sábado, 5 de dezembro de 2015

Parabéns, Mário Mago!

Mário Mago é o nome de um dos meus irmãos (em vez de "Bruxo" deu-me para escrever "Mago", talvez influenciada pelo próprio nome, Mário). Faz hoje (49) anos.

P  A  R  A  B  É  N  S  ! ! !

Parabéns, Mário Mago!

Mário Mago é o nome de um dos meus irmãos (em vez de "Bruxo" deu-me para escrever "Mago", talvez influenciada pelo próprio nome, Mário). Faz hoje (49) anos.

P  A  R  A  B  É  N  S  ! ! !

Parabéns, Varinha Padrinhus!

O padrinho da Varinha faz anos hoje. 

P  A  R  A  B  É  N  S  ! ! !

Parabéns, Varinha Padrinhus!

O padrinho da Varinha faz anos hoje. 

P  A  R  A  B  É  N  S  ! ! !

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Acabou a "novela" - de vez.

A novela a que me refiro não dá na televisão, passa-se na minha vida. Começou com a explosão da bomba, passou por vários momentos felizes... para chegar a um desfecho que não é o que eu esperava e que me deixa triste. (A diretora pediu esclarecimentos por escrito e recebeu hoje a resposta, que já me foi comunicada e vai no sentido que ela pensara: basicamente, a diretora decide "onde me põe".)

O desfecho inesperado e que não se desejava é algo que acontece por vezes nas novelas televisivas. Na vida real, creio que acontece muito mais vezes, porque o Autor do enredo é criativo e sabe dar a volta ao texto como ninguém. Deixa que as personagens escolham os seus caminhos mas constantemente dá indicações para caminhos mais felizes.

Quero ser dócil à história que o Autor escreve... mas é-me difícil esta docilidade! Peço-vos que intercedam por mim neste sentido, nas vossas orações. Obrigada!

Acabou a "novela" - de vez.

A novela a que me refiro não dá na televisão, passa-se na minha vida. Começou com a explosão da bomba, passou por vários momentos felizes... para chegar a um desfecho que não é o que eu esperava e que me deixa triste. (A diretora pediu esclarecimentos por escrito e recebeu hoje a resposta, que já me foi comunicada e vai no sentido que ela pensara: basicamente, a diretora decide "onde me põe".)

O desfecho inesperado e que não se desejava é algo que acontece por vezes nas novelas televisivas. Na vida real, creio que acontece muito mais vezes, porque o Autor do enredo é criativo e sabe dar a volta ao texto como ninguém. Deixa que as personagens escolham os seus caminhos mas constantemente dá indicações para caminhos mais felizes.

Quero ser dócil à história que o Autor escreve... mas é-me difícil esta docilidade! Peço-vos que intercedam por mim neste sentido, nas vossas orações. Obrigada!

Gostava mais deste dia

... há uns anos, quando era feriado.

Sim, preguiçosa me confesso!

Gostava mais deste dia

... há uns anos, quando era feriado.

Sim, preguiçosa me confesso!

domingo, 29 de novembro de 2015

Boa sorte!

Para os testes dos miúdos e jovens que há por aí. Deve haver muita gente a tê-los esta semana...

Pior (ou não) será, a seguir, para os professores (pelo menos os que são como eu)... É a malfadada correção!

Boa sorte!

Para os testes dos miúdos e jovens que há por aí. Deve haver muita gente a tê-los esta semana...

Pior (ou não) será, a seguir, para os professores (pelo menos os que são como eu)... É a malfadada correção!

Pedido é pedido!

Feitiço na cama, esta noite.

Eu: O que é que queres que eu cante? [De entre o habitual: "Vitinho" ou "Sapo à beira do mar" - versão cantada por moi aqui]
Feitiço: O "Aleluia".

Admirada, cantei. Quando terminei...

Feitiço: Eu estava a brincar!
Eu: Agora já cantei, está cantado. Amanhã pensa melhor antes de responderes...

Pedido é pedido!

Feitiço na cama, esta noite.

Eu: O que é que queres que eu cante? [De entre o habitual: "Vitinho" ou "Sapo à beira do mar" - versão cantada por moi aqui]
Feitiço: O "Aleluia".

Admirada, cantei. Quando terminei...

Feitiço: Eu estava a brincar!
Eu: Agora já cantei, está cantado. Amanhã pensa melhor antes de responderes...

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Corpo e Alma

Estava aqui a pensar que ando sem inspiração para escrever, quando o último post me fez pensar que o Feitiço já sabe muito sobre a dualidade do nosso ser: corpo e alma. A alma vai para o Céu e o corpo degrada-se até ficarmos com os ossos à vista (salvo seja, que somos enterrados e afins).

O miúdo percebe disto! :-)

Corpo e Alma

Estava aqui a pensar que ando sem inspiração para escrever, quando o último post me fez pensar que o Feitiço já sabe muito sobre a dualidade do nosso ser: corpo e alma. A alma vai para o Céu e o corpo degrada-se até ficarmos com os ossos à vista (salvo seja, que somos enterrados e afins).

O miúdo percebe disto! :-)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Morrer

Eu: Feitiço, sabes o que é que te acontece se ficares muitos dias sem comer?
Feitiço: Sei. Morro.
Eu: E sabes o que é morrer?
Feitiço: É ir para o Céu e ficar com os ossos à mostra.

Morrer

Eu: Feitiço, sabes o que é que te acontece se ficares muitos dias sem comer?
Feitiço: Sei. Morro.
Eu: E sabes o que é morrer?
Feitiço: É ir para o Céu e ficar com os ossos à mostra.

sábado, 21 de novembro de 2015

Quando regressar ao blogue...

... a Vassoura terá os anos que no cabeçalho (já) diz que tem. Vou estar em preparativos (leia-se arrumações, culinária - pouca -, etc.) e precisarei de ter o computador desligado e o sítio onde ele agora está desimpedido. 

Adeus, até ao meu regresso! :-)

Quando regressar ao blogue...

... a Vassoura terá os anos que no cabeçalho (já) diz que tem. Vou estar em preparativos (leia-se arrumações, culinária - pouca -, etc.) e precisarei de ter o computador desligado e o sítio onde ele agora está desimpedido. 

Adeus, até ao meu regresso! :-)

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Mimos de pai

Na terça-feira à noite, ao olhar para o lavatório da cozinha, encontrei isto:



Não seria nada de especial se nós comprássemos e comêssemos disto em casa. Calculei (e depois confirmei) que o Rogério tivesse comido ao almoço, e que as tivesse trazido para dar ao Feitiço, que ainda continua a brincar com as conchas que apanhou na praia durante o verão.

Fiquei comovida com este mimo paternal do Rogério. Acho, aliás, que não foi a primeira vez que ele trouxe conchas do almoço com este destino. Não vi nem perguntei ao Rogério qual foi a reação do Feitiço à oferta, mas imagino que tenha ficado surpreendido e muito contente.

Fiquei depois a pensar como o Pai também me (nos) presenteia com mimos inesperados e como a minha tendência é não dar valor a esses mimos. Mas facilmente (com demasiada facilidade, aliás) caio na postura de reparar no que Ele não me dá.

Como mãe, nunca me passou pela cabeça fazer tudo o que os meus filhos quisessem ou dar-lhes tudo o que pedissem - e isto porque tenho em vista o seu bem e consigo muitas vezes ver para além do que eles veem, ou seja, as consequências negativas de tal ou tal ato que nego ou não permito. Agora, como filha de um Pai infinitamente mais sábio do que eu, que vê infinitamente "mais à frente", acho que eu, filha, é que sei o que é bom, o que devia acontecer... 

Mimos de pai

Na terça-feira à noite, ao olhar para o lavatório da cozinha, encontrei isto:



Não seria nada de especial se nós comprássemos e comêssemos disto em casa. Calculei (e depois confirmei) que o Rogério tivesse comido ao almoço, e que as tivesse trazido para dar ao Feitiço, que ainda continua a brincar com as conchas que apanhou na praia durante o verão.

Fiquei comovida com este mimo paternal do Rogério. Acho, aliás, que não foi a primeira vez que ele trouxe conchas do almoço com este destino. Não vi nem perguntei ao Rogério qual foi a reação do Feitiço à oferta, mas imagino que tenha ficado surpreendido e muito contente.

Fiquei depois a pensar como o Pai também me (nos) presenteia com mimos inesperados e como a minha tendência é não dar valor a esses mimos. Mas facilmente (com demasiada facilidade, aliás) caio na postura de reparar no que Ele não me dá.

Como mãe, nunca me passou pela cabeça fazer tudo o que os meus filhos quisessem ou dar-lhes tudo o que pedissem - e isto porque tenho em vista o seu bem e consigo muitas vezes ver para além do que eles veem, ou seja, as consequências negativas de tal ou tal ato que nego ou não permito. Agora, como filha de um Pai infinitamente mais sábio do que eu, que vê infinitamente "mais à frente", acho que eu, filha, é que sei o que é bom, o que devia acontecer...