quarta-feira, 29 de maio de 2013

Globos de Ouro

Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue  A Pipoca Mais Doce.

Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!

Globos de Ouro

Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue  A Pipoca Mais Doce.

Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!

Balanço da segunda estadia do Filhote Pato

Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...

Após duas semanas, é tempo de balanço!

Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.

Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...

Balanço da segunda estadia do Filhote Pato

Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...

Após duas semanas, é tempo de balanço!

Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.

Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...

Desafio "Berra-me baixo" #5

Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).

No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.

Desafio "Berra-me baixo" #5

Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).

No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Primeiro e possivelmente último post sobre futebol

Há 40 anos fui dada à luz e por lá me mantive até hoje.

Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.

E pronto, assim acaba este post sobre futebol.

Não! Tenho algo a acrescentar!

Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!

Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).

Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:

"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"

Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).

A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.

Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!

Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)

*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...

Primeiro e possivelmente último post sobre futebol

Há 40 anos fui dada à luz e por lá me mantive até hoje.

Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.

E pronto, assim acaba este post sobre futebol.

Não! Tenho algo a acrescentar!

Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!

Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).

Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:

"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"

Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).

A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.

Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!

Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)

*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...

Palavras à moda deles #5

Mais umas palavras ditas pelo Feitiço:

escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)

Palavras à moda deles #5

Mais umas palavras ditas pelo Feitiço:

escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)

domingo, 26 de maio de 2013

Quem tem maminhas grandes?

Depois de cantar as canções da praxe, ao deitar o Feitiço para a sesta, ouvi esta pérola:

Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.

Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??

Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.

A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...

Quem tem maminhas grandes?

Depois de cantar as canções da praxe, ao deitar o Feitiço para a sesta, ouvi esta pérola:

Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.

Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??

Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.

A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Palavras à moda deles #4

Vassoura:
bolas de berlinde (bolas de Berlim)

Varinha:
corpo do mano (corpo humano)

Feitiço:
A mangueira é para mangar.

Palavras à moda deles #4

Vassoura:
bolas de berlinde (bolas de Berlim)

Varinha:
corpo do mano (corpo humano)

Feitiço:
A mangueira é para mangar.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Feitiço médico e pai

Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...

Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.

Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).

A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.

Feitiço médico e pai

Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...

Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.

Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).

A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.

O Facebook não é grátis

Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.

Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.

Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.

O Facebook não é grátis

Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.

Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.

Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Desafio "Berra-me baixo" #4

A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.

Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:

- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...

A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:

- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...

Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".

Desafio "Berra-me baixo" #4

A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.

Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:

- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...

A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:

- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...

Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".