domingo, 17 de junho de 2018

Depois da mana mais nova, a sobrinha mais velha

Hoje é o último dia da sequência aniversariante familiar*. E quem hoje faz (26) anos é a minha muito, muito, muito querida sobrinha - e também afilhada - mais velha. 


 


           


P A R A B É N S ! ! !


            


 


Que tenhas um dia muito feliz!


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Como o tempo passa...


 


*de junho, porque na minha família há várias épocas altas em aniversários - embora quatro dias seguidos seja realmente um exclusivo deste mês.

sábado, 16 de junho de 2018

5 Coisas Boas Por Semana | 11-6 a 15-6-2018

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11 de junho (2.ª feira)



  • Comprei cuecas para mim!  


 


12 de junho (3.ª feira)



  • Ao jantar, a Varinha não demorou séculos a comer o segundo prato (que é o que costuma acontecer).


 


13 de junho (4.ª feira)



  • A Matilde, após dois anos de ausência, chegou a Portugal (tecnicamente, parece que só aterrou depois da meia-noite, ou seja, dia 14, mas fez o grosso da viagem no dia 13, e eu passei o dia contente com a sua vinda, por isso, é esta a coisa boa e acabou a conversa).


 


14 de junho (5.ª feira)



 


15 de junho (6.ª feira)



  • A Alfazema fez 15 anos.

  • O cesto voltou a ficar vazio.

  • Limpei e arrumei a estante do meu quarto (tecnicamente, só acabei muito depois da meia-noite, ou seja, no sábado, mas se não incluísse aqui, como é que ficariam a saber que me portei tão bem? )


 


[Este post está cheio de "tecnicalidades"... Será influência do Mundial de Futebol? ]

Depois da afilhada mais nova, a mana mais nova

Hoje, terceiro dia da sequência aniversariante familiar, faz anos a minha irmã mais nova. Sim, essa mesmo que estão a pensar...


 


P A R A B É N S,


 Matilde!!! 


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Tag "Completando frases"

Mais uma tag, mais um desafio, mais umas respostas que vos permitem conhecer um pouco mais de mim (até se esquecerem do que leram, claro). Obrigada, Mariana, pela nomeação


 


Sou muito desorganizada. Por vezes faço um esforço tremendo por organizar as minhas coisas, para "depois, pôr sempre ali aquilo, e acolá a outra coisa, em vez de estar tudo misturado e difícil de encontrar". Mas acaba por ser em vão, porque o "aquilo" não vai sempre para "ali" e "a outra coisa" não vai sempre para "acolá". E o caos rapidamente se volta a instalar.


 


Não suporto o fumo do tabaco. É nojento. 


 


Eu nunca experimentei fumar ou comer caracóis. E não tenciono experimentar nenhuma das duas coisas, mas, se fosse uma questão de vida ou morte, escolheria comer caracóis. Nunca ouvi dizer que houvesse doenças associadas a comer caracóis, ou que tal "petisco" criasse dependência.


 


Eu já disse coisas que me arrependi de ter dito.


 


Quando era criança adorava o Natal. E ainda adoro.


 


Neste exato momento estou a escrever este post. Ou acham que ele apareceu escrito por mão alheia? Mas também estou a pensar que tenho de me despachar a escrevê-lo, porque estão ali [no chão e na mesa ao pé do sofá] umas coisas a olhar para mim com ar de carneiro mal morto e a pedir "Arruma-nos, limpa-nos, deita-nos fora, o que for preciso, mas tira-nos daqui!"


 


Eu morro de medo de conduzir. Tenho mesmo muito medo. E não é tão irracional quanto isso, já que, segundo me lembro, não tenho jeitinho nenhum para conduzir. 


 


Eu sempre gostei de jogar jogos de tabuleiro em família. Uma das melhores coisas de crescer com muitos irmãos é que era fácil haver quem quisesse jogar. 


 


Se eu pudesse acabava com a fome no mundo. E com a pobreza. Esta é uma resposta à Miss Mundo (e à Miss Mariana de costas pr'ó mar), mas é verdade. Também acabava com as guerras (o que, aliás, seria decisivo para acabar com a fome e com a pobreza). De um ponto de vista mais individual, se eu pudesse, comprava um T5 aqui no condomínio onde vivo. Não era preciso ir para longe.


 


Fico feliz quando a Magia se ri. É que qualquer pessoa se ri com mais do que a boca, mas a Magia ri-se com a cara toda, de uma maneira contagiante.


 


Se pudesse voltar no tempo, mudava algumas das coisas que fiz e disse.


 


Adoro conviver, com amigos ou família, sem ninguém estar preocupad@ com as horas, stress free moments.


 


Quero muito conseguir arrumar aquelas coisas que referi na frase do "Neste exato momento", antes da Magia acordar da sesta e, sobretudo, antes do Rogério chegar a casa...


 


Eu preciso de carinho, todos os dias. 


 


Não gosto de má educação. Nem nos meus filhos (infelizmente acontece), nem nos meus alunos (idem, aspas), nem em ninguém.


 


Parece que tenho de nomear alguém, mas não diz quantas pessoas... Como "três foi a conta que Deus fez", vou só nomear a Marquesa, a 3ª Face e a Happy.

Desafio das 52 semanas - semana 24

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Semana 24: Casais preferidos (filmes, séries, livros, etc).


Conforme me vêm à cabeça, não necessariamente os de que mais gosto primeiro:


Anne & Gilbert Blythe - da coleção "Anne of Green Gables", da L. M. Montgomery;


Jack & Rebecca Pearson - da série "This Is Us";


Elizabeth Bennet & Mr Darcy - do livro "Orgulho e Preconceito", da Jane Austen;


Maria & José - pais de Jesus;


Bruxa Mimi & Gato Rogério;


Avó & Avô Bruxos;


...


Foi mesmo esta a ordem em que me vieram à cabeça. Deu-me vontade de trocar a ordem a alguns dos casais, mas resisti!

2.º dia da sequência aniversariante familiar

Quem já segue o meu blogue há mais tempo (necessariamente há mais de um ano) é capaz de ter uma vaga ideia sobre o que é que estou a falar. O que é uma "sequência aniversariante familiar"? 


 


É uma sequência de dias em que alguém da minha família faz anos. 


 


Ontem, foi a Avó Gata.


 


Hoje, é a Alfazema, a minha afilhada mais nova e filha mais velha da minha irmã Margarida.


 


P A R A B É N S ! ! !


 


Uma dezena e meia de doçura e amabilidade.


A minha foto


 


(Para saber quem faz anos amanhã e depois, é preciso esperar que cada dia chegue.)

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Há 91 anos...

...a avó materna do Gato Rogério dava à luz a sua décima criança, que se veio a tornar, neste blogue, a Avó Gata.


 


P A R A B É N S ! ! !


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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Receita de abril - salame de chocolate

Mais vale tarde do que nunca...


 


Uma das receitas que experimentei em abril foi a de salame de chocolate que a minha irmã Margarida me deu.


 


Ingredientes:



  • 1 ovo (sem casca, ahah)

  • 100 g de açúcar - usar menos, substituindo a diferença por cacau em pó (ex.: 60 g de acúcar + 40 g de cacau)

  • 100 g de chocolate em pó (pode ser Nesquik para pôr no leite)

  • 1 pacote de bolacha Maria (200 g)

  • 100 g de manteiga


 


Modo de fazer:



  • Colocar a manteiga numa taça adequada e amolecê-la no micro-ondas (30 s na potência 480 W).

  • Juntar o açúcar, o chocolate em pó, o cacau em pó e o ovo.

  • Misturar os cinco ingredientes com uma colher de sopa.

  • Depois, juntar, aos poucos, a bolacha partida (pode ser toda partida à mão, ou pode ser parcialmente partida na Bimby). Se, a certa altura, for muito difícil misturar com a colher, usar as mãos (bem lavadas, obviamente!).

  • Formar um rolo pressionando bem para que não se formem bolhas de ar pelo meio. 

  • Enrolar numa folha de alumínio e levar ao frigorífico, no mínimo duas horas antes de consumir (fazer de véspera será a melhor opção).


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Para primeira experiência, e atendendo à minha pouca habilidade, não ficou nada mal! Parece-me é que, da próxima vez, vou partir as bolachas todas à mão. 

terça-feira, 12 de junho de 2018

Mimi, a falsificadora

Calma! Não é preciso chamarem a polícia...



Só sou falsificadora de desenhos de peças de Lego. Assim, duplico algumas peças "especiais", que são fonte de atritos.



Infelizmente, ao escrever isto ocorreu-me que os meus filhos têm mais é que aprender a partilhar, não sou eu que tenho de arranjar solução para as confusões que insistem em criar. Por outro lado, deu-me gozo fazer os desenhos. 


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Em cada par, a peça de cima é a original e a de baixo é a que eu desenhei (exceto na das estrelas). Como se não conseguissem perceber qual era qual sem ajuda...


 


P.S. - Nem todos os desenhos pretenderam ser imitações. O do pacote de fraldas foi nitidamente uma "adaptação". Mas, digam lá, tenho futuro na vida clandestina, ou não? 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

A letra H e a "luta" dos blogues

Nem sempre uso a página das "leituras" quando quero consultar algum blogue. Devo dizer, aliás, que, comparativamente, pouco a uso. 


 


A página das "leituras" é, para mim, um mata-tempo (a que habitualmente recorro quando tenho coisas mais importantes para fazer e não me apetece fazê-las, mas também quando genuinamente me interrogo sobre o que terão andado a escrever por esses blogues (que subscrevi) fora...). 


 


Há alguns blogues que visito sem recorrer à página das leituras e o Google, esse espertinho, facilita-me a vida:


 


Quando, na barra de endereços, eu...



  • escrevo um Q, sugere-me logo o "Quiosque da Joana";

  • escrevo um P, sugere-me logo o "Porque eu posso";

  • escrevo um T, sugere-me logo o "Triptofano";

  • e há outros assim.


O problema é que, quando escrevo...



  • um H, umas vezes me sugere o "Happyness is everywhere"...

  • ... e outras vezes o "Há mar em mim"!


Na realidade, o Google sugere-me sempre os dois, mas o primeiro lugar vai-se alternando conforme vou mais a um ou ao outro. E o que se passa com a letra H (é a "luta" mais flagrante) passa-se com a M ("Mami" ou "Mafaldinha"), N ("Não é que não houvesse" ou "Nervoso Miudinho") e A ("A Marquesa de Marvila", "A 3ª Face" ou "A minha namorada apanhou o bouquet").


 


Quem precisa das "leituras" do Sapo quando tem um Google tão eficiente?

O que ando a ler

(para além da Exortação Apostólica "Alegrai-vos e exultai", que está em standby):


 


"Um primeiro período especial em Santa Clara", o último livro da coleção das "Gémeas em Santa Clara". A Vassoura e a Varinha já me tinham falado dele, mas, quando noutra ocasião o tentei encontrar, não consegui. Hoje, por acaso, no Continente, lembrei-me, procurei-o, encontrei-o, comprei-o e... comecei a lê-lo. 


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Sou muito erudita. E não tenho vergonha!


Não percam tempo

... a ler este post. É mais um daqueles que a minha irmã Margarida classifica (e não tão injustamente quanto isso) como inúteis. E porquê? Porque, apesar de ser de parabéns (ainda não se nota, mas vai ser), é para uma pessoa que não vejo nem sei se está viva (espero que esteja!) há muitos anos (uns vinte, mais coisa, menos coisa)... A dita pessoa, se viva, não vai ler este post, mas vou fazer de conta que sim, e assim, considerando que é escocesa e que não sabe português, vou passar à mensagem numa língua que ela entenda (lembrem-se que estou a fazer de conta que ela vai ler isto):


 


H A P P Y   B I R T H D A Y,


R A C H E L ! ! ! ! 


 

domingo, 10 de junho de 2018

O desmame natural da Magia

O desmame natural dá-se quando é o bebé a decidir que já não quer mamar. Foi assim com a Vassoura, quase* assim com a Varinha, assim com o Feitiço e assim com a Magia.


 


A última vez que a Magia mamou foi no dia 29 de maio de 2018.


 


Mas quase poderia dizer que o desmame não foi natural, porque, pela Magia, já tinha sido há muito mais tempo. Eu é que andei a insistir. Ela fazia umas birras terríveis porque não queria o meu (parco) leite, só queria o do biberão (que eu lhe dava sempre a seguir a mamar do peito)! 


 


A minha insistência tinha a ver com as defesas que lhe podia passar no leite, mesmo não sendo muito. Eu bem sabia que era o leite artificial que lhe enchia a barriga (já há bastante tempo). (Estou a falar apenas das refeições de leite - ela já fazia refeições de sopa, fruta, etc.)


 


Mas chegou o dia em que decidi que, se ela não quisesse, eu não insistiria. Ofereci. Não quis. Dei-lhe o biberão. Na mamada seguinte, voltei a oferecer. Não quis. Dei-lhe o biberão. A cena repetiu-se já não sei em quantas vezes seguidas. Até ao dia em que deixei de oferecer (e ela agradeceu).


 


A certeza que o leite que eu tinha era muito residual tornou-se evidente na ausência de desconforto nas minhas mamas, ao longo deste processo. Ficaram na boa. Antes assim!


 


*Já só mamava uma vez por dia (mas bebendo sempre o biberão a seguir) e eu e o Rogério passámos um fim de semana fora, num retiro. Ela ficou com os padrinhos, que lhe deram o biberão tanto na mamada que já só era biberão, como naquela em que, habitualmente, seria mama + biberão. Correu lindamente.