... retro!"
E foi-se.
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Pensamentos diabólicos
[Escrevo-os para os espantar.]
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Pensamentos diabólicos
[Escrevo-os para os espantar.]
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Olá!
É só para dizer que ainda não voei para outras paragens, como as andorinhas... A disponibilidade e a inspiração para escrever é que têm sido mais reduzidas!
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Olá!
É só para dizer que ainda não voei para outras paragens, como as andorinhas... A disponibilidade e a inspiração para escrever é que têm sido mais reduzidas!
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Curiosidade
Há bocado (um bom bocado) olhei para o relógio do telemóvel e vi que eram
nove e dezanove de dezanove do nove,
isto é,
9:19h do dia 19/9
Curiosidade
Há bocado (um bom bocado) olhei para o relógio do telemóvel e vi que eram
nove e dezanove de dezanove do nove,
isto é,
9:19h do dia 19/9
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
A rainha Ester e a reunião de pais
Anteontem, assim do nada, lembrei-me da história da rainha Ester, ou melhor, lembrei-me de uma parte específica: de quando ela vai à presença do marido, o rei Assuero (garanto que não sei como é que me lembro do nome dele - entretanto terei de o confirmar, claro, que não quero estar a dar informações erradas podendo evitá-las), sem ele a ter chamado. A rainha arriscava a vida ao fazer isso, e por isso preparou-se exterior e interiormente. Ela não ia por um capricho (como se deve calcular), ia à presença do rei para interceder pelo seu povo (o povo judeu), que ele, enganado por um conselheiro mentiroso (e sem saber que a rainha pertencia a esse povo), condenara à morte.
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
A rainha Ester e a reunião de pais
Anteontem, assim do nada, lembrei-me da história da rainha Ester, ou melhor, lembrei-me de uma parte específica: de quando ela vai à presença do marido, o rei Assuero (garanto que não sei como é que me lembro do nome dele - entretanto terei de o confirmar, claro, que não quero estar a dar informações erradas podendo evitá-las), sem ele a ter chamado. A rainha arriscava a vida ao fazer isso, e por isso preparou-se exterior e interiormente. Ela não ia por um capricho (como se deve calcular), ia à presença do rei para interceder pelo seu povo (o povo judeu), que ele, enganado por um conselheiro mentiroso (e sem saber que a rainha pertencia a esse povo), condenara à morte.
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Conselho da Varinha
Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Conselho da Varinha
Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
terça-feira, 15 de setembro de 2015
"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?
"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?
"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Nós, Jesus,...
... vamos para a escola preparar a sala de aula.
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
Nós, Jesus,...
... vamos para a escola preparar a sala de aula.
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
Devia mudar a descrição
É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!
Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.
Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.
Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)
Devia mudar a descrição
É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!
Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.
Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.
Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)
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