quarta-feira, 12 de junho de 2013

Mãe vaidosa

Depois de ver a minha menina mais velha a dançar ballet na apresentação de final de ano, só posso mesmo estar vaidosa e muito orgulhosa - dançou tão bem!

Mãe vaidosa

Depois de ver a minha menina mais velha a dançar ballet na apresentação de final de ano, só posso mesmo estar vaidosa e muito orgulhosa - dançou tão bem!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Mãe-Quê?

Feitiço: Quero colo, Mãe-Elevador!

Mãe-Quê?

Feitiço: Quero colo, Mãe-Elevador!

Que chatice!

Tive um sonho que me lembro de pensar: "Não me posso esquecer dele, para o escrever..." Adivinharam: esqueci-me!

Ok, não é importante! :-)

Que chatice!

Tive um sonho que me lembro de pensar: "Não me posso esquecer dele, para o escrever..." Adivinharam: esqueci-me!

Ok, não é importante! :-)

Velhos do Restelo

É o que são todos os que agoiram a ida do Feitiço para a escola em setembro. "Ele vai chorar o tempo todo durante pelo menos um mês", "Ele só quer a mamã!", "Ele isto", "Ele aquilo"...

Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.

"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".

Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.

A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]

O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...

e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:

- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...

O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."

Velhos do Restelo

É o que são todos os que agoiram a ida do Feitiço para a escola em setembro. "Ele vai chorar o tempo todo durante pelo menos um mês", "Ele só quer a mamã!", "Ele isto", "Ele aquilo"...

Ontem, feriado, eu, mãe do Feitiço, saí de casa às 8 e 8 da manhã (esta hora é tão gira que resolvi escrevê-la de forma pouco convencional) e regressei quando as crianças já dormiam, perto das 22 e 22 (não sei a hora exata do meu regresso, mas não resisti a repetir o estilo horário). Para os mais curiosos, ausentei-me de casa porque participei no 1º Encontro Jumpingclay Portugal.

"Ai, pobre Rogério", pensam vocês (sim, vocês, Velhos do Restelo que fazem parte dos inúmeros leitores deste blogue), "o dia todo com as três crianças... e especialmente o mummyódependente do Feitiço!".

Em primeiro lugar, o Rogério não é propriamente um estranho - é o Pai das referidas crianças! Ficar com elas, por muito grata que eu me sinta - e sinto, querido Rogério! -, não é um feito heróico ou assim tão extraordinário. O meu Gato é perfeitamente capaz de lidar com a Vassoura, a Varinha e/ou o Feitiço.

A parte mais gira desta experiência foi a constatação, por parte do Rogério: "Quando tu estás, o Feitiço só te quer a ti, mas quando não estás, fica bem". Pois fica. Isso para mim não é novidade! [Conclusão a que estou a chegar neste preciso momento, e que não me está a agradar: eu sou tóxica para o meu filho!]

O Feitiço lidou tão bem com a minha ausência, que, antes de irem para a cama, quando o Rogério lhes mostrou o "Vitinho" no computador (cantar não é sua especialidade), só ele não choramingou pela Mamã...

e, esta manhã, quando ainda estava na cama e não me tinha visto, e a Varinha estava a chamar por mim, ele disse-lhe:

- A mamã não está cá, está na "Pinclay"...

O facto de ter lidado muito bem com a minha ausência não significa que não tenha feito uma grande festa quando eu apareci no quarto e disse: "Por acaso já cá estou..."

domingo, 9 de junho de 2013

Uma verdadeira heroína

Esta cadela salvou duas meninas de serem atropeladas por uma mota. Esteve em tratamento nos EUA durante oito meses e voltou para casa, nas Filipinas, sendo recebida como heroína por uma multidão. Nada que não merecesse.

Foto retirada da notícia (ver link abaixo).
Para conhecerem toda a história, leiam o artigo aqui.

Uma verdadeira heroína

Esta cadela salvou duas meninas de serem atropeladas por uma mota. Esteve em tratamento nos EUA durante oito meses e voltou para casa, nas Filipinas, sendo recebida como heroína por uma multidão. Nada que não merecesse.

Foto retirada da notícia (ver link abaixo).
Para conhecerem toda a história, leiam o artigo aqui.

Reflexão pós-sonho

A propósito deste sonho, fiz algumas reflexões:

1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...

2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!

3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.

Reflexão pós-sonho

A propósito deste sonho, fiz algumas reflexões:

1 - Em setembro vou voltar ao trabalho. Houve mudança de termos, de indicações pedagógicas, de programas... A ideia de voltar ao trabalho propriamente não me assusta, o que me assusta é pensar que a realidade escolar mudou tanto (e para pior) nos dois anos que fiquei em casa. Darei conta do recado? Quero acreditar que sim...

2 - Tenho saudades de muitos amigos! Se não os posso ver, ou se tal é complicado, posso pelo menos telefonar-lhes... e é isso que vou fazer! Hoje ainda, se possível (e impossível, à partida, não será)!

3 - Tenho de repensar a minha relação com o lugar de condutor de automóvel. Para quem não percebe, tenho de combater o medo de conduzir, tirando umas aulas, para começar a ser "normal" neste aspeto e poder fazer algumas coisas que o facto de não conduzir me impede de fazer.

Sonhos #6

Eu iniciei a minha carreira como professora num colégio particular, que tinha, na altura, poucos anos de existência. Não me arrependo de ter ido para lá (principalmente porque outras colegas de curso me fizeram "companhia"), mas muito menos me arrependo de ter decidido sair de lá ao fim do segundo ano letivo. Alguns anos depois, já lá não estava nenhuma das minhas colegas de curso (uma delas saiu para abraçar um projeto de Escola num Hospital, outra saiu apenas porque o colégio era longe de casa e, querendo constituir família, não era prático estar longe).

Há tempos sonhei que visitava o colégio, mas não me lembro bem do sonho. Acho que havia um buraco no chão do andar de cima, mas, tanto quanto me lembro, não caí nele.

Pois esta noite voltei a sonhar com o colégio. Uma das colegas (e amigas) que referi tinha sido contactada pelo Colégio para voltar a trabalhar lá e tinha dito que sim. Como precisavam de outra professora, ela falara comigo, e eu dissera que sim também.

No sonho, íamos ao colégio para tornar oficial a nossa aceitação. Aí, dou-me conta que não quero trabalhar  lá. Por que carga de água é que quereria, se estou colocada perto de casa e numa escola onde me sinto bem? Falo em surdina com a minha amiga: "Olha, não sei o que se passou para eu dizer que sim, mas afinal não quero ficar cá. Era muito mau se eu me fosse já embora e tu lhes dissesses que mudei de ideias?". Resposta óbvia: "É claro que era.". Eu: "Pois, também me parecia".

Depois de receber indicações sobre a localização do gabinete dos donos/diretores (os cargos não estavam lá muito bem definidos), dirigi-me para lá. Primeiro, não vi ninguém. Depois apareceu uma senhora muito mal vestida em termos de gosto (e olhem que eu não sou particularmente observadora em relação a estas coisas), que, para meu espanto, era a pessoa com quem precisava de falar. Falámos e o assunto ficou esclarecido: não iria trabalhar lá. Ufa!

A seguir, tentei encontrar a minha amiga, mas quem encontrei foi outra amiga que também já trabalhara no colégio. Conversámos sobre não sei bem o quê, mas lembro-me de utilizar um termo educacional qualquer que estava desatualizado, de a minha colega me corrigir e me avisar para eu não mostrar que não sabia o termo novo, e de eu dizer que, como não ia ficar lá, não estava preocupada.

Passado um bocado, não sei como, estava a apanhar transportes para voltar para casa. The end.

Sonhos #6

Eu iniciei a minha carreira como professora num colégio particular, que tinha, na altura, poucos anos de existência. Não me arrependo de ter ido para lá (principalmente porque outras colegas de curso me fizeram "companhia"), mas muito menos me arrependo de ter decidido sair de lá ao fim do segundo ano letivo. Alguns anos depois, já lá não estava nenhuma das minhas colegas de curso (uma delas saiu para abraçar um projeto de Escola num Hospital, outra saiu apenas porque o colégio era longe de casa e, querendo constituir família, não era prático estar longe).

Há tempos sonhei que visitava o colégio, mas não me lembro bem do sonho. Acho que havia um buraco no chão do andar de cima, mas, tanto quanto me lembro, não caí nele.

Pois esta noite voltei a sonhar com o colégio. Uma das colegas (e amigas) que referi tinha sido contactada pelo Colégio para voltar a trabalhar lá e tinha dito que sim. Como precisavam de outra professora, ela falara comigo, e eu dissera que sim também.

No sonho, íamos ao colégio para tornar oficial a nossa aceitação. Aí, dou-me conta que não quero trabalhar  lá. Por que carga de água é que quereria, se estou colocada perto de casa e numa escola onde me sinto bem? Falo em surdina com a minha amiga: "Olha, não sei o que se passou para eu dizer que sim, mas afinal não quero ficar cá. Era muito mau se eu me fosse já embora e tu lhes dissesses que mudei de ideias?". Resposta óbvia: "É claro que era.". Eu: "Pois, também me parecia".

Depois de receber indicações sobre a localização do gabinete dos donos/diretores (os cargos não estavam lá muito bem definidos), dirigi-me para lá. Primeiro, não vi ninguém. Depois apareceu uma senhora muito mal vestida em termos de gosto (e olhem que eu não sou particularmente observadora em relação a estas coisas), que, para meu espanto, era a pessoa com quem precisava de falar. Falámos e o assunto ficou esclarecido: não iria trabalhar lá. Ufa!

A seguir, tentei encontrar a minha amiga, mas quem encontrei foi outra amiga que também já trabalhara no colégio. Conversámos sobre não sei bem o quê, mas lembro-me de utilizar um termo educacional qualquer que estava desatualizado, de a minha colega me corrigir e me avisar para eu não mostrar que não sabia o termo novo, e de eu dizer que, como não ia ficar lá, não estava preocupada.

Passado um bocado, não sei como, estava a apanhar transportes para voltar para casa. The end.

sábado, 8 de junho de 2013

Cinco [e meia] da manhã... Ei!

Devido à vacina que levou na 4ª feira, o Feitiço fez um bocadinho de febre e ficou hiper-sedento, de dia e de noite.

Por volta das 5:30h de 6ª feira, acordei com ele a pedir:

- Mamã, podes pôr mais água no copo, por favoo-or?

Eu levantei-me, fui ter com o Feitiço, peguei no copo que ele me deu, fui até à cozinha, abri a tampa do copo, enchi-o com água, voltei a fechar a tampa, levei o copo ao Feitiço, que bebeu água como se não houvesse amanhã, dei-lhe uma festinha e saí do quarto dele.

Voltei para a cama. O Rogério deu pela minha chegada e perguntou-me algo do género:

- Então agora é que vens para a cama?

Como se eu tivesse pedalada para ficar acordada até às cinco da manhã! Logo eu, que às dez da noite já só funciono com 10% do meu cérebro...

Cinco [e meia] da manhã... Ei!

Devido à vacina que levou na 4ª feira, o Feitiço fez um bocadinho de febre e ficou hiper-sedento, de dia e de noite.

Por volta das 5:30h de 6ª feira, acordei com ele a pedir:

- Mamã, podes pôr mais água no copo, por favoo-or?

Eu levantei-me, fui ter com o Feitiço, peguei no copo que ele me deu, fui até à cozinha, abri a tampa do copo, enchi-o com água, voltei a fechar a tampa, levei o copo ao Feitiço, que bebeu água como se não houvesse amanhã, dei-lhe uma festinha e saí do quarto dele.

Voltei para a cama. O Rogério deu pela minha chegada e perguntou-me algo do género:

- Então agora é que vens para a cama?

Como se eu tivesse pedalada para ficar acordada até às cinco da manhã! Logo eu, que às dez da noite já só funciono com 10% do meu cérebro...