quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Conselho da Varinha

Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.

Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.

- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.

Eu: Disseste "despejar"?

Varinha: Sim.

Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...

Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.

Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!

Conselho da Varinha

Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.

Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.

- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.

Eu: Disseste "despejar"?

Varinha: Sim.

Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...

Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.

Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!

terça-feira, 15 de setembro de 2015

"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?

"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.

But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."

"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."

Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).

http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html

"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?

"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.

But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."

"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."

Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).

http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Nós, Jesus,...

... vamos para a escola preparar a sala de aula. 

É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...

A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)

Nós, Jesus,...

... vamos para a escola preparar a sala de aula. 

É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...

A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)

Devia mudar a descrição

É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:

"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."


A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!

Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.

Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.

Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)

Devia mudar a descrição

É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:

"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."


A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!

Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.

Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.

Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)

Sonhos #54

Tive este sonho há algumas noites, mas acho que ele traduz alguma coisa mal resolvida, porque já o tinha tido (ou um muito, muito, parecido) há meses (talvez anos).

Antes de contar o sonho, informo, para contextualizar, que eu andei num colégio interno.

No sonho, eu e a minha irmã Matilde, que também andou no tal colégio, éramos adultas há pouco tempo. Fomos para o colégio e ficámos lá a dormir, mas não estávamos na mesma camarata. No "dia seguinte", no corredor das aulas, eu não sabia a que turma pertencia e andava à procura. Depois tenho uma aula qualquer. Sinto-me permanentemente desajustada. Vejo pouco ou nada a minha irmã.

Passam umas semanas e vamos a casa (interrupção letiva). Na altura de regressar ao colégio, a Matilde diz-me que já não vai voltar. Eu pergunto:

- Então e as tuas coisas (roupas, livros...)?

Matilde: Ah, eu trouxe tudo para casa porque já tinha decidido que não ia voltar!

Eu: Podias ter-me avisado, não achas? 

Matilde: ...

Eu: As tuas colegas de turma vão sentir a tua falta...

Matilde: Não, eu não cheguei a fazer parte de nenhuma turma!

Eu: E agora o que é que eu faço? Eu também não quero voltar ao colégio, mas não trouxe nada... Bem, como também não paguei mensalidade nenhuma, "fica ela por ela", era uma grande lata ir lá buscar as coisas! 

Sonhos #54

Tive este sonho há algumas noites, mas acho que ele traduz alguma coisa mal resolvida, porque já o tinha tido (ou um muito, muito, parecido) há meses (talvez anos).

Antes de contar o sonho, informo, para contextualizar, que eu andei num colégio interno.

No sonho, eu e a minha irmã Matilde, que também andou no tal colégio, éramos adultas há pouco tempo. Fomos para o colégio e ficámos lá a dormir, mas não estávamos na mesma camarata. No "dia seguinte", no corredor das aulas, eu não sabia a que turma pertencia e andava à procura. Depois tenho uma aula qualquer. Sinto-me permanentemente desajustada. Vejo pouco ou nada a minha irmã.

Passam umas semanas e vamos a casa (interrupção letiva). Na altura de regressar ao colégio, a Matilde diz-me que já não vai voltar. Eu pergunto:

- Então e as tuas coisas (roupas, livros...)?

Matilde: Ah, eu trouxe tudo para casa porque já tinha decidido que não ia voltar!

Eu: Podias ter-me avisado, não achas? 

Matilde: ...

Eu: As tuas colegas de turma vão sentir a tua falta...

Matilde: Não, eu não cheguei a fazer parte de nenhuma turma!

Eu: E agora o que é que eu faço? Eu também não quero voltar ao colégio, mas não trouxe nada... Bem, como também não paguei mensalidade nenhuma, "fica ela por ela", era uma grande lata ir lá buscar as coisas! 

domingo, 13 de setembro de 2015

A primeira bilha e a minha estúpida amnésia seletiva

Para os mais distraídos, a bilha tem a ver com o ser Família de Caná. A primeira bilha, na explicação da Teresa, diz o seguinte:

"1 – Comunhão – Nós, Jesus

A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."

A amnésia seletiva tem a ver com o facto de eu há imenso tempo não me lembrar desta curta oração nenhuma vez ao dia (lembrei-me quando acordei durante esta noite). E daquela frase que já várias vezes aqui referi "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!" também não me tenho lembrado (lembrei-me momentaneamente quando escrevi o post sobre a T., apenas).

A adjetivação "estúpida" tem a ver com o facto de andar numa fase turbulenta, sobretudo (mas não só) interiormente, muito por causa da questão da colocação profissional que já deveria ter ocorrido após o deferimento do recurso hierárquico e, ao não me lembrar daquelas curtas orações, estar a vivê-la muito mais negativamente do que seria possível.

É como ter sede, ter o copo de água acessível... e não beber a água. Estúpido, certo?

A primeira bilha e a minha estúpida amnésia seletiva

Para os mais distraídos, a bilha tem a ver com o ser Família de Caná. A primeira bilha, na explicação da Teresa, diz o seguinte:

"1 – Comunhão – Nós, Jesus

A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."

A amnésia seletiva tem a ver com o facto de eu há imenso tempo não me lembrar desta curta oração nenhuma vez ao dia (lembrei-me quando acordei durante esta noite). E daquela frase que já várias vezes aqui referi "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!" também não me tenho lembrado (lembrei-me momentaneamente quando escrevi o post sobre a T., apenas).

A adjetivação "estúpida" tem a ver com o facto de andar numa fase turbulenta, sobretudo (mas não só) interiormente, muito por causa da questão da colocação profissional que já deveria ter ocorrido após o deferimento do recurso hierárquico e, ao não me lembrar daquelas curtas orações, estar a vivê-la muito mais negativamente do que seria possível.

É como ter sede, ter o copo de água acessível... e não beber a água. Estúpido, certo?

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sabem o que é...

...papel esquiço* esquisso

Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)

Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.

Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!

Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
  • "1 tubo de cola stic" não é o mesmo que "1 tubo de cola stic UHU de 40g"
  • "1 conjunto de plasticina" não é o mesmo que "1 pacote de plasticina JumpingClay de 18g das cores: azul, amarela, vermelha, verde, branca, laranja e preta"
Sou sincera: não achei bem e vou dizê-lo às professoras nas reuniões.

Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)

Sabem o que é...

...papel esquiço* esquisso

Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)

Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.

Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!

Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
  • "1 tubo de cola stic" não é o mesmo que "1 tubo de cola stic UHU de 40g"
  • "1 conjunto de plasticina" não é o mesmo que "1 pacote de plasticina JumpingClay de 18g das cores: azul, amarela, vermelha, verde, branca, laranja e preta"
Sou sincera: não achei bem e vou dizê-lo às professoras nas reuniões.

Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)

Calções encontrados

O mistério dos calções desaparecidos foi solucionado. Não estavam para lavar, nem para engomar, nem arrumados... porque estavam no estendal, a secar! É caso para dizer: "Duh!"

Calções encontrados

O mistério dos calções desaparecidos foi solucionado. Não estavam para lavar, nem para engomar, nem arrumados... porque estavam no estendal, a secar! É caso para dizer: "Duh!"

O mistério dos calções desaparecidos

A Vassoura passou quase todo o verão a usar calções (principalmente os de ganga). Iam sendo lavados, não engomados e ficavam prontos a usar. Pois agora... não sabemos deles!

Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.

Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?

*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)

O mistério dos calções desaparecidos

A Vassoura passou quase todo o verão a usar calções (principalmente os de ganga). Iam sendo lavados, não engomados e ficavam prontos a usar. Pois agora... não sabemos deles!

Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.

Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?

*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)

Vassoura, a patinadora

O Rogério ainda tem os patins de rodas que usava em miúdo/jovem, daqueles que se calçam com sapatos e se ajustam ao tamanho do pé. 

A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.


Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio. 

Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!

Vassoura, a patinadora

O Rogério ainda tem os patins de rodas que usava em miúdo/jovem, daqueles que se calçam com sapatos e se ajustam ao tamanho do pé. 

A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.


Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio. 

Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!