano) no dia 5.
3 - O Feitiço começou as aulas (1.º ano) no dia 5.
Desenvolvimento:
1 - A Vassoura está a adaptar-se bem às diferenças entre o 1.º e o 2.º ciclos e à grande novidade que é... ter um cacifo!
2 - A Varinha está a achar fácil o 3.º ano. Como a professora é a mesma e os colegas também, não estaria à espera de outra coisa.
3 - Ao fim de 4 dias de aulas, o Rogério foi chamado para falar com o professor do Feitiço (que nós já conhecemos porque foi professor da Vassoura). O Feitiço tem tido "comportamentos desajustados na sala de aula". O professor (que é muito, muito bom professor) deu dois exemplos.
Conclusão:
1 - A Vassoura começou as aulas (5.º ano) no dia 5.
2 - A Varinha começou as aulas (3.º ano) no dia 5.
3 - O Feitiço começou as aulas (1.º ano) no dia 5.
Desenvolvimento:
1 - A Vassoura está a adaptar-se bem às diferenças entre o 1.º e o 2.º ciclos e à grande novidade que é... ter um cacifo!
2 - A Varinha está a achar fácil o 3.º ano. Como a professora é a mesma e os colegas também, não estaria à espera de outra coisa.
3 - Ao fim de 4 dias de aulas, o Rogério foi chamado para falar com o professor do Feitiço (que nós já conhecemos porque foi professor da Vassoura). O Feitiço tem tido "comportamentos desajustados na sala de aula". O professor (que é muito, muito bom professor) deu dois exemplos.
- Estão a trabalhar matemática oralmente: "mais um, menos dois". Quando chega a vez do Feitiço, ele responde dizendo "Cocó".
- O professor diz para pintarem dentro dos riscos. Todos: "Sim." Feitiço: "Não!"
Conclusão:
1 - Não devemos ter problemas com a Vassoura durante este ano, desde que continue (como no 4.º ano demonstrou) a ser respeitadora na relação com os outros, atenta nas aulas e cumpridora quanto ao trabalho.
2 - Não devemos ter problemas com a Varinha durante este ano, embora seja possível (talvez até provável) que venha a ter algumas dificuldades em alguma componente da Matemática, o seu (relativo) "calcanhar de Aquiles".
3 - Não devemos Já começámos a ter problemas com o Feitiço...
sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Parabéns, Filhote Pato!
Hoje, finalmente, Filhote Pato atinge a maturidade etária de sua Mãe Pata! 43 de corpo, 25 de espírito! :-)
Parabéns, Filhote Pato!
Hoje, finalmente, Filhote Pato atinge a maturidade etária de sua Mãe Pata! 43 de corpo, 25 de espírito! :-)
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
A vida boa dos professores
Ai, a vida dos professores é mesmo boa! Três meses de férias... Que inveja!
Completamente realista. Ou talvez não!
Eu sou professora e...
Completamente realista. Ou talvez não!
Eu sou professora e...
- Só tive férias em agosto (e um dia em julho, para ser mais rigorosa - no qual fui trabalhar, por acaso).
Está bem, Mimi, mas a quem é que queres enganar? Ainda não começaste as aulas, não tens nada para fazer!
É verdade, confesso! Não tenho feito mesmo nada de nada. Um exemplo:
- Hoje tive a primeira reunião às 9 horas da manhã e saí da escola sede do agrupamento dez minutos antes das 9 horas da noite.
Não será a vida mais difícil que existe - até longe disso, reconheço -, mas também não é a mais fácil, de todo! Como diz várias vezes uma colega da minha escola, "não admira que tenhamos tanto trabalho - temos que justificar os dez mil euros que recebemos todos os meses!". :-P
A vida boa dos professores
Ai, a vida dos professores é mesmo boa! Três meses de férias... Que inveja!
Completamente realista. Ou talvez não!
Eu sou professora e...
Completamente realista. Ou talvez não!
Eu sou professora e...
- Só tive férias em agosto (e um dia em julho, para ser mais rigorosa - no qual fui trabalhar, por acaso).
Está bem, Mimi, mas a quem é que queres enganar? Ainda não começaste as aulas, não tens nada para fazer!
É verdade, confesso! Não tenho feito mesmo nada de nada. Um exemplo:
- Hoje tive a primeira reunião às 9 horas da manhã e saí da escola sede do agrupamento dez minutos antes das 9 horas da noite.
Não será a vida mais difícil que existe - até longe disso, reconheço -, mas também não é a mais fácil, de todo! Como diz várias vezes uma colega da minha escola, "não admira que tenhamos tanto trabalho - temos que justificar os dez mil euros que recebemos todos os meses!". :-P
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
A montanha
... do post anterior veio, em parte, do escritório/quarto do Feitiço, que agora está assim:
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
A montanha
... do post anterior veio, em parte, do escritório/quarto do Feitiço, que agora está assim:
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
A montanha
... do post anterior veio, em parte, do escritório/quarto do Feitiço, que agora está assim:
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
Não vos mostro como estava antes porque não fotografei, mas pelas fotografias da sala podem calcular...
O resto da montanha veio da minha ex-sala de aula e da arrecadação (havia por lá muitas coisas que deverão ir para o lixo, ou... ou... e por isso trouxe-as para casa, para fazer a seleção).
Bem, agora tenho de ir!
Sinto-me uma formiga
... perante esta montanha...
... que tem de estar arrumada, o mais tardar, na tarde de dia 7, pois o Rogério faz anos e os avós (e tio) Gatos vêm cá jantar. Mesmo que não viessem, teria de ter tudo arrumado. Era o mínimo!
... que tem de estar arrumada, o mais tardar, na tarde de dia 7, pois o Rogério faz anos e os avós (e tio) Gatos vêm cá jantar. Mesmo que não viessem, teria de ter tudo arrumado. Era o mínimo!
Sinto-me uma formiga
... perante esta montanha...
... que tem de estar arrumada, o mais tardar, na tarde de dia 7, pois o Rogério faz anos e os avós (e tio) Gatos vêm cá jantar. Mesmo que não viessem, teria de ter tudo arrumado. Era o mínimo!
... que tem de estar arrumada, o mais tardar, na tarde de dia 7, pois o Rogério faz anos e os avós (e tio) Gatos vêm cá jantar. Mesmo que não viessem, teria de ter tudo arrumado. Era o mínimo!
Parabéns, Avó Bruxa mais linda do mundo!
Pois é, a minha queridíssima mamã (quem a conhece há de concordar) faz anos hoje!
Provavelmente De certeza, a melhor Mãe do Mundo!
Parabéns, Avó Bruxa mais linda do mundo!
Pois é, a minha queridíssima mamã (quem a conhece há de concordar) faz anos hoje!
Provavelmente De certeza, a melhor Mãe do Mundo!
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
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