domingo, 7 de junho de 2020

Covid-19, uma não-realidade

Eu estava na marquise, a estender roupa. Na marquise oiço muitas conversas que preferia não ouvir, vindas do jardim ou do café que se situam perto. Um dia destes ainda oiço confissões de algum crime ou planos para cometer um, como aconteceu com o Poirot, no Egito (Terá sido no "Morte ao Sol" [se é que se chamava assim]? Não sei, já lá vão uns - muitos! - anos desde que li o livro ou que vi a adaptação - filme? série? acho que era filme - no pequeno écran.).


 


Dizia eu que estava na marquise, a estender roupa. E oiço:


- Olá, tudo bem? 


Beijinhos.


Olho pela janela. Mais uns cumprimentos, mais uns beijinhos. Cinco pessoas. Máscaras, zero. 


Nesse mesmo grupo, um espirra, diretamente para as duas mãos (o espirro foi "valente").


Diz outro:


- Não é para as mãos, é para o cotovelo.


O primeiro não deve ter percebido, porque o outro repetiu:


- Não é para as mãos, é para o cotovelo. Vai lavar as mãos.


Como o que espirrou não foi logo, ouvi mais umas duas vezes: "Vai lavar as mãos."


Convencido (ou apenas vencido), o das mãos com ranho sai do lugar, imagino, para ir lavar as mãos. Mas, bom samaritano, apanhou uma camisola que estava no chão..., com as mãos, claro!, e colocou-a em cima de uma espécie de arbusto que havia mesmo perto da mesa deles. (Espero que a camisola fosse dele, ao menos...)

Bruxa Mimi,

À hora de almoço, num daqueles dias em que não há alternativa e comemos salsichas.


Os meus filhos mais velhos chamam "rabo" às extremidades das salsichas. 


 


Feitiço, para a Vassoura, que está sentada ao seu lado: Qual é que achas que tem o rabo maior?


Magia, sem ver as salsichas e alheia à nomenclatura "gastronómica", mas dando uma resposta decidida: É a mamã.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Ser mãe (também) é...

Sim, eu sou dessas. Nem sempre, mas ultimamente tenho dado por mim a babar-me de orgulho por algumas conquistas da Magia.


- Já salta a pés juntos, salta mesmo (e não aquele "saltar" em que as pernas se mexem, mas os pés não querem ou não conseguem contrariar a Lei da Gravidade);


- Já corre (há muito tempo, diga-se de passagem, mas eu ainda não tinha contado!);


- Já pedala no triciclo (que me importa a mim que outros miúdos da mesma idade andem de bicicleta sem rodinhas? Nada.);


- Já sobe e desce degraus de altura razoável, sem precisar de mão ou de se apoiar em alguma coisa;


- Já diz tudo, ou melhor, "tudo". Se toda a gente a entende? Não. Se eu sempre a entendo? Também não. Mas que ela já há muito deixou de ser papagaia e se tornou autora e senhora do seu discurso, é totalmente verdade;


- Já faz puzzles simples sem ser ao calhas totalmente ao calhas, já consegue colocar as peças como eu tenho insistindo ao longo do tempo - "com cuidado", "não com força".


 


As conquistas relativas ao desenvolvimento motor talvez tenham um sabor especial porque, como alguns talvez se recordem, a Magia começou a fazer algumas coisas (sentar-se, andar) com atraso, o que levou a que fosse acompanhada por um neurocirurgião pediátrico. Já agora, conto que ele lhe deu "alta", pedindo (sugerindo, propondo) que a levássemos a uma consulta antes da entrada na escolaridade obrigatória. Até lá, muita água há de correr debaixo da ponte!


 


Aproveito para dizer (nunca sei quando é que cá volto) que a Magia adora cantar e que cantem para ela (não é muito exigente quanto à qualidade do canto, felizmente para mim, que, pelo meu lado, também gosto de cantar para ela) e com ela.


 


A Magia podia chamar-se Alegria, porque veio mesmo encher a nossa casa de alegria.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Quem diz a verdade...

Eu e o Rogério estávamos na cozinha e a Magia estava perto, mas noutra divisão. A certa altura, achámos, pelo barulho, que ela devia estar a fazer algo que não devia. No entanto, não fomos ver o que se passava (pais irresponsáveis!)...


Passado um bocado, a Magia aparece na cozinha - sem lhe faltar nenhum bocado -, com um ar  feliz.


Eu: Magia, estiveste a fazer asneira?


Magia, sorrindo: Sim, com o carrinho!


Não tinha sido nada de grave, mas o dito carrinho já não estava "estacionado" na entrada de casa, e sim junto à entrada do quarto delas (V, V&Magia). Ela provavelmente tinha andado às voltas pela casa com ele, com aquela bela sensação de "estou a fazer algo que não posso e estou a adorar"!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Best of: Teimosia/sabedoria

(Publicado inicialmente em 21-10-2017.)


 


O Feitiço tem umas lógicas que de lógica pouco têm. O problema nestas situações é que ele não quer, por nada deste mundo, desistir da ideia que meteu na cabeça, e, portanto, teima, e teima, e teima, com má educação à mistura, numa tentativa de levar a sua adiante. É muitas vezes exasperante. 


 


A última ideia fixa era que não queria vestir cuecas lavadas depois de tomar banho, queria vestir as que tinha antes do banho (que, como agravante, tinham um suave perfume amarelado, se é que me faço entender). Teimou, e teimou, e bateu com o pé, e cruzou os braços, e disse repetidamente que só tomaria banho se não tivesse de lavar a cabeça... Eu avisei-o que seria eu a despi-lo e a pô-lo na banheira, se não se despachasse, e que isso poderia ter como resultado ele acidentalmente bater com alguma parte do corpo em algum sítio e magoar-se.


 


A cena demorou mais do que deveria, sinceramente, mas o Feitiço não teve mesmo outro remédio senão render-se. Sobretudo depois de eu lhe dizer:


 


- Tu és teimoso, mas eu também sou, e como eu sou a mãe e sou eu que mando, vai ser como eu quero.


 


Já na banheira, num tom rendido, pacífico, o Feitiço perguntou:


 


- Mamã, por que é que os pais mandam?


 


Respondi-lhe assim:


 


- Porque somos mais sábios.*


 


      


 


*Todos sabemos que nós, pais, falhamos e às vezes cometemos injustiças, fazemos más escolhas, enfim, temos os nossos momentos de pouca sabedoria. Mas, na maior parte das vezes, em situações corriqueiras do dia-a-dia, temos sabedoria suficiente para identificar um perfeito disparate quando o ouvimos! 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Não me perguntem

Vassoura, para Magia: Magia, sabes que dia é amanhã?


Magia: Sim!


Vassoura: Que dia é?


Magia: Te[r]ça-fei[r]a.


Eu e a Vassoura olhámos uma para a outra, surpreendidas.


Eu: E que dia é hoje?


Magia: Segunda-fei[r]a.


Eu: Quem é que te disse que hoje era segunda-feira?


Magia: Sou [Fui] eu.


Eu e a Vassoura ficámos mesmo admiradas. É claro que a Magia não há de ter adivinhado estes dois dias da semana de um momento para o outro, mas não sei onde ouviu. A verdade é que cá em casa ninguém assumiu a autoria desta passagem de informação à tagarela-mor, de modo que continuo sem saber de onde é que isto veio!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Fui nomeada e...

Já não entrava no blogue há tanto tempo que hoje fui apanhada de surpresa por esta informação:


nomeacao_2019.bmp


O mais engraçado é que, embora a fase das nomeações me tenha passado ao lado, o evento "Sapos do Ano" não passou e eu votei em todas as categorias (alguns votos com convicção, outros um bocadinho recorrendo à estratégia "um-dó-li-tá", por falta de tempo para explorar os blogues mencionados). E eu tenho certeza que andei pelo blogue dos Sapos do Ano várias vezes desde essa altura, para trás e para a frente, e lembro-me de ter pensado que era normal que não tivesse sido nomeada, atendendo a que o Alheia a tudo... ou talvez não! está abandonado desde praticamente o início do ano letivo (não sei a data da última publicação - podia ir ver, mas não vou). 


Hoje, portanto, é dia de agradecer a quem me nomeou. O agradecimento vem tarde, relativamente a quando foi feito, mas cá está ele! Muito, muito obrigada!


P.S. - Eu não tenho qualquer intenção de acabar com o blogue. Se os posts mentais aparecessem publicados automaticamente, teria havido imenso movimento por aqui, pois a vida familiar, a vida profissional ou simplesmente o facto de eu ser um ser pensante e ter olhos e ouvidos funcionais suscitam frequentemente ideias para posts. Acontece que me pesa a consciência se vier escrever qualquer coisa, quando tenho tantas coisas de trabalho ou tantas arrumações em casa para fazer. O Gato Rogério, se estivesse a ler enquanto eu escrevia, estaria já a miar em concordância, pelo menos no que diz respeito às coisas para arrumar... Podes miar num comentário, se quiseres, Rogério!


Neste preciso momento, e apesar de este ser um texto que se lê (mas não se escreve...) num abrir e fechar de olhos, a consciência está a pesar-me, porque ainda não terminei as avaliações dos meus duzentos e tal alunos. Mas, caros leitores mais antigos, as "coisas malvadas começadas por S"(vulgo: sumários) estão 100% em dia, em todas as turmas! 

terça-feira, 10 de setembro de 2019

terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Vassoura chegou

A Vassoura chegou ontem à noite, depois de uma viagem sem incidentes. Veio feliz pelas férias que teve.


 


Obrigada, Matilde & Companhia!

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Férias - aproxima-se o fim...

Não tive grandes férias. Com isto não quero dizer que não fiz grandes viagens (que não fiz) ou que não fui para um hotel ou afins e fiquei de papo para o ar (que não fui).


Quero sobretudo dizer que mentalmente não desliguei (ou pouco desliguei) e que me sinto exausta.


Perspetivas fantásticas para o novo ano... 

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A linguagem da Magia

A Magia está naquela idade da plena malandrice (em que olha para nós com um sorriso de esguelha antes de fazer alguma coisa que sabe que não pode ou não deve fazer), mas que é, tirando esse pequeno pormenor, uma delícia. Sobretudo ao nível da linguagem. Como todas as crianças nesta fase, diz mal muitas palavras (vou ter saudades disto, mais tarde), mas já não se inibe de dizer o que lhe vem à cabeça, isto é, não se limita a falar para pedir alguma coisa, para repetir alguma coisa (por sugestão nossa), ou para responder a uma pergunta específica ("Que fruta queres?", por exemplo). 


Põe os bonecos a falar, dá(-nos) ordens ("Põe a cadeira ali!")...


Algumas das palavras que diz mal, assim de repente, são:


tocas - costas


cocas - cócegas


pêco - pêssego


pufavô - por favor


obigada - obrigada


pimas - primas


más - mais


auí - ali


cadeia - cadeira


uuz - luz


queo - quero


aqueua - aquela


uindo, uinda - lindo, linda


... e muitas outras, está claro. 


Aquilo, no entanto, que mais me encanta na linguagem da Magia, atualmente, é o uso adequado de alguns pronomes demonstrativos. Vou dar-vos um exemplo.


Na casa de banho onde temos o mudador (que é onde a colocamos para mudar a fralda, mas também para a vestir e secar com a toalha após o banho), há dois interruptores. Um acende/apaga uma luz por cima do lavatório, o outro acende/apaga duas outras luzes. Quando vou preparar a Magia para ir para a cama (sesta ou noite), acendo apenas a luz por cima do lavatório, para ajudar a entrar em "modo cama". Quase sempre a Magia comenta a ausência das outras luzes.


Magia, apontando para as luzes apagadas: Más uuz!


Eu: Não vou acender mais luzes.


Magia, apontando para a que está acesa: É só aqueua?


Eu: Sim.


 


Mais difícil parece ser a aplicação dos "pares" de pronomes seguintes: eu/tu, meu/teu (sem contar com a confusão entre meu/minha).


Se perguntar...


- Quem é a Magia?,


responde...


- Eu!


Mas insiste que uma coisa dela é "teu" (porque eu lhe digo: "É teu!") e não "meu", apesar de eu dizer para dizer "O casaco [por exemplo] é meu." Convenhamos que não é fácil - eu vi-me grega para explicar isto, agora mesmo!!! 

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A viagem da Vassoura

O Tio Gato telefonou a perguntar se estava tudo bem com a Vassoura.


Eu disse que sim.


Ele disse que tinha vindo ao blogue, mas que não estava atualizado, que eu tinha ficado na parte da viagem de comboio


Eu disse que tinha pensado escrever a contar que a Vassoura e a Matilde já tinham chegado a casa, mas que achara que isso não interessava a ninguém.


Pelos vistos, estava enganada. Então, repito o que ainda agora escrevi: 


A Vassoura já está em casa da Matilde, desde ontem (claro). Dormiu lindamente no quarto da Matildinha e está feliz e contente. Ah, e alegre e bem-disposta também! 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

A Vassoura chegou sã e salva

Era só isto. Ou não...


Ainda têm de fazer uma viagem de comboio até chegarem mais perto de casa, mas a parte aérea já está!


A viagem da Vassoura

Já algumas vezes li posts de mães a referir a angústia que sentiam quando os filhotes saíam pela primeira vez (ou não) com a escolinha, num passeio, ou com a escola, numa pomposa visita de estudo. Quase sempre reconheciam que não tinham razão para estar assim, que iria ser uma boa experiência para os filhos, etc. e tal, mas que não conseguiam evitar.


Ao ler os referidos posts, sentia-me um bocado E.T.. Já tinha passado por isso e nunca tinha dado a devida importância, nunca tinha sentido angústia, confiava nos adultos que acompanhavam o(s) meu(s) rebento(s) , confiava que tudo correria bem, sentia-me tranquila. Senti-me tranquila inclusive quando foram com a escola num dia de manhã cedo e regressaram ao fim do dia seguinte (a Vassoura já por duas vezes, a Varinha uma vez). Seria pior mãe por isso?


Hoje percebi (comecei a perceber ontem, na realidade) que não sou imune a esta questão dos filhos fora do alcance das asas. É só uma questão de distância e tipo de viagem...


A Vassoura está neste momento num avião, sozinha (sem contar com a tripulação e os restantes passageiros - vocês percebem o que eu quero dizer com "sozinha"). Vai ter com a Matilde, o Matildo, a Matildinha e o Matildinho. E enquanto não chegar, sã e salva, às mãos da Matilde*, eu tenho as entranhas às voltas. Ontem à noite, a meio do jantar, foi quando me caiu a ficha: de repente, parecia que ia ter uma reunião de pais (a estas é que eu devia ser totalmente imune e não sou, infelizmente!) - começou a doer-me a barriga, com cólicas, e descarreguei algo a cuja descrição vos poupo.


Dormi mais ou menos bem - acordei várias vezes para ver as horas (parte má) e adormeci no instante seguinte (parte boa).


Ao tocar o despertador, o Rogério e eu parecíamos uns autómatos: nem mais um segundo ficámos deitados. Rezámos, como habitualmente, e foi muito rapidamente que o Rogério e pouco depois a Vassoura ficaram prontos para sair. Eu fiquei em casa com a restante família, toda a dormir, menos eu, que, em casa, fui acompanhando o que se passava no aeroporto.


Relativamente à hora que tínhamos pensado, não houve qualquer atraso (nem a sair de casa, nem a chegar ao aeroporto), mas... pensámos mal. A Vassoura esteve quase a perder o avião! Quando o painel dizia "última chamada" para o voo dela, ainda não estava no local de embarque e, como estava sozinha, nós (o Rogério, no aeroporto; eu, em casa) não podíamos fazer nada para a ajudar. Ela chegou mesmo a escrever "Vou perder [o avião]" no meu telemóvel antigo que, nestes dias, se tornou o dela, com um número novo.


Bem, a verdade é que apanhou o avião, que está neste momento no ar, e que as minhas entranhas estão a dar-me um momento de relativo descanso.


Aprendizagem do dia: independemente da hora do voo, do número de passageiros, de ter ou não feito check-in online, de ter ou não bagagem de porão, chegar duas horas antes ao aeroporto é uma excelente ideia! Antes à seca, no local de embarque, do que em stress, a caminhar para lá! 


 


 


*A quem é que eu quero enganar? Só ficarei verdadeiramente descansada quando a Vassoura me chegar novamente às mãos!


 

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Afilhado

Como sabem (se não sabem, a informação está por baixo do título do blogue), sou mãe (mother) de três raparigas e um rapaz. O rapaz é o terceiro.


O que muitos não sabem é que sou igualmente madrinha (godmother) de três raparigas e um rapaz, e que o rapaz é igualmente o terceiro!


Hoje o meu afilhado faz anos. Mas não faz um número qualquer - faz dezoito anos!  


Muitos parabéns, querido António!


Muitos parabéns, compadres queridos!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Espelhos

... podem ser necessários. 


Mas não estou a pensar naqueles que refletem a nossa imagem...

Em Palmela, bom vento...

Ontem, eu, o Rogério e a Magia fomos ao casamento de uma prima em segundo grau (da parte do Gato). A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficaram em casa dos Avós Bruxos, felizes por mais uma oportunidade de estarem com as bem-amadas primas (do ponto de vista deles, os avós e os tios são secundários).


A cerimónia, civil, foi no Castelo de Palmela. A vista era lindíssima, mas estava tanto vento que eu por várias vezes me senti a Marilyn Monroe... e vim de lá bastante constipada (do género de acordar a meio da noite para me assoar). A Magia portou-se bem q.b., lançando charme sobre quem com ela interagia. Quis dar voltas e mais voltas ao sítio onde estávamos, no que foi quase sempre acompanhada pelo Rogério, que não tinha complexos de Marilyn Monroe, e tinha um fato completo, mais indicado às condições atmosféricas do que o meu vestido (mesmo quando vesti um casaquinho de malha e uma écharpe por cima).


Para além dos noivos e de alguns familiares dos mesmos, reconheci duas caras: a de uma senhora, atriz, cujo nome me veio logo à cabeça, apesar de não ser capaz de indicar uma única "coisa" que tenha visto com ela (A sério! Estranho, não?), e a de uma miúda, que diria que também é atriz, mas que não sei se a terei mesmo visto, ou se a estarei a confundir com alguém parecido. (Hoje já passei demasiado tempo a tentar descobrir quem é a rapariga, sem sucesso. Devia ter perguntado o nome dela quando me ocorreu fazê-lo, ontem... Não vou chatear os "pombinhos" com essa pergunta, hoje!)


Para o caso de haver alguém curioso acerca da minha toilette, informo que levei o mesmo vestido que no ano passado*(quando fui convidada para um casamento dois dias antes do mesmo), com a mesma écharpe (desnecessária no ano passado, exceto dentro da Igreja), as mesmas sandálias, o mesmo colar e brincos de pérolas e o mesmo chapéu (eu não aguento estar ao sol sem chapéu, e teria sempre de proteger a cabeça, mas este, ao menos, fica-me bem e fica bem com o vestido em questão). Cabelo: lavado e penteado em casa, como habitualmente. Maquilhagem: zero, como habitualmente. Fotos deste belo ensemble? Não há (aqui)... sorry!


Relativamente à Magia, tinha pensado vestir-lhe um vestido muito giro e fresco, emprestado pela tia Matilde (era da Matildinha), mas a temperatura e o vento anunciados levaram a que optasse por outra roupa, muito simples e mais prática (umas calças azuis clarinhas e uma camisa às riscas azuis, com mangas largas a partir de meio do braço, mais ou menos). O único cuidado que tive foi colocar-lhe nos pés os sapatos que têm bom aspeto (ao contrário das sandálias que utiliza quase todos os dias e que já estão muito sofridas).


M_Monroe.jpg


* Ao escrever "o mesmo", pode parecer que no ano passado (ou há três anos) mostrei fotografias do vestido, mas não mostrei. Não há necessidade de irem ao post do ano passado, se só lá forem por causa da roupa.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Momento de loucura

Há quatro meses que, nas poucas vezes que vinha ao blogue, via o aviso: "Este template não está otimizado para dispositivos móveis" [ou algo do género].


Não me preocupei muito com isso, porque pouca gente me visita, no total, e, dessa pouca gente, a maior parte lê o que escrevo a partir de um desktop.


Mas hoje o aviso levou-me a repensar a vida aqui no Bairro e a recordar que "quem te[me] avisa, teu[meu] amigo é" e que talvez não fosse assim tão má ideia e... pimbas! Mudei de template. Não desgosto do resultado, por acaso, embora não o sinta ainda como verdadeiramente meu. Lá chegarei... com o tempo.


Qual é a vossa opinião? 


"Escrevam palavras mágicas", não se acanhem!

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Quem não é grande, é...

Há muitas coisas que a Magia diz que são engraçadas, mas hoje só venho partilhar uma:


 


piquemenino/piquemenina = pequenino/pequenina


 


É brilhante!


  

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Sempre.

[Escrito pela Vassoura.]


 


Olá!!


 


Eu sei que já não escrevo posts há muito, muito tempo, mas em minha defesa, no tempo de aulas mal tenho tempo para pensar num post, quanto mais escrevê-lo!


 


Mas agora estou de férias e tenho (quase) todo o tempo do mundo, por isso, here I am!!


 


Como sabem, ou ficam a saber, eu gosto muito do Harry Potter e gosto muito de fazer coisas à mão, tipo corte e costura. A junção disto só podia ficar fantástica e deu uma maravilhosa almofada que tem escrito Always (quem é fã de Harry Potter percebe), sendo o "A" o símbolo dos talismãs da morte. Sem mais delongas, ficou assim:


almofada_ALWAYS.jpeg


O tecido branco veio de uma fronha que tinha um buraco e passou a ser usada como tecido por mim e pela Varinha. O enchimento é maioritariamente enchimento "a sério" mas também tem cabelo de bonecas que eu e a Varinha cortámos a long time ago e restos de linhas e tecidos dos nossos cortes e costuras. Eu escrevi Always  com canetas de tecido da minha mãe.