... uma das pessoas mais maravilhosas que eu conheço tenho a sorte e a felicidade de conhecer, e, para além disso, de chamar "melhor amiga"!
Muitos, muitos, infinitos
P A R A B É N S ! ! !
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
... uma das pessoas mais maravilhosas que eu conheço tenho a sorte e a felicidade de conhecer, e, para além disso, de chamar "melhor amiga"!
Muitos, muitos, infinitos
P A R A B É N S ! ! !
= Isto:
P.S. - Esta adaptação tem uns bons anos, mas eu só a descobri ontem, graças à madrinha da Magia...
P.S. 2 - A canção original é esta:
- Que pelo menos é menos, e não mais do que o último peso registado!
Depois do almoço, deixámos o Feitiço numa festa de anos e seguimos para casa dos padrinhos da Magia. Conversámos sem stresses. Tão bom!
Depois, fomos buscar o Feitiço à festa, de onde vinha igualmente satisfeito.
Tardes destas são sempre bem-vindas!
E quem é que disse que as duas atividades têm de ser alternativa uma da outra?
Não têm.
Eu desenvolvo a ideia. Para as duas pessoas que ao ler, no título, "rezar o terço", não foram ler outra coisa...
Eu e o Rogério costumamos rezar o terço todos os dias. Durante a semana, rezamos à noite, depois de os miúdos estarem na cama. Às vezes rezamos enquanto a Magia mama; nessas alturas, eu estou acordada q.b.. Mas quando não estou com a Magia ao colo, tenho muita tendência para adormecer. Então, a solução é pôr-me em pé e andar pela sala.
Há uns dias, tive uma inspiração: em vez de simplesmente andar pela sala, pus-me a fazer exercício. Nada que se pareça com o que se faz num ginásio, entenda-se, mas, ainda assim, mexo-me mais do que apenas a andar. E vou improvisando, ora os braços vão acima, ora cruzam, ora levanto uma perna, ora vou abaixo e para um lado, para baixo e para o outro, ... Enfim. Muito movimento, nada de muito "puxado" ou cansativo (se fosse, eu nem conseguiria dizer as partes do terço que me cabia dizer), mas fico contente, pois são os meus 15 minutos "ativos" do dia!
E não adormeço.
... e tu pensas que é porque percebeu que vai tomar banho, já que acabaste de a despir e...
... afinal é porque, assim que retiraste a última peça de roupa, fez um enorme xixi no mudador e pelas pernas abaixo (enquanto pegavas nela para a colocares na banheira).
Ma-ra-vi-lho-so!
Ok, assim teria sido pior!
Em criança, eu era magrinha.
Em jovem, nem magra, nem gorda (mas tinha - ou achava que tinha - uma barriguinha).
Nos vintes/trintas, era gordinha, com alturas do mês com muita barriga (e não me estou a referir às gravidezes!).
Agora, aos 44, não posso olhar para o espelho sem enfrentar a realidade: sou gorda. Deveria ser: estou gorda.
É para verem como estou animada e otimista quanto à missão "perder peso"...

Semana 1: Coisas que me fazem ficar feliz.
As gargalhadas da Magia, o sorriso rasgado do Rogério, ter tido um dia muito produtivo, a família em harmonia, estar com amigos sem ter de olhar para as horas.
Tampax ou o.b.?
Eu sei qual prefiro... mas gostava de saber as vossas preferências!
Não sei exatamente quando comecei a optar por ter o telemóvel e o Facebook em inglês, em vez de estar em português. Até estranho vê-los em português.
Quando, no outro dia, no ano passado (há imeeeenso tempo, portanto), fiz o post sobre "Como deixar de ver posts chatos no Facebook", acabei por, no fim, mudar a língua para português, por causa das capturas de écran. Entretanto, retornei ao inglês, só que resolvi experimentar o "inglês pirata". Tem alguma piada (assumo que pouca), por isso vou manter o FB assim durante mais uns tempos. Deixo-vos duas imagens. Na primeira, a parte que mais gosto é a habitual pergunta do Facebook:
What be on yer mind, Cap'n Bruxa?

Na segunda, que é quase igual, destaco a expressão para terminar a sessão:
Abandon Ship!

... aqui fica uma receita de bolo muito fácil.
*Falso. Ninguém me pediu nada, muito menos O Último Fecha a Porta.
Depois de aprender a fazer um bolo, graças à Nina, não arrisquei experimentar outro, apesar de racionalmente pensar que provavelmente seria capaz.
No último ano em que o Feitiço esteve no jardim de infância, no seu aniversário (que por acaso está para breve), eu fiz um bolo (o do costume) e levei-o para a escola. A educadora do Feitiço disse que bolo de laranja era o seu preferido. Eu disse que era o único bolo que sabia fazer (eu só considero que sei fazer alguma coisa quando já a fiz, não assumo sabedoria a priori), e ela acabou por partilhar uma receita que até a mim, inexperiente e ignorante, pareceu fácil - tão fácil que escrevi no telemóvel e é por aí que sigo, quando a faço.
Escusado será dizer que nunca mais fiz o outro bolo (ou fiz uma vez - não tenho certeza absoluta)!
Bolo de iogurte
A receita, como consta no meu telemóvel, diz o seguinte:

O que está escrito entre [parênteses retos] não está no meu telemóvel.
Devo dizer que, se me tivessem dado esta receita antes de ter feito um bolo, isto não seria suficiente para mim. Está demasiado sintético. Agora serve-me perfeitamente, mas antes... Nem pensar! Algumas das minhas dúvidas, seriam, por exemplo:

O Triptofano e a Fátima criaram uma tag (eu antes dizia "etiqueta", mas começo a habituar-me a "tag"), na qual vou participar. Pegaram na ideia das Resoluções de Ano Novo, que toda a gente quase toda a gente faz (eu, por exemplo, não sou de fazer, porque já sei que no meu caso não servem para nada) e transformaram-na num desafio. Depois de publicar as 12 decisões/objetivos/desejos/desafios, num post agendado para as 23:59h de 31 de dezembro, em cada mês faz-se o balanço* do que já foi cumprido ou não.
A minha primeira reação ao desafio foi "Eu passo.", pelas razões indicadas no parágrafo anterior. Mas depois a ideia começou a fermentar, qual bolo no forno, e surgiu dentro de mim um "Talvez pudesse pensar numa ou outra coisa... Se não forem 12, não faz mal!" (downsizar o número de decisões/... é a "batota média" referida pela Fátima e pelo Triptofano). E não é que acabei por descobrir 12 pontos para a minha lista?
Sem nenhuma ordem especial de importância, em 2018 gostaria de:
*Balanço: aquilo que adoro - mas só quando ando de baloiço!
Edição antes da publicação: Lembrando-me do que tinha escrito, percebi que me tinha faltado a principal resolução para 2018 (2019, etc.), que é a que tantas vezes falha, e nunca devia falhar:
Fazer tudo, em cada dia,
com um bocadinho MAIS de AMOR
do que na véspera.
Meio caminho andado para ser MAIS FELIZ!
... que bom revê-las!
Uma não via há meses (tinha a Magia à roda de um mês) e os seus três filhos não via, penso, há um ano e tal, dois anos.
A outra não via há anos, para aí uns quatro ou cinco. O marido, e o filho mais novo, nunca tinha visto. Por falar no filho mais novo (o mais velho não veio), que bebé mais fofo (quase, quase, tanto como a Magia)!
... por isso, adeus!
(Não é até para o ano, porque tenho um post agendado para o último minuto deste ano.)
Pensando melhor, adianto os meus votos:
Que todos vós, as vossas famílias e os vossos amigos tenham um excelente e abençoado 2018!
(Eu ia à procura de um gif, mas os Abba apareceram e mais uma vez não lhes resisti e termino o ano (quase) com eles.)
Por causa do desafio "À descoberta dos bloggers", de que já falei anteriormente, participei pela primeira vez com um texto, em blogue alheio. As honras de tal acolhimento couberam ao Triptofano.
Escrevi sobre a minha experiência como utilizadora de aparelho nos dentes. Podem lê-la, com a devida introdução do anfitrião, aqui.
Se quiserem despachar a leitura sem introdução, eis o meu texto:
"Eu nasci sem dentes (não se riam, há quem nasça com dentes!). Desconheço que idade tinha quando me nasceu o primeiro dente, mas é irrelevante para esta história.
A dentição de leite ficava-me bem. Devia ter-me ficado por ela – pelo menos os dentes de leite cabiam todos na minha boca – e direitinhos, lindos!
Assim que começou a dentição definitiva, deu para perceber que a coisa não iria correr bem… Ainda hoje lamento o tamanho dos meus incisivos de cima (quando estou mais desanimada, acho que parecem dentes de coelho, embora não sejam tão grandes quanto os dos coelhos – é, no entanto, um facto que eu gosto muito de cenoura crua, qual Bugs Bunny…).
Dentes encavalitados, num chega-te para lá entre uns e outros, levaram a que se tornasse evidente a necessidade de usar aparelho. Andava eu na 4.ª classe (hoje em dia seria o 4.º ano). Foi preciso fazer um molde. Coisa horrível, aquela pasta cor-de-rosa que me enfiaram na boca para ficarem com uma réplica da minha dentição e poderem decidir como deveria ser o aparelho, onde deveria apertar, etc..
Lembro-me muito bem da minha fala nos primeiros tempos do aparelho: esquisita, muito esquisita! Mas uma pessoa habitua-se a ter aquilo na boca e aos poucos começa a falar melhor.
Nesse ano, uma das minhas colegas – a que morava mais perto da minha casa – fez uma grande festa no seu décimo aniversário. A festa incluía almoço. Ora, eu tinha a recomendação de tirar o aparelho antes de comer (pelo menos na refeições principais) e foi o que fiz. Infelizmente, não me tinham arranjado nenhuma caixa para guardar o aparelho, de modo que o embrulhei num guardanapo de papel e coloquei onde não me esquecesse dele.
A seguir ao almoço houve brincadeiras e jogos no exterior da casa. Tudo muito divertido. Até que me lembrei do aparelho. O sítio escolhido afinal não tinha sido assim tão boa ideia. Fui falar com a mãe da minha amiga, a anfitriã. A mesa já tinha sido desmanchada, e nada de aparelho! Concluímos que o aparelho, embrulhado em papel de guardanapo, tinha sido confundido com lixo. O lixo estava em caixotes, num canto do quintal. Nesta altura já havia outras pessoas envolvidas na busca do aparelho. Esvaziámos os caixotes e vasculhámos o lixo. Sim, graças a mim, uma das atividades realizadas na festa de anos da minha amiga foi a caça ao aparelho – um jogo divertidíssimo, que ninguém ganhou. Nada de aparelho no meio do lixo.
Nisto, alguém diz: “O aparelho não será isto?”, apontando para um embrulho colocado numa prateleira de um armário. Era. Final feliz para uma história de lixo aparelho!
A história que contei não foi a única aventura que vivi graças ao aparelho dos dentes. (Digo “o” aparelho, mas com o crescimento o aparelho teve de ser substituído, uma ou duas vezes.)
Quando andava no sétimo ou oitavo ano, ainda usava aparelho. No verão, estive numa colónia de férias. Era um local muito giro – e enorme. Numa tarde, depois de almoçar, voltei a esquecer-me de colocar o aparelho na boca. Eu e outras colegas, vigiadas por uma monitora, fomos jogar ao mata para uma zona de pouca (ou nenhuma) circulação de pessoas. O sítio ideal para jogar ao mata, sem incomodar ninguém.
Faço aqui um aparte, para dizer que gostava de jogar ao mata, mas que não tinha jeito nenhum para “matar” – a minha especialidade era não ser morta. Muitas vezes era a última da equipa a morrer, o que fazia de mim uma peça chave para evitar a derrota. Só nessas alturas é que eu me fartava de saltar para apanhar a bola, já que garantidamente era para mim que os restantes elementos da equipa a atiravam.
Voltando à tal tarde, depois do mata fomos lanchar. Deve ter sido nessa altura que me apercebi que não tinha posto o aparelho. Lembrei-me que o tinha colocado no bolso da túnica. Não estava lá. Fui então falar com a monitora que nos tinha acompanhado durante o jogo do mata. Expliquei-lhe a situação. Ela foi comigo ao local do jogo procurar o aparelho. O chão era escuro, não me lembro se de alcatrão, se de pedras, e primeiro parecia que não iria encontrar nada. Depois encontrei o aparelho… aqui. Ali. Além. Acolá. Um bocadinho em todo o lado.
Explicitando o que é evidente: durante o jogo do mata, o aparelho saltou para fora do bolso sem ninguém dar por isso e foi pisado por sabe-se lá quantas pessoas até se tornar parte do chão…
Recolhi os pedaços de aparelho que encontrei. Final dramático para uma história de lixo aparelho!
O mais espantoso disto tudo? Não me lembro de ser repreendida pelos meus pais, quando lhes contei o que aconteceu. Não me estou a ver a ser assim tão compreensiva. É que a Varinha vai usar aparelho. Já fez o molde dos dentes e tudo. Mas, pelo sim, pelo não, se o aparelho não vier com uma caixa própria, vou arranjar-lhe uma. Talvez se possa evitar cenas tristes… (e poupar uns bons €)."
O meu 2017 teve um acontecimento marcante: o nascimento da Magia. Mesmo tendo sido um dia fisicamente muito difícil, foi o melhor do meu ano.
Os restantes 364 dias ficam completamente ofuscados e não há hipótese de ser de outra maneira.
Tutorial - Nome pomposo para um texto que nem sei como vai sair...
A Mami queixou-se acerca de alguns posts de "amigos" (trabalho a quanto obrigas!) que lhe aparecem no feed de notícias. Eu propus partilhar uma maneira de deixar de ver tais posts (sem "desamigar" as pessoas, obviamente).
Para partilhar, precisei de pesquisar, pois, apesar de saber que era possível, não costumo utilizar esta ferramenta de limpeza do feed de notícias. Em boa hora pesquisei, porque acabei por descobrir uma maneira muito mais eficiente do que aquela que vagamente conhecia. (À custa disto, este post sofreu uma transformação a meio caminho, e os "Print Screen" iniciais foram para o lixo.)
Na "Página inicial", do lado esquerdo, por baixo do vosso nome, encontram o "Feed de notícias". Se passarem com o cursor do rato, aparece-vos uma janelinha:

Ao clicarem em "Editar Preferências", abre-se outra janela:

A segunda opção ("Deixa de seguir as pessoas para deixares de ver as suas publicações") é a que vos interessa, para efeitos de "limpeza". Cliquem nela e verão aparecer tudo aquilo que seguem, quer amigos, quer páginas de marcas, blogues, etc. Se quiserem fazer limpeza parcial, cliquem em "todos" para escolherem, por exemplo, fazer limpeza só dos posts dos amigos ("Apenas amigos") .

À medida que clicarem numa página, por baixo aparece "Seguimento cancelado". Se se enganarem, cliquem novamente e as palavras desaparecem. Quando terminarem, não se esqueçam de clicar em "Concluído", sob pena de ficar tudo na mesma depois de terem tido o trabalho de seleção!
Mais tarde, podem querer voltar a ver posts de determinada pessoa. É para isso que serve a terceira opção nas "Preferências" ("Volta a ligar-te às pessoas que deixaste de seguir"):

Aqui o processo é exatamente o mesmo, com a diferença que, quando clicam em alguma imagem, o que aparece por baixo é "A seguir". Recordo que têm de clicar em "Concluído" para que as alterações sejam concretizadas.
Podem usar e abusar desta ferramenta de limpeza (especialmente tu, Mami!). As outras pessoas nem sonharão que deixaram de entupir o vosso "Feed" com (o que para elas não é) lixo!
Espero que o tutorial esteja claro. Deu-me gosto fazê-lo!
Adenda: Num comentário, a Fátima apresentou uma maneira mais prática de obter o mesmo resultado. Aqui a partilho. No Feed de Notícias, ao verem um post qualquer que não vos interessa, se decidirem que é altura de deixar de ver posts daquela pessoa, devem clicar nos três pontinhos que se encontram do lado direito do post, em cima:

Se a pessoa partilhou um post alheio, as primeiras opções dizem respeito ao autor do post original (no exemplo, é "Milton Nascimento - A Música de Milton Nascimento") e podem escolher não ver mais nada desse autor, independentemente de trinta amigos vossos futuramente partilharem coisas dele. Se o objetivo for deixar de seguir o amigo que fez essa partilha, podem ter que clicar em "Vê mais 3..." para o poderem fazer.

Como podem ver, em azul está a opção "Não seguir Margarida". Clicando nela, fica o "problema" resolvido e aparece a hipótese de aceder às "Preferências do Feed de Notícias" (que corresponde à segunda imagem deste post), se quisermos aproveitar e limpar a casa toda.
Considero que a forma que a Fátima referiu é mais prática porque se vai limpando à medida que se vê lixo.
... mas estou em pulgas por ver publicadas as restantes histórias relativas ao desafio "À descoberta dos bloggers", no blogue do Triptofano.
Para quem não sabe (supondo que existe alguém nessas condições), o Triptofano levou o desafio mais além: depois de descobrir uma pessoa para cada item, pediu que escrevesse e lhe enviasse um texto sobre isso, para ele depois publicar, em posts separados.
Das 25 questões (que podem recordar aqui), só faltam quatro: Encontra alguém que...
7 - ... tenha usado (ou use) aparelho nos dentes;
9 - ... escreva num blogue com outra(s) pessoa(s);
17 - ... tenha um blogue com menos de doze letras no título;
25 - ... tenha um animal de estimação sem ser cão/gato.
Destas histórias, uma fui eu que escrevi. Querem adivinhar qual?
Um dos sonhos da noite passada:
Vejo uma amiga que está a explicar a um filho pequeno [a amiga em questão tem quatro filhos adultos, mas que importa isso no mundo dos sonhos?] que as pessoas não voam. Eu aproximo-me (de uma certa altura) e digo:
- Ah, não?
Ela olha para cima, sorri e diz:
- Parece que afinal algumas pessoas conseguem!
A amiga e o filho desaparecem. De longe aparece uma ex-colega dos meus 10-16 anos, também a voar. Vou ao encontro dela, voando. Fazemos uma coreografia aérea, de mãos dadas, ambas muito sorridentes.
Acordei a rir. Tive de controlar-me fisicamente para não dar as gargalhadas gigantescas que sentia vibrarem no meu diafragma [não pretende ser uma descrição anatomicamente correta]. Pouco depois adormeci novamente e tive o segundo sonho de que me lembro.
Lembram-se da "minha" sugestão de prenda para oferecerem no Natal?
Graças a ela, a minha família recebeu um bosque!

A minha irmã Mafalda viu o post, achou boa ideia, e comprou mais de trinta árvores, uma para cada elemento da família, do Avô Bruxo à Magia (não me apercebi se incluiu o bebé que está quase a nascer).
Mas o melhor... é que ainda vão a tempo! Comprem árvores e ofereçam-nas a vós mesmos!
Publicado inicialmente em 11-3-2014.
... a minha voz de há quase um ano (agora já tem outro timbre, de acordo com a maturidade adquirida ao longo destes meses) ;-)
Trata-se da gravação que fiz da minha versão de uma canção infantil que canto ao Feitiço antes de ele adormecer (como vos contei aqui).
Obrigada, querido Gato Rogério, pela ajuda técnica nesta matéria.
Adenda: Parece que há novamente problemas técnicos... Enquanto não os resolvo, vejam se conseguem ouvir-me através do post no Blogspot:
https://alheiaatudooutalveznao.blogspot.pt/2014/03/dou-vos-conhecer.html
Depois de muito pesquisar nas profundezas da blogosfera (cof, cof), encontrei os bloggers ideais para cada uma das 25 questões. Em alguns decidi colocar mais do que um blogger, mas nunca mais do que três.
Encontra alguém que...
1 … saiba falar três línguas (ou mais).
Joana, do Quiosque da Joana e do Vasco
Mafalda, do Blog da Mafaldinha
Happy, do Happiness is everywhere
2 … tenha ido a Nova Iorque.
Magda, do Stone Art
Sofia, do Álbum de testamentos
3 … nunca tenha feito um bolo.
UFP, d' O último fecha a porta
4 … tenha mais do que um sobrinho(a).
Edite, d'O livro pensamento
Maria, do Oh Por favor...
Mafalda, do Blog da Mafaldinha - tem 14 e quatro deles são meus filhos!
5 … tenha assistido a um jogo de futebol ao vivo.
C.S., do Há mar em mim
Sofia, do Álbum de testamentos
Edite, d'O livro pensamento
6 … não goste de Coca‑cola.
Mafalda, do Blog da Mafaldinha
Sofia, do Álbum de testamentos
Miss Queer, dos Dez Segundos
7 … tenha usado (ou use) aparelho nos dentes.
Sofia, do Álbum de testamentos
Poppy, das Três Princesas Portuguesas
8 … seja ex-fumador(a)
Pai da Família em Movimento
9 … escreva num blogue com outra(s) pessoa(s).
Ana Rita, das Mães mais que (im)perfeitas
Poppy, das Três Princesas Portuguesas
10 … tenha andado de Uber.
Sofia, do Álbum de testamentos
David, do Domingo à tarde
11 … tenha aparecido na televisão.
Sofia, do Álbum de testamentos
Mafalda, do Blog da Mafaldinha
12 … nunca tenha visto neve.
Edite, d'O livro pensamento
Alfazema, do Alfazema no país das perguntas
13 … não tenha máquina de lavar loiça.
Sofia, das Músicas que fazem vibrar a alma
14 … cante no duche frequentemente.
Joana, do Quiosque da Joana e do Vasco
15 … goste de conduzir.
Sofia, do Álbum de testamentos
Fátima, do Porque eu posso
Edite, d'O livro pensamento
16 … seja blogger há mais do que cinco anos.
David, do Domingo à tarde
Beatriz, do IP
17 … tenha um blogue com menos de doze letras no título.
Magda, do Stone Art
Beatriz, do IP
18 … nunca tenha andado de avião.
Alfazema, do Alfazema no país das perguntas
Poppy, das Três Princesas Portuguesas
19 … vá a pé para o trabalho/escola.
P.A., do A minha namorada apanhou o bouquet
20 … tenha vivido noutro país (pelo menos um mês).
Joana, do Quiosque da Joana e do Vasco
21 … não siga a Pipoca nem a Cocó.
Edite, d'O livro pensamento
Sofia, do Álbum de testamentos
Alfazema, do Alfazema no país das perguntas
22 … tenha publicado um livro (ou mais).
Magda, do Stone Art
Raquel, d'A Hipster Chique
Sofia, do Álbum de testamentos
23 … não tenha nenhuma iCoisa.
Tatiana, do Em busca de um sentido
Edite, d'O livro pensamento
Sofia, do Álbum de testamentos
24 … tenha mais do que três irmãos.
Carlos, do Apenas um detalhe - tem cinco irmãos
Mafalda, do Blog da Mafaldinha - tem seis irmã(o)s (uma delas sou eu)!
25 … tenha um animal de estimação sem ser cão/gato.
Edite, d'O livro pensamento
Magda, do Stone Art
... ainda estamos no Natal!
Uma característica minha, que não me agrada particularmente, é a de não ter jeitinho nenhum para escrever textos emocionantes (não de adrenalina, mas de emoção, sentimento). Parece que quanto mais a ocasião pede profundeza (profundidade?), mais superficial se torna o que escrevo.
E é isso que me está a acontecer, agora. Por isso, deixo-vos a mensagem mais simples e, no entanto, absolutamente verdadeira, dos votos que vos desejo: (ler novamente o título, se faz favor).
...
Ok. Falta jeito, mas não tem de faltar dedicação! Então, pronto, aqui vai:
F E L I Z N A T A L !!!!!!
Publicado inicialmente em 30-4-2015.
Tenho uma camisola com estas palavras:
| Uma das recordações de um mestrado que não chegou a ser... |
Durante o jantar, a Vassoura leu em voz alta a primeira palavra (Oxford). O Feitiço fez logo uma pergunta:
- Mamã, essa camisola faz-te forte?
E a inversa, é verdadeira.
Eu ontem ouvi, da parte do Feitiço, um maravilhoso: "Devias ser morta!", no meio de outras palavras bonitas, ditas num tom suave e com uma expressão facial serena. Não sei se conseguem imaginar...
Eu sei que o que o Feitiço disse não veio do fundo do coração, mas não deixei de ficar triste, claro. A Vassoura e a Varinha, que ouviram tudo o que o irmão disse, vieram à vez abraçar-me, nitidamente para compensarem aquela manifestação de desamor.
O Feitiço ficou no quarto dele durante quase duas horas até acalmar e conseguir arrepender-se das palavras que tinha dito e pedir-me desculpa.
Este miúdo é um osso duro de roer, mas tem um vasto clube de fãs, entre familiares e amigos.
Se eu enviasse o Feitiço para ficar uns dias com qualquer pessoa do clube de fãs, acabava-se o clube num instantinho!