sexta-feira, 8 de junho de 2018

Parabéns, ...

... prima Mimi!


 


Meia centena não é para quem quer, é para quem pode!


 


           (vezes 5)

Sunshine blogger award (terceira nomeação)

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Respondi anteriormente a este desafio, em duas ocasiões: aqui (desafiada pela Joana, de quem todos temos saudades, estou certa) e aqui (desafiada pela Edite, que eu podia ter encontrado na Feira do Livro, no dia 26 de maio, se não me tivesse esquecido de apontar a data). 


 


Desta vez, foi o Triângulo Perfeito que me desafiou. Obrigada, Triângulo! Aqui estão as minhas respostas às onze perguntas «da praxe» e às duas «extra».


 


1. O que farias se tivesses a certeza que não serias apanhado/a?


Eu tenho um feitio que não me leva a desafiar regras, por isso é difícil responder a esta questão. Descobriria, por artes mágicas, os números do próximo Euromilhões. E jogaria no próximo Euromilhões.


 


2. Gostas do que fazes a nível profissional?


Sim, sobretudo porque, continuando a ser professora, mudei de área de ensino e ainda não tive tempo de me fartar (ensinei inglês no 1.º Ciclo durante cinco meses e depois vim para casa, antes de nascer a Magia, e só vou recomeçar em setembro deste ano).


 


3. O que mudarias no teu/tua parceiro/parceira?


Sabendo que o Rogério lê o blogue, deixa-me pensar bem antes de escrever... Torná-lo-ia mais entusiasta por conviver e conversar com amigos, e menos entusiasta por jogos de computador. Do ponto de vista físico, não mudava nada: os olhos e o sorriso do Rogério são perfeitos e o resto também não é de se deitar fora. 


 


 4. O que mudarias em ti?


Do ponto de vista físico, faria desaparecer a banha que me adora e não me larga, deixando alguma no rabo (não quereria ficar uma tábua), juntamente com glúteos mais firmes. Faria desaparecer o duplo queixo e aquilo que abana quando faço adeus com o braço no ar. Manteria o meu estilo de cabelo, mas torná-lo-ia mais abundante. Ficaria com um sorriso imaculado. 


Do ponto de vista psicológico, deixaria de ser preguiçosa, desarrumada e desorganizada (de espaço e de tempo). 


 


5. Que ações tomas, no dia a dia, para reduzir o teu impacto ecológico?


Fecho a torneira da água quando escovo os dentes ou ensaboo as mãos ou o corpo. Aproveito a água que sai enquanto está a aquecer para o banho (que é sempre duche). Separo o lixo para reciclar. Reutilizo as folhas dos enganos ou de documentos que já não interessam e que têm espaço em branco. Ando a pé e de transportes públicos, se vou sozinha a algum lado. Mantenho-me não fumadora (desde sempre).


 


6. Serias capaz de te tornar vegan?


Sim, se tivesse um chef particular espetacular que só cozinhasse comida vegan.


 


7. Como são as tuas férias de sonho?


As que envolvam muito descanso para mim e muita alegria para os que me rodeiam, para eu poder ficar feliz por mim e por eles.


 


8. Ficas moreno/a com facilidade ou és daqueles/as que não há sol que te pegue?


Fico morena com facilidade - desde que apanhe sol...


 


9. Livro que ainda não leste mas que gostarias mesmo de ler.


Não me ocorre nenhum, mas posso referir a exortação apostólica "Alegrai-vos e exultai", que já comecei a ler, mas ainda não terminei (já teria terminado se não estivesse sempre ao computador ou a ver televisão a fazer outras coisas).


 


10. Alguma vez experimentaste drogas ilegais?


Não, nem das legais (exceto o açúcar...).


 


11. Se tivesses de mudar de país e tivesses escolha, para onde irias?


Para o Reino Unido, mais concretamente para a Escócia (que já visitei e de onde poderia facilmente dar um pulinho a Inglaterra, em especial a Londres) ou para a Irlanda (onde nunca fui). A grande desvantagem seria a condução do lado "errado", mas... eu não conduzo! Só teria de ter mais cuidado ao atravessar a rua (ao início, depois habituava-me!)


 


12. Que passos dás, diariamente, para ser feliz?


Pensei no que é que havia de responder. Só me ocorre uma coisa concreta: rezo. E outra: faço a Magia rir.


 


13. O que te põe um sorriso nos lábios?


As gargalhadas da Magia, sem dúvida. São irresistíveis e contagiosas.


 


A parte de desafiar outros bloggers e de criar as minhas próprias perguntas cumpri da primeira vez que participei. Não o farei novamente.

Follow Friday #10 - A Marquesa de Marvila

Ora vejam lá como são as coisas... Pensava que já tinha destacado este blogue numa FF passada, mas fui confirmar e... afinal não!


 


Convido-vos a visitar este blogue (já digo qual é, calma! - ou melhor, já ponho o link, calma!, que o nome já está no título do post) com alguma reverência. Quem nele escreve não é da plebe, como eu (embora eu tenha artes mágicas que ela não possui)!


 


É a Marquesa de Marvila, casada com o Marquês do mesmo local e mãe de duas Aspirantes, que partilha verdades absolutas (para ela, pelo menos) que, na sua maioria, são parvoíces. E que bem sabe ler e rir com as parvoíces da Marquesa!


 


Vá, vistam-se a rigor e visitem a Marquesa de Marvila. Ela está à vossa espera!


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Desafio das 52 semanas - semana 23

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Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo.


Na essência, o que é realmente mau agora, já era mau "antigamente": a maldade das pessoas umas para com as outras, a má língua, a violência, etc., etc.


Mas a um nível menos grave, e pensando em situações que antes não podiam acontecer por inexistência de determinados objetos, posso dizer que me incomoda ver pessoas a almoçar juntas (por exemplo) e cada uma estar a olhar para um écran portátil (telemóvel, tablet, etc.). Incomoda-me a facilidade com que se ofende através da Internet. Incomoda-me a falta de civismo e a falta de respeito (estes dois talvez já existissem antes, mas parecem mais "espalhados" nos tempos que correm), tanto em jovens como em adultos, e que se vê em tantas crianças. Incomoda-me que haja tantos pais a desautorizar os professores dos filhos.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

How I met your father - Episode 21 - The internal conflict

Pilot (ep. 1)


Season 2, episode 8 (ep. 20)


Kids,


 


Desculpem a minha ausência (se por acaso deram por ela)...


 


Fiquei de vos falar sobre o meu discernimento vocacional. Não é fácil escrever sobre ele, acho eu, mas veremos.


 


«Desde pequena que soube que queria casar e ter filhos.» - contei isto no primeiro episódio. Ora, lendo isto, fica-se talvez com a ideia que o meu discernimento vocacional foi bastante claro, desde cedo. E foi, mas ao mesmo tempo não foi.


 


Se, aos vinte e quatro anos, por exemplo, eu tivesse encontrado o meu «príncipe encantado» (e ele, em mim, a sua «princesa»), mesmo sem ter namorado antes, não teria tido grandes dúvidas que era essa a minha vocação. Afinal de contas, sempre quisera casar e ter filhos, e ali estava a confirmação e concretização desse desejo interior.


 


Mas não foi assim que aconteceu. Como já vos contei, eu fui gostando e gostando sem nunca ser correspondida. A quem se interessou por mim, fui eu que não correspondi. À minha volta, as minhas amigas foram namorando e casando, e eu, nada.


 


No entanto, embora não visse acontecer na minha vida o que tanto desejava, eu não abria o coração a outra possibilidade. Deus podia ter pensado noutra forma de eu ser feliz, mas, durante anos, eu recusei determinantemente pôr sequer a hipótese de vir a ser freira. Não porque achasse que não se pudesse ser feliz assim, mas porque não queria prescindir daquilo que sempre desejara.


 


À minha volta, nem toda a gente namorava e se casava, na verdade... Quando eu tinha vinte anos, a minha irmã Margarida, que sempre teve uma relação de proximidade com Deus e nunca teve qualquer vontade de namorar ou casar, e que era professora, rescindiu o contrato com o Ministério da Educação e entrou para um convento de Clarissas. Esteve lá um ano e acabou por vir-se embora. Não era ali o seu lugar. Recomeçou a dar aulas (primeiro como contratada, mas não demorou muito a voltar a ficar efetiva). Alguns anos depois, foi com umas amigas (da sua comunidade neocatecumenal) a um retiro num mosteiro, durante o mês de agosto (é um mês evangélico). Veio de lá encantada e convencida que a sua vocação era consagrar-se a Deus, naquela ordem concreta (Família Monástica de Belém, da Assunção da Virgem e de São Bruno, conhecidas sinteticamente por Monjas (e Monges) de Belém). Não havia mosteiros daquela ordem em Portugal, naquela altura (existe um, na presente data). A minha irmã Margarida voltou a rescindir o contrato com o Ministério da Educação e foi para o mosteiro onde tinha feito o mês evangélico, nos Monts Voirons (França, perto da Suíça). Voltou após seis meses e, desta vez, com a certeza que a sua vocação não era a de uma vida consagrada. 


 


Eu testemunhei a vivência da minha irmã sem nunca me sentir chamada a fazer um retirinho que fosse. Havia, além dos retiros de agosto, uns retiros - na mesma família monástica - bem mais curtos e bem mais perto: num mosteiro em Sigena, Espanha. Várias raparigas das comunidades neocatecumenais fizeram esses retiros, inclusive uma da minha própria comunidade que também se questionava acerca da sua vocação (embora estivesse convencida, tal como eu, que casar e ser mãe é que era para si, como via o tempo passar sem que se concretizasse, abriu o coração a outra possibilidade e fez o retiro em Sigena, tendo vindo com a confirmação da sua vocação para o matrimónio).


 


Em 2003, com trinta anos, dei um passo importante. Poderão descobrir qual (ou confirmar as vossas suspeitas) no próximo episódio.


 


Season 2, episode 10 (ep. 22)

Queridos leitores do meu coração,

Muito obrigada por passarem por aqui, muitas vezes, poucas vezes, não importa. Passam e eu gosto disso!


 


Mas... alguns de vocês passam, até dizem palavras bonitas, de vez em quando, mas não querem um relacionamento sério, não querem compromissos.


 


Está na altura de amadurecerem, darem um passo em frente, de assumirem a relação. 


 


Está na altura de subscreverem o blogue. 


 


Não está?


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 Será que a centena de subscritores está tão perto como parece?

Parabéns, ...

... querida Pózinhos!


           

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Ainda não almocei

... porque tenho estado a adiantar os posts do "Desafio das 52 semanas" (a exceção para o meu problema crónico de adiar tudo para o dia seguinte).


 


Como em setembro recomeço a trabalhar, não garanto que a partir dessa altura consiga escrever os posts a tempo e horas, pelo que vou tentar escrever os que faltam antes dessa data. Para já, não vou mal: já tenho os posts prontos até à semana 34. 


 


Bem, mas dizia eu que ainda não almocei? Pois. Vou almoçar! Adeus!

Tornei-me indispensável

A sério.


 


De há uns meses para cá, quem me "apanha", quem me "agarra", não me larga. Depois de, de alguma forma, me ter, ninguém me abandona.


 


Só muito, muito, muito a custo é que as pessoas me largam.


 


Quem diz pessoas, diz quilogramas. Se é que me faço entender.

Turbo 3 (contém spoiler)

Depois do Turbo (filme de animação) e do eventual Turbo 2 (não consegui perceber se existe ou não), eis que chega, a uma sala perto de si mim, a protagonista do Turbo 3 (ou 2, se ainda não houver). 


 


A grande novidade - e é aqui que há spoiler - é que este filme não é de animação, embora seja animado (diria que até é animado demais, às vezes)! Não, de facto. É um filme com pessoas de carne e osso (antes que alguém comente que todas as pessoas têm carne e osso, remeto-vos para uma qualquer passerelle da alta costura, onde passam, por entre as gotas da ausente chuva, umas chamadas modelos, que só têm a parte dos ossos).


 


A protagonista não tem duplos; é ela que faz todas as cenas, perigosas ou não. Às vezes dá-se mal, mas quase nunca nas cenas de velocidade (muitas, ao longo do filme). Quem por aqui passa já a conhece: chama-se Magia. Já estavam à espera, não estavam?


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domingo, 3 de junho de 2018

TAG 12 desafios para 2018 - maio

Depois de um mês de abril fraquito, vamos lá passar ao balanço de maio (que já junho conta com três dias!)...


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  1. Terminar os símbolos da Árvore de Jessé. Zero. Nicles. Nada. 

  2. Recomeçar a blogossérie "How I met your father" e publicar um episódio por semana. Apenas publiquei um episódio, como em abril. Mas, pelos comentários a cada episódio - ou melhor, pela ausência deles - ninguém se importa... 

  3. Não ir para o computador, nem ver televisão, sem estar arranjada. Cumpri. Pelo menos tenho ideia que sim. 

  4. Limitar os doces a um dia por semana (domingo) ou aos dias festivos. Cumpri. Há que assumir que quando almocei com uma ex-colega que não via há anos considerei que era uma ocasião festiva e comi gelado como sobremesa...  

  5. Experimentar uma nova receita por mês. Não cumpri. Armei-me em boa em abril, com três receitas e pimbas! - em maio nenhuma! 

  6. Criar materiais (ficheiros reutilizáveis e outras coisas) para usar nas aulas (enquanto estou de licença). Zero. Nicles. Nada.

  7. Manter contacto com amigos mais afastados (telefonando, escrevendo,...). Cumpri. Em várias situações. Não é verdade, Pózinhos de Perlimpimpim?

  8. Ler o livro da Jane Austen que recebi no Natal antes de ler ou reler outra coisa. RESOLUÇÃO PARA 2018 CONCLUÍDA (em fevereiro)

  9. Selecionar roupa para dar e arrumar o roupeiro a fundo. Zero. Nicles. Nada.

  10. Perder peso. Cumpri. Tinha terminado março com 70 kg, terminei abril com 70,250 kg (mais 250 g) e terminei maio com 68,75 kg. 

  11. Reorganizar o quarto do Feitiço. Não foi preciso reorganizar, desde aquela vez em que o fiz (em março). Apenas dei um jeitinho. Está a precisar de outro!

  12. Ter aulas de condução e começar a conduzir! Zero. Nicles. Nada.


 


Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZUm dia destes elimino esta parte, já que me ando a esquecer constantemente de a ter presente...


 


Neste quinto balanço considero que  PASSEI, mas por pouco! 

5 Coisas Boas Por Semana | 28-5 a 1-6-2018

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28 de maio (2.ª feira)



 


29 de maio (3.ª feira)



  • Almocei com uma ex-colega. Não tivemos muito tempo, devido ao seu horário, mas já não nos víamos há tanto tempo, que, pouco ou muito, soube muito bem!

  • Recebi um convite para participar numa rubrica de uma blogger muito simpática. Não digo qual, que ainda não consegui escrever o que me pediu!


 


30 de maio (4.ª feira)



  •  Dormi uma boa sesta.


 


31 de maio (5.ª feira)



  •  Aproveitando o feriado, fomos a casa dos Avós Bruxos, onde, para além deles, estavam a minha irmã Margarida, o marido e as filhas (as Três Princesas Portuguesas).

  • À noite, a dor aguda no lado esquerdo da barriga, que comecei a sentir na noite anterior, passou (e até agora não voltou).


 


1 de junho (6.ª feira)


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Prelúdio Azul, de Dulce de Souza Gonçalves

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Há uma semana fui ao lançamento do primeiro romance de uma amiga e ex-colega. O lançamento foi bastante interessante e ainda deu para umas boas gargalhadas. Havia um lanche com salgados e bolinhos ao fundo da sala. Portei-me bem - não petisquei, sequer. Ajudou o facto de ter jantado (sopa e fruta) antes de ir ao lançamento (que começou às 19 horas).


 


Depois do lançamento, fotografias e autógrafos incluídos, acompanhei outras ex-colegas no jantar (mais uma vez não comi nada - digam lá que não fui linda). Enquanto foram buscar o jantar, eu tomei conta das malas e li as primeiras páginas do romance. Obriguei-me a parar quando chegaram com os tabuleiros. Éramos quatro; conversámos e rimos e eu adiantei, às que não a conheciam, a história do "How I met your father". É assim a vida: nem leitoras eram do blogue e já sabem o desfecho da blogossérie. Cunhas, senhores, cunhas... é nisto que dá!


 


Voltando ao "Prelúdio Azul". Depois das primeiras páginas, lidas naquela noite, não retomei a leitura por conta do relatório que - finalmente! - concluí e entreguei na segunda-feira. Na terça, estive a ver os episódios das séries que também esperaram que a porcaria do relatório estivesse prontao. Na quarta, recomecei o livro. Só parei quando teve de ser. Ontem, feriado, não tive oportunidade de pegar no livro. Hoje terminei a leitura.


 


Gostei bastante. Achei que a história cativa, deixando-nos por vezes suspensos no que vai acontecer. Há episódios ou momentos que podem dar para umas furtivas lágrimas (a mim deram) e outros para umas gargalhadas (não muitos, no meu caso). Há uma personagem ab-so-lu-ta-men-te o-di-o-sa (e é-o mais e mais à medida que a história avança), que acaba por ter o que merece, felizmente. Há personagens de quem inevitavelmente se gosta, a começar pela protagonista e pela sua família. E mais não digo, exceto:


 


Quem não ler o "Prelúdio Azul" é um ovo podre! 


(regressei à infância/juventude ao ler o livro, que se passa nos anos 80...)

Desafio das 52 semanas - semana 22

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Semana 22: No meu frigorífico tem de haver...


... iogurtes;


... sopa;


... manteiga;


... comidinha boa e pronta a aquecer para comer! 


Na parte do congelador, eu gostava que houvesse sempre gelado, mas na verdade não é conveniente que haja... 

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Os comentadores mais queridos da saposfera*

Hoje ao entrar na minha área tive uma alegre surpresa, algo inédito neste blogue de modestas dimensões. A surpresa estava nas reações (a única reação, por acaso).


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"Blogs Quentes" dizia-me qualquer coisa, mas como não sabia bem o quê, cliquei para perceber, claro!


 


Fiquei então a (re?)saber que "Blogs Quentes" é o sítio onde, de segunda a sexta, aparece a lista dos 10 posts (do SAPO) mais comentados no dia anterior. E...


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 O post sobre a cabeça acidentada da Magia ficou em 9.º (sim, em nono, já que o número de comentários é igual!).


 


Perante tal honra, que possivelmente não se repetirá, gostaria de tornar público o meu agradecimento a quem possibilitou esta minha catapulta para a fama:



  • Aos meus pais, que não me deixaram bater com a cabeça mais vezes do que as permitidas por lei;

  • À Magia, que me deu assunto para o post;

  • À Joana, à 3.ª Face, à Marquesa de Marvila, que comentaram o post ontem, levando a que eu respondesse (obrigada à Happy pelo seu comentário hoje, apesar de não ter entrado na contagem de ontem, obviamente);

  • À Chic'Ana, que não publicou nenhum post ontem;

  • A todos os habituais comentadores de todos os outros blogues que, por alguma razão, não escreveram tanto como nos restantes dias!


Se me esqueci de alguém, por favor comentem neste post - pode ser que vá parar aos blogues quentes e, se for, darei depois o devido agradecimento!


 


*São os meus, pois claro!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Pobre cabeça (da Magia)!

A Magia hoje está acidentada. Por três vezes bateu com a cabeça. Eu estava pertíssimo dela das três vezes. Por favor não chamem a CPCJ.


 


Primeira:


Sentada no tapete de brincar, atirou-se para trás. O "trás" escolhido não foi o tapete nem a almofada que lá está, foi o chão. Chorou. Com uns beijinhos na cabeça passou o dói-dói e ficou pronta para outra. Não era preciso é que fosse pouco depois!


 


Segunda:


Em pé, agarrada às minhas pernas (eu sentada numa cadeira). Largou-se e caiu para trás (o mesmo "trás" da primeira vez, mas de uma altura maior). Chorou mais. Dei colo e pus "gelo" (entre aspas porque não era gelo, era um penso de gel que guardo no congelador), alguns minutos. Ficou pronta para outra. Não esperava é que fosse hoje!


 


Terceira:


Estava ao meu colo e quis ir para o chão. Coloquei-a no chão, da mesma maneira que habitualmente, mas não correu bem. Enquanto ainda a estava a agarrar, pousando-a, desequilibrou-se e bateu com a cabeça na perna da cadeira onde eu estava sentada.


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terça-feira, 29 de maio de 2018

Não estou a gostar disto!

Um rapaz de vinte anos, mais coisa, menos coisa, não sabia se eu era a mãe ou a avó da Magia. Contei aqui.


 


Ontem, uma menina de seis ou sete anos perguntou-me se a Magia era minha neta. 


 


Não me incomoda nada que se questionem ou que pensem que sou avó da Magia. Eu tenho noção que aos 45 anos - se tivesse sido mãe bastante mais cedo do que fui (tinha 33 quando a Vassoura nasceu) - podia ter netos da idade da Magia e até mais velhos.


 


O que não me agrada é que verbalizem esses pensamentos ou dúvidas!  Please keep them to yourselves! 

segunda-feira, 28 de maio de 2018

O meu destino ficou traçado aos sete anos

Gostaram do título? Ficaram curiosos acerca do seu significado?


 


Pois... compete-me informar que o título não deve ser interpretado literalmente! (Como é óbvio!)


 


Mas não deixa de ter a sua lógica, que passo a tentar explicar, depois de vos mandar viajar no tempo até 1980...


 


Eu andava na 2.ª classe (2.º ano de escolaridade) e passei as férias de Natal em Ponta Delgada, S. Miguel, Açores. Tínhamos um apartamento em Ponta Delgada porque o meu pai estava a trabalhar a partir de lá (era piloto).


 


A minha querida professora, a D. Helena, tinha mandado fazer, nas férias, a numeração romana, com a correspondente árabe, de 1 em 1 até 200 (de I em I até CC).


 


Aqui a je fez o trabalho? Claro que sim!  ...


 


Durante a viagem de regresso ao Continente, no avião, na véspera do regresso às aulas! 


 


Regressemos agora a 2018, sabendo que hoje era o prazo de entrega do relatório que mencionei na parte da sexta-feira, deste post...


 


Aqui a je entregou o relatório? Claro que sim!  ...


 


Uns quinze minutos antes dos serviços administrativos fecharem (pelo menos oficialmente)!