quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

O meu (não) conto de Natal

Fui desafiada para escrever um conto de Natal, ou um pensamento de Natal, ou uma ideia... É um desafio que oferece uma grande amplitude nas escolhas de como participar.


Ontem à tarde, terminei a parte das avaliações trimestrais, mas ainda tenho uma lista interminável de coisas work-related para fazer.


Se esperar ter tudo acabado para viver o Natal, devo conseguir celebrá-lo lá para Agosto de 2021.


Assim sendo, e porque provavelmente não consigo escrever um conto de Natal, vou participar no desafio fazendo uma lista de coisas que tenho na ideia, umas relacionadas com o Natal, outras nem por isso, em alternância. (Não pretende ser uma lista completa, nem de um lado, nem do outro.)


 




sicas

de Natal
sumários
atrasados
Presépio
ACNS para fazer
presentes para preparar
grelha desde setembro por fazer
árvore de Natal
AC para fazer
VOTOS DE FELIZ
E SANTO NATAL!

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Thank God it's Christmas

Já conhecia esta canção, claro, mas não me lembro de ter visto este vídeo até me ser enviado, hoje, por uma colega. Prestei atenção à letra e, bem, parece que foi escrita este ano...



Feliz Natal para todos quantos por aqui passam!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Bolo-Rei ou Covid, o que é pior?

https://24.sapo.pt/opiniao/artigos/covid-ou-bolo-rei-o-que-e-pior


 


*Só discordo em relação ao Bolo-Rainha. Quando é bom, é muito bom. Talvez só seja muito bom para quem adore frutos secos...

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Hoje é aquele dia dos aniversários de casamento...

Avó Bruxa 👰🤵 Avô Bruxo = 58


Avó Gata 👰🤵 Avô Gato = 55


Bruxa Mimi 👰🤵 Gato Rogério = 15


 


🎉 PARABÉNS A NÓS!!! 🍾

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

O Covid ou A Covid?

Magia: O Covid é muito mau. O Covid é muito mau!


Eu [hesitei, mas disse]: Não é o Covid, é a Covid.*


Magia: É o Covi-de, não é a Covi-da. O Covid tem pilinha.


Eu: 😂


 


*Eu também achava que fazia mais sentido dizer "o Covid", e estranhava quando ouvia "a Covid", até me aperceber que Covid correspondia a Doença [causada por um] Coronavírus. "Covid" devia, na verdade, estar escrito "CoViD".

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Não gosto do Trump por várias razões

Se tiver tempo, direi porquê com mais pormenor. Resumidamente: se eu votasse lá nos EUA, seria uma das chamadas "one-issue voters". E votaria Trump. Feliz? Não, mas não ficaria tranquila se não fizesse a minha parte para que Biden não ganhasse.


Se não disser mais nada sobre este assunto, imaginem o que quiserem, mas não se ponham a dizer que eu disse coisas que não disse. Just in case.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Last teacher standing

Numa das escolas onde trabalho, há 6 turmas do 1.º Ciclo.


Neste momento, só uma turma é que está a ter aulas presenciais, o que significa que eu, professora de inglês, não estando em isolamento profilático, estou à mesma a dar aulas à distância às minhas turmas dessa escola. 


Enfim...

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

A queimadura do Feitiço

Ontem, às 6 da manhã,mais ou menos, fui ao quarto do Feitiço porque ele estava a fazer barulho.


Uma das coisas que me disse foi:


- Tenho uma queimadura horrível na mão.


Eu [que não sabia de nenhuma queimadura]: Queimadura? Como é que te queimaste?


Feitiço:Ah, queimadura, não... cãibra.


Peguei na mão do Feitiço, fiz-lhe uma pequena massagem e a cãibra passou.


 


Nota:
"cãibra" é uma palavra espetacular, na medida em que tem um "a" com "til" seguido de um "i". Agora digam lá se "mãe" não podia escrever-se "mãi"... As crianças do 1.º ano é que sabem!!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Ajuda para ficar sem ranho

A Magia está com ranho. Eu queria pôr-lhe soro no nariz, mas ela disse que a melhor ajuda era a "Mónica dos Apoios".


["Eu não sei quem é a Mónica dos Apoios, mas deve ser uma auxiliar", pensei eu, quando a Magia me disse o nome.]


Eu: Ah, a Mónica ajuda? E como é que ela faz?


A Magia colocou dois dedos perto do meu nariz, mas sem lhe tocar. Eu reproduzi o gesto, e perguntei:


- Assim?


Magia: Sim.


Eu: Não percebo como é que assim ajuda a tirar o ranho, mas está bem...


 


Alguns minutos mais tarde, ainda a conversar com a Magia, percebi quem era a Mónica dos Apoios: a máquina dos vapores!


De facto, a extremidade do tubo não toca no nariz da Magia, só fica perto...

sábado, 17 de outubro de 2020

StayAway Covid

O Rogério instalou a aplicação logo que foi lançada. Eu instalei-a há uns dias.


Este post não é sobre a desejada (pelo Governo) obrigatoriedade de instalação.


 


Sabiam que a aplicação não transmite informação sobre o local onde a pessoa (quer dizer, o telemóvel da pessoa!) está? Eu li todo o texto sobre a parte legal da aplicação. Ao contrário de tantas outras informações legais com as quais concordamos sem ler/perceber, para usarmos alguma aplicação, esta tem um texto compreensível sobre o seu funcionamento. Dois dias depois de ter lido, não sou capaz de explicar pormenorizadamente o processo, nem sei usar os termos corretos. Mas ainda me lembro do essencial.


A StayAway Covid guarda apenas o registo (criado na altura em que dois telemóveis que tenham a aplicação a instalada e a funcionar - se o telefone estiver em "modo avião", por exemplo, não está a funcionar! -estão próximos um do outro durante, pelo menos, 15 minutos - e não dez, como se diz por aí), durante 14 dias. No caso de um dos dois telemóveis vir a receber um código devido a um teste positivo, o outro será notificado sobre o risco de ter sido contagiado no dia tal, à hora tal (mas não diz o local onde isso aconteceu). Ao fim de 14 dias, o tal registo é automaticamente apagado.


 


Sabiam que, quando um médico gera um código na aplicação devido a um teste positivo e o partilha com a pessoa diagnosticada, a pessoa tem apenas 24 horas para colocar o código na aplicação? Ou seja, a pessoa pode ter instalado a aplicação e pretender usá-la, mas não pode demorar um dia inteiro a digerir a notícia de que é portadora do vírus, sob pena de a aplicação não servir de nada para as pessoas que estiveram em contacto com ela nos tais 15 minutos ou mais, pois não serão notificadas.


 

Definição de Indústria

Vassoura: Mamã, o que é a "Indústria"?


Eu: Não sei dizer, mas tu sabes, de certeza...


Vassoura: "Indústria é atividade através da qual se transforma matéria-prima num produto acabado ou semi-acabado, com consumo de energia e dispêndio de trabalho. ". Se quiser saber mais, vá a www.materiadegeografia.seca.pt


 


(Este diálogo passou-se dois dias antes de a Vassoura ter um teste de Geografia.)

A Bruxa Mimi esteve em casa alheia...

Ontem tive um dia tão cheio, tão cheio, que até me esqueci de vos dizer que me podiam encontrar na Avenida da Liberdade, 42, quer dizer, no blogue "Liberdade aos 42", onde escrevi, precisamente, sobre Liberdade. 


Comecei assim: 



Liberdade, liberdade…


Comprometi-me a escrever sobre liberdade, e agora, pergunto-me se terei liberdade para não escrever nada, liberdade para mandar o compromisso às urtigas!


Tenho. Claro que, se estão a ler este texto, isso significa que não usei essa liberdade que tinha. Mas acredito mesmo que tinha. E se decidisse usar essa liberdade, teria usado também de uma coisa chamada educação e ...



O resto está em https://liberdadeaos42.blogs.sapo.pt/a-liberdade-de-bruxa-mimi-173403

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A propósito do aniversário do meu afilhado...

O meu afilhado fez 19 anos*. E isso fez-me recordar o meu décimo oitavo aniversário (e o anterior, por acaso). E a seguir fez-me refletir.


Eu fiz dezoito anos num sábado, véspera do Domingo de Páscoa. Uns dias depois tive uma festa para a qual convidei vários amigos, incluindo, pela primeiríssima vez, amigos rapazes (um dos quais foi personagem central em mais do que um episódio da série "How I met your father", por ter sido o primeiro rapaz de quem gostei "a sério"). Tenho fotos que o provam! 


O meu aniversário anterior, o décimo sétimo, teve uma particularidade: foi um almoço com os meus pais e algumas amigas (só raparigas, pois claro) num restaurante perto da praia, que, uns anos mais tarde, foi transformado num McDonald's e que ainda o é. Não tenho fotos que o provem - mas podem acreditar no que vos escrevo! 


Às vezes, as pessoas adultas desvalorizam os acontecimentos que sucedem na vida das crianças e jovens. Ou não dão importância à importância que as crianças dão aos seus amigos**. Eu tento não fazer nenhuma das coisas (embora o mais provável seja fazê-lo também) porque, tal como me lembro de episódios da minha infância e juventude que me marcaram, pela positiva ou pela negativa, recordo também momentos simples e aparentemente insignificantes. Penso, por isso, que, não podendo controlar as memórias das crianças e dos jovens de hoje, não posso assumir que algo que eu diga - agradável ou desagradável - vai ser automaticamente esquecido, sem consequências em quem o ouvir.


 


*Post escrito perto do aniversário do meu afilhado (15 de agosto) e guardado nos rascunhos não sei porquê (quando o li hoje pareceu-me pronto, daí a surpresa). No post estava escrito "18 anos", mas não acredito que tivesse o post guardado desde 2019, por isso desconfio que quando escrevi me enganei na idade dele. Mas o que pensei e escrevi mantém-se atual, tenham passado dois meses ou catorze meses.


**A minha melhor amiga é-o desde que eu tinha sete/oito anos. E por acaso (#só que não) é ela a mãe do afilhado a que me refiro (o único afilhadO que tenho, "contra" três afilhadas). Não desvalorizemos as amizades das crianças - podem ser passageiras, mas também podem ser para a vida!

terça-feira, 13 de outubro de 2020

A Covid chegou à minha escola...

Numa das escolas, quem testou positivo foi um aluno do 3.º ciclo. Na outra escola, foi uma assistente operacional (vulgo "auxiliar"), que por acaso é mãe do aluno da primeira escola.


Agora é que vamos avaliar a eficácia das medidas que estão a ser tomadas - isto é, vamos avaliar a eficácia da maneira como as medidas estão a ser postas em prática, porque uma coisa é a teoria, outra coisa é a realidade.


 

Diálogo

Ela: Não gostei da maneira como falaste comigo hoje.


Ele: Hoje? Não foi ontem?


Ela: Foi hoje, mas o que é que te pesa na consciência em relação a ontem?


😄

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Um elogio agradável,

Feitiço: A professora de português disse que eu sou brioso.


Eu: Ela conhece-te?!?


Feitiço: Pois... Isso já é outra conversa!


😁


 


[Posso garantir-vos que o Feitiço é muitíssimo brioso nas suas construções de Lego. Agora a Português...]

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Luísa Ducla Soares,

Recebo frequentemente emails das várias editoras de manuais escolares que têm os meus contactos (quase todas!).


A propósito do Dia do Professor, recebi um email com um vale de oferta, que não sei se vou usar ou não, mas o dito email continha também três quadras da autoria de Luísa Ducla Soares, de que gostei e que aqui vou transcrever:


A minha escola tem rodas,
Tem asas e tem motor,
Um motor de carne e osso
Que se chama professor.


Não há melhor GPS
Para livros, computador.
As rotas certas da vida
Descobre-as o professor.


Ele abre as portas do mundo
Num sonho libertador,
E faz de nós andorinhas.
É isso ser professor.


Gostei muito de ler as quadras, senti-me apreciada enquanto professora e por isso quis partilhar as quadras e o meu agradecimento (que dificilmente chegará à escritora, mas nunca se sabe!).

sábado, 3 de outubro de 2020

Oiço,

Rugidos.


Gargalhadas.


Rugidos.


Gargalhadas.


Sorrio.


E fico um pouco mais leve.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Sete palavras

Ora aqui está um desafio que se faz depressa. A Abelha desafiou quem quisesse a escrever sete palavras, uma por dia ou sete de uma vez. Eu optei pela segunda hipótese, já que era provável que não viesse ao blogue todos os dias...


 


Amor
Amizade
Humor
Família
Descanso
Brincadeira
Deus


 


(Podia ter escrito outras, ou mudado a ordem para parecer melhor, mas assim veio, assim ficou.)


(Tenho pensado em posts, como de costume, mas não me tenho sentado a escrevê-los...)


 


 

sábado, 12 de setembro de 2020

30 Dias de Gratidão - 12


Dia 12
Um livro que adorei ler


Tantos... Mas se é mesmo preciso escolher, vou selecionar um que só li porque a Matilde insistiu e garantiu que eu iria gostar, apesar de eu, à partida, estar convencida que não gostaria, devido "ao tema".


O tema era bruxos e feitiçarias, genericamente falando. Acabei de escrever isto e pensei que quem me lê deve pensar que eu não sou muito coerente, já que assino "Bruxa Mimi"... Acontece que eu li o livro em 2003, e comecei o blogue em 2013. Além de os eventos não estarem relacionados, o meu pseudónimo deve-se a uma bruxa de livros para crianças mais novas (como expliquei aqui).


Voltando ao post da gratidão, estou verdadeiramente grata à Matilde por ter insistido que eu lesse o primeiro livro da coleção HP: "Harry Potter and the Philosopher's Stone" ("Harry Potter e a Pedra Filosofal" - escrevi em inglês porque foi na língua original que li todos os HP). Ela sabia que eu, após ter lido o primeiro (aliás, após ter lido apenas algumas páginas do primeiro...)  não precisaria de encorajamento para ler os restantes livros. Estávamos, como escrevi anteriormente, em 2003, e a dias de sair o quinto livro. Ora, sempre que estava prestes a sair um novo HP, a Matilde relia os anteriores, por ordem. Eu, que estava a estrear-me no mundo HP, devorei o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto e depois tive de esperar que a Matilde terminasse o quinto, para o poder ler. Ainda me lembro da Matilde me dizer: "Então, não ias gostar, não era?", com ar de gozo... Bem, relativamente ao sexto e ao sétimo, comprei-os quando saíram, não fiquei à espera que mos emprestassem...


Quando reli a coleção, mais uma vez pedi emprestados os cinco primeiros livros, desta vez à Mafalda. Um dia ainda vou corrigir esta falha, porque acredito sinceramente que vou reler toda a coleção mais umas tantas vezes ao longo da vida. In English. Já li bocadinhos em português (a Vassoura tem a coleção traduzida) e há algo que se perde sempre na tradução, mesmo que esta esteja bem feita. Quando se pode dispensar a tradução, há que aproveitar!

Uma quadra por dia, não sabe o bem que lhe fazia!

Não tenho tido cabeça
Para escrever a rimar:
Ando sempre numa pressa
E só penso em trabalhar.


Que mui penso no trabalho
Corresponde à verdade;
Que já tenha tudo pronto
É que não é realidade!


Voltei a rimar, Ana! 🙂

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

30 Dias de Gratidão - Dia 11


Dia 11
Um feito de que estou orgulhosa


Não é um feito só meu, se calhar não é sequer um feito maioritariamente meu, mas é um feito que sinto muito como meu. Por isso, cá vai:


Sinto orgulho na forma como os meus filhos todos se adaptaram à creche e, mais tarde, ao Jardim de Infância. Como continuaram na mesma escola, a passagem para o 1.º Ciclo e para os Ciclos seguintes (a Vassoura, que é a mais velha, está no 9.º ano) não "conta", digamos assim, neste feito, pois há um grande papel da Escola nas várias passagens (do 2.º para o 3.º Ciclo nem há qualquer necessidade de passagem especial, só mudam algumas disciplinas!).


Como professora, já testemunhei comportamentos de mães/pais/E.E. que em nada ajudaram a adaptação dos filhos ao 1.º Ciclo (que é o nível de ensino onde trabalho há mais de 20 anos).


Também testemunhei em colegas professores (vou assumir: em colegas professoras apenas), que ao longo dos anos foram tendo filhos que entraram para a escola (creche e/ou J.I.), comportamentos que - na minha opinião, claro - tinham efeito negativo na adaptação das crianças.


Um desses comportamentos (se calhar o que mais vezes testemunhei) era o de não levarem as crianças todos os dias à escola. Como tinham alguém (normalmente uma avó, ou uma empregada) disponível para ficar com a(s) criança(s - tive várias colegas com gémeos) e, quando a criança ia à escola, ficava a chorar, optavam por deixar a criança em casa. Helloooo! Quanto mais vezes fizerem isso, mais vezes a criança vai chorar, para mais vezes ficar em casa! As crianças raramente deixam passar uma oportunidade de "controlar" o que lhes acontece...


Outro comportamento (de que só me lembro uma colega ter tido, sou honesta) tinha a ver com a comida. A criança, de três anos, recusava comer na escola (J.I.). O que é que a mãe fazia? Saía da escola do 1.º ciclo, onde trabalhava, ia a correr buscar a criança, levava-a a casa, dava-lhe almoço (e almoçava também, claro) e, no caminho de regresso à nossa escola, para as aulas da tarde, deixava a filha na escola dela. Esta colega queixava-se da canseira que era aquela correria à hora de almoço. Já não me lembro bem quanto tempo durou a canseira, mas não foi uma coisa de dias, foi de semanas ou meses! Nós (o "nós" era constituído por professoras com filhos crescidos, uma professora com filhos pequenos e uma professora sem filhos, mas com vários sobrinhos e longa experiência como babysitter - eu) dizíamos-lhe para explicar à filha que não poderia continuar a ir buscá-la. Ela respondia que não podia deixar a filha sem comer. Nós retorquíamos que a filha não iria ficar sem comer, primeiro, porque havia refeições que comia em casa, e, segundo, porque a filha não era parva e, se percebesse que não adiantava não comer (isto é, que não conseguiria que a mãe fizesse o que ela queria através da fita na escola), ela passaria a comer na escola. Quando a mãe finalmente se convenceu que era o melhor que tinha a fazer (porque aquela correria estava a deixá-la exausta e stressadíssima), a questão ficou resolvida em dois ou três dias. 


Este tipo de comportamento parental, em que deixamos que a criança decida (porque é disso que se trata!) o que não lhe compete a ela decidir, só vai dificultar a vida aos envolvidos: criança, pais e educadores/professores.


Atenção que todo este discurso se aplica a contextos em que não há problema do lado da escola, isto é, em que a criança é bem tratada, apenas está a ter alguma dificuldade em aceitar a nova realidade. Conheço um caso, de há uns anos, em que era suposto a criança, no fim da licença parental inicial da mãe, ir para uma ama, que morava perto da casa dos pais, já não me lembro se por recomendação de algum conhecido. Se não me falha a memória, no primeiro dia em que a mãe levou a criança, para lá ficar um bocadinho, foi incapaz, pelo que viu, de deixar lá o filho. Reparem que não apareceu sem avisar: apesar disso, a casa estava visivelmente suja e com poucas condições. Contou-me a mãe, a propósito do que viu, que tinha decidido, ali, na hora, que preferiria mandar o filho para longe, para casa da mãe dela (noutro país!) do que ter de o deixar naquela casa, com aquela ama. A situação acabou por terminar bem, porque a criança foi para uma creche (com J.I.) e passou lá os anos todos até entrar para o 1.º ano de escolaridade. E não era esquisitice da mãe, pois deixou sem problemas o filho na creche, desde o início, e ele teve uma ótima (e rápida) adaptação.


Para terminar, uma nota: há crianças que só choram porque os pais (sobretudo as mães) precisam que eles chorem. Por ridículo que possa parecer, é verdade. As mães ficam à espera e não se vão logo embora, na expectativa de confirmar que o/a filho/a gosta muito dela, e por isso é que chora. Uma curiosidade a propósito disto: dizem as educadoras e auxiliares da escola da Magia que nunca houve tão pouco choro nos grupos dos 3 anos... Pudera, os pais são obrigados a entregar as crianças à porta do corredor e a irem-se logo embora!!! Sem público, os miúdos vão chorar para quê?

30 Dias de Gratidão - Dias 9 e 10


Dias 9 e 10 (junto-os porque sim, porque eu é que decido!)
A minha parte preferida na minha casa
Algo em que encontro conforto


A parte de casa de que mais gosto é onde encontro mais conforto: a minha cama. Só de pensar nisso, ai, que tentação - a minha cama está mesmo atrás de mim...


Resiste, Mimi, resiste, que tens muito que fazer e já andaste a perder muito tempo, em especial noutros dias... (jogos de cartas no computador, uns atrás dos outros, leitura prolongada de posts meus, antigos, enfim... - eu sou especialista em perder tempo!)


I ❤ 🛏 


 

A Magia voltou à escola

A Magia passou bem a noite, acordou bem-disposta, com apetite, sem febre (longe disso, até!) e, em casa, dizia animada, a cantarolar: "Eu vou à escola!".


Contou-me o Gato Rogério, que é quem os leva, que, desta vez, ao aproximar-se a auxiliar do acolhimento, a Magia se virou para ele, disse:


- Limpa-me os olhos!


... Mas não chegou a chorar!


Acho que se esqueceu da deixa, da sua própria encenação...


😂😂

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Com pandemia ou sem ela,

A Magia ontem teve febre, e hoje ficou em casa. Não voltou a ter temperatura que "qualifique" como febril, mas esteve mais "quentinha" do que o habitual. Veremos como passa a noite e como acorda... 


Ela está constipada e penso que seja daí que vem a subida de temperatura: há lutas internas!

A Magia

A Magia tem uma bexiga resistente (já falei aqui da sua super-bexiga), mas de manhã tem de fazer o "xixi grande da noite" - tem de ser!


Hoje, esteve imenso tempo sentada no bacio e não fez nada. Quando a levantámos, para poderem sair de casa e os irmãos não chegarem atrasados às aulas, chorou, dizendo que precisava de fazer. Voltei a sentá-la. não fez. Tirei-a do bacio, e ela foi com o Rogério para ao pé da entrada. Enquanto os irmãos se calçavam (temos os sapatos de lado de fora de casa), a Magia voltou a dizer que queria fazer. Levei-a para a casa de banho e sentei-a. Não fez nada. Tive de a levantar e levar a chorar para a entrada.


Aguentou a viagem de carro até à escola. O Rogério avisou a auxiliar que ela não tinha feito xixi desde que se levantara, mas ela (a Magia) não pediu para ir à casa de banho. Acredito que tenha pedido passado um pouco...


 


Conclusão a que cheguei: o raciocínio da Magia deve ter sido algo do género "Se não fizer xixi, não posso sair de casa (desde que usa cuecas, acabou sempre por fazer antes de sair); se não sair de casa, não vou para a escola!"


Esta ideia de a Magia não querer ir para a escola não é preocupante, é normal. Não é aversão à escola, nem infelicidade ao estar lá, é simplesmente querer ficar em casa! Quem nunca...?

30 Dias de Gratidão - Dia 8


Dia 8 (mais uma vez com ligeiro atraso)
A minha parte preferida da noite


Quando os miúdos estão todos na cama, em silêncio (e de preferência já a dormir).
Tudo isto ainda se torna mais preferido se acontecer até à hora ideal: 20:30h (raro, raríssimo, e já não acontece há muito tempo) ou, pelo menos, até às 21h.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

A Magia na escola...

O primeiro dia da Magia na escola (sexta-feira passada) correu muito bem.


No segundo dia, ontem, na hora de passar da mão do pai para a mão da auxiliar que faz o acolhimento, a Magia chorou e pediu ao Gato que lhe limpasse as lágrimas, o que ele fez, além de lhe dar mais um abraço. A auxiliar deu-lhe colo e o Gato veio-se embora. Claro que assim que o pai desapareceu de vista, a Magia parou de chorar e passou lindamente o resto do dia (já desconfiávamos que era isso que sucederia, e hoje tivemos a confirmação que foi isso que sucedeu).


Hoje, a Magia foi pela mão do pai, muito satisfeita, até chegar ao local da separação e ver a auxiliar aproximar-se. Aí, virou-se para o pai e pediu:


- Limpa-me as lágrimas.


E depois começou a chorar!


Tem futuro...


😂

30 Dias de Gratidão - Dia 7


Dia 7 (com umas horinhas de atraso...)
As pessoas que são mais importantes para mim


As pessoas que vou indicar não esgotam a lista, mas fazem parte dela: o meu pai (Avô Bruxo) e o Gato Rogério. Escolhi-os porque este post se refere ao dia 7, ontem, e ambos fizeram anos! 

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Uma quadra por dia, não sabe o bem que lhe fazia!

Estou feliz pela minha imagem
De perfil estar bem melhor
Venho reagradecer à Ana
Que é mesmo um amor!


É incrível o que uma ação
Pode fazer por alguém:
Eu só disse "Obrigada"
E ela ficou feliz também!

Será que já repararam...

A "pose" é a mesma, mas o fundo está muito melhor, não está?


Foi um presente que a Ana de Deus, (talvez) mais conhecida por "Abelha", me ofereceu!


Foi uma surpresa muito agradável e que me deixou feliz. Esta vizinhança do Sapo é mesmo a melhor!


Muito obrigada, Ana!

Aniversários

Hoje o Avô Bruxo faz 81 anos e o Gato Rogério faz 52 anos.


 


Parabéns aos dois! 

domingo, 6 de setembro de 2020

30 Dias de Gratidão - Dia 6


Dia 6
A minha canção preferida (e porquê)


Aqui temos um problema... Não tenho. Não tenho porque gosto de música, no geral (dos tipos de música que gosto) e sou capaz de ficar a ouvir a mesma música vezes de seguida - a questão é que a música que pode merecer esse destaque pode ser uma qualquer, de todas as que gosto!

sábado, 5 de setembro de 2020

Uma quadra por dia, não sabe o bem que lhe fazia!

A minha mãe faz anos hoje
E eu queria dar-lhe um mimo
Além da conversa no Skype
Com a Magia e o primo.

Assim sendo, minha mãe,
Meu tesouro, minha querida,
Aqui fica esta quadra
Fraquinha, mas sentida!

30 Dias de Gratidão - Dia 5


 


Dia 5
Uma pessoa que estou contente por ter na minha vida



Há muitas pessoas, mas vou escolher a minha mãe. A minha mãe é única e é a melhor mãe do mundo. Se eu escrevesse um quilómetro de texto sobre ela e sobre o que sinto por ela não conseguiria transmitir tudo, por isso nem tento.


A razão para escolher a minha mãe (não querendo isto dizer que não a iria escolher se fosse outro dia) e não outra pessoa é que hoje a minha mãe faz anos

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Uma quadra por dia, não sabe o bem que lhe fazia!

Levámos os grandes à escola.
Não passámos do portão -
As novas regras definem
Quem pode passar, pois então!



Em relação à Magia, 
que entra por outro lado,
Por ser o primeiro dia
Pudemos lá estar um bocado.



Não sei como vai ser:
Se a Magia vai chorar
Se vai comer e dormir
Ou se vai muito estranhar.



O que eu sei é que confio
Nas pessoas com quem está
E isso ajuda a experiência
A ser boa e não má!


 


Ana, hoje é uma dose extra, para compensar os inevitáveis dias em que não escreverei nenhuma quadra... 😁😁😁

30 Dias de Gratidão - Dia 4


Dia 4
Algo que adoro acerca de um membro da família


 


Adoro a facilidade e a boa-disposição da Magia ao acordar. Hoje, por exemplo, foi acordada às sete e pouco (7:09h, se não me falha a memória). Bastou alguma luz entrar no quarto, quando abri a porta, e o som de uns beijinhos mandados ao ar para que o corpo dela reagisse, ficando imediatamente pronta para se levantar e começar o dia.


É uma característica da Magia verdadeiramente mágica e que espero se mantenha pela vida fora.

30 Dias de Gratidão - Dia 3


Dia 3 (com um ligeiro atraso no registo)
Uma coisa boa que aconteceu hoje (isto é, ontem)


Consegui deitar-me com todas as coisas necessárias para a escola preparadas (as da responsabilidade dos miúdos - eles trataram, não eu! - e as da minha responsabilidade).


Os três mais velhos hoje (dia 4) começam as aulas (bem, não propriamente as aulas - vão passar a manhã com os respetivos Diretores de Turma a aprender percursos e regras específicos, e todas as coisinhas boas a que a realidade que vivemos nos obriga). Os materiais de trabalho já estavam prontos há bastante tempo (comprados, identificados, plastificados, tudo estava feito), mas as coisas específicas por causa da pandemia acabaram por ficar para a última hora...


A Magia começa hoje a ir ao Jardim de Infância, na mesma escola que os irmãos. No caso dela, que está poupada (e me poupa a mim, por enquanto) a esses trabalhos, fui completamente balda. Só à noite, muito noite, é que tratei dos lençóis, das mudas de roupa, garrafa de água, sapatos, etc. Um atraso dificilmente justificável, quando sei o que é preciso desde julho...


Mas isto é sobre a gratidão e estou grata por me ter deitado (não importa a que horas! 😇) com tudo tratado! 

Vai dar ao mesmo...

Eu: [...] E não vale a pena fazeres birra.


Magia: Lava a pena, lava!


 


😄

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Uma quadra por dia, não sabe o bem que lhe fazia!

Como já se deve ter tornado claro, pelos posts que tenho publicado e pelo emblema ali do lado esquerdo, eu sou "membro dos desafios da abelha".


Este é capaz de ser o desafio que "é mais a minha cara" e, no entanto, não vou cumprir com rigor. Se cumprisse, escreveria uma quadra por dia e eu sei que isso não vai acontecer...


Mas não quero deixar de participar porque eu gosto de fazer quadras. Já fiz inúmeras quadras ao longo da vida, para "Chás da Panela", festas de fim de ano na escola, "diplomas personalizados" para alunos, ..., e, às vezes, só porque sim, a meio de uma conversa (as desta categoria normalmente ficam-se pela oralidade).


 


Hoje, escrevo. Amanhã, logo se verá! 


 


Não entrar no desafio
Está fora de questão
Escrever quadras com brio
É essa a nova missão!


 


 


Ana, como fazes para que os versos fiquem perto uns dos outros, e não a quilómetros de distância, como os meus? Obrigada pela resposta - já alterei! 

30 Dias de Gratidão - Dia 2


Dia 2
Um elogio que me fez sentir bem


 


No dia do meu casamento, já mais para o fim do dia, quando a mãe de um primo pequenino (da parte do Gato Rogério, e que não me conhecia) lhe disse: "Então, não cumprimentas a noiva?", ele respondeu:


- Não é uma noiva, é uma princesa! 


(👰❌; 👸✅) = 😍


 


Há quase 15 anos que este elogio me faz sentir bem, quando dele me lembro! 😍


[Parte de mim reconhece que nem se tratou bem de um elogio, mas eu encarei-o e encaro-o como tal.]

Desafio "Rainy Day"

A Ana de Deus, d'Os Desafios da Abelha, lançou mais um desafio.


Desta vez, propôs que escrevêssemos sobre um dia de chuva ou sobre a nossa relação com a chuva, enfim... algo à roda disso. Com um limite de 100 palavras, que respeitei escrupulosamente, aqui está o meu texto! Não é particularmente inspirado, mas é absolutamente verdadeiro. 


 



Em agosto de 1995, fui à Escócia, com algumas colegas de curso. Segundo nos disseram os escoceses, levámos connosco o bom tempo: três semanas de sol (e alguma chuvinha ocasional, mesmo, mesmo levezinha). Nós estávamos nos arredores de Glasgow, mas, onde quer que fôssemos, à tarde depois das aulas, ou aos fins de semana, o sol ia connosco. O único dia em que choveu bastante foi aquele em que visitámos Edimburgo. Resultado: esta bela cidade ficou-me na memória como feia e sombria. Tudo por culpa da chuva! (No ano seguinte voltei, e, com sol 🌞, pude apreciar Edimburgo como deve ser.)


terça-feira, 1 de setembro de 2020

30 Dias de Gratidão - Dia 1

30 Days of Gratitude_ Journal Prompts to Get You S


Este desafio começou na Just Smile, mas eu vi-o primeiro no blogue da Joana e Companhia. :-)


 


Não vou seguir a ordem "oficial", e não sei se vou conseguir publicar todos os dias (hoje, para começar, já vai sair tarde...). 


 


Dia 1
Algo que me fez rir hoje


O post da Joana, que foi precisamente sobre algo que a fez rir (e não só a ela). Obrigada, Joana!

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

A arte da Magia

CCF20082020_00000.jpg


A Magia gosta de desenhar. Claro que os desenhos são maioritariamente um conjunto de riscos à toa, mais ou menos carregados. De vez em quando desenha uma "quase bola" (a linha fica fechada, mas mais oval/bicuda do que redonda).


Hoje ofereceu-me este desenho que aqui vos mostro. Olhei e pensei: "Mais uns riscos à toa". Ainda assim, perguntei:


- O que é que desenhaste?


Magia, indicando a linha vertical do lado esquerdo: Isto é "uma perna" [não disse a quem pertencia a perna].


A seguir, apontando para cada uma das quatro figuras semelhantes, disse:


- Isto é uma abelha; isto é outra abelha; isto é outra abelha e isto é outra abelha.


Olhando para as figuras, não consegui ver abelhas, até a Magia abrir os dois braços enquanto dizia: "São as asas, assim!".


Imediatamente o meu espírito tacanho e pouco dado à Arte Abstrata se abriu, e consegui ver claramente as abelhas


 


E vocês, também conseguem?

terça-feira, 18 de agosto de 2020

"Carnaval" no Jardim Zoológico

No domingo passado fomos ao Jardim Zoológico de Lisboa.


O Rogério só lá tinha ido em criança (há mais de 40 anos, presumo, porque ele não me disse que idade exata tinha quando foi).


Eu fui em criança, também.


Voltei a visitar o Zoo de Lisboa quando estava a tirar o curso, para fazer com colegas um trabalho (um vídeo sobre animais, que depois editámos, com texto e áudio, para ser futuramente usado em aulas de inglês). Infelizmente fazer cópias do trabalho não estava ao nosso alcance, de modo que só um elemento do grupo teve a felicidade de ficar com a  cassete de vídeo - sim, leitores mais novos, nem DVD tínhamos... - e não fui eu. Claro que não sabíamos, na altura, que eu seria a única do grupo a optar pelo ensino da língua inglesa - se soubéssemos, teria sido eu a ficar com a cassete, e talvez a tivesse conseguido copiar para DVD, mais tarde (nem que fosse com ajuda do querido Gato Rogério!).


Regressei ao Jardim Zoológico como professora, em várias visitas de estudo acompanhando a minha turma do momento, mas tendo de gerir a visita também com os restantes professores e turmas da escola. Estas visitas eram, por norma, experiências giras e enriquecedoras para os alunos, mas quase sempre muitíssimo cansativas e stressantes q.b. para nós, professores, porque quando vamos ao Zoo com os alunos, vamos nós e mais umas tantas escolas. Aquilo é um engarrafamento de crianças e de grupos que muitas vezes se torna caótico. E as filas para o comboio, para o Show dos Golfinhos, para o teleférico, para as casas de banho, ..., para tudo, nessas visitas, eram sempre gigantescas. Uma canseira.


A Vassoura, a Varinha e o Feitiço já tinham ido ao Zoo, com a escola ou em festas de anos, já não sei quem fez o quê.


Para mim, a experiência de ontem foi a melhor - mesmo tendo em conta a atual situação de pandemia.


O Zoo de Lisboa não obriga os visitantes a usarem máscara, mas recomenda que o façam. Muitas pessoas estavam de máscara, com ela a tapar o que é suposto. Outras levavam a máscara na mão, ou enrolada junto ao pescoço. Muito mal mascarados!


Nós, excetuando a Magia, que tem três anos, estivemos sempre com máscara. Tirámo-la para almoçar (comemos no McDonald's, que é algo que guardamos para ocasiões especiais, o que torna especial a própria ida ao McDonald's) e, no meu caso, durante o percurso no teleférico (quando me ocorreu fazê-lo, já a viagem ia a meio). 


Acho que uma pessoa se consegue habituar à máscara na cara. Só agora posso dizer isto porque só agora tive a experiência de muitas horas seguidas com máscara - um ótimo treino e mentalização de que não será o fim do mundo, quando tiver que o fazer nas aulas.


Aspetos positivos da experiência, sem nenhuma ordem especial:


- toda a parte dos animais, que foi o que nos levou lá, para começar! 🐺🦁🦒🐮🐻🐨🦓🐒🦍🦧🐅🐆🐎🦌🦏🦛🐂🐃🐄🐖🐑🐐🐫🦘🐘🐇🐊🐢🐬🦆🐓🦃🦢🦜🦩🦚🐦🐧🐤;


- a limpeza do espaço - acho que não vi lixo em lado nenhum (tão bom!) - correção: vi bocados de papel no chão da casa de banho, que, com ajuda de mais papel, apanhei e coloquei no caixote;


- as casas de banho - não havia fila em nenhuma das vezes que lá fui (situadas em locais diferentes), não cheiravam mal e tinham papel higiénico em todas as divisórias (pareceu-me - não investiguei para relatar com rigor). Gostei que houvesse casas de banho só para crianças (em que qualquer adulto acompanhante pode entrar, claro), com sanitas pequeninas, menos intimidantes para a Magia, que só fez alguma coisa da segunda vez que pediu para ir;


- não haver fila para o teleférico, de tal modo que até deu para andarmos duas vezes, uma logo a seguir ao almoço e outra antes de nos virmos embora. Da segunda vez fiquei "em terra" com a Magia;


- haver vários locais com desinfetante ao longo de todo o Zoo, estrategicamente colocados. Não apanhei nenhum que estivesse vazio;


- o comportamento dos quatro descendentes, de uma maneira geral (o Gato também se portou bem 😉😁😂), e, em especial, da Magia, que nunca pediu colo, não fez birras, almoçou lindamente, não se sujou (nem com comida, nem com necessidades fisiológicas) e tornou a experiência mais mágica para todos.


Aspetos menos positivos da experiência, sem nenhuma ordem especial:


- o preço dos bilhetes - podiam ter um preço para famílias, independentemente do número e da idade dos descendentes (pelo menos enquanto menores);


- o rolo de papel das mãos, nas casas de banho, estava colocado à solta em cima das bancadas, perto dos lavatórios. Resultado: como as bancadas apanham água, parte do papel estava molhado. Havia secadores de ar a funcionar, por outro lado;


- o facto de todos os espetáculos estarem inativos, assim como o comboio, o reptilário e outros espaços (poucos, relativamente a tudo o que há para ver);


- o facto de algumas pessoas desrespeitarem as distâncias, nos locais em que havia marcas claríssimas no chão;


- o facto de algumas pessoas (à tarde mais do que de manhã) estarem sem máscara.


 


Balanço final: valeu muito a pena e foi um marco neste verão, que tem sido sobretudo caseiro. Veremos o que nos reserva o tempo de férias que ainda temos...


 

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Magia, a poetisa

Enquanto estava na sanita, a fazer xixi (e, pelo que disse, algo mais) a Magia disse:


 


- Mamã, o pum grande estava a dançar com o xixi!

sábado, 15 de agosto de 2020

As partes do pão,

pao_caseiro.PNG


Ontem dei à Magia um bocado de pão caseiro sem côdea. Não é costume dar-lhe só miolo, de modo que ela estranhou e comentou.


- Mamã, este pão não tem madeira!

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

O Feitiço

Eu na casa de banho.


Feitiço, do lado de fora da casa de banho: Mamã, se me deres um abraço*, eu faço tudo o que tenho de fazer.** [Pausa.] Por isso não te vou deixar dares-me um abraço! [riso do tipo vilão]


 


 


*Os meus abraços têm uma cotação excelente na bolsa familiar.


 


**lavar os dentes, vestir o pijama,...

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

A Magia

Ontem.


Acordou seca de manhã, comeu e só depois fez xixi. Eram nove e tal da manhã.


Até ao almoço, não fez xixi.


Almoçou.


Foi ao bacio. Esteve lá bastante tempo. Não fez xixi.


Foi para a cama. [Pensei que era fatal como o destino que iria molhar a cama.]


Horas depois, quando o Rogério a foi buscar, ela estava sentada na cama, sequinha.


Não quis fazer xixi nessa altura, quis lanchar primeiro.


Lanchou.


Foi ao bacio e fez xixi.


 


Sei que acidentes acontecem e tudo o mais, mas a experiência de ontem deixou-me confiante que, no caso da Magia, não há razão para haver muitos acidentes... 🌞🌞🌞

"Cidadania e ...

Uma nova disciplina, segundo o Feitiço.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A doçura da Magia

Antes de rezarmos em família, a Magia esteve no bacio e fez xixi e 💩 (e pelo meio deu uns puns).


Depois de rezarmos, disse que precisava de fazer ➕ xixi, ➕ puns e ➕ 💩. Vi que aquilo era a habitual manobra de diversão para adiar a ida para a cama, mas não deixei de a levar ao bacio, atendendo a que estamos em plena Missão Sequinha 2020.


Pois bem, que fique registado que a Magia, ao contrário de tantos políticos por esse país e mundo fora, prometeu [bem, prometer, não prometeu, na verdade] e... cumpriu (as três promessas)!


Enquanto cumpria a promessa, jogou comigo às escondidas de um pequeno livro (eu escondia, ela encontrava, sem sair do bacio, claro - o esconderijo era sempre um bocado visível).


Quando finalmente a deitei, no quarto que partilha com as irmãs, cantei-lhe o Vitinho, em português, inglês, francês e alemão (estas duas últimas em versões ultra-reduzidas), como de costume, disse "Boa noite", mandei beijinhos às três e dirigi-me à porta para sair do quarto.


Nessa altura, diz a Magia:


- Não disseste "amores"!


Eu: Boa noite, meus amores!


Magia: Boa noite, minha amor!

sábado, 1 de agosto de 2020

Desafio "As melhores férias"

A Ana de Deus lançou um desafio à blogosfera no geral e a mim em particular (não mais particular do que outros blogues, entenda-se). Desafio aceite e cumprido! 😃


É um desafio difícil! Escolher as melhores férias, aliás, não é difícil, é impossível. Tenho recordações de férias da infância, muito simples, mas ótimas, tenho recordações de férias em que viajei (cá dentro ou para o estrangeiro) e adorei, tenho recordações mais recentes de férias, como mãe, cansativas (de longe as mais cansativas!), mas cheias também de boas memórias… Como escolher? Não escolhendo!


 



As melhores férias da Bruxa Mimi


O que as melhores férias têm em comum é serem passadas com pessoas de que gosto, o terem muitas e longas conversas, jogos, animação, confusão. As melhores férias têm pouca tecnologia, pouco ou nenhum écran, muito contacto visual direto, muitas gargalhadas. Embora eu goste de viajar e conhecer novos locais (ou voltar àqueles onde fui muito feliz, como a Escócia), acho que as melhores férias podem ser passadas a sair e a vir dormir a casa todos os dias (não há cama como a minha!)… As melhores férias às vezes são as sonhadas, mas as atuais não são de desperdiçar!


 



 

Post sobre xixi na cama

A Magia tem tido bastante sucesso na "Missão Sequinha 2020". 


O facto de a Magia estar a ter sucesso tem-me dado alegria, claro, pela realidade atual, mas também me tem servido para olhar com benevolência para o passado molhado da Vassoura, da Varinha e do Feitiço. 


Benevolência para com os meus descendentes, mas também - e sobretudo - benevolência para com a Mimi-mamã dessa altura.


Mães (e também pais, vá, embora o peso esteja quase sempre sobre os ombros das mães) que lidam com crianças que nunca mais* largam as fraldas: tenham calma, relaxem, vocês estão a fazer tudo bem, deem tempo ao tempo e às vossas crianças, respirem fundo, não se zanguem, é mesmo só uma questão de tempo! Ah, e não comparem as vossas crianças com os primos, os filhos dos amigos ou os colegas. Ninguém ganha nada com isso.


Cada criança tem o seu ritmo para cada aquisição que - mais cedo ou mais tarde - vai fazer. 


Ver a Magia a acordar seca (da sesta e após a noite) aos 3 anos quando:


- bebe água antes de ir para a cama;


- come uma quantidade normal de sopa ao almoço e ao jantar;


e os irmãos acordavam molhados de manhã, aos 5 anos - ou aos 6 -, apesar de:


- comerem menos sopa ou nenhuma sopa ao jantar;


- nunca beberem água antes de irem para a cama;


- serem postos a fazer xixi, à noite, antes de nós, pais, irmos para a cama...


 


... torna evidente que, por mais medidas que tomássemos, na altura dos primeiros três, eles não tinham a maturidade física necessária para conseguirem controlar a bexiga enquanto dormiam.** Ao adormecerem, a comunicação cérebro-bexiga desligava e a bexiga ficava por conta própria (do tipo: "patrão fora, dia santo na loja") e lá se ia o xixi. A comunicação de tal forma desligava que eles nem acordavam quando ficavam molhados. Às vezes, devido ao calor, de manhã já estavam secos, e achavam, inocentemente, que tinham passado a noite sem fazer xixi, mas o [meu] olfato garantia o contrário.


A verdade é que não houve soluções milagrosas. Houve incentivos, sim, mas esses funcionaram como meros adornos. A chave para esta questão está mesmo no tempo. E na paciência. E na máquina de lavar roupa. E, já agora, numa pequena dica (não para resolver, mas para simplificar o dia-a-dia): colocar o resguardo do colchão ao contrário, com a parte plástica para cima, permite que nem sempre tenhamos de o lavar após uma noite não-seca - passa-se uma toalhita e deixa-se secar. Caso contrário, não há resguardos suficientes, em especial quando o tempo não está assim tão quente!


 


*"Nunca mais" é uma expressão vaga, intencionalmente, porque varia de mãe para mãe e de pai para pai. Se calhar para algumas mães o processo atual da Magia já vinha tarde... Eu compreendo que assim seja, pois tudo é relativo... Casos como os dos meus filhos não são anormais, mas também estão longe de serem a maioria. E é isso que nos atormenta. Por isso repito: não comparem as vossas crianças com as outras. Não vale a pena.


**No caso do Feitiço, mesmo acordado, a coisa foi mais complicada, e aí havia também a componente da maturidade psicológica (ou simplesmente feitio? Confesso que não tenho certeza de qual dos dois teve mais peso.)...


 


O post já vai longo, mas não quero deixar de dizer a todos os parents que têm descendentes que aos dois anos já nem sabiam o que eram fraldas: Boa! Parabéns! Mas não se gabem muito - foi mais sorte que arte...

domingo, 26 de julho de 2020

Uma ida à Missa...

Arriscada por causa da Covid-19?


Não!


Arriscada por causa da nova etapa!


Pois, a Magia foi ontem à Missa de cuecas. ..


O resultado foi 🌞 (isto é, seco)! 


Ficámos (Magia incluída) muito contentes!


 


*************************


Depois de escrever o post sobre a nova etapa, a Magia teve umas noites e sestas, digamos, não-secas.  Até pensei que, ao escrever, tinha agoirado a Missão Sequinha 2020! Mas depois recuperou um registo mais positivo. Vamos ver como continua a Missão... De vez em quando atualizo-a, por aqui.

domingo, 19 de julho de 2020

Nova etapa da Magia

Poucos dos que aqui passam são leitores "antigos", dos primórdios do blogue (2013). Esses poucos talvez se recordem das "Missões: Sequinh@s". Chegou a vez da Magia.


 


Ao contrário dos irmãos, na idade correspondente, a Magia deu alguns sinais positivos para o arranque da "Missão Sequinha 2020": já há tempos que, de manhã, a fralda usada durante a noite estava muitas vezes seca. Nunca tive essa experiência com os mais velhos: quando tirámos as fraldas da noite, foi pela idade, não foi porque víssemos que não se justificava usarem fralda. Elas tinham cinco anos e o Feitiço tinha seis - missão que falhou (tivemos que voltar a colocar fraldas quando começou a ficar frio, para ele não se constipar) - e depois sete - missão que teve sucesso.


 


Quando começou o confinamento, a Magia usava fralda "normal" durante a noite e "fralda-cueca" durante o dia, para mais facilmente ir ao bacio ou à sanita quando pedia (as fraldas-cueca, para quem não sabe, sobem e descem como umas cuecas, mas, se for preciso, rasgam-se de lado). Fiz a experiência de lhe colocar cuecas. Ela adorou a ideia, mas os vários acidentes (pequenos lagos aos seus pés), conjugados com as aulas e reuniões zoom de todos, levaram a que deixasse de lhe pôr cuecas, mas fomos sempre perguntando se queria ir ao bacio. Houve dias em que não fez nenhum xixi na fralda-cueca e em que pediu muitas vezes para ir fazer, o que foi sempre muito valorizado e festejado (é preciso ver que cá em casa somos muitos a fazer claque). Mas, claro, não é a mesma coisa ter a fralda-cueca ou ter cuecas vestidas.


 


Há uma semana, o Gato Rogério disse que achava - ou perguntou-se se eu achava, já não sei bem - que era boa ideia voltar a pôr cuecas à Magia. Eu concordei. E pusemos, de dia e de noite! Houve quatro ou cinco acidentes: um lago no chão da sala, duas camas molhadas de manhã e uma ou duas camas molhadas após a sesta. Pode não parecer, mas estes resultados, para mim, são verdadeiramente positivos!


 


Tenho que confessar que a Magia não esteve sempre de cuecas durante esta semana. Coloquei-lhe fralda antes de ela ir para a cama sempre que, apesar de estar no bacio ou na sanita durante bastante tempo, não fez nada. Não acredito que a Magia tenha uma super-bexiga e não sou masoquista, pelo que a regra é: "não faz, coloco-lhe fralda-cueca". Numa das sestas, fiquei muito contente por ela estar com fralda-cueca, porque fez 💩!


 


Bem, ele há coisas... Estava eu a escrever este post, quando a Magia me chama. Assim que abro um pouco a porta do quarto, deteto um odor amarelo


 


Eu [murmurando, para não acordar a Vassoura e a Varinha]: Fizeste xixi?


Magia: Sim. Não foi pelas pernas abaixo, mas foi um bocadinho.


 


Era mais do que um bocadinho e tive de mudar a cama e dar-lhe banho, mas, apesar disso, não estou infeliz com este contratempo, pois ele é - em parte - um bom sinal!


 


Bom sinal - perguntam vocês -, como?


 


Bom sinal porque os irmãos dormiam nos lagos amarelos, sem qualquer problema...

quinta-feira, 16 de julho de 2020

And the winner is...

Terminada a votação, os resultados estão à vista (de quem tem acesso a TODAS as votações, que é o meu caso 😁). Passo a anunciá-los, não sem antes reiterar os PARABÉNS a todas as participantes, pelos seus modelos  bonitos e criativos!


 


🏅5.º lugar - 131 pontos - Modelo 5


Copia de modelo5_eco-fashion.jpg


 


🏅4.º lugar - 134 pontos - Modelo 1


Copia de modelo1_eco-fashion.jpg


 


🥉3.º lugar - 149 pontos - Modelo 3


Copia de modelo3_eco-fashion.jpg


 


Agora, ressoam os tambores!  🥁🥁🥁🥁 Conseguem ouvir?


 


🥈 Em 2.º lugar, com 185 pontos, ficou... o Modelo 2!


Copia de modelo2_eco-fashion.jpg


 


Isto significa que...


🥇... em 1.º lugar, com 193 pontos, ficou o Modelo 4!


Copia de modelo4_eco-fashion.jpg


Então, ficaram satisfeitos?


Alguém votou exatamente como o resultado final?


****************


Adendas:


1 - Houve 24 votantes, entre WhatsApp e blogue, o que foi muito bom.


2 - Estilistas sobrinhas, optei por omitir quem era a autora de que modelo, mas se quiserem que diga (se calhar até devia ter dito...), comentem!

Leituras alheias

Não sei como fui lá parar, mas acho que todos devem ler este post, escrito por quem já leva alguns anos nesta terra:


https://simplesmenteavo.blogs.sapo.pt/servicais-84091

Acabou a votação!

Amanhã, quer dizer, de manhã, direi quais os resultados do Eco-Fashion Show para bonecas.


 


Obrigada a todos os que votaram! São ovos estrelados com pãozinho fresco a tirar a gema... 😋

sábado, 11 de julho de 2020

Quem quer ser jurado?

A votação é até às 23:59h de quarta-feira, 15 de julho, é verdade, mas se eu deixar o apelo para as 23h desse dia é capaz de ser um bocado tarde...


Para votar é aqui:


https://alheiaatudooutalveznao.blogs.sapo.pt/eco-fashion-show-para-bonecas-610839


Muito obrigada pela vossa colaboração (se colaborarem; se estão a ler isto e não colaborarem, são ovos podres!*)


 


*Acho que esta foi a primeira vez que mais-ou-menos-ofendi alguém através do blogue. (Digo mais-ou-menos-ofendi porque, se lerem e votarem, não são ovos podres!)🙄


🙄As minhas filhas estilistas, do alto dos seus 12 e 13 anos, consideraram uma grande imaturidade da minha parte chamar "ovo podre" a alguém. Disseram elas: "Ninguém é obrigado a votar!". Por esta razão, retiro o que disse. NINGUÉM É OVO PODRE, QUER VOTE, QUER NÃO VOTE.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Magias

Esta tarde tive uma reunião de professores e, quando acabou, juntei-me ao Gato Rogério, que estava na reunião de pais com a DT da Vassoura. A Magia ficou ao cuidado dos irmãos, que fizeram um bom trabalho.  (Vantagens das reuniões via Zoom: se fossem presenciais, teríamos de ter tido alguém a ficar com as crianças enquanto estávamos nas reuniões, e eu não teria conseguido chegar à de pais em tempo útil.)


Depois dessa reunião acabar, saí da divisão. O Rogério ficou lá. Quando a Magia viu que a porta do quarto estava aberta, perguntou ao pai:


- Já acabou a runião?


- Sim.


- A runião correu bem?


- Sim, obrigado - disse o Rogério.


A seguir, a Magia virou-se para mim, que estava perto, e perguntou:


- E a tua runião correu bem?


- Sim, obrigada!


 


Para além de ter reparado que a palavra runhinhão tinha sido promovida a runião, adorei que a Magia nos tivesse perguntado como correram as reuniões.

Eco-Fashion Show para bonecas

Aqui está ele, o tão esperado concurso! 😉


No fim do post encontrarão as regras de votação, mas, para já, aqui ficam os cinco maravilhosos modelos a concurso, com a legenda indicando os materiais que foram utilizados.


modelo1.bmp


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COMO VOTAR:



  • Os pontos disponíveis são: 10 / 8 / 6 / 5 / 4

  • Cada jurado tem de decidir que modelo recebe que pontos (não pode dar os mesmos pontos a dois modelos)

  • Se votarem como "mag@ desconhecid@" (anónimos), têm de terminar a vossa votação (o comentário) com um nome

  • Podem divulgar o concurso - as estilistas agradecem (e a blogger também não se importa nada)! 😊

  • A votação termina às 23:59h de quarta-feira, 15 de julho de 2020 

  • Se tiverem dúvidas, perguntem antes de votar.


 


NOTA: Para além da votação aqui, haverá votação por WhatsApp (para a família). A junção de todos os pontos que cada modelo receber é que determinará o vencedor. Não vale a pena fazerem contas... 😉

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Harry Potter At Home

No Wizarding World, está a decorrer uma iniciativa que eu estou positivamente a A-DO-RAR.


Se, como eu, gostas do Harry Potter, e percebes inglês (quer tenhas lido os livros em inglês, quer tenhas lido em português), acho que vais adorar saber disto... admitindo, claro, que ainda não sabes (porque já estão disponíveis 14 dos 17 capítulos, ou seja, isto de recente não tem nada).


No "Harry Potter At Home", vão sendo disponibilizados vídeos de atores e outras personalidades mais ou menos conhecidas, umas que associamos ao mundo HP, outras que são simples fãs (como nós) a lerem, a partir de casa, um capítulo do primeiro livro: "Harry Potter e a Pedra Filosofal". 


O primeiro capítulo foi lido pelo ator Daniel Radcliffe (apesar de desnecessário, informo que foi ele que interpretou a personagem Harry Potter nos oito filmes). Brilhante. Adorei.


Alguns dos capítulos foram lidos por mais do que uma pessoa. O que vi hoje, o 14.º (faltam três), foi lido pelos atores que interpretaram, nos filmes, a Família Malfoy (Lucius, Narcissa e o seu querido filho Draco). Claro que não posso dizer que foram brilhantes, uma vez que eles eram os Malfoy, não é? Foram, digamos, sofríveis.


 


É claro que estou a brincar. Foram quase tão brilhantes como o Daniel.


Quase.


 


Recomendo, mesmo!


 

terça-feira, 7 de julho de 2020

Júri precisa-se!

Nestas férias escolares, as mais caseiras de que há memória, longe da família, as manas V&V juntaram-se a algumas primas - de forma virtual - e organizaram um Eco-Fashion Show com roupas de super-alta-costura para bonecas [palavras da Vassoura]. O Feitiço também ia participar, mas desistiu antes de começar. 


O concurso consiste em criar uma toilette para uma boneca, reutilizando (restos de) materiais diversos, como papel, tecido, plástico, cortiça, ...


Eu, como mãe de algumas participantes, não posso votar, obviamente. Irei pedir a alguns membros da nossa família, neutros como a Suíça (tios, primos crescidos, avós), que votem, mas, para haver mais votos - e tornar a competição mais renhida -, decidimos (eu e todas as participantes) colocar todas as fotos aqui no blogue, anónimas, claro, e apelar à vossa colaboração...


Este post é só um anúncio, um aviso, um pedido,... O verdadeiro post do concurso sairá na quinta ou na sexta-feira (9 ou 10 de julho). Podemos contar convosco? E se, quando votarem, puderem divulgar, ainda melhor!


Obrigada!

domingo, 5 de julho de 2020

Mais uma conquista da Magia

É muito normal uma criança com três anos dizer "paia" em vez de "praia", "banco" em vez de "branco", etc.. A Magia tinha noção que não dizia bem essas palavras, ao contrário de muitas outras que ela mesma referia "já conseguir dizer bem".


A primeira palavra destas com "pr, cr, br, etc." (de que nos apercebemos, pelo menos) foi "prato", à mesa da refeição. Ela já percebia bem que "pato" e "prato" não eram a mesma coisa - pronunciar a diferença é que era mais complicado. Por isso, quando disse "prato", a própria Magia chamou-nos a atenção para o facto de estar a dizer "prato" - o que ainda foi mais delicioso de testemunhar, isto é, a sua consciência e satisfação por estar - finalmente - a pronunciar "prato" corretamente.


Depois, não foi difícil levá-la a experimentar outras palavras com "pr" - ou semelhante - aliás, uma das primeiras experiências foi a Magia que decidiu: "branco". Este acontecimento foi há dois ou três dias. Desde então, sem termos andado a "massacrar" a miúda, já a ouvi pronunciar corretamente as palavras seguintes (e provavelmente outras):


prima, primeiro, primavera, preto, criança, preparar, prata, brincar, brincadeira, abrir, abram (na canção do Noddy).


Curiosamente, propus à Magia que dissesse algumas palavras com "tr", mas não conseguiu pronunciar nenhuma corretamente. Lá chegará (sem a mínima dúvida)!


 


É melhor trazerem-me um babete.

sábado, 27 de junho de 2020

Palavras à moda deles

Terminaram as aulas via Zoom, tanto para mim como para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço. Antes do confinamento, as aulas eram "presidenciais" [Feitiço dixit], como toda a gente sabe.


Durante estes meses, a Magia habituou-se de tal modo às aulas e reuniões dos irmãos e dos pais, que também começou a ter "runhinhões" [reuniões] com os seus bonecos, especialmente quando vai dormir a sesta.


A Magia gosta de ver episódios do Noddy e, de tanto ver, já canta a canção do genérico (e pelo menos uma das que o Noddy canta num episódio). A canção começa (e repete na segunda parte) assim: "Abas pó Noddy!" ["Abram alas p'ró Noddy!"]


Tem havido outros deslizes ou invenções (incluindo da Varinha, da Vassoura e meus), mas infelizmente não os apontei e não me lembro.

domingo, 7 de junho de 2020

Covid-19, uma não-realidade

Eu estava na marquise, a estender roupa. Na marquise oiço muitas conversas que preferia não ouvir, vindas do jardim ou do café que se situam perto. Um dia destes ainda oiço confissões de algum crime ou planos para cometer um, como aconteceu com o Poirot, no Egito (Terá sido no "Morte ao Sol" [se é que se chamava assim]? Não sei, já lá vão uns - muitos! - anos desde que li o livro ou que vi a adaptação - filme? série? acho que era filme - no pequeno écran.).


 


Dizia eu que estava na marquise, a estender roupa. E oiço:


- Olá, tudo bem? 


Beijinhos.


Olho pela janela. Mais uns cumprimentos, mais uns beijinhos. Cinco pessoas. Máscaras, zero. 


Nesse mesmo grupo, um espirra, diretamente para as duas mãos (o espirro foi "valente").


Diz outro:


- Não é para as mãos, é para o cotovelo.


O primeiro não deve ter percebido, porque o outro repetiu:


- Não é para as mãos, é para o cotovelo. Vai lavar as mãos.


Como o que espirrou não foi logo, ouvi mais umas duas vezes: "Vai lavar as mãos."


Convencido (ou apenas vencido), o das mãos com ranho sai do lugar, imagino, para ir lavar as mãos. Mas, bom samaritano, apanhou uma camisola que estava no chão..., com as mãos, claro!, e colocou-a em cima de uma espécie de arbusto que havia mesmo perto da mesa deles. (Espero que a camisola fosse dele, ao menos...)

Bruxa Mimi,

À hora de almoço, num daqueles dias em que não há alternativa e comemos salsichas.


Os meus filhos mais velhos chamam "rabo" às extremidades das salsichas. 


 


Feitiço, para a Vassoura, que está sentada ao seu lado: Qual é que achas que tem o rabo maior?


Magia, sem ver as salsichas e alheia à nomenclatura "gastronómica", mas dando uma resposta decidida: É a mamã.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Ser mãe (também) é...

Sim, eu sou dessas. Nem sempre, mas ultimamente tenho dado por mim a babar-me de orgulho por algumas conquistas da Magia.


- Já salta a pés juntos, salta mesmo (e não aquele "saltar" em que as pernas se mexem, mas os pés não querem ou não conseguem contrariar a Lei da Gravidade);


- Já corre (há muito tempo, diga-se de passagem, mas eu ainda não tinha contado!);


- Já pedala no triciclo (que me importa a mim que outros miúdos da mesma idade andem de bicicleta sem rodinhas? Nada.);


- Já sobe e desce degraus de altura razoável, sem precisar de mão ou de se apoiar em alguma coisa;


- Já diz tudo, ou melhor, "tudo". Se toda a gente a entende? Não. Se eu sempre a entendo? Também não. Mas que ela já há muito deixou de ser papagaia e se tornou autora e senhora do seu discurso, é totalmente verdade;


- Já faz puzzles simples sem ser ao calhas totalmente ao calhas, já consegue colocar as peças como eu tenho insistindo ao longo do tempo - "com cuidado", "não com força".


 


As conquistas relativas ao desenvolvimento motor talvez tenham um sabor especial porque, como alguns talvez se recordem, a Magia começou a fazer algumas coisas (sentar-se, andar) com atraso, o que levou a que fosse acompanhada por um neurocirurgião pediátrico. Já agora, conto que ele lhe deu "alta", pedindo (sugerindo, propondo) que a levássemos a uma consulta antes da entrada na escolaridade obrigatória. Até lá, muita água há de correr debaixo da ponte!


 


Aproveito para dizer (nunca sei quando é que cá volto) que a Magia adora cantar e que cantem para ela (não é muito exigente quanto à qualidade do canto, felizmente para mim, que, pelo meu lado, também gosto de cantar para ela) e com ela.


 


A Magia podia chamar-se Alegria, porque veio mesmo encher a nossa casa de alegria.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Quem diz a verdade...

Eu e o Rogério estávamos na cozinha e a Magia estava perto, mas noutra divisão. A certa altura, achámos, pelo barulho, que ela devia estar a fazer algo que não devia. No entanto, não fomos ver o que se passava (pais irresponsáveis!)...


Passado um bocado, a Magia aparece na cozinha - sem lhe faltar nenhum bocado -, com um ar  feliz.


Eu: Magia, estiveste a fazer asneira?


Magia, sorrindo: Sim, com o carrinho!


Não tinha sido nada de grave, mas o dito carrinho já não estava "estacionado" na entrada de casa, e sim junto à entrada do quarto delas (V, V&Magia). Ela provavelmente tinha andado às voltas pela casa com ele, com aquela bela sensação de "estou a fazer algo que não posso e estou a adorar"!