quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Perguntas à comunidade

Gosto das perguntas e quase sempre respondo, quando as vejo. Mas, quando vi esta, não pude responder, por faltar a opção que me convém... 


2019-01-23.png


 


 


E a opção que me faz falta é esta:


 


"A inspiração depende de muitos fatores, mas a altura do dia não é um deles."


 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Home Alone

Quem se lembra de quando este filme (o primeiro, o original e, de longe, o mais giro) estreou?


 


Cá em casa, foi hoje! 


 


A Vassoura ficou pela primeira vez sozinha, durante duas horas. Ela não foi às aulas, ontem e hoje, por ter febre e dor de cabeça. Ontem ficou em casa com a Nina. Hoje ficou com o Rogério.


 


Como o Rogério tinha uma reunião às 16:30h e a Vassoura já estava substancialmente melhor (é quase certo que pode ir às aulas amanhã), ele deixou-a em casa (com a minha concordância prévia), onde ficou sozinha até eu chegar por volta das 18 horas. 


 


Ainda temos casa, inteira, por isso acho que podemos deixá-la sozinha (por período de tempo igual ou inferior) mais vezes, se necessário.


 


Quanto à reação da Vassoura, perante a perspetiva - e a experiência - de ficar home alone, foi mais ou menos a mesma do que a do Kevin, (após o choque inicial):


kevin.jpg


(deliciad@)

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Tenho dói-dóis nas mãos

Sim, "dói-dóis" em vez de "feridas" porque quero frisar que doem, em primeiro lugar, e que me sinto pequenina, em segundo lugar.


 


Por "pequenina" pode entender-se "estúpida", já que as feridas (linguagem de bebé cansa, OK?!?) surgem todos os invernos, quando descuido a hidratação da pele. O frio e as constantes lavagens das mãos fazem o resto. Não é a primeira vez (nem segunda, nem terceira...) que isto me acontece...


 


O facto de reduzir drasticamente o consumo de água quando está frio (custa-me beber água fria, que é como ela sai da torneira) agrava a desidratação da pele, já se sabe. Também a pele da cara está miserável, embora aqui tenha a atenuante (em termos de culpa) de estar muito congestionada e o constante pingo (e os amigos espirros e ranho abundante e amarelo*) no nariz aumenta a secura, sobretudo à volta do mesmo...


 


*Não quero que vos falte nenhum dado importante na vossa avaliação médica do meu estado de secura!!! 

domingo, 20 de janeiro de 2019

Uma das minhas prendas preferidas,

... no Natal que passou, foi a Manuela (ver quem é o Manuel e fazer a associação lógica) dizer-me duas coisas:


 



  • que se notava bem que eu tinha perdido bastantes quilos, ao que respondi, dizendo quantos quilos;

  • que já sabia quantos, porque tinha visto no blogue!


 


É que, apesar de na minha família praticamente toda a gente saber que este blogue existe, poucos são os que realmente passam por aqui, hoje em dia, pelo menos:


 



  • a Mafalda passava frequentemente, em tempos que já lá vão, deixando comentários...;

  • a Matilde passa muito, muito, ocasionalmente;

  • as minhas sobrinhas Princesas já não estão em Ensino Doméstico, por isso têm menos tempo para visitas blogosféricas;

  • a Avó Bruxa já nem sabe como cá vir, apesar de ter um link direto no telemóvel...

  • o Rogério lê tudo, supostamente, mas como muito raramente comenta, até me esqueço disso...


 


Depois, a Manuela disse (e mostrou-me) que no seu telemóvel o "Alheia a tudo... ou talvez não!" é um dos favoritos. 


 


Obrigada, Manuela!  


 


(Agora só falta deixares um comentário de vez em quando... )

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A Magia não é uma super bebé

A Magia tem 20 meses (um ano e oito meses, para quem não gosta de fazer contas). Não é uma super bebé em nenhum campo do desenvolvimento infantil.


 


Não anda sozinha. 


O máximo que já fez, algumas vezes, foi dar uns três ou quatro passos entre dois apoios. Caminha alegremente agarrada às coisas, ou segurando a mão - ou um dedo - de alguém. Mas, quando outras crianças da mesma idade e mais novas, não só andam, como correm, dar uns passinhos não é grande feito...


Sei que é uma questão de tempo. O neurocirurgião pediátrico disse isso mesmo. Problemático seria se ela não andasse, de todo. Assim, devemos "forçar" a marcha, mas sem stress. Forçar, aqui, quer dizer pô-la em situações em que caminha, em vez de ir de gatas ou ao colo. Já foi da creche para casa algumas vezes a pé, pela mão. Não se importa nada, apesar de às vezes querer ir depressa demais e se desequilibrar (não cai porque lhe estamos a dar a mão, claro). Para ela, andar não é problema. Só andar sozinha é que não lhe inspira confiança...


 


Não diz grande coisa. 


Percebe-se que percebe tudo o que lhe dizemos. O inverso está longe de ser verdadeiro. Das coisas que diz, apenas mamã, papá e papa são palavras bem pronunciadas. O resto só é percetível para pessoas próximas, como aqui a je.


cáco - carro;


anana - banana;


tatá! - já está!


áuff ou áua - água;


mau - mão;


ápé - o pé;


ámai - quero mais;


ámeia - a chucha (!), mas também "a meia";


... Não me lembro de mais palavras que diga. Imita um gato bastante bem, e imita um cão com um som que parece que está a fingir que tem tosse seca "curta".


 


Noutras componentes do desenvolvimento motor, não sei bem como está. 


Come relativamente bem com a colher. Faz puzzles de encaixar animais nos espaços próprios. Monta torres de copos. Folheia livros e revistas com cuidado (ou então não, e lá se vai uma folha). Encaixa (às vezes) peças de Lego duplo. Faz alguns movimentos associados a canções que "aprende" na escola ("cabeça, ombros, joelhos e pés, joelhos e pés", "eu mexo um dedo").


 


Não, a Magia não é realmente uma super bebé, o que significa que eu não sou uma super mãe (como se eu alguma vez tivesse pensado que era - tendo em conta, especialmente, que já tenho outros três filhos para tornarem evidente que não sou).


 


Mas...


... nenhum(a) bebé olha para mim como a Magia olha para mim. 


... nenhum(a)  bebé tem o sorriso mágico e poderoso da Magia. 


... nenhum(a) bebé tem as gargalhadas terapêuticas da Magia. 


 


Eu não trocaria a Magia


por nenhum super bebé do Mundo!


 


 


 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Do Kieran ao Feitiço

Na primeira vez que estive na Escócia, aprendi algumas anedotas contadas sobretudo por um irlandês, o Kieran. Uma das anedotas é assim:


 


- My sister married an Irishman.


- Oh, really?


- No - O'Reilly!  


(- A minha irmã casou com um irlandês./- A sério?/Não - O'Reilly!  [A tradução retira a piada à anedota, como é evidente.])


 


Ao longo dos anos já contei e recontei esta anedota, inclusive cá em casa, aos meus filhos crescidos (a Magia tem muito sentido de humor, mas as anedotas ainda lhe passam ao lado).


 


No outro dia, eu estava com a Magia na casa de banho e não encontrava o peixe amarelo (o mais pequeno de um conjunto de quatro peixes que encaixam uns nos outros). Em voz alta, disse:


 


- Magia, a mamã não sabe onde está o peixe amarelo...


 


O Feitiço, lá do seu quarto, disse:


 


- Está no meu quarto!


Eu: A sério?


Feitiço: No, O'Reilly!



 


Pormenor: o apelido do Kieran é O'Reilly. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Novo ano...

... nova vida (neste blogue)?


Gostaria, mas não garanto...


 


Com nova vida ou sem ela, desejo-vos um


EXCELENTE 2019


que seja um daqueles anos para nunca mais esquecer,


de tão bom que vai ser!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

12 desafios para 2018 - balanço anual

Ainda ontem escrevi que não iria fazer balanços, que dão trabalho e são frustrantes. Mas ao ler o balanço anual do Triptofano fiquei com vontade de enfrentar o touro (quer dizer, os doze desafios para 2018) pelos cornos (quer dizer, com a honestidade que me é característica)... Vamos a isso!


 


1. Terminar os símbolos da Árvore de Jessé. 


Zero. Nicles. Nada. 


Entretanto, a Teresa Power publicou um livro que me resolveria o problema de uma assentada. O único problema foi que a compra do livro (que tencionava e ainda tenciono fazer) ficou no mesmo patamar do que esta resolução: Zero. Nicles. Nada!



Este ano, não montámos a árvore de Natal cá em casa. Se tivesse os símbolos da Árvore de Jessé para nela colocar (fazendo as atividades que é suposto fazer, não são meros enfeites), teria tido um argumento forte para contrapor ao do Rogério (que o Natal é muito mais do que a árvore de Natal, que é muito mais importante o Presépio - esse nunca falha e é sempre o primeiro que colocamos à vista, no início do Advento), que, de certa maneira, deixei que prevalecesse.


 


2. Recomeçar a blogossérie "How I met your father" e publicar um episódio por semana. 


Já aqui falei sobre se valeria a pena recomeçar esta série. O feedback foi positivo, mas ainda não me dediquei a isto... (Faz de conta que estou a imitar a Anatomia de Grey, que interrompeu a 15.ª temporada há umas semanas, sem eu estar a contar com isso.)


 


3. Não ir para o computador, nem ver televisão, sem estar arranjada. 


Cumpri. Às vezes. Muitas vezes não cumpri.


Quando recomecei a trabalhar, em setembro, passei a não ter grandes hipóteses de não cumprir esta resolução. Mas consegui, em alguns dos dias em que comecei as aulas mais tarde! 


 


4. Limitar os doces a um dia por semana (domingo) ou aos dias festivos. 


Muitas vezes não cumpri. Ainda hoje...  


 


5. Experimentar uma nova receita por mês. 


Não cumpri. 


Desde abril que o leque de novas receitas permaneceu fechado. Mas fiz uma experiência com um açúcar alternativo... Tenho que vos contar! Além disso, comecei a consumir torradas com abacate e queijo por cima... Não é uma nova receita, propriamente, mas é uma nova experiência, que se tem revelado positiva. 


 


6. Criar materiais (ficheiros reutilizáveis e outras coisas) para usar nas aulas (enquanto estou de licença). 


Zero. Nicles. Nada.


Desde que recomecei a trabalhar, o tempo para a criação deste tipo de materiais é muito escasso. Fiz uma ou outra coisa. Pouca. Muito pouca. Por isso é que escrevi esta resolução pensando nos meses em que ainda não estava ativa profissionalmente - mas não serviu de nada!


 


7. Manter contacto com amigos mais afastados (telefonando, escrevendo,...).


Cumpri. 


Pesa-me, no entanto, a falha no contacto com uma pessoa concreta. Bem, o ano ainda não acabou, não é?


 


8. Ler o livro da Jane Austen que recebi no Natal antes de ler ou reler outra coisa. 


RESOLUÇÃO PARA 2018 CONCLUÍDA (em fevereiro) 


Adoro esta resolução, por ter sido inequivocamente cumprida! 


 


9. Selecionar roupa para dar e arrumar o roupeiro a fundo.


Cumpri, mas não na totalidade. 


Não fui a todos os recantos do roupeiro. Mas onde fui, notou-se bem a diferença!


 


10. Perder peso.


Cumpri.


Terminei maio com 68,75 kg. Atualmente estou com 61,5 kg, mais coisa, menos coisa (cheguei a pesar 60,5 kg, num dia atípico).


 


11. Reorganizar o quarto do Feitiço.


Em março, cumpri.


Desde essa altura, dei um ou outro jeitinho. Agora é uma zona minada. Não tenho coragem de arrumar profundamente o quarto do Feitiço, por isso mantenho-me tão afastada quanto possível.


 


12. Ter aulas de condução e começar a conduzir! 


Zero. Nicles. Nada.


Resolução a transpor para 2019. Esperançosamente com outro desfecho...


 


Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZ! - Esqueçamos isto, está bem? Não me quero envergonhar...


 


BALANÇO FINAL:


Dos 12 desafios, cumpri, a 100%, apenas dois.


Não cumpri, a 100%, três deles.


Os restantes sete foram decorrendo ao sabor da corrente, com uns meses - ou uns dias - melhores do que outros...

Começa hoje o inverno

O facto de oficialmente estarmos na estação mais fria do ano agrada-me.


 


Não gosto de ter de estar sempre a repetir ("ter" é uma maneira de dizer, não tenho, mas não consigo evitar dizer, quando alguém comenta que o inverno está a ser isto ou aquilo): "Não, ainda não estamos no inverno!"


 


Agora, estamos. Pronto. Queixem-se à vontade!

Os meus agradecimentos...

... aos comentadores mais assíduos neste blogue. O SAPO "mandou" agradecer, e eu obedeço!


 


Quem mais comentou fui eu, o que é lógico. Só não seria se não costumasse responder aos comentários que me vão fazendo.


2018-12-21.png


Obrigada, então, aos seguintes, maravilhosos e fantásticos comentadores (tenho que vos incentivar a continuarem a comentar, não é?) deste espaço blogosférico:


Happy


A 3.ª Face


Mafalda


Fátima Bento


Triptofano!


Joana Marques


mami


A marquesa de Marvila


P. P.


 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Balanços...

Não... Não me vou meter nisso. Dá muito trabalho e é muito frustrante! 

A Varinha já não é magra (faz de conta)

Isto passou-se há uns meses, quando a Varinha já tinha dez anos e quis "provar" ao pai que (já) não era magra demais:


 


- Já não uso cuecas para 2/3 anos!!!


 


Sim, ela deixou de usar esse tamanho de cuecas aos dez anos e uns meses...

domingo, 16 de dezembro de 2018

Magia - o melhor do circo

Fomos os seis ao circo (cortesia do trabalho do Gato Rogério).


Do que mais gostei, de longe: das palmas e dos risos da Magia, até adormecer, perto do fim da segunda parte.


 


Nota: reagiu de forma igualmente satisfeita ao chegar ao jardim que há perto de nossa casa, no regresso. Não sei o que é que isso quer dizer...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Outro pulinho para vos dizer...

... Obrigada pelas mensagens de apoio que aqui têm deixado! 


... Os testes estão "despachados" desde sexta-feira passada, de manhã. 


... Agora estou em altura de avaliações e outras burocracias que "adoro"... 


... Já deixei "passar" tantos posts que na minha cabeça escrevi!... 


 


Eu volto! E tentarei recuperar algum post que ainda tenha vestígios no meu disco rígido (vulgo cérebro)!...


 

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Um pulinho para vos dizer

9 turmas + testes para corrigir + preparação de aulas + ensaios de coro de Natal (de "trazer por casa") = tempo reduzido para vir aqui ou visitar-vos!


 


Claro que, às vezes, em vez de fazer o que devo, faço o que não devo, por isso, peço-vos: se lerem comentários meus por aí, mandem-me trabalhar!

domingo, 18 de novembro de 2018

Não estava à espera que isto acontecesse

Foi há uns dias. Confesso que tenho medo de admitir que isto me aconteceu. Eu, que anos a fio me gabei, ou, pior, gritei a alto e bom som, para quem me quisesse ouvir, que nunca seria vítima. A Matilde vai-se "passar"...


 


Não deveria tentar arranjar um culpado, mas, se insistirem em querer saber - e faz de conta que insistiram -, eu digo: foi o Rogério. O Rogério, mas por insistência do Feitiço. Os homens da casa. Típico, não é?


 


Não se deve culpar a mulher, mas eu culpo-me. Bastante. Porque fui (e sou) fraca.


 


Mas, afinal, escrevo, escrevo, e não digo nada, não é? Ou melhor, digo, mas não concretizo... Calma, senhores, já lá vou!


 


 


Oreo.


 


Leram bem.


 


Oreo.


 


As bolachas. Quando surgiram em Portugal (não faço ideia de onde vieram), eu experimentei, claro. Ia lá dizer que não a bolachas de chocolate com tão bom aspeto e com um anúncio tão convincente? Provei e não gostei.


 


Passados uns tempos, voltei a provar. Se calhar o problema estava no meu paladar, no primeiro dia. Detestei. Não me lembro se cheguei a provar a terceira vez, mas rapidamente o veredicto passou a definitivo:


 


Não gosto nada de Oreo. São horríveis, intragáveis.


 


Os anos foram passando, a minha vida mudou (casei, fui mãe, mudei de escola,...) , o veredicto não. Era impossível mudar. O nojo pelas Oreo (e a incredibilidade acerca de alguém gostar realmente das ditas) estava entranhado em mim.


 


"Tenho uma receita facílima e deliciosa", dizia alguém.


"Facílima? Isso interessa-me", respondia eu.


"Só precisas de Oreo e...", continuava a pessoa.


"Oreo? Esquece, não vale a pena dizeres mais nada. Se sabe a Oreo, não gosto!", concluía eu, terminando a conversa e passando a outro assunto.


 


Estão a perceber o asco que eu tinha às Oreo? Sim, tinha... Não posso dizer que tenha. As quatro Oreo que comi enquanto escrevia as primeiras linhas deste post não me deixam mentir!


 


Bem, eu não decidi comer Oreo só porque sim. Havia (e há) Oreo cá em casa, compradas pelo Rogério, a pedido do Feitiço. Quando isto aconteceu pela primeira vez, não me afetou. Não tive qualquer interesse em dar uma dentadinha para confirmar que ainda detestava Oreo. O problema foi quando me apercebi que havia dois tipos de Oreo: as normais e um pacote diferente: "Oreo Finas, com creme de chocolate". Tinham um aspeto diferente, eram mais finas, de facto, o creme não era aquele branco nojento (sim, ainda o acho nojento, e aliás estou a sentir-me enjoada... Yeah!!! (será que vou voltar a detestar Oreo?)), o castanho não era tão escuro...


 


Experimentei, com cuidado. Um bocadinho pequenino, à cautela. Gostei. Bastante. "Boa! Gosto destas. Não têm nada a ver com as outras.", pensei.


oreo_finas.jpg


Uns dias depois, infelizmente, tive outro pensamento: "Se eu gostei das Oreo finas, será que agora até gosto das Oreo normais?".


 


Provei. Estúpida, estúpida, estúpida! Devia ter-me mantido fiel ao meu ódio de estimação. Agora só me resta a esperança de enjoar das Oreo, como enjoei de brócolos enquanto estava grávida da Vassoura (passados uns anos, voltei a gostar de brócolos, mas pode ser que, se verdadeiramente enjoar de Oreo, não torne a "cair").


oreo1.jpg 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


P.S. - Para quem leu tudo (Corajosos? Masoquistas? - quem sabe?) e ficou na dúvida: não, não estou grávida!


P.S. 2 - Em vez de teclar este maravilhoso, interessante e útil post, eu deveria ter estado a trabalhar... Eu bem disse que constantemente perdia tempo...


 

sábado, 17 de novembro de 2018

Tag "50 perguntas" (menos 40) #2

A Joana desafiou-me para o segundo lote de dez perguntas do desafio "Tag 50 perguntas". Aqui ficam as minhas respostas...


 


Vivo perdendo...


Tempo. Eu perco mesmo muito tempo. 


Paciência. Infelizmente... 


 


Uma frase...


"Ama e faz o que quiseres." (Santo Agostinho) 


 


Último concerto a que foste


Não sei, mas como fui a muito poucos concertos na vida, o último foi provavelmente um do Bryan Adams, no (acho eu) Pavilhão Atlântico (que agora é o Altice Arena, não é? Se não for, não liguem - pensem apenas em como o nome deste blogue está adequado), há quatro filhos atrás. E ao escrever "há quatro filhos atrás", lembrei-me que, afinal, desde que fui mãe, fui com alunos assistir a um concerto (de finalistas de um curso cujo nome não recordo) muito giro, todo com músicas de filmes da Disney. Eu gosto muito de ouvir o Bryan Adams, mas acho que sabia melhor as músicas deste último concerto (que foi há uns quatro anos, mais coisa, menos coisa).


 


Música do momento


Silêncio. Adoro! (Não, não é uma música chamada "Silêncio", é mesmo o silêncio, daquele que vale ouro.)


 


Última mensagem no whatsapp


Recebida ou enviada? Uma e outra foram para ou do Filhote Pato. O assunto é privado!


 


O que mais te stressa?


Perder tempo e ficar a remoer o que tenho para fazer, em pouco tempo, porque perdi tempo. Dá para perceber? Vou dar-vos um exemplo muito prático: não deveria estar a responder a isto. Deveria estar a tratar de testes e outras coisas relacionadas com o meu trabalho...


 


Tira uma selfie e mostra


Sorry, mas não. Por um lado, contam-se pelos dedos de uma mão as selfies que eu já tirei na vida; por outro, não é por acaso que eu sou a Bruxa Mimi por aqui...


 


Uma música com a palavra AMOR


Lembrei-me de um refrão que tem a palavra "amor", mas não sei o resto da canção, nem a consegui encontrar no Youtube, pelo que vai ter de valer uma música com "love"...


Love is in the air, John Paul Young (não fazia ideia de quem cantava isto, mas ao pesquisar pelo título fiquei a saber - até me esquecer, claro!). Aproveito e dedico esta música ao meu Gato! 


 


O que é feio, mas tu achas bonito?


Se eu acho bonito, não acho feio; logo, não posso responder.


 


Mostra a última foto do teu instagram


Não tenho Instagram... e não lhe sinto a falta!


 


Ontem já era tarde quando escrevi e publiquei este post, o sono era mais do que muito e por isso esqueci-me das nomeações. São as mesmas da primeira parte, que é mais simples assim: a Sofia, a C.S., a Fátima, a Happy


A primeira parte deste desafio está aqui. Vão lá num pé e voltem no outro!


 


 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Uma questão de conteúdo

A Vassoura está constipada ("muito constipada", corrigiu-me ela) e estava, há bocado, a contar como teve de gerir a vida (leia-se: "o tempo que esteve na escola") com apenas três lenços de papel.


 


Vassoura: Eu tinha três lenços e, apesar de alternar, eles estavam sempre ensopados. Ou melhor, ensopados, não, enranhados!


sopa_nao.jpg         Resultado de imagem para ranho desenho


 

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Sapos do ano 2018

Sou uma despistada. Apesar de ter visto que ia haver nova edição dos Sapos do Ano, e tendo realmente a intenção de participar, nomeando e votando, não o fiz*. Felizmente, houve muita gente que não deixou passar o prazo para nomear os seus blogues preferidos, o que significa que a 2.ª edição dos Sapos do Ano está a ser um sucesso!


Ontem passei os olhos pelas listas de nomeados nas várias categorias. Admito: procurei o nome do "Alheia a tudo... ou talvez não!" nas várias páginas (até naquelas onde seria impossível constar, como a da moda e lifestyle, ou a de desporto). Mas procurei com a mesma convicção com que olho para o meu corpo à espera de ver uma silhueta sem pneus, uma barriga sem estrias e umas pernas sem celulite... Não vai acontecer, não é?


Pois, olhem, ... aconteceu! Na categoria "Família", lá estava (e ainda está, acabei de confirmar que não se tratou de um sonho) o nome deste blogue. A quem fez a nomeação (basta uma, e deve ter sido uma) , o meu sincero agradecimento!


 


*Não nomeei. A votação ainda não passou - e espero não voltar a falhar!

domingo, 11 de novembro de 2018

Valerá a pena o esforço?

A Vassoura pediu-me para "se atualizar no meu blogue". Eu deixei. A certa altura disse-me: 


 


- Mamã, já há imenso tempo que não escreves no "How I met your father"!


 


Eu respondi:


 


- Tu és a única que tem curiosidade acerca do que se passou...


 


Respondi o que me parecia (e parece), com toda a sinceridade. Este tipo de história, REAL (se calhar o nome escolhido, a imitar o nome de uma série de sucesso, induz os leitores a pensarem que é uma história inventada), é exatamente aquilo que eu gosto de ler num blogue, mas nunca conseguiu cativar muita gente. Talvez seja a forma como escrevo, não sei, o que é certo é que nunca tive o feedback que esperava, atendendo à partilha intimista que fazia em cada "episódio"...


 


Não sou muito rápida a escrever. Gosto de pensar no que escrevo. No HIMYF, quanto mais me aproximo do episódio em que realmente conheci o Gato Rogério, mais me exponho, e mais me custa fazê-lo (embora continue a querer partilhar a nossa história). A quase inexistência de comentários leva-me a questionar se valerá a pena o esforço que cada episódio implica. E este questionamento, que hoje verbalizo devido ao que a Vassoura me disse, não é recente... Por isso é que o último episódio foi publicado a 7 de junho!