terça-feira, 8 de setembro de 2015

Ontem, para os anos do Rogério, ...

... fiz o bolo do costume. Só mudei a decoração:

Pulverizei açúcar na Bimby e deitei-o por cima de uma folha
de papel na qual tinha desenhado e recortado o coração.
A propósito de ser sempre (sem exceção) a mesma receita, a Vassoura perguntou-me:

- Só sabes fazer este bolo?

Eu: Até agora só fiz este bolo.

Vassoura: Mas sabes fazer um diferente?

Eu: Provavelmente consigo, mas nunca fiz. 


Se calhar um dia destes devia experimentar seguir outra receita. Há tantas por aí (livros de culinária, blogosfera,...)

Ontem, para os anos do Rogério, ...

... fiz o bolo do costume. Só mudei a decoração:

Pulverizei açúcar na Bimby e deitei-o por cima de uma folha
de papel na qual tinha desenhado e recortado o coração.
A propósito de ser sempre (sem exceção) a mesma receita, a Vassoura perguntou-me:

- Só sabes fazer este bolo?

Eu: Até agora só fiz este bolo.

Vassoura: Mas sabes fazer um diferente?

Eu: Provavelmente consigo, mas nunca fiz. 


Se calhar um dia destes devia experimentar seguir outra receita. Há tantas por aí (livros de culinária, blogosfera,...)

Museus - entradas gratuitas

Não sei se sabem que:
  1. há muitos museus e monumentos em Portugal que se podem visitar gratuitamente no primeiro domingo de cada mês, durante todo o dia.*
  2. há outros que se podem visitar gratuitamente todas as manhãs de domingo.
Agora se calhar estão à espera que vos apresente uma lista dos sítios que pertencem ao primeiro grupo e outra lista dos que pertencem ao segundo grupo. Desculpem, mas não vou fazer isso! Não é má vontade, eu simplesmente não sei, e, a ter alguém que fazer uma pesquisa, façam-na vocês se estiverem realmente interessados.

Bem, mas posso dizer-vos alguns dos locais que já visitámos em família usufruindo das entradas grátis de acordo com os grupos anteriormente referidos:
  1. Museu da Marinha, Museu Nacional do Traje, Parque Botânico do Monteiro-Mor, Museu Nacional do Teatro e da Dança (estes últimos três locais são ao lado uns dos outros e visitámo-los no mesmo dia), Museu Nacional dos Coches, Torre de Belém... (e se calhar mais algum que agora me está a escapar).
Não se admirem com a parte riscada. É que eu comecei o post sem perceber que as entradas gratuitas aos domingos de manhã tinham acabado. Foram, pelos vistos, substituídas pelo primeiro domingo de cada mês. Por exemplo, a Torre de Belém e o Museu dos Coches, que nós visitámos num domingo de manhã depois da Missa (aproveitando serem férias da Páscoa, na altura, e a Vassoura não ter Catequese a seguir), agora pertencem ao grupo 1 (não é difícil, uma vez que o grupo 2 desapareceu).

Alguns dos excelentíssimos leitores deste blogue hão de estar a pensar: "Mas isto não é novidade nenhuma! Em que planeta, ou pelo menos em que país, é que esta Bruxa Mimi vive?" Ao que eu respondo: "Vede o título do blogue, caros leitores. Pensais que foi escolhido à toa???" :-)

*Há particularidades. Os grupos não podem ter mais do que 12 pessoas, inclusive. Confirmem as condições antes de irem. Já agora, se quiserem ir noutra altura, e tiverem crianças até 12 anos, inclusive, podem ir - e só pagam os pais. É melhor do que todos pagarem bilhete (exceto para o Museu a ser visitado)!

Museus - entradas gratuitas

Não sei se sabem que:
  1. há muitos museus e monumentos em Portugal que se podem visitar gratuitamente no primeiro domingo de cada mês, durante todo o dia.*
  2. há outros que se podem visitar gratuitamente todas as manhãs de domingo.
Agora se calhar estão à espera que vos apresente uma lista dos sítios que pertencem ao primeiro grupo e outra lista dos que pertencem ao segundo grupo. Desculpem, mas não vou fazer isso! Não é má vontade, eu simplesmente não sei, e, a ter alguém que fazer uma pesquisa, façam-na vocês se estiverem realmente interessados.

Bem, mas posso dizer-vos alguns dos locais que já visitámos em família usufruindo das entradas grátis de acordo com os grupos anteriormente referidos:
  1. Museu da Marinha, Museu Nacional do Traje, Parque Botânico do Monteiro-Mor, Museu Nacional do Teatro e da Dança (estes últimos três locais são ao lado uns dos outros e visitámo-los no mesmo dia), Museu Nacional dos Coches, Torre de Belém... (e se calhar mais algum que agora me está a escapar).
Não se admirem com a parte riscada. É que eu comecei o post sem perceber que as entradas gratuitas aos domingos de manhã tinham acabado. Foram, pelos vistos, substituídas pelo primeiro domingo de cada mês. Por exemplo, a Torre de Belém e o Museu dos Coches, que nós visitámos num domingo de manhã depois da Missa (aproveitando serem férias da Páscoa, na altura, e a Vassoura não ter Catequese a seguir), agora pertencem ao grupo 1 (não é difícil, uma vez que o grupo 2 desapareceu).

Alguns dos excelentíssimos leitores deste blogue hão de estar a pensar: "Mas isto não é novidade nenhuma! Em que planeta, ou pelo menos em que país, é que esta Bruxa Mimi vive?" Ao que eu respondo: "Vede o título do blogue, caros leitores. Pensais que foi escolhido à toa???" :-)

*Há particularidades. Os grupos não podem ter mais do que 12 pessoas, inclusive. Confirmem as condições antes de irem. Já agora, se quiserem ir noutra altura, e tiverem crianças até 12 anos, inclusive, podem ir - e só pagam os pais. É melhor do que todos pagarem bilhete (exceto para o Museu a ser visitado)!

Looking on the bright side of life

Quando acorda encharcado de xixi, o Feitiço não tenta escapar ao banho!

Looking on the bright side of life

Quando acorda encharcado de xixi, o Feitiço não tenta escapar ao banho!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Dia dos Pais ........... (e da Mãe, atrasado)

Do meu pai e do pai dos meus filhos! 

Ambos fazem anos: o Avô Bruxo faz 76 e o Gato Rogério faz 47.

P A R A B É N S, meus queridos ! ! !

E ...

... há dois dias a Avó Bruxa fez 73 anos. Nem sei como deixei passar a data em branco... no blogue! (Se tivesse deixado passar o dia sem falar com a minha mãe para lhe dar os parabéns precisaria de ser internada, porque algo de muito errado se estaria a passar comigo!)

P A R A B É N S, querida Mamã ! ! !

Dia dos Pais ........... (e da Mãe, atrasado)

Do meu pai e do pai dos meus filhos! 

Ambos fazem anos: o Avô Bruxo faz 76 e o Gato Rogério faz 47.

P A R A B É N S, meus queridos ! ! !

E ...

... há dois dias a Avó Bruxa fez 73 anos. Nem sei como deixei passar a data em branco... no blogue! (Se tivesse deixado passar o dia sem falar com a minha mãe para lhe dar os parabéns precisaria de ser internada, porque algo de muito errado se estaria a passar comigo!)

P A R A B É N S, querida Mamã ! ! !

domingo, 6 de setembro de 2015

A pensar na amiga T.

que, se Deus quiser, será operada amanhã.

Que corra tudo bem. "Tu queres, Jesus? Então eu também quero."

A pensar na amiga T.

que, se Deus quiser, será operada amanhã.

Que corra tudo bem. "Tu queres, Jesus? Então eu também quero."

Mini-férias - dia 4 (18-8-2015)

Síntese: Fátima - Portugal dos Pequenitos - Casa

Saímos do hotel e fomos ao Santuário para nos "despedirmos". Como eu no dia 2 não cheguei a confessar-me, dirigi-me às Capelas da Reconciliação para o fazer. Entrei. Estava muita gente, mas fui sentar-me a seguir à última pessoa do último banco ocupado. Fiquei um bocado, mas, sabendo que o Rogério e as crianças estavam à minha espera e vendo que o ritmo a que as pessoas iam ficando "despachadas" era muito lento (só uma pessoa foi chamada durante os vários minutos que lá estive, apesar de estarem quase dez sacerdotes a confessar), acabei por me vir embora, com o firme propósito de me confessar quando estivesse novamente em casa.

Seguimos para o "Portugal dos Pequenitos". Passámos pela entrada antes de estacionar e percebemos que estava uma fila enorme. Quando, a pé, voltámos à entrada, continuava com uma fila enorme. Atendendo às horas (quase meio-dia), decidimos almoçar antes de entrar. Assim, teríamos mais energia para aguentar a espera.

Não vos vou falar do almoço, exceto que mais uma vez devemos ter passado a ideia que éramos muito pobrezinhos (na interpretação da Varinha) porque pedimos comida em quantidades aparentemente reduzidas. No entanto, foi preciso esforço e insistência para que tudo ficasse comido...

Quando acabámos de almoçar, voltámos para a entrada do "Portugal dos Pequenitos". Praticamente não havia fila! Yeeeesss! Ficámos atrás da pessoa que estava atrás da pessoa que estava a ser atendida. Enquanto esperava, olhei para uns miúdos fora da fila - pareciam-me familiares... olhei para o adulto que estava com eles, seu pai... era nosso conhecido! Chamo-o, cumprimento-o e ele diz: "A S. está ali a comprar os bilhetes."

A pessoa à nossa frente, que entretanto já estava a ser atendida, era nossa conhecida... e eu não tinha dado conta de nada (só a conheço há mais ou menos 20 anos, por isso tenho "desculpa")!

Conversámos um bocadinho. A S. disse que praticamente sempre que vai a algum sítio encontra alguém que conhece, sem estar nada combinado. Contou que, uma vez em Nova Iorque, num restaurante no meio de Chinatown, encontrou uma amiga da terra onde mora. Não há coincidências, mas...

Depois de entrarmos, cada família (eles são sete, no total) foi para seu lado. Mais tarde encontrámo-nos outra vez, o que deu jeito para termos fotografias de família completa (nós e eles) e conversarmos mais um bocado. :-)

As casas em tamanho miniatura cativaram mais as crianças do que a parte dedicada aos países por onde os portugueses passaram e deixaram marca, ou do que a parte dedicada aos monumentos (edifícios construídos com "bocados" de edifícios/monumentos reais, como a Torre de Belém, por exemplo). Também adoraram a coleção das Barbies (eu, que não simpatizo com a boneca escanzelada, confesso que também gostei da coleção).

Foi um dia bem passado. Vale muito a pena visitar o "Portugal dos Pequenitos"!

A seguir fizemos a viagem para casa. Que bom foi dormir na nossa caminha!

Mini-férias - dia 4 (18-8-2015)

Síntese: Fátima - Portugal dos Pequenitos - Casa

Saímos do hotel e fomos ao Santuário para nos "despedirmos". Como eu no dia 2 não cheguei a confessar-me, dirigi-me às Capelas da Reconciliação para o fazer. Entrei. Estava muita gente, mas fui sentar-me a seguir à última pessoa do último banco ocupado. Fiquei um bocado, mas, sabendo que o Rogério e as crianças estavam à minha espera e vendo que o ritmo a que as pessoas iam ficando "despachadas" era muito lento (só uma pessoa foi chamada durante os vários minutos que lá estive, apesar de estarem quase dez sacerdotes a confessar), acabei por me vir embora, com o firme propósito de me confessar quando estivesse novamente em casa.

Seguimos para o "Portugal dos Pequenitos". Passámos pela entrada antes de estacionar e percebemos que estava uma fila enorme. Quando, a pé, voltámos à entrada, continuava com uma fila enorme. Atendendo às horas (quase meio-dia), decidimos almoçar antes de entrar. Assim, teríamos mais energia para aguentar a espera.

Não vos vou falar do almoço, exceto que mais uma vez devemos ter passado a ideia que éramos muito pobrezinhos (na interpretação da Varinha) porque pedimos comida em quantidades aparentemente reduzidas. No entanto, foi preciso esforço e insistência para que tudo ficasse comido...

Quando acabámos de almoçar, voltámos para a entrada do "Portugal dos Pequenitos". Praticamente não havia fila! Yeeeesss! Ficámos atrás da pessoa que estava atrás da pessoa que estava a ser atendida. Enquanto esperava, olhei para uns miúdos fora da fila - pareciam-me familiares... olhei para o adulto que estava com eles, seu pai... era nosso conhecido! Chamo-o, cumprimento-o e ele diz: "A S. está ali a comprar os bilhetes."

A pessoa à nossa frente, que entretanto já estava a ser atendida, era nossa conhecida... e eu não tinha dado conta de nada (só a conheço há mais ou menos 20 anos, por isso tenho "desculpa")!

Conversámos um bocadinho. A S. disse que praticamente sempre que vai a algum sítio encontra alguém que conhece, sem estar nada combinado. Contou que, uma vez em Nova Iorque, num restaurante no meio de Chinatown, encontrou uma amiga da terra onde mora. Não há coincidências, mas...

Depois de entrarmos, cada família (eles são sete, no total) foi para seu lado. Mais tarde encontrámo-nos outra vez, o que deu jeito para termos fotografias de família completa (nós e eles) e conversarmos mais um bocado. :-)

As casas em tamanho miniatura cativaram mais as crianças do que a parte dedicada aos países por onde os portugueses passaram e deixaram marca, ou do que a parte dedicada aos monumentos (edifícios construídos com "bocados" de edifícios/monumentos reais, como a Torre de Belém, por exemplo). Também adoraram a coleção das Barbies (eu, que não simpatizo com a boneca escanzelada, confesso que também gostei da coleção).

Foi um dia bem passado. Vale muito a pena visitar o "Portugal dos Pequenitos"!

A seguir fizemos a viagem para casa. Que bom foi dormir na nossa caminha!

Feitiço querido

Eu estava na marquise a estender roupa. Oiço bater na porta de vidro. Olho. É o Feitiço.

Feitiço: Eu gosto muito de ti.
Eu: Eu a-mo-te.

(Dez segundos depois.)

Feitiço: Eu também amo-te.
Eu: Eu também gosto muito de ti!

<3

Feitiço querido

Eu estava na marquise a estender roupa. Oiço bater na porta de vidro. Olho. É o Feitiço.

Feitiço: Eu gosto muito de ti.
Eu: Eu a-mo-te.

(Dez segundos depois.)

Feitiço: Eu também amo-te.
Eu: Eu também gosto muito de ti!

<3

sábado, 5 de setembro de 2015

Sonho #53

Sonhei que encontrava a Olívia no hospital. Ela tinha a barriga enorme, já de fim de gravidez e quando me vê, pergunta-me:

- Para estares aqui quer dizer que há novidades?

Eu: Não sei, vamos ver, mas acho que não.

Depois a Olívia vai-se embora e eu fico sozinha.

A partir daqui, já não sei muito bem o que acontece, pois a memória do sonho é confusa. Acho que algum(a) funcionário(a) me conduz a uma sala de espera cheia de macas vazias. Demoro imenso tempo a ser atendida, apesar de não haver mais pacientes. Não me lembro da consulta propriamente, mas associo-a a algo esquisito.

Sonho #53

Sonhei que encontrava a Olívia no hospital. Ela tinha a barriga enorme, já de fim de gravidez e quando me vê, pergunta-me:

- Para estares aqui quer dizer que há novidades?

Eu: Não sei, vamos ver, mas acho que não.

Depois a Olívia vai-se embora e eu fico sozinha.

A partir daqui, já não sei muito bem o que acontece, pois a memória do sonho é confusa. Acho que algum(a) funcionário(a) me conduz a uma sala de espera cheia de macas vazias. Demoro imenso tempo a ser atendida, apesar de não haver mais pacientes. Não me lembro da consulta propriamente, mas associo-a a algo esquisito.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Sonho #52

Sonhei que estava a enfeitar a casa com luzes de Natal, por fora, como se vê em tantos filmes e séries americanos (e não só). A casa não tinha nada a ver com a nossa casa real. Não me lembro de mais nada.

Sonho #52

Sonhei que estava a enfeitar a casa com luzes de Natal, por fora, como se vê em tantos filmes e séries americanos (e não só). A casa não tinha nada a ver com a nossa casa real. Não me lembro de mais nada.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015