Acordei por volta das 05:40h, com o Feitiço a chamar-me, gritando, descontraidamente, como se estivesse em pleno dia.
Feitiço: Ma-mã! Ma-mã! Ma-mã!
Levantei-me e fui ter com ele, ao quarto que partilha com as irmãs.
Eu: Feitiço, não podes gritar.
Feitiço: Puquê?
Eu: Porque está toda a gente a dormir. Não podes fazer barulho.
Feitiço: Eu só quero fazer uma pergunta. Amanhã quero ir à casa dos avós.
Eu: Amanhã [hoje] vamos almoçar com os avós e com o tio. Agora dorme.
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sábado, 15 de junho de 2013
Isto não é normal! Ou é?
Acordei por volta das 05:40h, com o Feitiço a chamar-me, gritando, descontraidamente, como se estivesse em pleno dia.
Feitiço: Ma-mã! Ma-mã! Ma-mã!
Levantei-me e fui ter com ele, ao quarto que partilha com as irmãs.
Eu: Feitiço, não podes gritar.
Feitiço: Puquê?
Eu: Porque está toda a gente a dormir. Não podes fazer barulho.
Feitiço: Eu só quero fazer uma pergunta. Amanhã quero ir à casa dos avós.
Eu: Amanhã [hoje] vamos almoçar com os avós e com o tio. Agora dorme.
Feitiço: Ma-mã! Ma-mã! Ma-mã!
Levantei-me e fui ter com ele, ao quarto que partilha com as irmãs.
Eu: Feitiço, não podes gritar.
Feitiço: Puquê?
Eu: Porque está toda a gente a dormir. Não podes fazer barulho.
Feitiço: Eu só quero fazer uma pergunta. Amanhã quero ir à casa dos avós.
Eu: Amanhã [hoje] vamos almoçar com os avós e com o tio. Agora dorme.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Roubei este texto a uma aluna do 12º ano
Não a conheço. Parece que se chama Inês Gonçalves. Partilhou no facebook uma nota. E essa nota merece e deve ser divulgada.
"Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.
"Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.
Dizem que sou refém! Dizem que me estão a prejudicar a vida! Todos falam do meu futuro, preocupam-se com ele, dizem que interessa, que mo estão a prejudicar…
Ando há 12 anos na escola, na escola pública.
Durante estes 12 anos aprendi. Aprendi a ler e a escrever, aprendi as banalidades e necessidades que alguém que não conheci considerou que me seriam úteis no futuro. Já naquela altura se preocupavam com o meu futuro. Essas directivas eram-me passadas por pessoas, pessoas que escolheram como profissão o ensino, que gostavam do que faziam.
As pessoas que me ensinaram isso foram também aquelas que me ensinaram a importância do que está para além desses domínios e me alertaram para a outra dimensão que uma escola “a sério” deve ter: a dimensão cívica.
Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros, fui ensinada por professores! Esses professores ensinaram-me a mim e a milhares de outros alunos a sermos também nós pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores!
Talvez resida ai a minha incapacidade para perceber aqueles que se dizem tão preocupados com o meu futuro. Talvez resida no facto de não perceber como é que alguém pode pôr em causa a legitimidade da resistência de outrem à destruição do futuro e presente de um país inteiro!
Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem?
Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas?
Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos?
Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar?
Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso?
Não somos reféns nessa altura?
E a preocupação com o futuro dos meus professores? Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado?
Todas as atrocidades que têm sido cometidas contra nós, alunos, e contra a qualidade do ensino que nos é leccionado não pode ser esquecida nunca mas especialmente em momentos como este!
Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro!
De facto, Crato tem razão quando diz que somos reféns, engana-se é na escolha do sequestrador!
E em relação aos reféns: não são só os alunos; são os alunos, os professores, os encarregados de educação, os pais, os avós, os desempregados, os precários, os emigrantes forçados... Os reféns são todos aqueles que, em Portugal, hipotecam presentes e futuros para satisfazer a "porra" de uma entidade que parece não saber que nós não somos números mas sim pessoas!
Se há momentos para ser solidária, este é um deles! Estou convosco*
Inês Gonçalves"
Roubei este texto a uma aluna do 12º ano
Não a conheço. Parece que se chama Inês Gonçalves. Partilhou no facebook uma nota. E essa nota merece e deve ser divulgada.
"Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.
"Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.
Dizem que sou refém! Dizem que me estão a prejudicar a vida! Todos falam do meu futuro, preocupam-se com ele, dizem que interessa, que mo estão a prejudicar…
Ando há 12 anos na escola, na escola pública.
Durante estes 12 anos aprendi. Aprendi a ler e a escrever, aprendi as banalidades e necessidades que alguém que não conheci considerou que me seriam úteis no futuro. Já naquela altura se preocupavam com o meu futuro. Essas directivas eram-me passadas por pessoas, pessoas que escolheram como profissão o ensino, que gostavam do que faziam.
As pessoas que me ensinaram isso foram também aquelas que me ensinaram a importância do que está para além desses domínios e me alertaram para a outra dimensão que uma escola “a sério” deve ter: a dimensão cívica.
Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros, fui ensinada por professores! Esses professores ensinaram-me a mim e a milhares de outros alunos a sermos também nós pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores!
Talvez resida ai a minha incapacidade para perceber aqueles que se dizem tão preocupados com o meu futuro. Talvez resida no facto de não perceber como é que alguém pode pôr em causa a legitimidade da resistência de outrem à destruição do futuro e presente de um país inteiro!
Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem?
Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas?
Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos?
Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar?
Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso?
Não somos reféns nessa altura?
E a preocupação com o futuro dos meus professores? Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado?
Todas as atrocidades que têm sido cometidas contra nós, alunos, e contra a qualidade do ensino que nos é leccionado não pode ser esquecida nunca mas especialmente em momentos como este!
Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro!
De facto, Crato tem razão quando diz que somos reféns, engana-se é na escolha do sequestrador!
E em relação aos reféns: não são só os alunos; são os alunos, os professores, os encarregados de educação, os pais, os avós, os desempregados, os precários, os emigrantes forçados... Os reféns são todos aqueles que, em Portugal, hipotecam presentes e futuros para satisfazer a "porra" de uma entidade que parece não saber que nós não somos números mas sim pessoas!
Se há momentos para ser solidária, este é um deles! Estou convosco*
Inês Gonçalves"
"Só faz quando precisa" foi a minha resposta
Varinha: Mamã, o Feitiço já não faz 'apores?
['apores = vapores, com a máquina]
['apores = vapores, com a máquina]
"Só faz quando precisa" foi a minha resposta
Varinha: Mamã, o Feitiço já não faz 'apores?
['apores = vapores, com a máquina]
['apores = vapores, com a máquina]
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Mãe vaidosa
Depois de ver a minha menina mais velha a dançar ballet na apresentação de final de ano, só posso mesmo estar vaidosa e muito orgulhosa - dançou tão bem!
Mãe vaidosa
Depois de ver a minha menina mais velha a dançar ballet na apresentação de final de ano, só posso mesmo estar vaidosa e muito orgulhosa - dançou tão bem!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Que chatice!
Tive um sonho que me lembro de pensar: "Não me posso esquecer dele, para o escrever..." Adivinharam: esqueci-me!
Ok, não é importante! :-)
Ok, não é importante! :-)
Que chatice!
Tive um sonho que me lembro de pensar: "Não me posso esquecer dele, para o escrever..." Adivinharam: esqueci-me!
Ok, não é importante! :-)
Ok, não é importante! :-)
Velhos do Restelo
É o que são todos os que agoiram a ida do Feitiço para a escola em setembro. "Ele vai chorar o tempo todo durante pelo menos um mês", "Ele só quer a mamã!", "Ele isto", "Ele aquilo"...
Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.
"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".
Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.
A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]
O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...
e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:
- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...
O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."
Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.
"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".
Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.
A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]
O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...
e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:
- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...
O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."
Velhos do Restelo
É o que são todos os que agoiram a ida do Feitiço para a escola em setembro. "Ele vai chorar o tempo todo durante pelo menos um mês", "Ele só quer a mamã!", "Ele isto", "Ele aquilo"...
Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.
"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".
Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.
A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]
O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...
e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:
- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...
O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."
Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.
"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".
Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.
A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]
O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...
e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:
- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...
O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."
domingo, 9 de junho de 2013
Uma verdadeira heroína
Esta cadela salvou duas meninas de serem atropeladas por uma mota. Esteve em tratamento nos EUA durante oito meses e voltou para casa, nas Filipinas, sendo recebida como heroína por uma multidão. Nada que não merecesse.
Para conhecerem toda a história, leiam o artigo aqui.
![]() |
| Foto retirada da notícia (ver link abaixo). |
Uma verdadeira heroína
Esta cadela salvou duas meninas de serem atropeladas por uma mota. Esteve em tratamento nos EUA durante oito meses e voltou para casa, nas Filipinas, sendo recebida como heroína por uma multidão. Nada que não merecesse.
Para conhecerem toda a história, leiam o artigo aqui.
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| Foto retirada da notícia (ver link abaixo). |
Reflexão pós-sonho
A propósito deste sonho, fiz algumas reflexões:
1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...
2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!
3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.
1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...
2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!
3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.
Reflexão pós-sonho
A propósito deste sonho, fiz algumas reflexões:
1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...
2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!
3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.
1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...
2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!
3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.
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