... comentei o facto com os meus alunos.
Eu: Já tenho mais uma sobrinha. Nasceu ontem.
Uma aluna: Então a professora é avó?
?!?
[Matilde, antes que perguntes, também comentei o nascimento do teu bebé, mas ninguém me chamou avó nessa altura.]
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Quando nasceu a minha última sobrinha...
... comentei o facto com os meus alunos.
Eu: Já tenho mais uma sobrinha. Nasceu ontem.
Uma aluna: Então a professora é avó?
?!?
[Matilde, antes que perguntes, também comentei o nascimento do teu bebé, mas ninguém me chamou avó nessa altura.]
Eu: Já tenho mais uma sobrinha. Nasceu ontem.
Uma aluna: Então a professora é avó?
?!?
[Matilde, antes que perguntes, também comentei o nascimento do teu bebé, mas ninguém me chamou avó nessa altura.]
segunda-feira, 16 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
Desde dia 9 de maio
Desde dia 9 de maio
"A audição é o primeiro sentido a ir"...
... dizem. E eu não sou exceção, a avaliar pelo que se passou no outro dia.
Era noite e as crianças estavam na cama, mas tinham ido mais tarde do que o habitual. Depois das boas-noites e de cantar o Vitinho no quarto das meninas, fui ao quarto do Feitiço. Aproximei-me e perguntei:
- O que queres que cante?
Feitiço: Estou cansado.
Eu: É normal, já é muito tarde. Deus te abençoe. Até amanhã, boa noite, dorme bem.
Saí do quarto.
Após ter dado uns passos...
Feitiço: MAMÃÃÃÃÃ! Não cantaste...
Voltei ao quarto.
Eu: Disseste que estavas cansado...
Feitiço: Não, eu disse: "Quero o Sapo."
Lá cantei a canção do Sapo, ficando a pensar que a minha audição já (ou)viu melhores dias!
Era noite e as crianças estavam na cama, mas tinham ido mais tarde do que o habitual. Depois das boas-noites e de cantar o Vitinho no quarto das meninas, fui ao quarto do Feitiço. Aproximei-me e perguntei:
- O que queres que cante?
Feitiço: Estou cansado.
Eu: É normal, já é muito tarde. Deus te abençoe. Até amanhã, boa noite, dorme bem.
Saí do quarto.
Após ter dado uns passos...
Feitiço: MAMÃÃÃÃÃ! Não cantaste...
Voltei ao quarto.
Eu: Disseste que estavas cansado...
Feitiço: Não, eu disse: "Quero o Sapo."
Lá cantei a canção do Sapo, ficando a pensar que a minha audição já (ou)viu melhores dias!
"A audição é o primeiro sentido a ir"...
... dizem. E eu não sou exceção, a avaliar pelo que se passou no outro dia.
Era noite e as crianças estavam na cama, mas tinham ido mais tarde do que o habitual. Depois das boas-noites e de cantar o Vitinho no quarto das meninas, fui ao quarto do Feitiço. Aproximei-me e perguntei:
- O que queres que cante?
Feitiço: Estou cansado.
Eu: É normal, já é muito tarde. Deus te abençoe. Até amanhã, boa noite, dorme bem.
Saí do quarto.
Após ter dado uns passos...
Feitiço: MAMÃÃÃÃÃ! Não cantaste...
Voltei ao quarto.
Eu: Disseste que estavas cansado...
Feitiço: Não, eu disse: "Quero o Sapo."
Lá cantei a canção do Sapo, ficando a pensar que a minha audição já (ou)viu melhores dias!
Era noite e as crianças estavam na cama, mas tinham ido mais tarde do que o habitual. Depois das boas-noites e de cantar o Vitinho no quarto das meninas, fui ao quarto do Feitiço. Aproximei-me e perguntei:
- O que queres que cante?
Feitiço: Estou cansado.
Eu: É normal, já é muito tarde. Deus te abençoe. Até amanhã, boa noite, dorme bem.
Saí do quarto.
Após ter dado uns passos...
Feitiço: MAMÃÃÃÃÃ! Não cantaste...
Voltei ao quarto.
Eu: Disseste que estavas cansado...
Feitiço: Não, eu disse: "Quero o Sapo."
Lá cantei a canção do Sapo, ficando a pensar que a minha audição já (ou)viu melhores dias!
Pós-tratamento
Depois do que contei aqui, lá me lembrei de contactar a minha médica... Deixou-me descansada, pois disse que era tudo normal.
Pós-tratamento
Depois do que contei aqui, lá me lembrei de contactar a minha médica... Deixou-me descansada, pois disse que era tudo normal.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Tratamento e pós-tratamento
Há duas semanas (e um dia, que comecei a escrever este post ontem!) tive consulta com a ginecologista por causa da ferida no colo do útero.
Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.
Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.
Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!
Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)
No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:
- É suposto?
Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...
Eu: Ah, não, eu estou bem.
A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).
Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.
O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.
Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).
Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.
O corrimento continua...
Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.
Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.
Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!
Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)
No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:
- É suposto?
Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...
Eu: Ah, não, eu estou bem.
A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).
Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.
O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.
Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).
Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.
O corrimento continua...
Tratamento e pós-tratamento
Há duas semanas (e um dia, que comecei a escrever este post ontem!) tive consulta com a ginecologista por causa da ferida no colo do útero.
Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.
Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.
Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!
Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)
No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:
- É suposto?
Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...
Eu: Ah, não, eu estou bem.
A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).
Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.
O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.
Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).
Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.
O corrimento continua...
Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.
Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.
Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!
Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)
No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:
- É suposto?
Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...
Eu: Ah, não, eu estou bem.
A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).
Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.
O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.
Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).
Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.
O corrimento continua...
terça-feira, 10 de maio de 2016
Daqui a um mês...
... será feriado;
... as aulas já terão acabado;
... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ...
...
... será feriado e
... as aulas já terão acabado!
... as aulas já terão acabado;
... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ...
...
... será feriado e
... as aulas já terão acabado!
Daqui a um mês...
... será feriado;
... as aulas já terão acabado;
... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ...
...
... será feriado e
... as aulas já terão acabado!
... as aulas já terão acabado;
... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ...
...
... será feriado e
... as aulas já terão acabado!
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Já me está a custar
... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)
Já me está a custar
... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)
terça-feira, 26 de abril de 2016
Ferida e tratamento
Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Ferida e tratamento
Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
sábado, 23 de abril de 2016
Tu o dizes, Feitiço!
É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.
Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.
Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão.
Comentei:
- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!
Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!
Tu o dizes, Feitiço!
É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.
Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.
Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão.
Comentei:
- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!
Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!
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