quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Chocolate no Egipto

Escrito pela Varinha: (em contexto escolar e corrigido pela professora; a Varinha pediu-me para verificar os espaços e as gralhas, e foi isso que fiz)


 


Tempo: Há algumas semanas atrás...


Espaço: No Egipto...


Herói: Um cão...


Missão proposta: Encontrar a princesa...


Outras personagens intervenientes (pode-se acrescentar personagens): O monstro das 7 cabeças e o lobo mau


 


Chocolate no Egipto


 


     Há muitos anos, no dia  21 de fevereiro, no Egipto, um cãozinho passeava numa grande cidade.


     Na cidade havia de tudo, comerciantes a vender animais, especiarias e tecidos, havia pessoas a passear e a comprar  imensas coisas e também havia casas de vários tamanhos.


     O cão chamava-se Chocolate, porque tinha o corpo e os olhos castanhos.


     Ele estava a andar na multidão, quando alguém o chamou, ele virou-se e viu um senhor, que era o conhecido mensageiro real, o Elias. Ele disse:


      - O faraó mandou-me dizer-te que a princesa Alice desapareceu. Tens de procurá-la, ele escolheu-te porque tu tens um faro incrível. - gritou o mensageiro.


     No dia 19 de fevereiro à noite o lobo mau raptara a princesa, filha do faraó Mateus, porque o lobo, há algum tempo (quando o faraó era príncipe), soube que andavam a matar lobos. Ele conseguiu fugir, mas os irmãos não, porque o Mateus e os amigos mataram-nos. Então ele prometeu vingança.


     Ao mesmo tempo que o cão descobria aquela informação, o lobo mau, na floresta, procurava comida. O lobo estava um pouco desorientado, porque sem saber foi parar à entrada de uma gruta. Como estava esfomeado entrou e o que viu assustou-o. Era um monstro com sete cabeças verde e roxo não muito grande e com garras gigantescas e sujas, que dormia. O lobo não ligou ao medo e avançou até uma porta, virou-se e viu uma mesa gigante cheia de coelhos e lebres mortos e comeu tudo até à ultima migalha. Depois, com a barriga cheia a doer-lhe, caiu e fez um  grande barulho que acordou o monstro. O monstro, furioso, levantou as sete cabeças e gritou. Mas, antes de ter tempo de o atacar, o lobo disse:


     - Calma aí, sabes que a princesa foi raptada?


     - Sim.- afirmou o monstro.


     - Pensa, fui eu que a raptei, ela está dentro de uma árvore oca, a minha casa. Ouvi dizer que o rei enviou um mensageiro para pedir a um cão que a encontre. Podes ajudar-me a impedi-lo! - explicou o lobo num tom de voz autoritário.


     - Se é isso que queres, ok! - respondeu o monstro.


     Eles foram para casa do lobo esperar pelo Chocolate. Chocolate ia a caminho da floresta, pois ocorreu-lhe que a princesa pudesse estar lá. Parou numa clareira mesmo em frente à árvore oca que servia de abrigo ao lobo. Dentro da árvore, o lobo tapava a boca da princesa Alice, para que ela não gritasse um pedido de socorro. Mas o cão, com o faro, descobriu que o lobo, um monstro e a bela princesa Alice estão lá dentro. Só que o lobo estava armado com um perfume caro roubado. O objetivo dele era que o Chocolate não conseguisse farejar, para eles fugirem com a princesa pelo outro lado da árvore com uma corda. Antes de conseguirem pôr o plano em prática, o cãozinho já subia a árvore segurando na corda que estava no lado de fora. Ele atirou-se para cima deles, puxou a princesa, e desceu a árvore com ela.


     O monstro, que tinha braços compridos, irritado, pegou na Alice e no Chocolate e atirou-os até à porta do palácio. O lobo gritou, zangado com o monstro, mas não havia nada que pudesse fazer. À entrada do palácio a princesa agradeceu a Chocolate e prometeu que lhe daria muitas riquezas. Passadas duas horas o faraó estava a dar um lugar no palácio como cão guarda (era uma honra). Foi feita uma grande festa em honra do herói Chocolate.


 


FIM

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Paris - dia 1 (6/8/2018)

[Portugal -> Paris, França.]


 


Resumo:


Chegámos. Ambientámo-nos. Fomos às compras. Jantámos no McDonald's. Iniciámos o fiasco da sopa. Stop. 

Nova visita ao blogue da mami

Quem passa por aqui com alguma regularidade talvez se lembre que fui convidada pela mami a partilhar uma história para a rubrica "Há cada uma!". Bem, na falta de uma, partilhei três! A primeira passou-se com uma amiga e colega de curso, há mais de vinte anos. A segunda, que hoje podem encontrar no blogue da mami, passou-se com a minha irmã Margarida, há quinze anos, num hospital público.


 


Como é que podemos partilhar casa com uma desconhecida? Vão até à mami e descubram!


 


[Adenda: Preparei este post ontem, agendando-o para as nove e meia porque vi comentários nos posts anteriores da rubrica muito cedo, mas, talvez porque é feriado, o post do "Há cada uma!" de hoje ainda não viu a luz do dia, às 10:23h. Sorry! Ele há de aparecer!]


 


[Segunda adenda: Fiquei agora mesmo - 14:35h - a saber que o computador da mami lhe pregou uma partida e se avariou no sábado. Como ela costuma agendar os posts desta rubrica no fim de semana anterior, não chegou a fazê-lo. Desculpem ter-vos induzido em erro. Quando realmente houver novidade, eu aviso!]

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Paris e a sopa da Magia

[Para perceber o contexto, ler o post introdutório sobre a ida a Paris.]


 


Uma das questões que nos preocupava (a mim e ao Rogério), relativamente à viagem e estadia em Paris, era a alimentação da Magia. A alimentação dos outros, mais esquisitice, menos esquisitice, não nos preocupava por aí além (que é o mesmo que dizer que não nos preocupava de todo). A logística de uma bebé é sempre mais complicada (não só a alimentação!)...


 


Eu e o Rogério não somos muito originais em termos de alimentação, não inventamos receitas, enfim, somos limitados! Por outro lado, a Magia não é uma bebé que goste de experimentar novos sabores. Se estamos a comer, ela não mostra qualquer interesse na nossa comida. Bebe o leite do biberão e come bem a sopa, a papa e a fruta, se for banana. Há frutas deliciosas, de que todos cá em casa gostamos, e que ela simplesmente ignora. Se lhe damos a provar (porque vamos dando!), ela mal come uma colher e é com ares de nos estar a fazer um favor.


 


Posto isto, decidimos que, quando passeássemos, levaríamos as coisas necessárias para preparar a papa e o biberão. Era o mais simples. No entanto, como estávamos num apartamento, pensei fazer uma sopa para que a Magia não passasse quase seis dias a leite e papas (o Rogério chegou a sugerir que fizéssemos isso, mas a minha condição de mãe, por mais balda que às vezes possa ser, não me permitiu aceitar essa solução)!


 


No dia em que chegámos, à tardinha, fomos a um supermercado que havia (há) perto do apartamento. Comprámos coisas para o pequeno-almoço e legumes para a sopa da Magia. Em casa, demos-lhe papa, que era o que havia de mais imediato para ela comer. A seguir, fomos jantar ao McDonald's, que havia (há) muito perto de casa (mais perto do que o supermercado). 


 


Nessa noite, depois de nos organizarmos, de rezarmos e de termos os miúdos na cama, comecei a descascar os legumes... mas a sopa não ficou pronta nessa noite, não!


 


Na segunda-feira a sopa ficou esquisita, muito líquida, mas não era só isso, o sabor também deixava muito a desejar. O Rogério propôs desistir da sopa. Como eu insisti que a Magia devia comer sopa pelo menos uma vez por dia, e achava que bastava uma batata doce para remediar a sopa, na terça-feira o Rogério voltou ao supermercado e comprou duas batatas doces e carne para adicionar à sopa.


 


Na terça-feira já não sei o que foi que aconteceu, mas a sopa não ficou pronta para a Magia comer, e acabou por não ficar pronta de todo.


 


Na quarta-feira a sopa ficou quase pronta, mas, se não me engano, só foi oferecida à Magia na...


 


... quinta-feira. Qual a opinião da mademoiselle Magie? La soupe? Mange-la toi!


 


Eu pouco comi da sopa (a carne de vaca para mim estragava tudo), mas a Varinha (Baguette, en français - aprendi ao ver um bocadinho de desenhos animados dans la télé française) comeu e repetiu, na quinta-feira, a Vassoura comeu na quinta e na sexta-feira, tal como o Rogério, e o Feitiço comeu na quinta-feira.


 


Resumindo, tanta preocupação e tanto trabalho para fazer uma sopa para a Magia e, do ponto de vista do objetivo inicial, a sopa foi um autêntico fiasco! Porque voltei a oferecer-lhe a sopa no jantar de sexta-feira e no almoço de sábado, antes de regressarmos a Portugal, e ela comeu tanta sopa como vocês!


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[Pas la soupe qu'on a fait.]


 


Nota: Tudo o que escrevi em francês pode estar (e está, certamente) com erros. Qu'est-ce qu'on va faire? Rien! C'est la vie!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Transportes públicos em Paris - pormenores positivos

Como escrevi anteriormente, a rede de transportes públicos de Paris é imensa e bastante confusa ("Quem não sabe é como quem não vê"). Mas alguns pormenores agradaram-me particularmente.


 


#1


Numa estação por onde passámos apenas uma vez (duas, contando ida e volta), o cais tinha portas como se fosse um metro. Quando um metro chegava à estação, parava sempre de modo a fazer coincidir as suas portas com as portas do cais, que se abriam ao mesmo tempo do que as das carruagens. Mais seguro, e mais fácil saber onde nos colocarmos enquanto esperamos que o metro chegue! Infelizmente não tenho nenhuma fotografia para ilustrar este pormenor.


 


#2


Por cima das portas do comboio (alguns), a lista das estações do percurso efetuado por esse comboio tem uma luzinha por cima do nome de cada paragem. Quando se aproxima uma paragem, a luzinha dessa paragem pisca. Quando se sai dessa paragem, a luzinha apaga-se. Além disso, nestes comboios ouve-se duas vezes o nome da paragem seguinte, sem a introdução portuguesa de "próxima paragem" (que se calhar só atrapalha quem não percebe português). Parte menos positiva deste ponto positivo: em alguns comboios que tinham este sistema, as luzes estavam sempre a apagar-se.


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Andar de transportes públicos em Paris...

... não é fácil. Especialmente se se é um casal com quatro crianças, uma das quais com um ano e dois meses e que não anda, duas mochilas (uma grande e uma pequena) e um carrinho de bebé.


 


São muitas linhas de metro, misturadas com as de comboio (RER), as de autocarro, elétrico e não sei se mais algum transporte que me tenha escapado.


 


Correção: as linhas dos transportes propriamente ditas não estão misturadas, têm é ligações múltiplas entre elas. As linhas que de facto estão misturadas são as que representam as linhas (ou percursos) reais, no esquema de transportes que se encontra afixado e nos folhetos disponíveis nas várias estações. Sentia-me quase analfabeta funcional ao olhar para aquele emaranhado de linhas. Valeu-me S. Gato Rogério!*


 


Como a maior parte das linhas e estações de metro (o transporte que mais utilizámos) são antigas, não têm elevadores. Para compensar, têm labirintos e escadas em abundância!  Estas características foram, sem dúvida, as que mais apreciámos enquanto circulávamos. #Sóquenão.


 


Na segunda-feira, dia em que fizemos a viagem para Paris, fomos de táxi do aeroporto (de Orly) até ao apartamento. O valor para essa viagem é fixo: 35€, pagando-se quatro euros por cada passageiro além dos quatro que enchem um táxi de cinco lugares. Nós pagámos, portanto, 43€ (o facto de a Magia ir ao meu colo não afetou).


 


Na terça-feira de manhã, comprámos um passe de cinco dias para os cinco membros pagantes da família. Foi uma boa opção (já pensada e decidida em Portugal, antes de irmos), uma vez que esse passe deu para todos os transportes públicos, no centro e nos arredores de Paris. Não tivemos mais de estar em filas para comprar bilhetes. Além disso, o passe permitiu-nos ter desconto de 25% num dos sítios onde fomos (apenas nos bilhetes de adultos).


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 Antes de ir para Paris, tinha pensado levar o pano para transportar a Magia. O problema é que apenas sabia a maneira de transportar uma bebé pequenina. Pensei pesquisar na Internet e treinar em Portugal, mas, quando o fiz, a Magia não quis colaborar e, sendo muito em cima da viagem, acabei por decidir não levar o pano. Lá teria de carregar o carrinho de bebé em Paris, nos transportes... 


 


No apartamento do meu irmão, enquanto procurava almofadas para as várias camas, encontrei um marsúpio.** Pensei logo experimentar usá-lo com a Magia, no dia seguinte. Apesar de saber que não é a forma de babywearing mais recomendada, porque as pernas da criança ficam "penduradas", decidi usá-lo porque um marsúpio tem a grande vantagem de não precisar de pesquisar na Internet a forma de usar. É muito mais simples. Não que fosse automático, mas as imagens ilustrativas no próprio marsúpio permitiram colocar a Magia no dito cujo e passar o primeiro dia a andar de transportes e a visitar vários locais sem usar o carrinho.


 


O primeiro dia sem usar carrinho? Porquê? Nos outros dias usaste-o, Mimi? Sim, usei. Levei a Magia no marsúpio, mas como fiquei com dores nos ombros e nas costas, no primeiro dia de passeio, achei melhor, nos outros dias, levar outro recurso, para ir alternando conforme precisasse. Mas quem me dera não ter ficado com dores de costas... Além de ser chato carregar o carrinho escadas acima e escadas abaixo, havia estações onde ele não passava aberto pelas entradas e saídas de controlo e tinha de ser fechado. E se, por acaso, a Magia estava nele, nessa altura, tínhamos de a retirar, fechar o carrinho, e fazer o inverso depois de passarmos (exceto, claro, se a Magia recusasse voltar para o carrinho, a malandra...).


 


 


 *Em minha "defesa", sem o Rogério teria deixado de ser analfabeta. Com ele, "encostei-me"...


**Não me surpreendeu, uma vez que o Mário e a Marinette têm uma filha um ano mais velha do que a Magia (a Marinettezinha) e um bebé que nasceu em janeiro deste ano (o Máriozinho).


 


 


 

domingo, 12 de agosto de 2018

6 pessoas / 5 dias em Paris

Nem este post, nem os (eventuais) próximos posts sobre a viagem pretendem servir de guia a quem quer que seja. Lê-los serve para tanto quanto serve ler os restantes posts que enchem este blogue (bem sei que nos últimos tempos a enchente tem sido fraquita...). Fica o aviso.


 


Na segunda-feira, dia 6, viajámos para Paris. Ficámos hospedados num T1 no meio da cidade, cortesia do meu irmão Mário e da minha cunhada Marinette (que é francesa). O apartamento, que me foi descrito como pequeno (e sendo um T1, não era de admirar), foi a primeira boa surpresa, pois é bem espaçoso. A cozinha é uma kitchenette e a casa de banho é minúscula, mas sabem aqueles espaços pequenos mas bem aproveitados? São assim. O quarto tem um sofá-cama e outras duas camas, além de armários em duas paredes. A sala tem a zona do sofá (com cama) e a zona da mesa de jantar, e está "ligada" ao hall de entrada, onde há um armário. Tem outros móveis e uma cama de viagem de bebé, mais pequena do que as que nós temos, mas mais do que suficiente para a Magia dormir.


 


A distribuição das camas por nós estava pensada assim: manas V&V no sofá-cama do quarto, Feitiço numa das camas (a outra ficava para tratar da Magia - mudar fraldas, etc.), eu e o Rogério ficávamos no sofá-cama da sala (que é maior do que o do quarto) e a Magia, como referi, na cama de viagem. No entanto, não chegámos sequer a abrir o sofá do quarto, pois a Varinha não quis partilhar a cama com a Vassoura. Uma das camas, a mais pequena, tinha dois colchões (inicialmente - por acidente! - o segundo "c" não apareceu registado e juro que imediatamente me lembrei do post da Happy e do comentário da Chic'Ana ), pelo que tirei um e coloquei-o no chão. Cabia perfeitamente.


 


[Há mais para contar, mas este post fica por aqui - ou nunca mais chega a altura de ver a luz do dia!...]


 


 

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 32

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Semana 32: Ainda quero aprender...


... muito mais receitas;


... a conduzir (tenho a carta de condução, mas não sei conduzir);


... a ser mais arrumada e organizada;


...

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 31

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Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, gosto de…


... apreciar o facto de não ter nada para fazer!


Na realidade, nunca é verdade que não tenha nada para fazer - o que acontece é que convenientemente a minha consciência adormece e não me aponta nada para fazer... Nessas ocasiões, gosto de...


... dormir;


... ver televisão;


... passear pela blogosfera;


... ler;


... sonhar acordada;


...

Amanhã vou a um casamento

Conheço a noiva desde o dia em que fez um mês (porque estou a excluir o tempo em que ela estava escondida dentro da mãe, em que a conhecia sem a ver). É uma jovem que me é muito querida ao coração, assim como a sua família (pais, irmã, irmãos).


 


Conheço o noivo desde que era miúdo, não tão bem quanto a noiva, é certo, nem tão bem conheço a sua família (são sete irmãos, a maior parte dos quais já casados e com filhos), mas são caras familiares e simpáticas.


 


Estou contente por ir ao casamento? Estou, pois! 


 


O único senão é que fui convidada para o casamento (no sentido cerimónia + copo d'água, já que a minha presença na cerimónia seria sempre bem-vinda)... hoje, para, se assim desejasse, ocupar o lugar do padrinho de Batismo da noiva (que eu também conheço e cuja não-ida repentina me preocupa).


 


Falei com o Rogério e decidimos ir, levando a Magia e deixando os outros três com tias(tios). Ainda não falei com os ditos tios e já respondi que íamos...


 


E o que é que vou usar? Um vestido que comprei e vesti num casamento há dois anos, antes de engravidar da Magia e que me está a little tight, umas sandálias que comprei à última hora para usar no batizado da Magia e que estão como novas (pudera, têm saltos muito altos e apertam-me os dedos lá à frente...), um colar, brincos, o cabelo curtíssimo (fui há dois dias cortá-lo, não há nada a fazer!) e talvez uma écharpe sobre os ombros (se a arranjar hoje).


 


Não consigo fazer melhor do que isto, com o tempo e o jeito de que disponho.


 


É que daqui a três dias vamos em viagem e há isso para preparar também...

domingo, 29 de julho de 2018

Primeira aula de natação dos manos V, V e F

Foi ontem de manhã.


 


Eu assisti, de fora, e achei que correu bem.


 


Para mais pormenores, é favor dirigir pedidos aos praticantes da modalidade, na secção dos comentários. 


 


Se houver pedidos, o post será editado para incluir a opinião das crianças (exceto se elas não a quiserem partilhar).


 


*****************


Opinião do Feitiço (sem edição materna):


 


Eu o feitiço gostei  mais da aula mas tive um pouco atrapalhado principalmente no primeiro exercício que era respirar de baixo de água.

sábado, 28 de julho de 2018

OMG! I've got a PT - false alarm! ;-)

- Então, Mimi, o que é isso? Desististe... já?


 


Não, caros leitores, a explicação para tudo não ter passado de um falso alarme é outra...


 


É verdade que, ao fazer-me sócia, me foi atribuída uma PT, de seu nome Joana (conseguirão adivinhar o apelido se vos disser que me faz pensar num determinado Quiosque... ). Mas o papel dela é apenas fazer a avaliação inicial (que está a meio) e propôr-me um plano de treino. Quatro meses depois, haverá nova avaliação, que até pode não ser com ela (mas que pode ser, se eu pedir, e eu vou pedir que seja). 


 


Como eu sou completamente nova nestas andanças, achei que tinha uma PT. Mas para ter realmente uma PT, que treinasse comigo (Nazi ou não, como dizia o Triptofano num comentário), teria de aliviar mais os bolsos, por mês, e eu achei que não era boa ideia. É preciso não esquecer que eu só me inscrevi por causa dos miúdos, não foi por estar motivadíssima para fazer exercício e querer "dar o litro".


 


Mas também não é preciso começarem a agoirar: "Tchii, agora é que ela não vai fazer mesmo nada!" e coisas do género... porque eu tenciono vou realmente aproveitar várias atividades (as que neste momento mais me interessam são as de dança e as de hidroginástica, mas hei de ir a outras para experimentar e depois logo vos direi o que achei)!

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 30

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Semana 30: Fico impaciente com pessoas que…


... não respeitam a prioridade nas filas;


... fazem perguntas sobre o que estou a dizer, antes de eu terminar de falar, de uma forma abrupta;


... ficam impacientes antes e depois de eu ficar impaciente, o que, convenhamos, cria um efeito bola de neve de impaciência!

quinta-feira, 26 de julho de 2018

OMG! I've got a PT - a explicação

Nenhum dos meus filhos sabe nadar, iô.


Quis que isso mudasse, iô.


Fui a um ginásio que há perto de minha casa*, iô.


Para os inscrever, tinha de me fazer sócia, iô.


Ao ser sócia, posso aceder a qualquer modalidade, iô...


... e é-me atribuíd@ um@ PT (personal trainer), iô.


No meu caso, calhou-me uma PT, bem simpática, por sinal, iô.


Marquei para hoje a avaliação com a minha PT, que se chama Joana, iô.


 


*(antes achava que era longe, por isso não os inscrevi há mais tempo, enfim...)

quarta-feira, 25 de julho de 2018

OMG! I've got a PT!!!

- Oh, really?


- No, O'Reilly!


 


[Piadinha seca à parte, é mesmo verdade: a partir de hoje, eu, a bruxa mais preguiçosa da blogosfera portuguesa, tenho uma PT. Depois explico como e porquê. ]

domingo, 22 de julho de 2018

Dilema existencial

Agora que regressei a casa, o que vou fazer primeiro:


 


Escrever no blogue (ui, tanto assunto que vai ficar esquecido se não for partilhado brevemente) ...


 


ou


 


Ver os 30 episódios da Anatomia de Grey que deram enquanto estive em casa dos meus pais?


 


...


 


 Resposta:


 


Tratar da roupa - mais concretamente, apanhar a que está seca e estender a que está molhada (lógica da batata)!


 

Uma gatinha fofinha procura casa

A Fátima, do "Porque eu posso", divulgou a história de uma gatinha de quatro meses que procura uma família que lhe dê muitos mimos. Há alguém por aí?


 


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 [A gatinha está no Seixal.]

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 29

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Semana 29: Filmes que me falam ao coração.


Comédias românticas, sobretudo, mas também dramas... (românticos e não só)!


Exemplos: Nunca fui beijada; Para sempre Cinderela; Abaixo o amor; Enquanto dormias; Bridget Jones (vários); ...

sábado, 14 de julho de 2018

Contente

... pelas novidades que li no Quiosque*. Eu sei, toda a gente já sabe - mas eu só soube hoje, pois tenho andado afastada dos vossos lindos e simpáticos blogues (e do meu também) por incompatibilidade de relação entre mim e o computador dos meus pais.


 


*Não ponho o link intencionalmente. Não quero "forçar" a Joana a ler isto e a escrever (sempre simpaticamente) um "Nas bocas do mundo" por causa deste post.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 28

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Semana 28: As minhas maiores “neuras” e manias são...


Uma pessoa, vestida com a roupa da rua, sentar-se ou deitar-se na cama, diretamente nos lençóis em que vai dormir. A situação é mil vezes mais grave se a cama for minha!


Colocar a caixa do sal sempre na mesma posição, na despensa. (Foi o que me ocorreu acrescentar, para não ser só uma coisa.)