sábado, 30 de janeiro de 2016

Diverti-me

... a ler posts antigos neste blogue. Por um lado, gostei do que escrevi e recordei algumas "saídas" (do Feitiço especialmente) que nunca mais recordaria se não as tivesse registado; por outro lado, gostei da interação presente nos comentários. Obrigada por tornarem o blogue mais interessante! Estejam à vontade para comentar - já sabem que gosto e agradeço! :-)

Diverti-me

... a ler posts antigos neste blogue. Por um lado, gostei do que escrevi e recordei algumas "saídas" (do Feitiço especialmente) que nunca mais recordaria se não as tivesse registado; por outro lado, gostei da interação presente nos comentários. Obrigada por tornarem o blogue mais interessante! Estejam à vontade para comentar - já sabem que gosto e agradeço! :-)

Ambições mais realistas

Refiro-me simplesmente ao número de posts publicados ao longo dos meses. No ano passado tive a pretensão de escrever, em média, dois posts por dia. Consegui cumprir durante alguns meses, mas acabei por perceber que era pedir-me demais.

Este ano vou tentar escrever, em média, um post por dia, o que me parece bastante exequível. Tudo o que for para além disso será considerado bónus (e deixar-me-á contente, pois continuo a gostar da ideia de publicar muito!).

Ambições mais realistas

Refiro-me simplesmente ao número de posts publicados ao longo dos meses. No ano passado tive a pretensão de escrever, em média, dois posts por dia. Consegui cumprir durante alguns meses, mas acabei por perceber que era pedir-me demais.

Este ano vou tentar escrever, em média, um post por dia, o que me parece bastante exequível. Tudo o que for para além disso será considerado bónus (e deixar-me-á contente, pois continuo a gostar da ideia de publicar muito!).

Há cinco minutos

a Varinha perguntou-me:

- Podemos ver televisão?

Eu: Não.
Varinha: Porquê?
Eu: Porque para desenvolverem a vossa criatividade precisam de fazer outras coisas. Ver televisão não.

Surpreendeu-me a rapidez da aceitação. A Varinha dirigiu-se ao canto de oração, escolheu um livro e perguntou ao Feitiço:

Varinha: Queres que te leia "Os três pastorinhos de Fátima"?
Feitiço: Sim.

Sentaram-se os dois no sofá e lá estão, a Varinha muito concentrada a ler e o Feitiço totalmente silencioso a escutar. Dá gosto ver (e ouvir)! :-)

Os caros leitores não podem ouvir, mas podem ver a cena em duas fotografias. 



Note-se o aprumo das crianças e do sofá - foi obviamente uma fotografia altamente estudada para fazer um brilharete na blogosfera! ;-)

Há cinco minutos

a Varinha perguntou-me:

- Podemos ver televisão?

Eu: Não.
Varinha: Porquê?
Eu: Porque para desenvolverem a vossa criatividade precisam de fazer outras coisas. Ver televisão não.

Surpreendeu-me a rapidez da aceitação. A Varinha dirigiu-se ao canto de oração, escolheu um livro e perguntou ao Feitiço:

Varinha: Queres que te leia "Os três pastorinhos de Fátima"?
Feitiço: Sim.

Sentaram-se os dois no sofá e lá estão, a Varinha muito concentrada a ler e o Feitiço totalmente silencioso a escutar. Dá gosto ver (e ouvir)! :-)

Os caros leitores não podem ouvir, mas podem ver a cena em duas fotografias. 



Note-se o aprumo das crianças e do sofá - foi obviamente uma fotografia altamente estudada para fazer um brilharete na blogosfera! ;-)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Piada "realista"

Depois do almoço (chez moi e fantástico graças à companhia da minha querida melhor amiga), cheguei à escola uns minutos antes de tocar para entrar. Ao portão, fui recebida por três alunas, muito bem-dispostas (X, Y e Z).

X: Professora, a Y contou uma piada... quer dizer, disse uma coisa muito engraçada! 

Eu: Ah, sim?

X: Sim. A Z estava a dizer que as pessoas podem ter filhos a partir dos 12 anos... e a Y disse: "Ah! Então o meu irmão [que tem 11 anos e tal] está quase a ter um filho!"

Riam-se as três. 

Eu fiquei a pensar naquilo que a Z disse... Sem entrar em mais conversas, posso dizer que eu nunca poderia ter tido filhos aos doze, nem aos treze, nem aos catorze... (estou a referir-me à questão da maturidade física, apenas, independentemente das opções comportamentais. Fui uma late bloomer. A questão comportamental levou a que só pudesse ter filhos aos 33 anos, mesmo.)

Piada "realista"

Depois do almoço (chez moi e fantástico graças à companhia da minha querida melhor amiga), cheguei à escola uns minutos antes de tocar para entrar. Ao portão, fui recebida por três alunas, muito bem-dispostas (X, Y e Z).

X: Professora, a Y contou uma piada... quer dizer, disse uma coisa muito engraçada! 

Eu: Ah, sim?

X: Sim. A Z estava a dizer que as pessoas podem ter filhos a partir dos 12 anos... e a Y disse: "Ah! Então o meu irmão [que tem 11 anos e tal] está quase a ter um filho!"

Riam-se as três. 

Eu fiquei a pensar naquilo que a Z disse... Sem entrar em mais conversas, posso dizer que eu nunca poderia ter tido filhos aos doze, nem aos treze, nem aos catorze... (estou a referir-me à questão da maturidade física, apenas, independentemente das opções comportamentais. Fui uma late bloomer. A questão comportamental levou a que só pudesse ter filhos aos 33 anos, mesmo.)

À beira-mar

Não fui à beira-mar, estou apenas a responder à questão que formulei no post anterior:

"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."

"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)

À beira-mar

Não fui à beira-mar, estou apenas a responder à questão que formulei no post anterior:

"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."

"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Bem ou mal...

... espero que tenham votado.

A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!

Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...

*(Resposta no post seguinte)

Bem ou mal...

... espero que tenham votado.

A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!

Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...

*(Resposta no post seguinte)

sábado, 23 de janeiro de 2016

Sonhos #56

[Nota prévia: ontem, se estivesse vivo, faria anos o padre M. da paróquia da minha juventude e até casar e mudar para onde vivo agora. Foi com ele que eu e o Rogério tratámos dos papéis para o casamento e só não foi ele que presidiu à cerimónia porque, por questões de saúde e de idade, deixou de ser o pároco alguns meses antes do grande dia.]

No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.

A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."

Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).

A seguir acordei.

Sonhos #56

[Nota prévia: ontem, se estivesse vivo, faria anos o padre M. da paróquia da minha juventude e até casar e mudar para onde vivo agora. Foi com ele que eu e o Rogério tratámos dos papéis para o casamento e só não foi ele que presidiu à cerimónia porque, por questões de saúde e de idade, deixou de ser o pároco alguns meses antes do grande dia.]

No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.

A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."

Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).

A seguir acordei.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Gostos

[Se eu já tiver contado isto, avisem-me, por favor. Passou-se antes do Natal e posso ter contado, mas como estive vários dias sem escrever, por essa altura, acho que não contei.]

Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...

Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!

O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)

Gostos

[Se eu já tiver contado isto, avisem-me, por favor. Passou-se antes do Natal e posso ter contado, mas como estive vários dias sem escrever, por essa altura, acho que não contei.]

Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...

Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!

O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)