domingo, 25 de outubro de 2015

Parabéns, afilhada #2!

Hoje a minha afilhada segunda mais velha faz quinze anos. 

Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.

Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!". 

Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!

P A R A B É N S ! ! !

Parabéns, afilhada #2!

Hoje a minha afilhada segunda mais velha faz quinze anos. 

Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.

Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!". 

Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!

P A R A B É N S ! ! !

Numa corrida,

... o Feitiço tenta ser o primeiro a chegar à neta.

:-)

Numa corrida,

... o Feitiço tenta ser o primeiro a chegar à neta.

:-)

Digam lá...

... aproveitaram bem a hora extra?

Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).

Digam lá...

... aproveitaram bem a hora extra?

Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).

sábado, 24 de outubro de 2015

"Desabafos de uma professora"

Poderia ser uma nova categoria/rubrica/etiqueta aqui no blogue. Mas como seria uma exposição* bastante maior do que a que está associada à etiqueta "Lá na escola", não me parece que avance com a ideia.

*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.

"Desabafos de uma professora"

Poderia ser uma nova categoria/rubrica/etiqueta aqui no blogue. Mas como seria uma exposição* bastante maior do que a que está associada à etiqueta "Lá na escola", não me parece que avance com a ideia.

*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.

Sinto-me abandonada...

... blogosfericamente falando. Não é caso grave, portanto! :-)

Sinto-me abandonada...

... blogosfericamente falando. Não é caso grave, portanto! :-)

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Só mais 19 mensagens...

...e ultrapassamos as publicadas em 2013 (já ultrapassámos há muito o número de mensagens de 2014)!

...

Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)

Só mais 19 mensagens...

...e ultrapassamos as publicadas em 2013 (já ultrapassámos há muito o número de mensagens de 2014)!

...

Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)

Às vezes não há paciência!

Aluno(a) 1: Professora, ... [expõe uma dúvida legítima, que pode ser apenas sobre o significado de uma palavra]?

Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]

Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?

Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?

Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.

Provavelmente o problema está em mim...

Às vezes não há paciência!

Aluno(a) 1: Professora, ... [expõe uma dúvida legítima, que pode ser apenas sobre o significado de uma palavra]?

Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]

Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?

Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?

Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.

Provavelmente o problema está em mim...

Estou cá mais do que pensam

... só que apenas mentalmente. 

Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)

Estou cá mais do que pensam

... só que apenas mentalmente. 

Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O pior terço

Desde que li, no blogue "Família em Movimento", qualquer coisa como "O pior terço é o terço não rezado" (citação de alguém que não recordo), tenho rezado o terço um bocadinho mais animada. É que tantas e tantas vezes estou a rezar apenas semi-acordada, que é bom saber que, se não rezasse por causa do sono (que muitas vezes se vai misteriosamente embora quando o terço acaba), a opção seria pior!

O pior terço

Desde que li, no blogue "Família em Movimento", qualquer coisa como "O pior terço é o terço não rezado" (citação de alguém que não recordo), tenho rezado o terço um bocadinho mais animada. É que tantas e tantas vezes estou a rezar apenas semi-acordada, que é bom saber que, se não rezasse por causa do sono (que muitas vezes se vai misteriosamente embora quando o terço acaba), a opção seria pior!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Sou queixinhas!

Acabei de apresentar queixa ao Provedor de Justiça sobre as consequências da bomba (afinal, mesmo depois de me darem razão, ainda não puseram em prática o que dizia a conclusão do recurso hierárquico, daí a queixa agora). 

O que lamento? Não me ter lembrado disto antes!

Sou queixinhas!

Acabei de apresentar queixa ao Provedor de Justiça sobre as consequências da bomba (afinal, mesmo depois de me darem razão, ainda não puseram em prática o que dizia a conclusão do recurso hierárquico, daí a queixa agora). 

O que lamento? Não me ter lembrado disto antes!