Quando ontem chegou da escola, o Feitiço disse que estava muito cansado e que queria dormir. Quando era hora de jantar, encontrei o "Belo Feitiço Adormecido":
37,6º C antes de ir para a cama. Ben-U-Ron. Acordou a meio da noite, três vezes. Da segunda vez, chamou o Rogério (que não acordou) e quando lá cheguei (eram umas quatro e tal da manhã), deu perfeita conta que eu não era quem ele tinha chamado:
- Eu chamei o papá.
Eu: Eu sei, mas eu é que acordei. Então, o que foi?
Feitiço: ...
Hoje o Feitiço ficou em casa (tinha 38º C de manhã). Primeiro foi o Gato que ficou com ele, depois o avô Gato (com a minha "visita" à hora do almoço) e novamente o Gato.
Quando cheguei a casa depois das aulas (com uma "bela" dor de cabeça), o Feitiço dormia em cima da cama.
Agora: Feitiço e Rogério no hospital, pois com dores de ouvido não brincamos (os três têm uma certa tendência para fazer otites...)
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quinta-feira, 12 de março de 2015
Feitiço fora-de-serviço
Quando ontem chegou da escola, o Feitiço disse que estava muito cansado e que queria dormir. Quando era hora de jantar, encontrei o "Belo Feitiço Adormecido":
37,6º C antes de ir para a cama. Ben-U-Ron. Acordou a meio da noite, três vezes. Da segunda vez, chamou o Rogério (que não acordou) e quando lá cheguei (eram umas quatro e tal da manhã), deu perfeita conta que eu não era quem ele tinha chamado:
- Eu chamei o papá.
Eu: Eu sei, mas eu é que acordei. Então, o que foi?
Feitiço: ...
Hoje o Feitiço ficou em casa (tinha 38º C de manhã). Primeiro foi o Gato que ficou com ele, depois o avô Gato (com a minha "visita" à hora do almoço) e novamente o Gato.
Quando cheguei a casa depois das aulas (com uma "bela" dor de cabeça), o Feitiço dormia em cima da cama.
Agora: Feitiço e Rogério no hospital, pois com dores de ouvido não brincamos (os três têm uma certa tendência para fazer otites...)
37,6º C antes de ir para a cama. Ben-U-Ron. Acordou a meio da noite, três vezes. Da segunda vez, chamou o Rogério (que não acordou) e quando lá cheguei (eram umas quatro e tal da manhã), deu perfeita conta que eu não era quem ele tinha chamado:
- Eu chamei o papá.
Eu: Eu sei, mas eu é que acordei. Então, o que foi?
Feitiço: ...
Hoje o Feitiço ficou em casa (tinha 38º C de manhã). Primeiro foi o Gato que ficou com ele, depois o avô Gato (com a minha "visita" à hora do almoço) e novamente o Gato.
Quando cheguei a casa depois das aulas (com uma "bela" dor de cabeça), o Feitiço dormia em cima da cama.
Agora: Feitiço e Rogério no hospital, pois com dores de ouvido não brincamos (os três têm uma certa tendência para fazer otites...)
segunda-feira, 9 de março de 2015
"Eu não gostei...
... de ver a professora a ralhar tanto." - palavras de uma criança, minha aluna.
Respondi:
- Eu também não, mas não vou pedir desculpa, e sabes porquê?
Resposta dela e de outros (que se espalhou e passou a ser de todos): Porque nós é que nos portámos mal. Desculpe, professora [várias vozes em simultâneo].
Eu: Sabem como é que se percebe se o pedido de desculpas é verdadeiro? Se o X der um beliscão ao Y e lhe pedir desculpa, mas a seguir lhe der outro beliscão, vocês acham que o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nããão.
Eu: Então se vocês pedem desculpa pelo vosso comportamento, e a seguir o repetem, o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nãão.
Eu: Então vejam lá como se portam...
*********************************************************************************
Conclusão da história: o pedido de desculpa não foi sincero...
*********************************************************************************
Não posso deixar de me lembrar do sacramento da Confissão: quantas vezes (contas perdidas) confessei eu as mesmas coisas, estando bem arrependida delas, para voltar a cair nos mesmíssimos pecados? Quem sou eu, então, para dizer que o pedido de desculpa não foi sincero?
Respondi:
- Eu também não, mas não vou pedir desculpa, e sabes porquê?
Resposta dela e de outros (que se espalhou e passou a ser de todos): Porque nós é que nos portámos mal. Desculpe, professora [várias vozes em simultâneo].
Eu: Sabem como é que se percebe se o pedido de desculpas é verdadeiro? Se o X der um beliscão ao Y e lhe pedir desculpa, mas a seguir lhe der outro beliscão, vocês acham que o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nããão.
Eu: Então se vocês pedem desculpa pelo vosso comportamento, e a seguir o repetem, o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nãão.
Eu: Então vejam lá como se portam...
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Conclusão da história: o pedido de desculpa não foi sincero...
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Não posso deixar de me lembrar do sacramento da Confissão: quantas vezes (contas perdidas) confessei eu as mesmas coisas, estando bem arrependida delas, para voltar a cair nos mesmíssimos pecados? Quem sou eu, então, para dizer que o pedido de desculpa não foi sincero?
"Eu não gostei...
... de ver a professora a ralhar tanto." - palavras de uma criança, minha aluna.
Respondi:
- Eu também não, mas não vou pedir desculpa, e sabes porquê?
Resposta dela e de outros (que se espalhou e passou a ser de todos): Porque nós é que nos portámos mal. Desculpe, professora [várias vozes em simultâneo].
Eu: Sabem como é que se percebe se o pedido de desculpas é verdadeiro? Se o X der um beliscão ao Y e lhe pedir desculpa, mas a seguir lhe der outro beliscão, vocês acham que o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nããão.
Eu: Então se vocês pedem desculpa pelo vosso comportamento, e a seguir o repetem, o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nãão.
Eu: Então vejam lá como se portam...
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Conclusão da história: o pedido de desculpa não foi sincero...
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Não posso deixar de me lembrar do sacramento da Confissão: quantas vezes (contas perdidas) confessei eu as mesmas coisas, estando bem arrependida delas, para voltar a cair nos mesmíssimos pecados? Quem sou eu, então, para dizer que o pedido de desculpa não foi sincero?
Respondi:
- Eu também não, mas não vou pedir desculpa, e sabes porquê?
Resposta dela e de outros (que se espalhou e passou a ser de todos): Porque nós é que nos portámos mal. Desculpe, professora [várias vozes em simultâneo].
Eu: Sabem como é que se percebe se o pedido de desculpas é verdadeiro? Se o X der um beliscão ao Y e lhe pedir desculpa, mas a seguir lhe der outro beliscão, vocês acham que o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nããão.
Eu: Então se vocês pedem desculpa pelo vosso comportamento, e a seguir o repetem, o pedido de desculpa é sincero?
Todos: Nãão.
Eu: Então vejam lá como se portam...
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Conclusão da história: o pedido de desculpa não foi sincero...
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Não posso deixar de me lembrar do sacramento da Confissão: quantas vezes (contas perdidas) confessei eu as mesmas coisas, estando bem arrependida delas, para voltar a cair nos mesmíssimos pecados? Quem sou eu, então, para dizer que o pedido de desculpa não foi sincero?
Esta manhã
... apeteceu-me "rifar" o Feitiço. Ele consegue ser muito, muito cansativo. Num momento, está bem. De repente, "dá-lhe" uma "coisinha" e fica "possuído"! Nesses momentos, onde fica a [minha] paciência? Uuii! Vai pela janela fora!
Esta manhã
... apeteceu-me "rifar" o Feitiço. Ele consegue ser muito, muito cansativo. Num momento, está bem. De repente, "dá-lhe" uma "coisinha" e fica "possuído"! Nesses momentos, onde fica a [minha] paciência? Uuii! Vai pela janela fora!
"Eu adoro-te, Maria"
Ontem encontrei um postal muito bonito na escrivaninha da Vassoura. Não tenho autorização para o mostrar, mas não resisto a falar dele.
Na parte da frente, a mensagem que consta do título do post. Como nunca vi na Vassoura uma especial devoção mariana, calculei que a Maria do postal fosse uma menina de carne e osso. Por dentro, dizia: "Tenho imensas saudades tuas. Volta, por favor!"
Com esta manifestação de saudades e pedido de regresso, imaginei que se tratasse de uma amiga que tivesse saído da escola da Vassoura há algum tempo. Questionei a Vassoura a propósito da Maria do postal e levei uma justa reprimenda: "Não tinhas nada que ver isso!" Ups! (Ela tinha razão quanto ao interior do postal, mas em relação ao exterior, eu não tive hipótese de não ver, pois estava escarrapachado - ena, que palavra tão bonita! -, em pé, na escrivaninha aberta.)
Apesar da advertência, a Vassoura esclareceu-me: "Lembras-te de ontem?..."
"Ontem" tinha sido o dia do retiro das Famílias de Caná. A Vassoura e a Varinha fizeram amizade com duas irmãs (as mais velhas de quatro irmãos), de oito e seis anos, tal como elas. Desde então, estão ansiosas por tornar a vê-las. A Vassoura disse que o postal era para entregar à Maria quando a reencontrasse, e que depois desse reencontro faria outro para dar na vez seguinte. Segundo percebi, os postais são a manifestação da lembrança da pessoa ausente, neste caso, a Maria.
Se formos analisar a mensagem, percebemos que não há dúvida que foi escrita por uma criança. Só assim se compreende que peça a outra criança que regresse, como se o regresso fosse uma decisão dela e não tivesse que ser gerido pelos pais. Por outro lado, "regressa" para onde? Para o sítio do retiro? Não está propriamente ao virar da [nossa] esquina... Para a nossa localidade? Mas nunca estivemos juntos aqui...
Enfim, o desejo de querer que estejam novamente juntas é sincero e da parte da Varinha é igual (só que esta não tem a fluência da escrita da irmã mais velha).
Ah, é verdade, um aviso aos pais das manas em questão: o postal é para ser surpresa para a Maria, por isso não falem dele, OK?
Na parte da frente, a mensagem que consta do título do post. Como nunca vi na Vassoura uma especial devoção mariana, calculei que a Maria do postal fosse uma menina de carne e osso. Por dentro, dizia: "Tenho imensas saudades tuas. Volta, por favor!"
Com esta manifestação de saudades e pedido de regresso, imaginei que se tratasse de uma amiga que tivesse saído da escola da Vassoura há algum tempo. Questionei a Vassoura a propósito da Maria do postal e levei uma justa reprimenda: "Não tinhas nada que ver isso!" Ups! (Ela tinha razão quanto ao interior do postal, mas em relação ao exterior, eu não tive hipótese de não ver, pois estava escarrapachado - ena, que palavra tão bonita! -, em pé, na escrivaninha aberta.)
Apesar da advertência, a Vassoura esclareceu-me: "Lembras-te de ontem?..."
"Ontem" tinha sido o dia do retiro das Famílias de Caná. A Vassoura e a Varinha fizeram amizade com duas irmãs (as mais velhas de quatro irmãos), de oito e seis anos, tal como elas. Desde então, estão ansiosas por tornar a vê-las. A Vassoura disse que o postal era para entregar à Maria quando a reencontrasse, e que depois desse reencontro faria outro para dar na vez seguinte. Segundo percebi, os postais são a manifestação da lembrança da pessoa ausente, neste caso, a Maria.
Se formos analisar a mensagem, percebemos que não há dúvida que foi escrita por uma criança. Só assim se compreende que peça a outra criança que regresse, como se o regresso fosse uma decisão dela e não tivesse que ser gerido pelos pais. Por outro lado, "regressa" para onde? Para o sítio do retiro? Não está propriamente ao virar da [nossa] esquina... Para a nossa localidade? Mas nunca estivemos juntos aqui...
Enfim, o desejo de querer que estejam novamente juntas é sincero e da parte da Varinha é igual (só que esta não tem a fluência da escrita da irmã mais velha).
Ah, é verdade, um aviso aos pais das manas em questão: o postal é para ser surpresa para a Maria, por isso não falem dele, OK?
"Eu adoro-te, Maria"
Ontem encontrei um postal muito bonito na escrivaninha da Vassoura. Não tenho autorização para o mostrar, mas não resisto a falar dele.
Na parte da frente, a mensagem que consta do título do post. Como nunca vi na Vassoura uma especial devoção mariana, calculei que a Maria do postal fosse uma menina de carne e osso. Por dentro, dizia: "Tenho imensas saudades tuas. Volta, por favor!"
Com esta manifestação de saudades e pedido de regresso, imaginei que se tratasse de uma amiga que tivesse saído da escola da Vassoura há algum tempo. Questionei a Vassoura a propósito da Maria do postal e levei uma justa reprimenda: "Não tinhas nada que ver isso!" Ups! (Ela tinha razão quanto ao interior do postal, mas em relação ao exterior, eu não tive hipótese de não ver, pois estava escarrapachado - ena, que palavra tão bonita! -, em pé, na escrivaninha aberta.)
Apesar da advertência, a Vassoura esclareceu-me: "Lembras-te de ontem?..."
"Ontem" tinha sido o dia do retiro das Famílias de Caná. A Vassoura e a Varinha fizeram amizade com duas irmãs (as mais velhas de quatro irmãos), de oito e seis anos, tal como elas. Desde então, estão ansiosas por tornar a vê-las. A Vassoura disse que o postal era para entregar à Maria quando a reencontrasse, e que depois desse reencontro faria outro para dar na vez seguinte. Segundo percebi, os postais são a manifestação da lembrança da pessoa ausente, neste caso, a Maria.
Se formos analisar a mensagem, percebemos que não há dúvida que foi escrita por uma criança. Só assim se compreende que peça a outra criança que regresse, como se o regresso fosse uma decisão dela e não tivesse que ser gerido pelos pais. Por outro lado, "regressa" para onde? Para o sítio do retiro? Não está propriamente ao virar da [nossa] esquina... Para a nossa localidade? Mas nunca estivemos juntos aqui...
Enfim, o desejo de querer que estejam novamente juntas é sincero e da parte da Varinha é igual (só que esta não tem a fluência da escrita da irmã mais velha).
Ah, é verdade, um aviso aos pais das manas em questão: o postal é para ser surpresa para a Maria, por isso não falem dele, OK?
Na parte da frente, a mensagem que consta do título do post. Como nunca vi na Vassoura uma especial devoção mariana, calculei que a Maria do postal fosse uma menina de carne e osso. Por dentro, dizia: "Tenho imensas saudades tuas. Volta, por favor!"
Com esta manifestação de saudades e pedido de regresso, imaginei que se tratasse de uma amiga que tivesse saído da escola da Vassoura há algum tempo. Questionei a Vassoura a propósito da Maria do postal e levei uma justa reprimenda: "Não tinhas nada que ver isso!" Ups! (Ela tinha razão quanto ao interior do postal, mas em relação ao exterior, eu não tive hipótese de não ver, pois estava escarrapachado - ena, que palavra tão bonita! -, em pé, na escrivaninha aberta.)
Apesar da advertência, a Vassoura esclareceu-me: "Lembras-te de ontem?..."
"Ontem" tinha sido o dia do retiro das Famílias de Caná. A Vassoura e a Varinha fizeram amizade com duas irmãs (as mais velhas de quatro irmãos), de oito e seis anos, tal como elas. Desde então, estão ansiosas por tornar a vê-las. A Vassoura disse que o postal era para entregar à Maria quando a reencontrasse, e que depois desse reencontro faria outro para dar na vez seguinte. Segundo percebi, os postais são a manifestação da lembrança da pessoa ausente, neste caso, a Maria.
Se formos analisar a mensagem, percebemos que não há dúvida que foi escrita por uma criança. Só assim se compreende que peça a outra criança que regresse, como se o regresso fosse uma decisão dela e não tivesse que ser gerido pelos pais. Por outro lado, "regressa" para onde? Para o sítio do retiro? Não está propriamente ao virar da [nossa] esquina... Para a nossa localidade? Mas nunca estivemos juntos aqui...
Enfim, o desejo de querer que estejam novamente juntas é sincero e da parte da Varinha é igual (só que esta não tem a fluência da escrita da irmã mais velha).
Ah, é verdade, um aviso aos pais das manas em questão: o postal é para ser surpresa para a Maria, por isso não falem dele, OK?
sábado, 7 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
"Bom fim de semana!"
Poderiam ter sido as palavras que um aluno me dissera esta tarde, quando me vira de mochila às costas, vinte minutos depois de ter tocado para irem para o recreio e dez minutos antes de tocar para irem para a AEC (Atividade de Enriquecimento Curricular).
Poderiam ter sido essas as palavras, mas não foram. O que ele me disse foi: "Boa reunião!"
A razão é simples (mas não sei se é simples de explicar). Normalmente, quando toca para as AEC, eu ainda estou na escola, porque não me consigo organizar para sair antes disso (e já melhorei muito em relação ao passado). As exceções são quando tenho reuniões. Como vários alunos demoram a sair (saem à professora!), nesses dias eu costumo dizer: "Têm de se despachar porque eu tenho uma reunião e tenho de sair já - e vocês têm de sair à minha frente."
Ora, ao ver-me pronta para sair da escola antes de tocar para ir para a AEC, o aluno deduziu que eu tinha uma reunião...
Poderiam ter sido essas as palavras, mas não foram. O que ele me disse foi: "Boa reunião!"
A razão é simples (mas não sei se é simples de explicar). Normalmente, quando toca para as AEC, eu ainda estou na escola, porque não me consigo organizar para sair antes disso (e já melhorei muito em relação ao passado). As exceções são quando tenho reuniões. Como vários alunos demoram a sair (saem à professora!), nesses dias eu costumo dizer: "Têm de se despachar porque eu tenho uma reunião e tenho de sair já - e vocês têm de sair à minha frente."
Ora, ao ver-me pronta para sair da escola antes de tocar para ir para a AEC, o aluno deduziu que eu tinha uma reunião...
"Bom fim de semana!"
Poderiam ter sido as palavras que um aluno me dissera esta tarde, quando me vira de mochila às costas, vinte minutos depois de ter tocado para irem para o recreio e dez minutos antes de tocar para irem para a AEC (Atividade de Enriquecimento Curricular).
Poderiam ter sido essas as palavras, mas não foram. O que ele me disse foi: "Boa reunião!"
A razão é simples (mas não sei se é simples de explicar). Normalmente, quando toca para as AEC, eu ainda estou na escola, porque não me consigo organizar para sair antes disso (e já melhorei muito em relação ao passado). As exceções são quando tenho reuniões. Como vários alunos demoram a sair (saem à professora!), nesses dias eu costumo dizer: "Têm de se despachar porque eu tenho uma reunião e tenho de sair já - e vocês têm de sair à minha frente."
Ora, ao ver-me pronta para sair da escola antes de tocar para ir para a AEC, o aluno deduziu que eu tinha uma reunião...
Poderiam ter sido essas as palavras, mas não foram. O que ele me disse foi: "Boa reunião!"
A razão é simples (mas não sei se é simples de explicar). Normalmente, quando toca para as AEC, eu ainda estou na escola, porque não me consigo organizar para sair antes disso (e já melhorei muito em relação ao passado). As exceções são quando tenho reuniões. Como vários alunos demoram a sair (saem à professora!), nesses dias eu costumo dizer: "Têm de se despachar porque eu tenho uma reunião e tenho de sair já - e vocês têm de sair à minha frente."
Ora, ao ver-me pronta para sair da escola antes de tocar para ir para a AEC, o aluno deduziu que eu tinha uma reunião...
quinta-feira, 5 de março de 2015
Sou mesmo lamechas #4
Estive a reler posts antigos para adicionar uma etiqueta que criei recentemente aos posts que dela deveriam fazer parte (tive de desistir entretanto, porque o blogue já tem muitos posts!).
Quando vi este post, pensei que não corria riscos de ficar com lágrimas, pois desta vez sabia perfeitamente o que ia acontecer...
Enganei-me e já estou novamente a fungar!
Quando vi este post, pensei que não corria riscos de ficar com lágrimas, pois desta vez sabia perfeitamente o que ia acontecer...
Enganei-me e já estou novamente a fungar!
Sou mesmo lamechas #4
Estive a reler posts antigos para adicionar uma etiqueta que criei recentemente aos posts que dela deveriam fazer parte (tive de desistir entretanto, porque o blogue já tem muitos posts!).
Quando vi este post, pensei que não corria riscos de ficar com lágrimas, pois desta vez sabia perfeitamente o que ia acontecer...
Enganei-me e já estou novamente a fungar!
Quando vi este post, pensei que não corria riscos de ficar com lágrimas, pois desta vez sabia perfeitamente o que ia acontecer...
Enganei-me e já estou novamente a fungar!
Parabéns (recentes)... a nós!
Ontem o blogue fez dois anos*, por isso estamos de parabéns. Nós. Eu e vocês desse lado porque, convenhamos, se nunca houvesse participação de quem lê, ter um blogue teria menos de metade da piada (não é que tenha piada ter um blogue, mas a interação é gira, sem dúvida).
*Pois, eu sei, é vergonhoso ter deixado passar uma data destas. Nem sequer foi falta de tempo para vir ao blogue, pois vim, escrevi e publiquei (quatro vezes) - eu simplesmente não me lembrei. Para que não se repita vou já escrever e agendar o post do terceiro aniversário...
*Pois, eu sei, é vergonhoso ter deixado passar uma data destas. Nem sequer foi falta de tempo para vir ao blogue, pois vim, escrevi e publiquei (quatro vezes) - eu simplesmente não me lembrei. Para que não se repita vou já escrever e agendar o post do terceiro aniversário...
Parabéns (recentes)... a nós!
Ontem o blogue fez dois anos*, por isso estamos de parabéns. Nós. Eu e vocês desse lado porque, convenhamos, se nunca houvesse participação de quem lê, ter um blogue teria menos de metade da piada (não é que tenha piada ter um blogue, mas a interação é gira, sem dúvida).
*Pois, eu sei, é vergonhoso ter deixado passar uma data destas. Nem sequer foi falta de tempo para vir ao blogue, pois vim, escrevi e publiquei (quatro vezes) - eu simplesmente não me lembrei. Para que não se repita vou já escrever e agendar o post do terceiro aniversário...
*Pois, eu sei, é vergonhoso ter deixado passar uma data destas. Nem sequer foi falta de tempo para vir ao blogue, pois vim, escrevi e publiquei (quatro vezes) - eu simplesmente não me lembrei. Para que não se repita vou já escrever e agendar o post do terceiro aniversário...
quarta-feira, 4 de março de 2015
A minha melhor amiga #2
... quando leu o primeiro post sobre a minha melhor amiga pensou que talvez fosse ela, mas, como é modesta (muito), não teve certeza. Já lhe respondi:
- CLARO que és TU!!!
- CLARO que és TU!!!
A minha melhor amiga #2
... quando leu o primeiro post sobre a minha melhor amiga pensou que talvez fosse ela, mas, como é modesta (muito), não teve certeza. Já lhe respondi:
- CLARO que és TU!!!
- CLARO que és TU!!!
O que eles gostam realmente...
... é de sair da sala de aula e fazer atividades no exterior.
Ontem saí com os meus alunos (mais os necessários adultos acompanhantes) para fazer uma atividade fora da escola (mas perto - fomos a pé).
Deliraram, portaram-se bem, trabalharam todos* de forma empenhada... - por que é que não é assim sempre? [pergunta de retórica]
*Friso que foram todos porque tenho umas "prendas" assim mais a dar para o mandrião...
Eles gostam - e eu também gosto! Mas não dá para fazer muitas vezes! Ou dá? Depois de ver como correu bem, se calhar vou "inventar" mais atividades para fazer no exterior...
Vida de professora também é isto: experimentar, arriscar, inovar, aprender...
Ontem saí com os meus alunos (mais os necessários adultos acompanhantes) para fazer uma atividade fora da escola (mas perto - fomos a pé).
Deliraram, portaram-se bem, trabalharam todos* de forma empenhada... - por que é que não é assim sempre? [pergunta de retórica]
*Friso que foram todos porque tenho umas "prendas" assim mais a dar para o mandrião...
Eles gostam - e eu também gosto! Mas não dá para fazer muitas vezes! Ou dá? Depois de ver como correu bem, se calhar vou "inventar" mais atividades para fazer no exterior...
Vida de professora também é isto: experimentar, arriscar, inovar, aprender...
O que eles gostam realmente...
... é de sair da sala de aula e fazer atividades no exterior.
Ontem saí com os meus alunos (mais os necessários adultos acompanhantes) para fazer uma atividade fora da escola (mas perto - fomos a pé).
Deliraram, portaram-se bem, trabalharam todos* de forma empenhada... - por que é que não é assim sempre? [pergunta de retórica]
*Friso que foram todos porque tenho umas "prendas" assim mais a dar para o mandrião...
Eles gostam - e eu também gosto! Mas não dá para fazer muitas vezes! Ou dá? Depois de ver como correu bem, se calhar vou "inventar" mais atividades para fazer no exterior...
Vida de professora também é isto: experimentar, arriscar, inovar, aprender...
Ontem saí com os meus alunos (mais os necessários adultos acompanhantes) para fazer uma atividade fora da escola (mas perto - fomos a pé).
Deliraram, portaram-se bem, trabalharam todos* de forma empenhada... - por que é que não é assim sempre? [pergunta de retórica]
*Friso que foram todos porque tenho umas "prendas" assim mais a dar para o mandrião...
Eles gostam - e eu também gosto! Mas não dá para fazer muitas vezes! Ou dá? Depois de ver como correu bem, se calhar vou "inventar" mais atividades para fazer no exterior...
Vida de professora também é isto: experimentar, arriscar, inovar, aprender...
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