Este mês sou participante oficial do desafio, e isso pressupõe um "apanhado" semanal de como vão as coisas.
Esta primeira semana tem sido relativamente fácil "berrar baixo". De manhã as meninas têm colaborado q.b. e não tem havido berros (ou, se houve, preciso de afinar o ouvido para os detetar e a memória para os registar).
Durante o dia, em que estou sozinha em casa com o Feitiço, quando ele responde o contrário do desejado ("não quero comer, quero brincar", "agora não, porque estou a fazer a linha do comboio"), tenho-me lembrado de não berrar. Falando calmamente sobre o que ele está a fazer e deixando-o terminar ou propondo que eu o substitua na tarefa (de procurar alguma peça de Lego, por exemplo), descobri que passado um pouco (que às vezes não parece pouco), ele está a sentar-se à mesa ou a fazer o que fosse que eu lhe tinha dito para fazer.
A parte mais difícil, em relação ao Feitiço, está em levá-lo a ele a não berrar. Nisso estou a falhar redondamente. A sua primeira reação a qualquer contratempo (por menor que seja) é berrar, de um modo estridente. Quando me aproximo e pergunto, por exemplo, "Achas que berrares dessa maneira era a melhor maneira de pedires ajuda?", ele responde sempre que não, mas na vez seguinte... é igual. (Terá a quem sair?)
À tarde, quando as meninas chegam da escola e fico com os três, as coisas tendem a complicar-se. Já dei por mim a começar frases e deixá-las a meio, porque me apercebo que não resolveriam nada. Então, digo algo como: "Eu ia dizer blá blá blá, mas percebi que não nos ia ajudar. O que acham de todos colaborarmos para conseguirmos começar a jantar a horas? Vassoura, vai fazendo os teus trabalhos de casa enquanto...".
A frase que dei como exemplo não faz milagres, mas acho que o facto de eu assumir que nem sempre tenho as melhores reações, posturas ou "saídas", leva a que a mais velha queira colaborar mais (e quando ela colabora, os outros costumam ir atrás). Curiosamente, já houve duas situações em que a Vassoura me disse: "Eu ia responder blá blá blá, mas depois decidi que era melhor ...". Não há dúvidas, nós somos o modelo Nº1 para os nossos filhos (e para os nossos alunos, o modelo Nº2, ou 3, mas um modelo de certeza). Também por isso, quero mesmo ser melhor pessoa (mas tenho muito por onde melhorar, não é só nesta questão...)!
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
terça-feira, 7 de maio de 2013
Desafio "Berra-me baixo" #2
Este mês sou participante oficial do desafio, e isso pressupõe um "apanhado" semanal de como vão as coisas.
Esta primeira semana tem sido relativamente fácil "berrar baixo". De manhã as meninas têm colaborado q.b. e não tem havido berros (ou, se houve, preciso de afinar o ouvido para os detetar e a memória para os registar).
Durante o dia, em que estou sozinha em casa com o Feitiço, quando ele responde o contrário do desejado ("não quero comer, quero brincar", "agora não, porque estou a fazer a linha do comboio"), tenho-me lembrado de não berrar. Falando calmamente sobre o que ele está a fazer e deixando-o terminar ou propondo que eu o substitua na tarefa (de procurar alguma peça de Lego, por exemplo), descobri que passado um pouco (que às vezes não parece pouco), ele está a sentar-se à mesa ou a fazer o que fosse que eu lhe tinha dito para fazer.
A parte mais difícil, em relação ao Feitiço, está em levá-lo a ele a não berrar. Nisso estou a falhar redondamente. A sua primeira reação a qualquer contratempo (por menor que seja) é berrar, de um modo estridente. Quando me aproximo e pergunto, por exemplo, "Achas que berrares dessa maneira era a melhor maneira de pedires ajuda?", ele responde sempre que não, mas na vez seguinte... é igual. (Terá a quem sair?)
À tarde, quando as meninas chegam da escola e fico com os três, as coisas tendem a complicar-se. Já dei por mim a começar frases e deixá-las a meio, porque me apercebo que não resolveriam nada. Então, digo algo como: "Eu ia dizer blá blá blá, mas percebi que não nos ia ajudar. O que acham de todos colaborarmos para conseguirmos começar a jantar a horas? Vassoura, vai fazendo os teus trabalhos de casa enquanto...".
A frase que dei como exemplo não faz milagres, mas acho que o facto de eu assumir que nem sempre tenho as melhores reações, posturas ou "saídas", leva a que a mais velha queira colaborar mais (e quando ela colabora, os outros costumam ir atrás). Curiosamente, já houve duas situações em que a Vassoura me disse: "Eu ia responder blá blá blá, mas depois decidi que era melhor ...". Não há dúvidas, nós somos o modelo Nº1 para os nossos filhos (e para os nossos alunos, o modelo Nº2, ou 3, mas um modelo de certeza). Também por isso, quero mesmo ser melhor pessoa (mas tenho muito por onde melhorar, não é só nesta questão...)!
Esta primeira semana tem sido relativamente fácil "berrar baixo". De manhã as meninas têm colaborado q.b. e não tem havido berros (ou, se houve, preciso de afinar o ouvido para os detetar e a memória para os registar).
Durante o dia, em que estou sozinha em casa com o Feitiço, quando ele responde o contrário do desejado ("não quero comer, quero brincar", "agora não, porque estou a fazer a linha do comboio"), tenho-me lembrado de não berrar. Falando calmamente sobre o que ele está a fazer e deixando-o terminar ou propondo que eu o substitua na tarefa (de procurar alguma peça de Lego, por exemplo), descobri que passado um pouco (que às vezes não parece pouco), ele está a sentar-se à mesa ou a fazer o que fosse que eu lhe tinha dito para fazer.
A parte mais difícil, em relação ao Feitiço, está em levá-lo a ele a não berrar. Nisso estou a falhar redondamente. A sua primeira reação a qualquer contratempo (por menor que seja) é berrar, de um modo estridente. Quando me aproximo e pergunto, por exemplo, "Achas que berrares dessa maneira era a melhor maneira de pedires ajuda?", ele responde sempre que não, mas na vez seguinte... é igual. (Terá a quem sair?)
À tarde, quando as meninas chegam da escola e fico com os três, as coisas tendem a complicar-se. Já dei por mim a começar frases e deixá-las a meio, porque me apercebo que não resolveriam nada. Então, digo algo como: "Eu ia dizer blá blá blá, mas percebi que não nos ia ajudar. O que acham de todos colaborarmos para conseguirmos começar a jantar a horas? Vassoura, vai fazendo os teus trabalhos de casa enquanto...".
A frase que dei como exemplo não faz milagres, mas acho que o facto de eu assumir que nem sempre tenho as melhores reações, posturas ou "saídas", leva a que a mais velha queira colaborar mais (e quando ela colabora, os outros costumam ir atrás). Curiosamente, já houve duas situações em que a Vassoura me disse: "Eu ia responder blá blá blá, mas depois decidi que era melhor ...". Não há dúvidas, nós somos o modelo Nº1 para os nossos filhos (e para os nossos alunos, o modelo Nº2, ou 3, mas um modelo de certeza). Também por isso, quero mesmo ser melhor pessoa (mas tenho muito por onde melhorar, não é só nesta questão...)!
Desafio "Berra-me baixo" #1
Já me perguntaram o que era isto do "Berra-me baixo" aqui do lado direito do blogue. É um desafio que já vai na 3ª edição, mas para mim é a primeira vez. Houve em janeiro, em março e agora em maio. A ideia é "melhorar relações". Mais informações no blogue onde o desafio foi lançado.
Eu fiquei a conhecer o desafio, se não me falha a memória, ao ler este post do "Quando for grande quero ser mãe", ia o mês de março a meio. A forma como a Teresa escreveu (e escreve - o seu é um dos blogues que visito "todo o santo dia") encantou-me e despertou em mim curiosidade de saber mais, porque eu sou uma berrona de primeira categoria (com os meus filhos também, sim, mas sobretudo com os meus alunos) e queria tanto, mas tanto, deixar de ser!
Poderia ter aderido ao desafio na hora, mas não quis dar a cara (ou o nome fictício) sem primeiro fazer a experiência levemente, sem compromisso perante terceiros (não que achasse que iria ser julgada por falhar, mas...).
Comecei então (ainda em março e desde essa altura) a tentar uma nova abordagem e percebi que funcionava (quando me lembrava) ir ao pé dos meus filhos e falar-lhes ao ouvido, em vez de, sem sair de onde estava, berrar para fazerem o que queria que fizessem. Não demorei muito tempo a ter reação por parte da Vassoura. Perguntou-me: "Por que é que tu agora falas assim ao ouvido?" Respondi: "Em vez de gritar? Porquê? Achas mal?". "Não, não!", respondeu ela.
Gostava mesmo de deixar este vício de berrar como se não houvesse alternativa. Em casa e na escola (ao regressar ao ativo). Sei que na escola o desafio será maior, porque serão muito mais crianças, mas não será (não é!) impossível! Eu vou conseguir!
Eu fiquei a conhecer o desafio, se não me falha a memória, ao ler este post do "Quando for grande quero ser mãe", ia o mês de março a meio. A forma como a Teresa escreveu (e escreve - o seu é um dos blogues que visito "todo o santo dia") encantou-me e despertou em mim curiosidade de saber mais, porque eu sou uma berrona de primeira categoria (com os meus filhos também, sim, mas sobretudo com os meus alunos) e queria tanto, mas tanto, deixar de ser!
Poderia ter aderido ao desafio na hora, mas não quis dar a cara (ou o nome fictício) sem primeiro fazer a experiência levemente, sem compromisso perante terceiros (não que achasse que iria ser julgada por falhar, mas...).
Comecei então (ainda em março e desde essa altura) a tentar uma nova abordagem e percebi que funcionava (quando me lembrava) ir ao pé dos meus filhos e falar-lhes ao ouvido, em vez de, sem sair de onde estava, berrar para fazerem o que queria que fizessem. Não demorei muito tempo a ter reação por parte da Vassoura. Perguntou-me: "Por que é que tu agora falas assim ao ouvido?" Respondi: "Em vez de gritar? Porquê? Achas mal?". "Não, não!", respondeu ela.
Gostava mesmo de deixar este vício de berrar como se não houvesse alternativa. Em casa e na escola (ao regressar ao ativo). Sei que na escola o desafio será maior, porque serão muito mais crianças, mas não será (não é!) impossível! Eu vou conseguir!
Desafio "Berra-me baixo" #1
Já me perguntaram o que era isto do "Berra-me baixo" aqui do lado direito do blogue. É um desafio que já vai na 3ª edição, mas para mim é a primeira vez. Houve em janeiro, em março e agora em maio. A ideia é "melhorar relações". Mais informações no blogue onde o desafio foi lançado.
Eu fiquei a conhecer o desafio, se não me falha a memória, ao ler este post do "Quando for grande quero ser mãe", ia o mês de março a meio. A forma como a Teresa escreveu (e escreve - o seu é um dos blogues que visito "todo o santo dia") encantou-me e despertou em mim curiosidade de saber mais, porque eu sou uma berrona de primeira categoria (com os meus filhos também, sim, mas sobretudo com os meus alunos) e queria tanto, mas tanto, deixar de ser!
Poderia ter aderido ao desafio na hora, mas não quis dar a cara (ou o nome fictício) sem primeiro fazer a experiência levemente, sem compromisso perante terceiros (não que achasse que iria ser julgada por falhar, mas...).
Comecei então (ainda em março e desde essa altura) a tentar uma nova abordagem e percebi que funcionava (quando me lembrava) ir ao pé dos meus filhos e falar-lhes ao ouvido, em vez de, sem sair de onde estava, berrar para fazerem o que queria que fizessem. Não demorei muito tempo a ter reação por parte da Vassoura. Perguntou-me: "Por que é que tu agora falas assim ao ouvido?" Respondi: "Em vez de gritar? Porquê? Achas mal?". "Não, não!", respondeu ela.
Gostava mesmo de deixar este vício de berrar como se não houvesse alternativa. Em casa e na escola (ao regressar ao ativo). Sei que na escola o desafio será maior, porque serão muito mais crianças, mas não será (não é!) impossível! Eu vou conseguir!
Eu fiquei a conhecer o desafio, se não me falha a memória, ao ler este post do "Quando for grande quero ser mãe", ia o mês de março a meio. A forma como a Teresa escreveu (e escreve - o seu é um dos blogues que visito "todo o santo dia") encantou-me e despertou em mim curiosidade de saber mais, porque eu sou uma berrona de primeira categoria (com os meus filhos também, sim, mas sobretudo com os meus alunos) e queria tanto, mas tanto, deixar de ser!
Poderia ter aderido ao desafio na hora, mas não quis dar a cara (ou o nome fictício) sem primeiro fazer a experiência levemente, sem compromisso perante terceiros (não que achasse que iria ser julgada por falhar, mas...).
Comecei então (ainda em março e desde essa altura) a tentar uma nova abordagem e percebi que funcionava (quando me lembrava) ir ao pé dos meus filhos e falar-lhes ao ouvido, em vez de, sem sair de onde estava, berrar para fazerem o que queria que fizessem. Não demorei muito tempo a ter reação por parte da Vassoura. Perguntou-me: "Por que é que tu agora falas assim ao ouvido?" Respondi: "Em vez de gritar? Porquê? Achas mal?". "Não, não!", respondeu ela.
Gostava mesmo de deixar este vício de berrar como se não houvesse alternativa. Em casa e na escola (ao regressar ao ativo). Sei que na escola o desafio será maior, porque serão muito mais crianças, mas não será (não é!) impossível! Eu vou conseguir!
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Memórias (alheias) dum internato
Um novo blogue de uma antiga aluna de um colégio interno. Quem andou num internato, poderá identificar-se com algum relato. Quem não andou, poderá satisfazer a sua curiosidade e desfazer algum preconceito nascido da ignorância!
http://memoriasduminternato.blogspot.pt/
http://memoriasduminternato.blogspot.pt/
Memórias (alheias) dum internato
Um novo blogue de uma antiga aluna de um colégio interno. Quem andou num internato, poderá identificar-se com algum relato. Quem não andou, poderá satisfazer a sua curiosidade e desfazer algum preconceito nascido da ignorância!
http://memoriasduminternato.blogspot.pt/
http://memoriasduminternato.blogspot.pt/
domingo, 5 de maio de 2013
Dia da Mãe ou Quem não chora, ...
Como todos sabem, hoje é Dia da Mãe, em Portugal e talvez em mais países (não estou preocupada com isso, portanto não pesquisei), mas não em todos, de certeza! Como eu escrevi aqui, na Roménia o Dia da Mãe já foi há quase dois meses.
Eu recebi de prenda (da Vassoura) um colar feito em massa de moldar e depois pintado, muito giro, um bocado pesado e com um cheiro a modos que intenso. Pu-lo na marquise a ver se o cheiro se vai, para o poder usar - uma ou duas vezes por ano (sim, sou mazinha!). É que não consegui deixar de pensar que com JumpingClay o resultado seria muito melhor - mais leve, perfumado e mais agradável ao toque. Como acho que as professoras de Expressão Plástica ainda não conhecem a melhor plasticina do Mundo, estou a ponderar comprar para lhes oferecer uma caixa com alguns boiões para experimentarem...
Se calhar agora estão a pensar: "O título alternativo deste post é muito esquisito e não tem nada a ver com o conteúdo!...". Calma! Continuem a ler e perceberão o porquê de tal título.
Hoje fomos os cinco* almoçar fora, por ser Dia da Mãe. Mas só fomos porque eu insinuei, ontem, que era boa ideia o pai dos meus filhos levar a mãe deles (e a eles, claro) a almoçar fora neste dia especial. Ou seja, não tivesse eu falado, teríamos almoçado em casa, como de costume, comida saborosa feita pela Nina... mas não seria a mesma coisa. Obrigada, meu querido Rogério! Miaau...
*[Bruxa Mimi e Gato Rogério, de Vassoura Voadora, levando a Varinha Mágica e o Livro de Feitiços para o caso de serem precisos ;-) ]
Eu recebi de prenda (da Vassoura) um colar feito em massa de moldar e depois pintado, muito giro, um bocado pesado e com um cheiro a modos que intenso. Pu-lo na marquise a ver se o cheiro se vai, para o poder usar - uma ou duas vezes por ano (sim, sou mazinha!). É que não consegui deixar de pensar que com JumpingClay o resultado seria muito melhor - mais leve, perfumado e mais agradável ao toque. Como acho que as professoras de Expressão Plástica ainda não conhecem a melhor plasticina do Mundo, estou a ponderar comprar para lhes oferecer uma caixa com alguns boiões para experimentarem...
Se calhar agora estão a pensar: "O título alternativo deste post é muito esquisito e não tem nada a ver com o conteúdo!...". Calma! Continuem a ler e perceberão o porquê de tal título.
Hoje fomos os cinco* almoçar fora, por ser Dia da Mãe. Mas só fomos porque eu insinuei, ontem, que era boa ideia o pai dos meus filhos levar a mãe deles (e a eles, claro) a almoçar fora neste dia especial. Ou seja, não tivesse eu falado, teríamos almoçado em casa, como de costume, comida saborosa feita pela Nina... mas não seria a mesma coisa. Obrigada, meu querido Rogério! Miaau...
*[Bruxa Mimi e Gato Rogério, de Vassoura Voadora, levando a Varinha Mágica e o Livro de Feitiços para o caso de serem precisos ;-) ]
Dia da Mãe ou Quem não chora, ...
Como todos sabem, hoje é Dia da Mãe, em Portugal e talvez em mais países (não estou preocupada com isso, portanto não pesquisei), mas não em todos, de certeza! Como eu escrevi aqui, na Roménia o Dia da Mãe já foi há quase dois meses.
Eu recebi de prenda (da Vassoura) um colar feito em massa de moldar e depois pintado, muito giro, um bocado pesado e com um cheiro a modos que intenso. Pu-lo na marquise a ver se o cheiro se vai, para o poder usar - uma ou duas vezes por ano (sim, sou mazinha!). É que não consegui deixar de pensar que com JumpingClay o resultado seria muito melhor - mais leve, perfumado e mais agradável ao toque. Como acho que as professoras de Expressão Plástica ainda não conhecem a melhor plasticina do Mundo, estou a ponderar comprar para lhes oferecer uma caixa com alguns boiões para experimentarem...
Se calhar agora estão a pensar: "O título alternativo deste post é muito esquisito e não tem nada a ver com o conteúdo!...". Calma! Continuem a ler e perceberão o porquê de tal título.
Hoje fomos os cinco* almoçar fora, por ser Dia da Mãe. Mas só fomos porque eu insinuei, ontem, que era boa ideia o pai dos meus filhos levar a mãe deles (e a eles, claro) a almoçar fora neste dia especial. Ou seja, não tivesse eu falado, teríamos almoçado em casa, como de costume, comida saborosa feita pela Nina... mas não seria a mesma coisa. Obrigada, meu querido Rogério! Miaau...
*[Bruxa Mimi e Gato Rogério, de Vassoura Voadora, levando a Varinha Mágica e o Livro de Feitiços para o caso de serem precisos ;-) ]
Eu recebi de prenda (da Vassoura) um colar feito em massa de moldar e depois pintado, muito giro, um bocado pesado e com um cheiro a modos que intenso. Pu-lo na marquise a ver se o cheiro se vai, para o poder usar - uma ou duas vezes por ano (sim, sou mazinha!). É que não consegui deixar de pensar que com JumpingClay o resultado seria muito melhor - mais leve, perfumado e mais agradável ao toque. Como acho que as professoras de Expressão Plástica ainda não conhecem a melhor plasticina do Mundo, estou a ponderar comprar para lhes oferecer uma caixa com alguns boiões para experimentarem...
Se calhar agora estão a pensar: "O título alternativo deste post é muito esquisito e não tem nada a ver com o conteúdo!...". Calma! Continuem a ler e perceberão o porquê de tal título.
Hoje fomos os cinco* almoçar fora, por ser Dia da Mãe. Mas só fomos porque eu insinuei, ontem, que era boa ideia o pai dos meus filhos levar a mãe deles (e a eles, claro) a almoçar fora neste dia especial. Ou seja, não tivesse eu falado, teríamos almoçado em casa, como de costume, comida saborosa feita pela Nina... mas não seria a mesma coisa. Obrigada, meu querido Rogério! Miaau...
*[Bruxa Mimi e Gato Rogério, de Vassoura Voadora, levando a Varinha Mágica e o Livro de Feitiços para o caso de serem precisos ;-) ]
sábado, 4 de maio de 2013
2 meses
Hoje o blogue faz dois meses. Tenho curiosidade em relação ao futuro: será que vou assinalar os meses que ele faz a cada dia 4 (partindo do princípio que o blogue não vai parar ao cemitério blogosférico)?
2 meses
Hoje o blogue faz dois meses. Tenho curiosidade em relação ao futuro: será que vou assinalar os meses que ele faz a cada dia 4 (partindo do princípio que o blogue não vai parar ao cemitério blogosférico)?
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Horrível...
... o bicho. Pequeno, feio, chato, parasita.
Ca nojo!
Adenda: Eu tenho perfeita noção (o Gato Rogério pensava o contrário) que não se percebe de que bicho se trata, nem onde estava, nem o que aconteceu... mas escrevi assim de propósito. Se alguém estiver roíd@ de curiosidade, manifeste-se. Só nessa altura darei pormenores.
Ca nojo!
______________________________________________________________________________
Adenda: Eu tenho perfeita noção (o Gato Rogério pensava o contrário) que não se percebe de que bicho se trata, nem onde estava, nem o que aconteceu... mas escrevi assim de propósito. Se alguém estiver roíd@ de curiosidade, manifeste-se. Só nessa altura darei pormenores.
Horrível...
... o bicho. Pequeno, feio, chato, parasita.
Ca nojo!
Adenda: Eu tenho perfeita noção (o Gato Rogério pensava o contrário) que não se percebe de que bicho se trata, nem onde estava, nem o que aconteceu... mas escrevi assim de propósito. Se alguém estiver roíd@ de curiosidade, manifeste-se. Só nessa altura darei pormenores.
Ca nojo!
______________________________________________________________________________
Adenda: Eu tenho perfeita noção (o Gato Rogério pensava o contrário) que não se percebe de que bicho se trata, nem onde estava, nem o que aconteceu... mas escrevi assim de propósito. Se alguém estiver roíd@ de curiosidade, manifeste-se. Só nessa altura darei pormenores.
Mais obras de arte
Mais obras de arte
Obras de arte voadoras
A Vassoura Voadora faz tantos desenhos lindos, que eu poderia criar um blogue só para os expor! Mas como não vou fazer isso, de vez em quando mostro-vos alguns. Para mim, são lindos... E para vocês?
| Uma princesa |
| Uma festa de anos (a avaliar pelo bolo) |
Onde é que a rapariga foi buscar tanto jeito?? Deve ter sido à tia B.!
Obras de arte voadoras
A Vassoura Voadora faz tantos desenhos lindos, que eu poderia criar um blogue só para os expor! Mas como não vou fazer isso, de vez em quando mostro-vos alguns. Para mim, são lindos... E para vocês?
| Uma princesa |
| Uma festa de anos (a avaliar pelo bolo) |
Onde é que a rapariga foi buscar tanto jeito?? Deve ter sido à tia B.!
Feitiço pintor
Feitiço pintor
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Última hora! Notícia fantástica!
O Feitiço pediu para fazer xixi na sanita, em vez de fazer no bacio! E, assim que se sentou, fez! Boa, Feitiço!
Última hora! Notícia fantástica!
O Feitiço pediu para fazer xixi na sanita, em vez de fazer no bacio! E, assim que se sentou, fez! Boa, Feitiço!
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