segunda-feira, 7 de julho de 2014

domingo, 6 de julho de 2014

Autonomia

Feitiço: Quero tomar banho sozinho.
Eu: Está bem.
Feitiço: Mas eu quero ajuda para tomar banho sozinho!
:-)

Autonomia

Feitiço: Quero tomar banho sozinho.
Eu: Está bem.
Feitiço: Mas eu quero ajuda para tomar banho sozinho!
:-)

Palavras by Feitiço

tástua (estátua)
mamocas do rabo (nádegas)

Palavras by Feitiço

tástua (estátua)
mamocas do rabo (nádegas)

Estou contentíssima!

Este está a ser dos melhores invernos de que tenho memória!

...

Estou contentíssima!

Este está a ser dos melhores invernos de que tenho memória!

...

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O elevador do nariz

O Feitiço fica facilmente constipado e do nariz ranhoso a uma otite, é só um pulinho. (Não contei aqui, mas depois de uma otite no fim de maio, teve outra em junho.)

Eu e o Rogério tentamos que o Feitiço mantenha uma boa higiene nasal. Nem deveria ser necessário pôr-lhe soro fisiológico no nariz, pois ele sabe assoar-se, mas pomos à mesma, já que raramente se assoa como deve ser (muito barulho e pouca eficiência, é o que vos digo).

Ontem, o Rogério disse ao Feitiço que, se ele não se assoasse, se calhar teríamos de lhe limpar o nariz com um aspirador de narizes (coisa que temos, mas que não usamos há muuuuito tempo). O Feitiço riu-se, pois achou piada à mímica que o pai fez da aspiradela do nariz, e depois de uma recusa inicial, acabou por dizer:

- Está bem, o papá pode limpar o nariz com o elevador!

Como o Feitiço entretanto se assoou, não utilizámos o aspirador. Já agora, acham que nos devemos preocupar com a validade do dito cujo?

O elevador do nariz

O Feitiço fica facilmente constipado e do nariz ranhoso a uma otite, é só um pulinho. (Não contei aqui, mas depois de uma otite no fim de maio, teve outra em junho.)

Eu e o Rogério tentamos que o Feitiço mantenha uma boa higiene nasal. Nem deveria ser necessário pôr-lhe soro fisiológico no nariz, pois ele sabe assoar-se, mas pomos à mesma, já que raramente se assoa como deve ser (muito barulho e pouca eficiência, é o que vos digo).

Ontem, o Rogério disse ao Feitiço que, se ele não se assoasse, se calhar teríamos de lhe limpar o nariz com um aspirador de narizes (coisa que temos, mas que não usamos há muuuuito tempo). O Feitiço riu-se, pois achou piada à mímica que o pai fez da aspiradela do nariz, e depois de uma recusa inicial, acabou por dizer:

- Está bem, o papá pode limpar o nariz com o elevador!

Como o Feitiço entretanto se assoou, não utilizámos o aspirador. Já agora, acham que nos devemos preocupar com a validade do dito cujo?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

"São twinnies"!

Ontem fizeram 11 anos as filhas de um casal amigo. Parabéns, mais uma vez!

Hoje recordei dois momentos que se passaram antes do nascimento e apetece-me registá-los (até porque não tenho energia mental para outros posts).

Antes da C. estar grávida, mas sabendo eu que andavam a tentar, sempre que nos encontrávamos eu fazia a pergunta que não se deve fazer a quem está nessa situação: "Então, há novidades?". A resposta era sempre negativa. Até que um dia, ao entrar no carro, cumprimentei a minha amiga e não fiz a pergunta do costume. Aí, diz-me ela: "Então, hoje não me perguntas se há novidades?"... E havia, claro! :-)

Algum (pouco) tempo depois, estava eu na escola, quando recebo uma mensagem no telemóvel: "São twinnies!"

Adorei a forma como me informou que eram gémeos (gémeas, veio a verificar-se), porque aludia ao jogo de cartas que jogávamos nos intervalos das aulas, em que, sempre que colocávamos uma carta por cima de outra igual, dizíamos que eram "twinnies" (acho que primeiro dizíamos "twins", mas depois o outro nome "pegou")...

Não tenho muitas certezas neste mundo, mas uma das que tenho é que, se o sonho que contei aqui se tornasse realidade, esta minha amiga seria informada exatamente da mesma maneira. Combinado?

"São twinnies"!

Ontem fizeram 11 anos as filhas de um casal amigo. Parabéns, mais uma vez!

Hoje recordei dois momentos que se passaram antes do nascimento e apetece-me registá-los (até porque não tenho energia mental para outros posts).

Antes da C. estar grávida, mas sabendo eu que andavam a tentar, sempre que nos encontrávamos eu fazia a pergunta que não se deve fazer a quem está nessa situação: "Então, há novidades?". A resposta era sempre negativa. Até que um dia, ao entrar no carro, cumprimentei a minha amiga e não fiz a pergunta do costume. Aí, diz-me ela: "Então, hoje não me perguntas se há novidades?"... E havia, claro! :-)

Algum (pouco) tempo depois, estava eu na escola, quando recebo uma mensagem no telemóvel: "São twinnies!"

Adorei a forma como me informou que eram gémeos (gémeas, veio a verificar-se), porque aludia ao jogo de cartas que jogávamos nos intervalos das aulas, em que, sempre que colocávamos uma carta por cima de outra igual, dizíamos que eram "twinnies" (acho que primeiro dizíamos "twins", mas depois o outro nome "pegou")...

Não tenho muitas certezas neste mundo, mas uma das que tenho é que, se o sonho que contei aqui se tornasse realidade, esta minha amiga seria informada exatamente da mesma maneira. Combinado?

sábado, 28 de junho de 2014

Uma mentira que dá que pensar

Não sei se leram alguma coisa sobre a alegada expulsão de uma menina com cicatrizes de um restaurante da cadeia KFC. Segundo este artigo, parece que a avó da criança inventou o acontecimento para receber ajuda monetária para a neta.

Se realmente é mentira, é uma mentira grave, claro, e não aprovo a conduta da avó. Mas a verdade é que depois da notícia ter sido publicada (e a facilidade com que se publicam mentiras é impressionante), a família da criança recebeu [e agora vai em inglês, sem tradução] an outpouring of support and donations, which included free reconstructive surgeries from doctors and a $30,000 donation from the KFC corporation

E o que me faz pensar é isto: quando a notícia do ataque do cão à menina foi publicada, não houve médicos a oferecer cirurgias reconstrutivas gratuitas, nem solidariedade "palpável" da sociedade em geral. Foi preciso uma história de discriminação num restaurante famoso (não o posso provar, mas duvido que a notícia tivesse tido o mesmo impacto se fosse num restaurante único e modesto) para que surgisse uma onda de solidariedade desta dimensão.

Quem fica bem nesta história é a cadeia de restaurantes KFC, que, antes mesmo de investigar os contornos e a veracidade da história, contribuiu com uma boa quantia. É claro que se o fez foi porque podia, financeiramente, e porque são experientes nestas coisas... Independentemente de se poder vir a descobrir e provar que tudo era mentira, o nome da companhia ficou desde o início relativamente bem visto por causa da contribuição e da declaração que fizeram na altura. Com estas medidas, conseguiram que a revolta das pessoas fosse canalizada para o alegado funcionário que cometeu a discriminação e não para a inteira cadeia KFC.

P.S. - Não sou cliente KFC. O cheiro enjoa-me desde a primeira e única vez que entrei num KFC, nos EUA.

Uma mentira que dá que pensar

Não sei se leram alguma coisa sobre a alegada expulsão de uma menina com cicatrizes de um restaurante da cadeia KFC. Segundo este artigo, parece que a avó da criança inventou o acontecimento para receber ajuda monetária para a neta.

Se realmente é mentira, é uma mentira grave, claro, e não aprovo a conduta da avó. Mas a verdade é que depois da notícia ter sido publicada (e a facilidade com que se publicam mentiras é impressionante), a família da criança recebeu [e agora vai em inglês, sem tradução] an outpouring of support and donations, which included free reconstructive surgeries from doctors and a $30,000 donation from the KFC corporation

E o que me faz pensar é isto: quando a notícia do ataque do cão à menina foi publicada, não houve médicos a oferecer cirurgias reconstrutivas gratuitas, nem solidariedade "palpável" da sociedade em geral. Foi preciso uma história de discriminação num restaurante famoso (não o posso provar, mas duvido que a notícia tivesse tido o mesmo impacto se fosse num restaurante único e modesto) para que surgisse uma onda de solidariedade desta dimensão.

Quem fica bem nesta história é a cadeia de restaurantes KFC, que, antes mesmo de investigar os contornos e a veracidade da história, contribuiu com uma boa quantia. É claro que se o fez foi porque podia, financeiramente, e porque são experientes nestas coisas... Independentemente de se poder vir a descobrir e provar que tudo era mentira, o nome da companhia ficou desde o início relativamente bem visto por causa da contribuição e da declaração que fizeram na altura. Com estas medidas, conseguiram que a revolta das pessoas fosse canalizada para o alegado funcionário que cometeu a discriminação e não para a inteira cadeia KFC.

P.S. - Não sou cliente KFC. O cheiro enjoa-me desde a primeira e única vez que entrei num KFC, nos EUA.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ups! She did it again!

Lembram-se disto?

Repetiu o feito, hoje.

Para ser totalmente justa, não foi bem a mesma coisa. Desta vez, como não apareceu na altura marcada para todos os encarregados de educação, propus que propusesse a hora que lhe dava jeito. Respondeu-me que só poderia a certa hora (depois do trabalho), no dia que eu dissesse. Marquei então para hoje, para a hora que me dizia ser a única possível. Pedi-lhe apenas para confirmar (por email ou por sms) que viria (para não ficar em vão à espera dela. É aqui que está a diferença em relação à vez anterior, pois ela realmente não confirmou. Mas, bolas, se estivesse interessada teria lido o mail e respondido que hoje, afinal, não poderia! - ou sou eu que sou uma exagerada?)

Como tinha outra mãe com quem precisava de marcar, marquei para a mesma hora. E ainda bem que o fiz, pois assim não esperei em vão!

Ups! She did it again!

Lembram-se disto?

Repetiu o feito, hoje.

Para ser totalmente justa, não foi bem a mesma coisa. Desta vez, como não apareceu na altura marcada para todos os encarregados de educação, propus que propusesse a hora que lhe dava jeito. Respondeu-me que só poderia a certa hora (depois do trabalho), no dia que eu dissesse. Marquei então para hoje, para a hora que me dizia ser a única possível. Pedi-lhe apenas para confirmar (por email ou por sms) que viria (para não ficar em vão à espera dela. É aqui que está a diferença em relação à vez anterior, pois ela realmente não confirmou. Mas, bolas, se estivesse interessada teria lido o mail e respondido que hoje, afinal, não poderia! - ou sou eu que sou uma exagerada?)

Como tinha outra mãe com quem precisava de marcar, marquei para a mesma hora. E ainda bem que o fiz, pois assim não esperei em vão!

Aprovação filial

Hoje vesti uma camisa que tem uma fita para apertar à cintura. Quando ainda não a tinha apertado, passou-se esta conversa:

Feitiço: Falta dares um nó.
Eu [enquanto apertava]: Não é um nó, é um laço.
Feitiço [quando acabei de dar o laço, em jeito de aprovação]: Perfeita! [E deu-me um abraço.]

Aprovação filial

Hoje vesti uma camisa que tem uma fita para apertar à cintura. Quando ainda não a tinha apertado, passou-se esta conversa:

Feitiço: Falta dares um nó.
Eu [enquanto apertava]: Não é um nó, é um laço.
Feitiço [quando acabei de dar o laço, em jeito de aprovação]: Perfeita! [E deu-me um abraço.]

Sonhos #27

Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!

Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).

Sonhos #27

Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!

Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).