quinta-feira, 23 de maio de 2013

Feitiço médico e pai

Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...

Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.

Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).

A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.

Feitiço médico e pai

Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...

Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.

Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).

A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.

O Facebook não é grátis

Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.

Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.

Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.

O Facebook não é grátis

Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.

Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.

Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Desafio "Berra-me baixo" #4

A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.

Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:

- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...

A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:

- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...

Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".

Desafio "Berra-me baixo" #4

A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.

Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:

- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...

A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:

- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...

Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".

Regresso ao passado que não foi

Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.

Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.

A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.

*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]

Regresso ao passado que não foi

Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.

Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.

A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.

*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]

terça-feira, 21 de maio de 2013

Do you speak "brasileiro"?

Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!

Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.

A certa altura, pergunta o Feitiço:

- Estás a falar inglês?

Do you speak "brasileiro"?

Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!

Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.

A certa altura, pergunta o Feitiço:

- Estás a falar inglês?

Happy Endings

Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).

Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.

Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.

Happy Endings

Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).

Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.

Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Um trabalho a meias

Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).


"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."

*["pásso", na versão do Feitiço]

Um trabalho a meias

Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).


"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."

*["pásso", na versão do Feitiço]

Onde estás, "Boneco Macosa"?

No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).

Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:

O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"...

Onde estás, "Boneco Macosa"?

No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).

Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:

O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"...

sábado, 18 de maio de 2013

Olhar intenso - a opinião do "avaliador"

O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!

Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!

Olhar intenso - a opinião do "avaliador"

O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!

Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!

Cinema - check!

Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.

O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.

Cinema - check!

Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.

O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.