Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Feitiço médico e pai
Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
O Facebook não é grátis
Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
O Facebook não é grátis
Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Desafio "Berra-me baixo" #4
A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Desafio "Berra-me baixo" #4
A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Regresso ao passado que não foi
Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Regresso ao passado que não foi
Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
terça-feira, 21 de maio de 2013
Do you speak "brasileiro"?
Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Do you speak "brasileiro"?
Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Happy Endings
Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Happy Endings
Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Um trabalho a meias
Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).
"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."
*["pásso", na versão do Feitiço]
Um trabalho a meias
Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).
"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."
*["pásso", na versão do Feitiço]
Onde estás, "Boneco Macosa"?
No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
| O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"... |
Onde estás, "Boneco Macosa"?
No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
| O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"... |
sábado, 18 de maio de 2013
Olhar intenso - a opinião do "avaliador"
O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Olhar intenso - a opinião do "avaliador"
O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Cinema - check!
Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
Cinema - check!
Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
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