quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Mini-férias - dia 3 (17-8-2015)

Antes de irmos para a Fátima, tínhamos algumas visitas "alinhavadas". Uma delas era visitar as Grutas de Mira de Aire e, possivelmente, ir ao Parque Aquático, seu vizinho/parceiro (não sei bem qual a relação entre os dois). Já no hotel, tivemos a agradável surpresa de descobrir, no livro sobre os serviços do hotel, que, como hóspedes, teríamos direito a desconto nas Grutas de Mira de Aire.

Síntese: Fátima - Grutas da Moeda - Pia do Urso - Fátima

Depois do pequeno-almoço, falámos com o rececionista de serviço sobre a forma de obter desconto nas Grutas de Mira de Aire. O senhor disse-nos que bastava um carimbo do hotel no folheto (havia vários na receção), o logo carimbou um exemplar. Disse que eram umas belas grutas e que, se fosse um dia bonito e quente (o que não era o caso), até nos sugeriria irmos a seguir ao Parque Aquático, que as crianças deveriam gostar. Mas, na conversa, acabou por nos falar de outras grutas, menos conhecidas, mais perto de Fátima e mais pequenas. No seu entender - que já tinha visitado ambas várias vezes -, as Grutas da Moeda eram mais adequadas para as crianças e também eram mais "naturais" do que as famosas de Mira de Aire. Para além disso, ainda nos falou de uma aldeia serrana que tinha (tem) um Eco-Parque Sensorial - embora nos tenha informado que o mesmo já não se encontrava como novo... O nome da aldeia é Pia do Urso (informações aqui, aqui e também no vídeo seguinte, que aliás o rececionista nos mostrou na altura, tal a sua disponibilidade).



Achámos que eram boas sugestões e decidimo-nos por elas. Aproveito para contar que enquanto falávamos com o rececionista os nossos filhos se portaram muito mal. Não vale a pena pormenorizar, mas acrescento que esse mau comportamento também pesou na decisão.

Antes de nos pormos a caminho do carro, estacionado ao pé do Santuário, fomos à Capelinha das Aparições. Estava a decorrer uma Missa em italiano. Ficámos apenas uns minutos.

Nas Grutas da Moeda também tivemos direito a desconto. O bilhete para os cinco ficou em 16,20€. Se não me engano (e vendo o bilhete parece que não), o Feitiço não pagou, por só ter cinco anos.


Na parte de trás do bilhete, alguns avisos, que foram
categoricamente ignorados pela maioria dos visitantes.
Foi uma visita que valeu a pena. Eu gostei imenso e o Rogério e as crianças também. Não sei é se elas aprenderam mesmo alguma coisa...

O guia era um jovem com algum humor. Falava em português e em inglês. Provavelmente diz sempre as mesmas piadas, por isso não as vou contar, para não vos estragar a visita quando lá forem... (Uma é sobre gordura e a outra sobre entradas grátis - e mais não digo.)

Dentro da gruta respeitámos as regras e não tirámos fotografias, mas no espaço ao pé da bilheteira não havia contra-indicações, por isso tirámos algumas. Como de costume, não vos mostro nenhuma em que apareçamos, mas pronto, é a vida!

Expositor com pedras e fósseis e mais não sei quê (sou muiiiiito culta).
Talvez a minha preferida.

Linda"flor"!


Linda "folha"!
Depois fomos para a Pia do Urso.

Quando lá chegámos, eram horas de almoçar. Não tendo outra hipótese, fomos a um (o único?) restaurante, chamado Piadussa. O almoço foi bom, mas difícil de comer tudo até ao fim, apesar de termos pedido comida em quantidade que nos pareceu adequada. Eles conseguiram comer sempre menos do que prevíamos! Mais uma vez, salada só de tomate não trazia só tomate (está visto que o problema está em mim).

O cartão do restaurante:

Antes de sairmos do restaurante fomos à casa de banho. Com crianças e em especial crianças com as "características urinárias" do Feitiço, não se pode facilitar!

O Eco-Parque Sensorial era giro, sem dúvida, mas de certeza que era melhor quando não tinha partes estragadas... Aqui ficam algumas fotografias (muita coisa ficou de fora):



Assim como a Dorothy seguia a estrada dos tijolos amarelos,
no Eco-Parque segue-se o caminho dos círculos de madeira...
O piso do caminho fotografado de perto.
Em pleno Jogo do Galo.
Por falar em galo...
Rodando as peças, conseguia obter-se um coelho...
"Pia do Amor" - vê-se que tem forma de coração? :-)
Quando chegámos a Fátima, fomos percorrer o Caminho dos Pastorinhos:



... mas não correu bem. Os miúdos (e não só) estavam cansados, enganámo-nos no Caminho (eu sei, não é fácil uma pessoa enganar-se, mas nós seguimos um mapa e foi isso que nos "tramou"!), enfim... Apesar dos pesares, gostei e só quando lá estava é que percebi que aquele caminho (sem o empedrado (e etc.), obviamente) tinha mesmo sido percorrido pelos Pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta (eu pensara que tinham chamado "Caminho dos Pastorinhos" para cativar as atenções ou algo do género - patetice da minha parte, certo?).




Havemos de lá voltar sem ser ao fim de um dia (em que estivemos sempre a andar)!

De regresso ao hotel, foram os banhos. Na hora de decidir sobre o jantar, experimentámos pedir "serviço de quartos" (ao menos assim, a má educação dos nossos filhos e a sua esquisitice quanto à comida não davam espetáculo, para além de que seria mais uma experiência nova para eles). 

Ora, para pedir o serviço de quarto precisávamos que o telefone funcionasse - o que não aconteceu. Desci, então, à receção e relatei o problema. O rececionista disse que iria enviar uma pessoa ao quarto para registar o pedido. E não demorou a fazê-lo, pois dois minutos depois de eu chegar ao quarto já alguém batia à porta. Fizemos o pedido e nem meia hora depois já nos estavam a levar tudo. 

Quando a comida chegou, as crianças disseram todas que queriam a sandes (só pedimos uma), mas depois da sopa e da fruta a fome já "era". A sopa era deliciosa (como a da véspera), a fruta também (e "quatro peças" afinal eram múltiplos exemplares de quatro variedades) e o pão estava saboroso. Deve ter sido a única refeição em que comeram tudo sem reclamar da qualidade ou da quantidade!

E assim se passou o terceiro dia.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Atualização dos desenhos de "nós os cinco"

Até agora, só a Vassoura fez um novo desenho, por isso ainda não vou alterar o cabeçalho do blogue, mas posso já mostrar-vos a obra de arte (feita a olhar para desenhos de um dos livros da Bruxa Mimi).


Atualização dos desenhos de "nós os cinco"

Até agora, só a Vassoura fez um novo desenho, por isso ainda não vou alterar o cabeçalho do blogue, mas posso já mostrar-vos a obra de arte (feita a olhar para desenhos de um dos livros da Bruxa Mimi).


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Fomos ao cinema,...

... pela primeira vez, todos juntos. Para o Feitiço foi mesmo a primeira ida ao cinema. Fomos ver os Mínimos. Foi divertido, mas quem já tinha visto o anúncio, já tinha visto a essência do filme. Fomos sabendo disso, por isso a desilusão (para mim) não foi grande (creio que os miúdos não ficaram desiludidos. O Rogério - acho - não conseguia deixar de pensar que se esperássemos mais uns tempos víamos o filme muito mais economicamente e mais confortavelmente, em casa.)

A vilã do filme chama-se Scarlet Overkill. Na versão do Feitiço, Scálât Óvquil.

Resultado de imagem para scarlet overkill

Fomos ao cinema,...

... pela primeira vez, todos juntos. Para o Feitiço foi mesmo a primeira ida ao cinema. Fomos ver os Mínimos. Foi divertido, mas quem já tinha visto o anúncio, já tinha visto a essência do filme. Fomos sabendo disso, por isso a desilusão (para mim) não foi grande (creio que os miúdos não ficaram desiludidos. O Rogério - acho - não conseguia deixar de pensar que se esperássemos mais uns tempos víamos o filme muito mais economicamente e mais confortavelmente, em casa.)

A vilã do filme chama-se Scarlet Overkill. Na versão do Feitiço, Scálât Óvquil.

Resultado de imagem para scarlet overkill

Xixi frio

Há uns dias, no fim do jantar, o Feitiço pediu-me um iogurte líquido.

Eu: Pensa lá se será boa ideia beberes um iogurte líquido a esta hora. [É claro que me referia à desastrosa "Missão sequinho"...]

Varinha: Pois é, se beberes, o xixi depois sai muito frio!

Xixi frio

Há uns dias, no fim do jantar, o Feitiço pediu-me um iogurte líquido.

Eu: Pensa lá se será boa ideia beberes um iogurte líquido a esta hora. [É claro que me referia à desastrosa "Missão sequinho"...]

Varinha: Pois é, se beberes, o xixi depois sai muito frio!

Saídas da Varinha em casa dos avós bruxos

[Afinal encontrei a folha com as "saídas" da Varinha, escrita pela minha mãe. Este é, portanto, um post escrito na primeira pessoa, pela Avó Bruxa.]

Diálogo ao pequeno-almoço

- A Matilde pôs 2 fatias de PANRICO fofo branco na torradeira e a Varinha diz logo "Não o transformes, que ele é delicioso"
e eu disse "Tu é que és deliciosa"
e ela "Pois sou, por isso é que sou picada pelos mosquitos".
Depois das torradas feitas, a Matilde disse "Ainda são mais deliciosas" e diz logo a Varinha "Não são, não, são mais horripilosas".
Depois chegou o Papá [o avô Bruxo, claro - nota da Mimi] e fingiu que estava a sorver o leite dela também com uma palhinha e ela disse "Estás a beber o leite imaginário".
Depois de várias graças, eu disse à Varinha "És um grande prato" e ela diz logo de seguida "Não sou, não, sou uma grande panela cheia de piadas".

Saídas da Varinha em casa dos avós bruxos

[Afinal encontrei a folha com as "saídas" da Varinha, escrita pela minha mãe. Este é, portanto, um post escrito na primeira pessoa, pela Avó Bruxa.]

Diálogo ao pequeno-almoço

- A Matilde pôs 2 fatias de PANRICO fofo branco na torradeira e a Varinha diz logo "Não o transformes, que ele é delicioso"
e eu disse "Tu é que és deliciosa"
e ela "Pois sou, por isso é que sou picada pelos mosquitos".
Depois das torradas feitas, a Matilde disse "Ainda são mais deliciosas" e diz logo a Varinha "Não são, não, são mais horripilosas".
Depois chegou o Papá [o avô Bruxo, claro - nota da Mimi] e fingiu que estava a sorver o leite dela também com uma palhinha e ela disse "Estás a beber o leite imaginário".
Depois de várias graças, eu disse à Varinha "És um grande prato" e ela diz logo de seguida "Não sou, não, sou uma grande panela cheia de piadas".

Sonho #50

Sonhei que chegava a casa e alguém (que agora não sei quem era, mas que no sonho sabia), com boa vontade mas com péssimo jeito, me tinha "arrumado" o roupeiro. Nada estava no sítio, havia prateleiras vazias, tudo o que antes estava acessível encontrava-se agora escondido, enfim... um caos.

[Nota: o roupeiro precisa realmente de ser arrumado, mas assim não, obrigada!]

Sonho #50

Sonhei que chegava a casa e alguém (que agora não sei quem era, mas que no sonho sabia), com boa vontade mas com péssimo jeito, me tinha "arrumado" o roupeiro. Nada estava no sítio, havia prateleiras vazias, tudo o que antes estava acessível encontrava-se agora escondido, enfim... um caos.

[Nota: o roupeiro precisa realmente de ser arrumado, mas assim não, obrigada!]

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Parabéns, Lisete!

4 dezenas e 2 unidades é um número bonito. Fica-te bem de certeza! :-)

P A R A B É N S ! ! !

Parabéns, Lisete!

4 dezenas e 2 unidades é um número bonito. Fica-te bem de certeza! :-)

P A R A B É N S ! ! !

2015/2016

Vassoura: 

Vai iniciar o 4º ano (começa no dia 4) e já tem o material identificado e os livros plastificados. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Quero voltar para a escola e não quero voltar para a escola. Quero voltar para a escola para estar com as minhas amigas, mas não quero voltar para as aulas!

- Ai, o Estudo do Meio... parece muito difícil! A História de Portugal parece muito difícil, o corpo humano parece muito difícil...

(E diz estas coisas quando tem tido sucesso escolar em todas as áreas com alguma facilidade, e sendo uma aluna que gosta de aprender... Que diria se não fosse esse o caso?)


Varinha:

Vai iniciar o 2º ano (começa no dia 4) e já tem o material identificado e os livros plastificados. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Não quero ir para o segundo ano. A Vassoura disse que era muito difícil! [Para se desculpar por ter assustado a irmã, a Vassoura disse que também lhe disseram isso antes de começar o 2º ano. Depois assumiu que não tinha sido difícil, porque estava com atenção nas aulas.]


Bruxa Mimi:

Não faz ideia do que vai fazer (das duas opções em jogo)... porque, apesar de lhe terem dado razão no Recurso Hierárquico, ainda não sabe se a vaga a que concorreu lhe vai ser atribuída ou não. E a vaga não é apenas noutra escola, é para ensinar uma disciplina diferente! Não tem praticamente nada pronto, porque não sabe de que vai precisar realmente. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Seja qual for o resultado, que possa ser o melhor para mim e que eu dê o meu melhor!

2015/2016

Vassoura: 

Vai iniciar o 4º ano (começa no dia 4) e já tem o material identificado e os livros plastificados. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Quero voltar para a escola e não quero voltar para a escola. Quero voltar para a escola para estar com as minhas amigas, mas não quero voltar para as aulas!

- Ai, o Estudo do Meio... parece muito difícil! A História de Portugal parece muito difícil, o corpo humano parece muito difícil...

(E diz estas coisas quando tem tido sucesso escolar em todas as áreas com alguma facilidade, e sendo uma aluna que gosta de aprender... Que diria se não fosse esse o caso?)


Varinha:

Vai iniciar o 2º ano (começa no dia 4) e já tem o material identificado e os livros plastificados. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Não quero ir para o segundo ano. A Vassoura disse que era muito difícil! [Para se desculpar por ter assustado a irmã, a Vassoura disse que também lhe disseram isso antes de começar o 2º ano. Depois assumiu que não tinha sido difícil, porque estava com atenção nas aulas.]


Bruxa Mimi:

Não faz ideia do que vai fazer (das duas opções em jogo)... porque, apesar de lhe terem dado razão no Recurso Hierárquico, ainda não sabe se a vaga a que concorreu lhe vai ser atribuída ou não. E a vaga não é apenas noutra escola, é para ensinar uma disciplina diferente! Não tem praticamente nada pronto, porque não sabe de que vai precisar realmente. Palavras a respeito deste próximo ano letivo:

- Seja qual for o resultado, que possa ser o melhor para mim e que eu dê o meu melhor!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Parabéns recentes (de ontem)...

... ao José P. e ao André C..

Espero que tenham tido dias espetaculares a todos os níveis, muito embora tenha faltado a minha mensagem ou telefonema para as mães e/ou pais...

(Há uns anos isto - esquecer-me de dar parabéns - não acontecia. Agora acontece a toda a hora. Ando a perder capacidades!...)

Parabéns recentes (de ontem)...

... ao José P. e ao André C..

Espero que tenham tido dias espetaculares a todos os níveis, muito embora tenha faltado a minha mensagem ou telefonema para as mães e/ou pais...

(Há uns anos isto - esquecer-me de dar parabéns - não acontecia. Agora acontece a toda a hora. Ando a perder capacidades!...)

Mini-férias - dia 2 (16-8-2015)

Acordei e apercebi-me que deixei passar a véspera sem dar os parabéns ao meu afilhado A., apesar de passar o dia com o aniversário na mente. :-(

Lembrei-me do aniversário de uma sobrinha, filha do Mário. (Depois deixei passar o dia sem dizer nada.) :-(((

Síntese: Fátima - Castelo de Ourém - Fátima

Banhos, com adaptação ao sistema do chuveiro e difícil regulação de temperatura. Pequeno-almoço (saboroso e variado) no restaurante do hotel. Excitação ao cubo, por parte dos miúdos! :-)

Depois do pequeno-almoço, fomos à livraria e à loja de artigos religiosos do Santuário e comprámos algumas coisas para nós e algumas para oferecer. Voltámos ao hotel para guardar as coisas e ir  à casa de banho. O Rogério, que se queria confessar antes da Missa, saiu sozinho, pois eu estava "retida" numa "obra demorada". 

Quando fiquei despachada, saí com os três (tive de lhes dizer que os deixava no quarto para que ligassem ao que estava a dizer e saíssem!) e fomos para a Basílica (Missa das 12:30h), chegando lá com alguns minutos de antecedência. O Rogério perguntou-me: "Trouxeste as medalhas para serem benzidas no fim da Missa?". Eu, tonta, tinha-as colocado e deixado na mala de viagem. O Rogério foi ao hotel buscá-las (um querido!).

O Feitiço pôs-se a observar Jesus na cruz (na véspera não lhe chamou particularmente a atenção).


Feitiço: Jesus não tem as letras [INRI]!

Mais tarde, já durante a celebração, observou outro pormenor, que o deixou encantado...

Feitiço: Jesus tem o umbigo à mostra!

Depois da Missa fomos almoçar. Escolhemos um local acessível. Escolhemos hambúrgueres no pão e batatas fritas, para todos. Elas comeram tudo menos algumas batatas, mas terminar o pão com o hambúrguer não foi fácil (especialmente para a Varinha)... O Feitiço só comeu batatas. Deu uma dentada no pão/carne e disse que não gostava. Não houve volta a dar, recusou-se a comer e não comeu (ao almoço). Mas, antes de provar, gostou do pão o suficiente para colocar as "velas" (em número errado quanto aos anos da prima, que ele aliás não sabia que fazia anos):


A seguir ao almoço, seguimos para o Castelo de Ourém. Não tínhamos as coordenadas exatas no GPS, de modo que seguimos as indicações para Ourém e, uma vez lá, seguimos as placas para o castelo. 

O Castelo de Ourém, como aliás todos os castelos que me lembro de visitar, fica no cimo de um monte. O que nem sempre acontece é a estrada ser tão estreita e com tantas curvas apertadas... O Rogério manteve-se do lado direito, mesmo nas curvas piores. Numa dessas curvas, as rodas direitas do carro pisaram o empedrado e o carro patinou. O Rogério fez umas tentativas de resolver o problema, mas não conseguiu. Entretanto, surgiram alguns automóveis, formando-se uma fila. O condutor do carro imediatamente atrás do nosso deu algumas sugestões, ajudando o Rogério a estacionar o carro na berma (onde, aliás, ele deixou o seu). Fizemos o resto do caminho a pé.

Esta fotografia mostra que nem todos os condutores/carros tiveram a mesma dificuldade do que nós:


Mas, vendo a condução de alguns deles (não necessariamente estes aqui estacionados, mas alguns que passaram por nós enquanto estávamos dentro do carro, ainda a tentar subir), pudemos perceber que faziam as curvas apertadas como se fossem largas, isto é, ocupando a faixa da esquerda. Quem sabe, sabe...

Deixo-vos algumas fotografias que tirei (só porque sim)...





Do lado esquerdo do portão do cemitério.
Do lado direito do portão do cemitério.





Fotógrafa: Vassoura.




Antes de regressarmos, a Varinha e a Vassoura comeram um gelado. O Feitiço não comeu porque ainda tinha o pão do almoço para comer (no carro).

Regressados ao "estacionamento", o Rogério disse, relativamente a tirar o carro do sítio: "Não me sinto com coragem". Imediatamente pensei: "É assim que eu me sinto sempre só de pensar em estar sentada ao volante...". Entretanto demos o pão com hambúrguer ao Feitiço, que já não o achou tão mau como à hora do almoço. Acho que toda a gente sabe que "a fome é boa cozinheira"...

Quando o Rogério ligou o carro, para o fazer descer em marcha atrás até ao sítio onde poderia inverter o sentido, eu interiormente quis rezar, mas estava com medo e não consegui pensar em frases coerentes! Só me vinha algo como "Ajuda!". Lembrei-me também de desligar o rádio, para que pudéssemos ouvir, se viesse algum carro do tal sítio onde poderíamos inverter a marcha. 

Quando já estávamos na estrada, no sentido certo, sentimos um grande alívio (eu, pelo menos, senti). Liguei o rádio, para logo a seguir, propor: "Rezamos o terço?". "Acho que sim, é melhor!", respondeu o Rogério.

Quando rezamos o terço no carro, costumamos dizer: "Vamos rezar o terço; quem quiser rezar connosco, reza; quem não quiser, não faz barulho." Dos cinco, sabem quantos se ouvem, enquanto rezamos? Dois. Adivinhem quem...

De volta ao hotel, decidimos experimentar jantar no bar (segundo a lista, que tínhamos no quarto, havia sopa, saladas, sandes, omeletes, fruta... não precisávamos de mais - especialmente tendo em conta o que eles habitualmente comem - ou andavam a comer naqueles dois dias).

No bar, perguntámos sobre a sopa. Pasmem-se, o funcionário sabia de que era a sopa, aliás, as sopas, porque havia mais do que uma. Disse-nos que a de legumes era muito, muito boa. Pedimos duas e dissemos que depois de a provarmos e darmos a provar pediríamos mais, se fosse caso disso. Pedi também uma salada de tomate e queijo para mim (pensando, ingenuamente, que só tinha tomate e queijo). Eu ainda disse ao funcionário, a brincar (ou não) que se a sopa estivesse má, a devolveria... (gato escaldado, de água fria tem medo...)

A sopa era deliciosa e a porção (em tigela) muito generosa. Demos a sopa a provar e a opinião das crianças foi que era parecida com as de casa - boa, portanto. Mas como a dose era mesmo muito generosa, pedimos uma, para dividirmos pelos três. Quando a sopa para eles chegou, fiquei a sentir-me mal, porque já vinha em tigelas e percebi facilmente que, se juntássemos a sopa das três tigelas, daria mais do que uma porção de sopa. Não era essa a minha ideia, não pretendia receber mais pagando o mesmo! Mas também não eram duas porções, de modo que ficou assim. Eles comeram a sopa enquanto viam televisão (RTP2, um espetáculo de circo).

Depois chegou a salada que eu pedi, com tomate, queijo, cenoura, alface, rabanete, rebentos de soja (e não me lembro se mais alguma coisa), num prato cheiíssimo! Mas não se desperdiçou nada, comi tudo. Teria, no entanto, preferido a salada simples com tomate e queijo, pois estava mesmo a apetecer-me! :-)

Já não me lembro o que foi que o Rogério e os miúdos comeram a seguir à sopa (sei que ninguém quis salada), mas recordo-me que cada um de nós comeu uma bola de gelado. Não deixa de ser curioso como é menos arriscado pedir um gelado para cada um do que pedir uma sopa. Se calhar isto acontece porque eu e o Rogério (especialmente eu) sabemos que nunca um gelado de jeito fica por comer...

E assim terminou o segundo dia.

Mini-férias - dia 2 (16-8-2015)

Acordei e apercebi-me que deixei passar a véspera sem dar os parabéns ao meu afilhado A., apesar de passar o dia com o aniversário na mente. :-(

Lembrei-me do aniversário de uma sobrinha, filha do Mário. (Depois deixei passar o dia sem dizer nada.) :-(((

Síntese: Fátima - Castelo de Ourém - Fátima

Banhos, com adaptação ao sistema do chuveiro e difícil regulação de temperatura. Pequeno-almoço (saboroso e variado) no restaurante do hotel. Excitação ao cubo, por parte dos miúdos! :-)

Depois do pequeno-almoço, fomos à livraria e à loja de artigos religiosos do Santuário e comprámos algumas coisas para nós e algumas para oferecer. Voltámos ao hotel para guardar as coisas e ir  à casa de banho. O Rogério, que se queria confessar antes da Missa, saiu sozinho, pois eu estava "retida" numa "obra demorada". 

Quando fiquei despachada, saí com os três (tive de lhes dizer que os deixava no quarto para que ligassem ao que estava a dizer e saíssem!) e fomos para a Basílica (Missa das 12:30h), chegando lá com alguns minutos de antecedência. O Rogério perguntou-me: "Trouxeste as medalhas para serem benzidas no fim da Missa?". Eu, tonta, tinha-as colocado e deixado na mala de viagem. O Rogério foi ao hotel buscá-las (um querido!).

O Feitiço pôs-se a observar Jesus na cruz (na véspera não lhe chamou particularmente a atenção).


Feitiço: Jesus não tem as letras [INRI]!

Mais tarde, já durante a celebração, observou outro pormenor, que o deixou encantado...

Feitiço: Jesus tem o umbigo à mostra!

Depois da Missa fomos almoçar. Escolhemos um local acessível. Escolhemos hambúrgueres no pão e batatas fritas, para todos. Elas comeram tudo menos algumas batatas, mas terminar o pão com o hambúrguer não foi fácil (especialmente para a Varinha)... O Feitiço só comeu batatas. Deu uma dentada no pão/carne e disse que não gostava. Não houve volta a dar, recusou-se a comer e não comeu (ao almoço). Mas, antes de provar, gostou do pão o suficiente para colocar as "velas" (em número errado quanto aos anos da prima, que ele aliás não sabia que fazia anos):


A seguir ao almoço, seguimos para o Castelo de Ourém. Não tínhamos as coordenadas exatas no GPS, de modo que seguimos as indicações para Ourém e, uma vez lá, seguimos as placas para o castelo. 

O Castelo de Ourém, como aliás todos os castelos que me lembro de visitar, fica no cimo de um monte. O que nem sempre acontece é a estrada ser tão estreita e com tantas curvas apertadas... O Rogério manteve-se do lado direito, mesmo nas curvas piores. Numa dessas curvas, as rodas direitas do carro pisaram o empedrado e o carro patinou. O Rogério fez umas tentativas de resolver o problema, mas não conseguiu. Entretanto, surgiram alguns automóveis, formando-se uma fila. O condutor do carro imediatamente atrás do nosso deu algumas sugestões, ajudando o Rogério a estacionar o carro na berma (onde, aliás, ele deixou o seu). Fizemos o resto do caminho a pé.

Esta fotografia mostra que nem todos os condutores/carros tiveram a mesma dificuldade do que nós:


Mas, vendo a condução de alguns deles (não necessariamente estes aqui estacionados, mas alguns que passaram por nós enquanto estávamos dentro do carro, ainda a tentar subir), pudemos perceber que faziam as curvas apertadas como se fossem largas, isto é, ocupando a faixa da esquerda. Quem sabe, sabe...

Deixo-vos algumas fotografias que tirei (só porque sim)...





Do lado esquerdo do portão do cemitério.
Do lado direito do portão do cemitério.





Fotógrafa: Vassoura.




Antes de regressarmos, a Varinha e a Vassoura comeram um gelado. O Feitiço não comeu porque ainda tinha o pão do almoço para comer (no carro).

Regressados ao "estacionamento", o Rogério disse, relativamente a tirar o carro do sítio: "Não me sinto com coragem". Imediatamente pensei: "É assim que eu me sinto sempre só de pensar em estar sentada ao volante...". Entretanto demos o pão com hambúrguer ao Feitiço, que já não o achou tão mau como à hora do almoço. Acho que toda a gente sabe que "a fome é boa cozinheira"...

Quando o Rogério ligou o carro, para o fazer descer em marcha atrás até ao sítio onde poderia inverter o sentido, eu interiormente quis rezar, mas estava com medo e não consegui pensar em frases coerentes! Só me vinha algo como "Ajuda!". Lembrei-me também de desligar o rádio, para que pudéssemos ouvir, se viesse algum carro do tal sítio onde poderíamos inverter a marcha. 

Quando já estávamos na estrada, no sentido certo, sentimos um grande alívio (eu, pelo menos, senti). Liguei o rádio, para logo a seguir, propor: "Rezamos o terço?". "Acho que sim, é melhor!", respondeu o Rogério.

Quando rezamos o terço no carro, costumamos dizer: "Vamos rezar o terço; quem quiser rezar connosco, reza; quem não quiser, não faz barulho." Dos cinco, sabem quantos se ouvem, enquanto rezamos? Dois. Adivinhem quem...

De volta ao hotel, decidimos experimentar jantar no bar (segundo a lista, que tínhamos no quarto, havia sopa, saladas, sandes, omeletes, fruta... não precisávamos de mais - especialmente tendo em conta o que eles habitualmente comem - ou andavam a comer naqueles dois dias).

No bar, perguntámos sobre a sopa. Pasmem-se, o funcionário sabia de que era a sopa, aliás, as sopas, porque havia mais do que uma. Disse-nos que a de legumes era muito, muito boa. Pedimos duas e dissemos que depois de a provarmos e darmos a provar pediríamos mais, se fosse caso disso. Pedi também uma salada de tomate e queijo para mim (pensando, ingenuamente, que só tinha tomate e queijo). Eu ainda disse ao funcionário, a brincar (ou não) que se a sopa estivesse má, a devolveria... (gato escaldado, de água fria tem medo...)

A sopa era deliciosa e a porção (em tigela) muito generosa. Demos a sopa a provar e a opinião das crianças foi que era parecida com as de casa - boa, portanto. Mas como a dose era mesmo muito generosa, pedimos uma, para dividirmos pelos três. Quando a sopa para eles chegou, fiquei a sentir-me mal, porque já vinha em tigelas e percebi facilmente que, se juntássemos a sopa das três tigelas, daria mais do que uma porção de sopa. Não era essa a minha ideia, não pretendia receber mais pagando o mesmo! Mas também não eram duas porções, de modo que ficou assim. Eles comeram a sopa enquanto viam televisão (RTP2, um espetáculo de circo).

Depois chegou a salada que eu pedi, com tomate, queijo, cenoura, alface, rabanete, rebentos de soja (e não me lembro se mais alguma coisa), num prato cheiíssimo! Mas não se desperdiçou nada, comi tudo. Teria, no entanto, preferido a salada simples com tomate e queijo, pois estava mesmo a apetecer-me! :-)

Já não me lembro o que foi que o Rogério e os miúdos comeram a seguir à sopa (sei que ninguém quis salada), mas recordo-me que cada um de nós comeu uma bola de gelado. Não deixa de ser curioso como é menos arriscado pedir um gelado para cada um do que pedir uma sopa. Se calhar isto acontece porque eu e o Rogério (especialmente eu) sabemos que nunca um gelado de jeito fica por comer...

E assim terminou o segundo dia.