sábado, 29 de julho de 2017

10 dias

... consecutivos de cama seca (parte 2 - e, espero, última)...


 


Força, Feitiço!


 


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Antes que o dia acabe...

... tenho de registar aqui um aniversário:


 


P a r a b é n s,   A v ô   G a t o !

quinta-feira, 27 de julho de 2017

How I met your father - Episode 12 (last episode of the season*)

Episode 11


Kids,


 


Comecei esta história de How I met your father a partir do meu primeiro amor quando estava no 11.º ano de escolaridade, mas, na verdade, o meu coração começou a bater por alguns rapazes bastante antes disso... 


 


Na minha turma dos quatro anos da Primária (atual 1.º Ciclo do Ensino Básico), havia três rapazes "especiais": os gémeos "Artur" e "Manuel", de cabelo loiro e olhos azuis, e o "Guilherme", de cabelo castanho e olhos castanhos cor de mel (ou era avelã?). Os nomes são fictícios. O "Artur" foi aquele que voltou a ser meu colega no 11.º ano, como contei no primeiro episódio da série.


 


Acho que todas as raparigas da turma "gostavam" destes três rapazes. Nunca lhes perguntei, mas sempre achei isso. Se eu achava que eles eram os mais giros, como é que elas poderiam achar outra coisa??? 


 


Quando estávamos na quarta classe (quarto ano, pela nomenclatura atual), houve umas raparigas da terceira classe que andaram a cirandar à volta dos nossos rapazes (meus e das minhas colegas de turma). Lembro-me de não gostar nada disso, e de achar que elas "não tinham nada que andar atrás deles". 


 


Perto do fim da quarta classe, um grupo de rapazes e raparigas, eu incluída, durante o único intervalo que existia (tínhamos o luxo de ter aulas só de manhã) e que durava meia hora foi "brincar" para a parte de trás do recreio, para uma zona menos vigiada. O objetivo: dar uns beijinhos na boca. Estamos a falar de beijinhos toca-e-foge, mas, mesmo assim, quando chegou a minha "vez", eu "passei". Não me sentia preparada para aquela intimidade!


 


Os meus dez anos feitos em março eram inocentes e ainda bem que o eram. Nunca me arrependi do que não fiz; não sei se não me teria arrependido se tivesse dado o tal beijo. Hoje em dia, enquanto professora, vejo que há crianças de dez anos que são inocentes, mas há outras que já perderam a inocência, que já sabem e já experimentaram (muito) mais do que aquilo que eu sabia e tinha experimentado aos dezasseis anos! Mas sobre os meus dezasseis anos já vos contei o que tinha para contar.


 


[*Adenda: Este é o último episódio da primeira temporada.]


 


Season 2

terça-feira, 25 de julho de 2017

Arte caseira em jeito de brincadeira #1

Os miúdos grandes cá de casa gostam de desenhar e pintar. No início das férias entretiveram-se com aguarelas. Fizeram pinturas livres, pintura à vista (só a Varinha) e uma atividade/desafio em que uma pessoa faz um risco livre com tinta preta e a outra pessoa (a artista) tem de dar sentido ao risco, criando a pintura a partir dele. Pessoalmente nunca experimentei ser a artista, mas fui a autora de vários rabiscos, a pedido dos artistas.


 


Neste post mostro-vos a pintura que a Varinha fez, tendo uma cadelinha de peluche como modelo:


 


arte7b.jpg


arte7.jpg


Sou só eu a achar, ou a cadelinha está muitíssimo fiel à original?

domingo, 23 de julho de 2017

A página de leituras do SAPO Blogs precisa de ser melhorada

Quando gosto de um blogue e quero segui-lo, tenho de subscrever o autor do blogue. Até aí, tudo bem. Mas logo a seguir começa um dos aspetos que me desagrada: ao seguir um autor, estou automaticamente a seguir todos os blogues desse autor. Mesmo que ele tenha doze blogues e só me interesse o blogue em que escreve sobre o dia-a-dia, os seus posts sobre moda, a criação de caracóis, corridas de automóveis, e outros temas que não me interessam invadem a minha página. Às vezes, o autor até não escreve muitos posts por dia nos seus vários blogues, mas, outras vezes - e está no seu pleno direito! - escreve vários posts, e de seguida. Resultado: a minha página de leituras pode ficar - e fica mesmo, pois já me aconteceu várias vezes - entupida com posts que não me interessam, apenas porque um blogue desse autor me interessa.


 


Sugestão: quando adicionamos o endereço de um blogue para subscrever, o Sapo Blogs pode apresentar-nos os outros blogues do autor em questão, para os podermos subscrever, se quisermos, mas a subscrição deve ser feita blogue a blogue. Um quadradinho à frente do nome de cada blogue para clicarmos se quisermos subscrever... e está feito!


 


Outra característica da página que não me agrada e acho que deve ser alterada, é a de aparecerem vários posts do mesmo blogue. Mesmo que seja o meu blogue preferido, aquele que faço questão de ler diariamente, não faz sentido (para mim) que não esteja à vista apenas o post mais recente. Ao ir ao blogue, logo lerei - ou não - os restantes posts que não tiver lido.


 


Sugestão: apresentar apenas o início do último post de cada blogue que subscrevemos. Pode haver também, por blogue, ao lado do título ou noutro sítio, indicação de quantos posts foram publicados nas últimas 24 horas, por exemplo, para despertar a nossa curiosidade no caso do texto que aparece não ser particularmente cativante.


 


Eu sei que há várias páginas na página de leitura, mas muito, muito, raramente clico para ver posts da página seguinte. E duvido seriamente que a maior parte dos utilizadores o faça. 


 


Talvez esta minha rejeição à forma como está organizada a página de leituras se prenda com a minha anterior experiência no Blogger. Lá, a apresentação das leituras (não tinham este nome) era muito mais personalizável.

D2 procura-se

O resto já encontrei, ao pequeno-almoço.


WP_20170723_09_15_45_Pro.jpg


 


 


Estão a ver o resultado? Se não, vejam aqui.


 

sábado, 22 de julho de 2017

Uma noite sem três filhos

Os meus pais vão passar mais de um mês fora de Portugal. Vão visitar a Matilde. A minha irmã Margarida veio passar este fim de semana a casa dos progenitores, e nós os seis fomos lá hoje, com "bilhete" de ida e volta. 


 


No entanto, só regressámos três a casa: o Gato Rogério, a pequena Magia e eu. A Vassoura, a Varinha e o Feitiço (no caso dele, pela primeiríssima vez!) ficaram a dormir em casa dos Avós Bruxos. Deste modo, vão poder desfrutar da companhia das primas adoradas (podem encontrá-las em "Três Princesas Portuguesas") - e dos tios e dos avós também, claro. 


 


É uma pena eu estar tão K.O., tão podre de sono. Poderia aproveitar a folga tão bem!... Em vez disso, tenho urgentemente de ir para a cama, por isso, meus caros leitores, Boa noite!


quinta-feira, 20 de julho de 2017

How I met your father - Episode 11

Episode 10


 


Kids,


 


Contei-vos que decidi falar com a X e o Y (ver episódio anterior) ao mesmo tempo e disse que contaria tudo hoje. Então cá vai...


 


Combinei com os dois conversarmos em privado. Num intervalo, sentámo-nos nos degraus das escadas mais perto da nossa sala-base (onde tínhamos a maior parte das aulas). De uma forma simples e direta, pu-los a par dos meus sentimentos iniciais, de um pouco do meu "percurso amoroso" [se é que se pode dar este nome ao que vos tenho contado!] mais recente, e de como, ao ser confrontada com o namoro deles, achara que faziam um bom par. Disse-lhes também a razão que me levara a estar a falar com os dois em simultâneo. 


 


A conversa decorreu tranquilamente. No fim, sentia-me aliviada e feliz por ter feito o que estava ao meu alcance para manter a amizade com os dois. Não me devo ter saído mal, pois ainda hoje, passados 24 anos, sou amiga de ambos!


 


Se calhar despertei-vos a curiosidade sobre o futuro daquele namoro. Mesmo que não tenha despertado, digo-vos o que aconteceu, sem pormenores (que esta rubrica não é sobre a vida dos outros): no fim do segundo ano do curso já não namoravam. Claro que o fim do namoro afetou um bocado (talvez muito, na altura, e só agora me pareça pouco) a organização dos grupos de trabalho a que me referi noutro episódio. Tanto quanto me recordo, trabalhei muito mais vezes com a X do que com o Y, mas continuei a dar-me bem com os dois (embora bastante mais próxima dela do que dele).


 


O Y terminou o curso de professor, mas nunca exerceu a profissão. Ainda durante o curso, regressou ao trabalho que tinha antes de entrar para a universidade, e é nele que ainda hoje trabalha. Curiosamente, deixou de ser meu colega para ser colega de profissão da minha irmã Magda, na mesma empresa que ela! Bem se diz que o mundo é pequeno...


 


Alguns anos mais tarde, a Magda disse-me que eu só não namorara com o Y porque não quisera, porque o tinha tido "nas palminhas das mãos", que ele me achava "muita piada". Não sei com que palavras lhe respondi, mas certamente mencionei que ele tinha sabido que eu gostara dele e que só não arriscara abordar o assunto comigo porque não quisera.


 


Não sei se a Magda está certa. O Y pode muito bem nunca ter posto sequer a hipótese de namorar comigo; é aliás o mais provável. Que ele me acha piada, sei-o bem, mas é mesmo isso, ainda hoje: ele acha piada ao meu humor (nem toda a gente "puxa" por esse meu lado). Quando falamos ao telefone, quase sempre há gargalhadas da parte dele, devido a coisas que eu digo. Mas não são gargalhadas de gozo, são gargalhadas de pura boa-disposição. Eu tenho esse efeito nele, há muito tempo, e gosto disso, porque as gargalhadas que ele dá contagiam-me, e também eu me rio.


 


Eu estive no primeiro casamento do Y e no casamento da X, mas, dos dois, só a X (com o marido e as filhas mais velhas) esteve no meu casamento com o vosso father. Isto aconteceu simplesmente porque durante alguns anos, e sem nenhuma razão especial, o contacto entre mim e o Y esmoreceu (por outras palavras, morreu). Desde que voltámos a falar, temos mantido um contacto não muito frequente, mas suficiente para que o contacto não volte a morrer!


 


Episode 12

Por momentos...

... pensei que outra batalha noturna tinha sido perdida.


 


Eu, para o Feitiço: Acordaste seco?


Feitiço: Não sei... [Humm, mau sinal!]


Eu: Deixa-me cheirar. [Como mãe uso muito o sentido do olfato.]


Sniff, sniff.


Eu: Não me cheira a xixi.


Feitiço: A mim também não, mas estava a sentir um bocado molhado...


Eu: Húmido. É transpiração.


 


Força, Feitiço! Já só faltam 31 dias para comemorarmos um mês de cama seca! 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

2017/2018

Já temos alguns manuais escolares para o próximo ano letivo. Vai começar a saga do "identifica e plastifica"... 

Um balde de água fria (ou umas pingas de "água" morna)

É popularmente sabido que não se deve "pôr a carroça à frente dos bois" ou "deitar os foguetes antes da festa", não é?


 


Eu ontem não levei a sabedoria popular em conta e fiz [quase*] a mesma figura que os franceses que puseram a circular um autocarro com dizeres de campeões antes do resultado final do Campeonato Europeu de Futebol no ano passado [para quem esteve em coma durante mais de um ano e acordou agora, informo que foi a Seleção Portuguesa que ganhou]...


 


Concretamente, eu escrevi um post a comemorar um mês de sucesso na Missão Sequinho 2017 e agendei-o para dia 23 de julho. Escrevi-o com 5 dias de antecedência. Tinha 26 dias consecutivos de cama seca do meu lado e achei que não estava a arriscar muito!...


 


Enganei-me. O Feitiço esta noite fez xixi na cama. O pior: acordou [e acordou-me] com um pesadelo às três e tal da manhã, e eu disse-lhe para ir à casa de banho. Não fez caso da minha recomendação e eu não o obriguei [parva!].


 


Não foi um lago, como noutros tempos. Mas não foi a secura desejada. 


 


 


[*Tenho direito ao "quase" porque não publiquei o post. Se os franceses tivessem preparado o autocarro (obviamente não era no fim da final que iriam fazer isso, caso a França ganhasse) mas não o tivessem posto a circular, não teriam passado pela "vergonha" que passaram.]


 


Resultado de imagem para autocarro frança euro 2016

Guilty pleasure #6

Dar um pum.


 


Não é dar por dar, mas, por vezes, se não há uma casa de banho por perto, é um alívio estar sem ninguém ao pé e poder aliviar a pressão...


 


Alguém (tem a coragem de assumir que também) partilha este guilty pleasure?

terça-feira, 18 de julho de 2017

Estar sem os filhos

Como contei no post anterior, esta semana durante o dia estou apenas com a Magia em casa. 


 


Sabe bem, mas o que eu queria mesmo era saber o que são as saudades dos filhos, aquelas de que tantas pessoas falam em textos bonitos que enchem a blogosfera e as redes sociais. E não é só pela Internet que tomo conhecimento das saudades de outras mães.


 


Tenho hoje em casa a Nina (nome fictício da minha empregada ou mulher-a-dias, como preferirem). A Nina é de um país do leste da Europa. A Nina vai passar férias no seu país de origem. A Nina tem um filho de 9 anos, que já foi de férias (com os tios). A Nina disse-me, já na semana passada, que a primeira semana lhe soubera bem estar sem o filho, mas que a partir da segunda lhe estava a custar muito chegar a casa e haver tanto silêncio.


 


Eu agora tenho uma bebé e sei que não a posso "despachar" para casa de alguém (nem quero!, acrescento, antes que chamem a Proteção de Menores para investigar o attachment que existe entre mim e a Magia), mas já sou mãe há mais de dez anos, nem sempre tive bebés em casa, e nunca experimentei ter saudades dos meus filhos!


 


Não sou apologista daquela ideia: "Há que experimentar tudo pelo menos uma vez na vida", mas esta experiência, sim, eu gostava muito de ter!

Semana tranquila

Esta semana, a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão fora de casa de manhã e de tarde, num espaço já bem conhecido, a fazer atividades variadas (modelagem com JumpingClay, culinária, costura, recorte e colagem, jogos,...).


 


Eles divertem-se e eu aprecio o sossego de estar só com a Magia!

domingo, 16 de julho de 2017

Visão periférica - o que é?

O Feitiço explica:


 


- É como se tivesses dois olhos normais e depois tivesses uns olhos de lado! 


 


sábado, 15 de julho de 2017

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Miauuuu!

... que é como quem diz:


 


Parabéns, Tio Gato!

Guilty pleasure #5

Espremer borbulhas ou pontos negros.


 


Estive indecisa se havia de incluir este nos guilty pleasures, pois não é propriamente um prazer, atendendo a que dói um bocado, mas decidi-me pela inclusão devido à natureza "oculta" do ato (e a um certo nível de irresistibilidade do mesmo).

quinta-feira, 13 de julho de 2017

How I met your father - Episode 10

Episode 9


Kids,


 


Deixei-vos quatro opções em aberto, quanto ao que fiz quando soube que o rapaz por quem sentia alguma coisa e uma colega de quem muito gostava [e gosto!] tinham começado a namorar, perto do fim do primeiro ano do curso. Caso não se lembrem, as opções eram:


 


1) Falar com ela - afinal de contas, era já uma grande amiga; 


2) Falar com ele - afinal de contas, era dele que tinha gostado ;


3) Falar com os dois;


4) Não falar com nenhum.


 


Pois bem, não falar com nenhum estava fora de questão. Eu precisava de falar, e sem demora, para evitar que alguma boca foleira criasse mau estar entre mim e aqueles dois amigos. Mas com quem?


 


Podia ser só com ela. Chegava ao pé dela e dizia-lhe: "Olha, X, eu estava interessada no Y, mas agora que vocês namoram e até acho que fazem um bom par, já não estou interessada e desejo-vos boa sorte." Humm, não me pareceu boa ideia. Iria ela contar-lhe, ou não? Eu não saberia como me comportar ao pé dele, a partir de então, se só falasse com ela.


 


Podia ser só com ele. Chegava ao pé dele e dizia-lhe: "Olha, Y, eu estava interessada em ti, nada de muito intenso, não te preocupes, mas agora tu namoras com a X. Vocês ficam bem juntos. Boa sorte." Humm, não me pareceu boa ideia. Iria ele contar-lhe, ou não? Eu não saberia como me comportar ao pé dela, a partir de então, se só falasse com ele. Ela poderia pensar que eu tinha uma intenção oculta qualquer, e por isso não falara com ela. Seria uma hipótese legítima, ainda que não correspondesse à realidade.


 


Não demorei muito a decidir que falaria com os dois ao mesmo tempo. E assim sucedeu. Como decorreu a conversa é assunto para o próximo episódio... 


 


Episode 11

43

Hoje faz 43 anos uma amiga e colega de curso de quem tenho saudades, pois não nos vemos há mais tempo do que (ambas) gostaria(íamos). Desde a última vez que nos vimos, ela teve mais um filho e eu mais uma filha!


 


Parabéns, A.C.!


bolo_T2013 (1).JPG


P.S. - Aproveitei uma fotografia antiga de um bolo de aniversário que fiz para um dos miúdos (a Vassoura, creio).

Guilty pleasure #4

Escaranfuchar o nariz. Fazer exploração narigal. Tirar macacos do nariz. Dá por muitos nomes, o ato é sempre o mesmo.


 


Coisa horrível de ver (eu detesto), mas quase irresistível de fazer!


 


Alguém partilha deste (very) guilty pleasure?

quarta-feira, 12 de julho de 2017

20 dias

Este foi o vigésimo dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco.


 


Mais um pouco e chega a um mês, e dois, e três, e... acaba-se a missão sequinho! Quando esse dia chegar, ficarei muito contente, mas agora também não ando nada infeliz com a evolução do processo... Quem acompanha a história há mais tempo percebe porquê!



terça-feira, 11 de julho de 2017

Guilty pleasure #3

Lamber os dedos quando estão sujos de gelado, de chocolate ou de sumo da fruta que acabei de comer. Mnham! 


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?

segunda-feira, 10 de julho de 2017

2 meses

É um cliché, mas não deixa de ser incrível como o tempo passa!


 


A Magia faz hoje 2 meses! 

A Bruxa Mimi em desenho

No muito-precisado-de-melhoria cabeçalho do blogue, há dois desenhos da Bruxa Mimi feitos há uns anos pela Vassoura e pela Varinha. O Feitiço na altura ainda não fazia desenhos que se percebessem.


 


Ontem, as artistas V&V fizeram novos desenhos da Bruxa Mimi. O Feitiço, que faz desenhos giríssimos, não quis fazer nenhum, pelo que continuamos sem Bruxa Mimi by Feitiço.


 


bruxa_mimi_new (2).jpg


bruxa_mimi_new (1).jpg


 O desenho de cima foi feito pela Varinha e o de baixo pela Vassoura.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A caminho do sucesso

A "missão sequinho 2017" está bem encaminhada.


 


Hoje foi o 15.º dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco.