Há dois dias, a Magia fez dois anos. ![]()
Agora, já corre (nem sempre muito equilibradamente) e não se cala. Está tão, mas tão engraçada! É uma alegria estar com ela.
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Já agora, lembro: no mesmo dia, a Mariana fez dois meses. ![]()
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
Há dois dias, a Magia fez dois anos. ![]()
Agora, já corre (nem sempre muito equilibradamente) e não se cala. Está tão, mas tão engraçada! É uma alegria estar com ela.
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Já agora, lembro: no mesmo dia, a Mariana fez dois meses. ![]()
Já não vinha aqui há muito tempo - demasiado - e, para dizer a verdade, esta não é a melhor altura para cá vir.
Mas entrei no Sapo Blogs, vi o post a dizer que tinham arrumado os sapinhos e quis confirmar.
Sim, senhores, os sapinhos estão muito mais arrumadinhos, aqui. Será que também estão arrumadinhos nas caixas de comentários? Aí também dão muito jeito! Vou ver...
Estou a falar das pernas de quem?
Das minhas, ora essa! Pernas longas e esbeltas...
[Com o sol no ângulo certo, a sombra das pernas de qualquer pessoa fica altamente favorecida!
]
Eu garanti que o post sobre o nascimento da Mariana ia ter destaque no Sapo Blogs. E cumpri. ![]()

Agora metam-se comigo... se tiverem coragem! ![]()
... nas palavras gentis da Varinha. Disse-mas ontem à noite. E que "os outros professores nem fazem ideia do esforço e do trabalho que tu tens para fazeres 'aquele jogo dos pauzinhos'". Se fazem ou não, não sei, mas que gostei de ouvir a Varinha a dizer-me aquilo, gostei.
Na verdade, estou a esticar-me, ao dizer que sou tia desta criança...
Mas gosto tanto dela, da mãe, da irmã, do pai, do cão, da cadela, dos avós, que custa reconhecer que não lhe sou nada! Por isso digo que sou tia...
... e acho que ninguém me vai levar a mal.
Além do mais, a minha nova sobrinha é linda. Espreitem aqui e digam lá se não é verdade!
Amor... Muito Amor... Só Amor! ![]()
P.S.: Se o post do nascimento da Mariana (o original, obviamente!) não for parar aos destaques, eu faço greve no blogue (esta é para rir, atendendo ao tempo todo que estive sem publicar posts)! Não, esperem, eu faço magia, portanto... GARANTO que ele vai lá parar! Palavra de Bruxa Mimi.
P.S. - O Paiol não vem cá para casa... E eu quero lá saber! A Mariana já nasceu e correu tudo bem! ![]()
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Ontem, o Tio Gato contou que uma funcionária lá do trabalho lhe perguntou se era o marido da "Professora Mimi". Ele respondeu que era cunhado (há muita gente que confunde os dois irmãos, não fiquei surpreendida). Ela disse como se chamava e mandou cumprimentos.
Pelo nome, aliado à breve descrição, imediatamente identifiquei a pessoa, a escola que frequentou e os anos em que partilhámos a sala de aula das nove às quinze e trinta. Deu-me trabalho, a malandra, enquanto foi minha aluna (do 2.º ao 4.º ano de escolaridade), mas, desde que nos "reencontrámos" no Facebook (e é por esta e por outras que não deixo o FB de vez), é uma das minhas antigas alunas que mais próxima se tem mantido. Ok, sem nos termos realmente encontrado fisicamente... mas, ainda assim, tem estado mais próxima do que a maioria d@s colegas!
Pois bem, eu tinha o número de telemóvel dela já há uns anos, tendo em tempos trocado umas mensagens com ela. Resolvi escrever-lhe, esta manhã. Não deixei de incluir, na minha mensagem, que a turma dela foi a minha preferida [verdade, verdadinha!] e que gostava de os rever a todos. À tarde, recebi a resposta:
Boa tarde, minha querida professora, e predileta. É verdade, trabalho numa universidade onde vejo constantemente o seu cunhado, que pensei que fosse o seu esposo. Irei tentar fazer um grupo no Whatsapp com todos, para combinarmos nos vermos. Espero que esteja tudo bem, beijinhos e abraços...
E esta mensagem soube-me tão, mas tão bem... Obrigada, minha querida!
Este é o título que muita gente, na qual me incluo, gostaria de ler hoje, mas não aqui.
Era a Joana que "deveria" (nisto dos blogues não há obrigações) escrever esse post, a contar como tem passado mais uma semana de gravidez (neste caso teriam de ser duas, já que não publicou nenhum "35!")... Mas a Joana está sem vontade de escrever e nós temos que nos aguentar até que a vontade regresse (mais cedo do que tarde, esperamos nós)!
Quem também, aparentemente, se está a aguentar, e bem, é a Mariana. Estive a reler o post dos palpites e já há muita gente fora do concurso. O próximo a ficar de fora, espero, é o Pedro, que diz que a Mariana nasce hoje, ao meio-dia.
Se por acaso a Mariana decidir nascer hoje (revelando-se uma autêntica "menina do papá"
), o Paiol não chega a sair de casa... o que até parece mal! Por isso, Mariana (eu sei que tu lês o que eu escrevo), para não parecer mal, aguenta mais duas semanas, mais concretamente até dia 4 de março, às 15:30h (não mais do que isso), OK?
Mãe*, para a filha que frequentava o 1.º ano, após um dia de aulas:
- Então, o que fizeram hoje nas aulas?
Filha: Se queres mesmo saber, os meus colegas fizeram muitas coisas... Eu não fiz nada.
*(não eu)
Quando o meu afilhado andava no 1.º ano há pouco tempo (agora já tem 17 anos e meio) teve, como trabalho de casa, que preencher linhas e linhas com a letra "i". Como não tinha vontade de fazer tal atividade, e não lhe via grande utilidade, perguntou à mãe:
- Mãe, temos fotocopiadora?
... isto é, um ano e nove meses.
Para festejar, já anda sozinha! Mesmo. Só que continua a preferir andar dando a mão a alguém. E falta-lhe uma conquista preciosa: pôr-se de pé sem ajuda de um apoio ou de alguém.
Mas que anda, anda!

Há bocadinho fui ao quarto do Feitiço entalar-lhe os lençóis, dar-lhe a benção e despedir-me com o beijinho da praxe. Quando já estava a chegar à porta do quarto, para sair, percebi que o Feitiço disse qualquer coisa, mas não percebi o que foi e perguntei:
- O quê?
E o Feitiço repetiu:
- Pum de despedida!
Eu não dei conta do pum que ele deu, nem pelo som, nem pelo cheiro, mas fui devidamente informada do sucedido ventoso...

A Vassoura, durante o jantar, esteve a falar do que andou a aprender na escola em Geografia e em Ciências Naturais. O Feitiço estava a adorar as "aulas". Uma das aulas ficou a meio, mas o Feitiço pediu à Vassoura que continuasse, pois estava a gostar de saber coisas sobre as "vacas tónicas"*.
* placas tectónicas
(Este post é curtinho, como se vê, mas podia ser longo e eu estar a escrevê-lo à mesma... Eu não lido lá muito bem com prazos e cargas excessivas de trabalho. Às vezes, em vez de me dedicar a aliviar a carga, empato até ser impossível não me dedicar, já sob um stress dez vezes maior... Não sou um bom exemplo neste campo.
)
Estou assoberbada profissionalmente. Não sei para que lado me virar.
Detesto burocracias! ![]()
Quem já leu alguns dos posts sobre sonhos, neste blogue, talvez se lembre que o título de cada post é sempre "Sonhos #[número]". Este sonho, que sonhei na noite passada, merece um subtítulo, com o qual concordarão, de certeza, todos os que são fiéis leitores da Saposfera. Já vão ver porquê...
Eu estava na minha casa [a do sonho, que não tinha nada a ver com a minha casa real]. Aparece-me o vizinho do lado a chamar-me para lá ir. Eu vou, e, enquanto vou, apercebo-me que o vizinho é o famoso Dr. Pedro Rebelo. Entramos na casa dele pela porta que dá para a cozinha, onde há uma grande mesa de madeira, onde, virada para mim, está sentada a mulher do Pedro (é meu vizinho, posso tratá-lo assim, não posso?).
Quando me dou conta que a pessoa ali sentada é a "Joana do Quiosque", antes de olhar mesmo a sério para ela [apesar de ela ser minha vizinha, é a primeira vez que a vou ver!], desvio a cara e pergunto: "Joana, posso olhar para ti?"
A Joana ri-se e diz que sim. Eu olho, meio histérica, mesmo não estando a gritar, e digo: "Não acredito que finalmente estou a conhecer a Joana do Quiosque! Há tanto tempo que te queria conhecer. E afinal somos vizinhos... Eu sabia que a minha casa era num dos limites de Carcavelos, mas não sabia que era mesmo ao pé da parte de Oeiras em que vocês moravam! Tão perto..."
O Pedro e a Joana perguntam-me se quero comer do que eles estavam a comer (acho que era hora de almoço) e eu aceito, mas, assim que sou servida, eu e a Joana saímos de casa e vamos dar uma volta pela zona. Subimos a rua e estamos num largo que me fez lembrar a zona ao pé da escola primária que frequentei. Eu pergunto à Joana se aquela [uma casa com identificação de escola] é a escola onde a Alice anda e a Joana confirma.
Voltamos para casa, mas a mesa de madeira, onde estava a minha comida, agora é uma mesa de um restaurante e há um empregado que pergunta: "De quem é esta comida?". Eu respondo que é minha, mas quando me vou sentar para a comer, há um barulho de despertador que me arranca do sonho.
Assim que me apercebi que não tinha conhecido a Joana e que tudo não passara de um sonho, fiquei tão, mas tão desiludida...
Respondam honestamente: não ficariam também???
Refletindo no sonho, posteriormente, reparei que não houve qualquer referência ao Vasco ou à Gabi no sonho, o que estranhei, mas atribuí à minha falta de à-vontade com cães (não tenho propriamente medo de cães, mas não estou habituada e não gosto de ser surpreendida por "ataques", por mais amigáveis que possam ser). Embora não tenha "visto" a Alice, não estranhei, pois estava no infantário. Ah, um outro pormenor era que o Pedro tinha um look assim meio indiano! Mas só me pareceu isso na segunda parte do sonho, na primeira não me pareceu que tivesse. Sonhos... neles vale tudo!
... se já vos aconteceu, neste blogue, tentarem comentar e não conseguirem.
Se quiserem responder, mas não conseguirem (mais uma vez), escrevam um email para o endereço que está indicado no meu perfil. Eu responderei a tudo (às vezes demoro, mas respondo!)...
A Magia está com febre desde sábado.
Não foi à creche esta semana. Na segunda-feira ficou o Rogério com ela. Na terça-feira ficou com a Nina. Em ambos os dias eu fui a casa almoçar, para ficar a par de como ela estivera durante a manhã.
Foi vista por um médico na tarde do terceiro dia, terça-feira.
O médico que a avaliou disse que não tinha nada nos pulmões, nem na garganta, nem nos ouvidos e que, por ele, ela podia frequentar a escola. No entanto, disse ele, como as escolas não gostam de ter por lá crianças com febre (como é óbvio e normal!!!), era melhor ela continuar em casa até ao fim desta semana, pois era muito possível que tivesse febre durante mais uns dois ou três dias. O Rogério não podia ficar nestes dias, de modo que fiquei eu.
Confesso que pensei que ia ter uns dias mais ou menos descansadinhos, e que ia dar para fazer algumas coisas de trabalho que tenho pendentes. É que na terça-feira a Magia esteve lindamente com a Nina - comeu bem, esteve bem-humorada, dormiu uma boa sesta; a única coisa que traía a sua condição de doente era a temperatura elevada.
As coisas não se passaram como eu estava à espera...
A Magia passou uma noite péssima de terça para quarta (não que as anteriores tivessem sido boas, mas esta foi particularmente má) e tem estado, ontem e hoje, com um apetite muito reduzido, com imensa tosse (quase non-stop), ranho que corre (quase) ininterruptamente (apesar das constantes limpezas com soro) e, a parte pior, muito chorosa, e muito, muito, murchinha (salvo alguns raros momentos).
Apesar de tudo, hoje está a ser menos mau do que ontem (é mesmo "menos mau", não é "melhor"). A sesta teve uma duração habitual (quase duas horas), ao contrário da de ontem, que durou uns míseros 35 minutos.
Posto o que escrevi, cabe-me dizer que o médico fez muito bem em passar a baixa para os três dias, mas falhou na previsão de que a Magia podia ir à escola, se não fosse a febre. Ela está muito pior do que estava quando ele a viu!
Aquela que idealiza ser uma professora assim, mas é uma professora assado;
Aquela que idealiza ser uma mãe assim, mas é uma mãe assado;
Aquela que idealiza ser uma esposa assim, mas é uma esposa assado;
Aquela que idealiza ser uma blogger assim, mas é uma blogger assado;
Aquela que, no meio de tantos assados que é, nunca na vida fez um.
Gosto das perguntas e quase sempre respondo, quando as vejo. Mas, quando vi esta, não pude responder, por faltar a opção que me convém...

E a opção que me faz falta é esta:
"A inspiração depende de muitos fatores, mas a altura do dia não é um deles."
Quem se lembra de quando este filme (o primeiro, o original e, de longe, o mais giro) estreou?
Cá em casa, foi hoje! ![]()
A Vassoura ficou pela primeira vez sozinha, durante duas horas. Ela não foi às aulas, ontem e hoje, por ter febre e dor de cabeça. Ontem ficou em casa com a Nina. Hoje ficou com o Rogério.
Como o Rogério tinha uma reunião às 16:30h e a Vassoura já estava substancialmente melhor (é quase certo que pode ir às aulas amanhã), ele deixou-a em casa (com a minha concordância prévia), onde ficou sozinha até eu chegar por volta das 18 horas.
Ainda temos casa, inteira, por isso acho que podemos deixá-la sozinha (por período de tempo igual ou inferior) mais vezes, se necessário.
Quanto à reação da Vassoura, perante a perspetiva - e a experiência - de ficar home alone, foi mais ou menos a mesma do que a do Kevin, (após o choque inicial):

(deliciad@)
Sim, "dói-dóis" em vez de "feridas" porque quero frisar que doem, em primeiro lugar, e que me sinto pequenina, em segundo lugar.
Por "pequenina" pode entender-se "estúpida", já que as feridas (linguagem de bebé cansa, OK?!?) surgem todos os invernos, quando descuido a hidratação da pele. O frio e as constantes lavagens das mãos fazem o resto. Não é a primeira vez (nem segunda, nem terceira...) que isto me acontece...
O facto de reduzir drasticamente o consumo de água quando está frio (custa-me beber água fria, que é como ela sai da torneira) agrava a desidratação da pele, já se sabe. Também a pele da cara está miserável, embora aqui tenha a atenuante (em termos de culpa) de estar muito congestionada e o constante pingo (e os amigos espirros e ranho abundante e amarelo*) no nariz aumenta a secura, sobretudo à volta do mesmo...
*Não quero que vos falte nenhum dado importante na vossa avaliação médica do meu estado de secura!!! ![]()
... no Natal que passou, foi a Manuela (ver quem é o Manuel e fazer a associação lógica) dizer-me duas coisas:
É que, apesar de na minha família praticamente toda a gente saber que este blogue existe, poucos são os que realmente passam por aqui, hoje em dia, pelo menos:
Depois, a Manuela disse (e mostrou-me) que no seu telemóvel o "Alheia a tudo... ou talvez não!" é um dos favoritos.
Obrigada, Manuela!
(Agora só falta deixares um comentário de vez em quando...
)
A Magia tem 20 meses (um ano e oito meses, para quem não gosta de fazer contas). Não é uma super bebé em nenhum campo do desenvolvimento infantil.
Não anda sozinha. ![]()
O máximo que já fez, algumas vezes, foi dar uns três ou quatro passos entre dois apoios. Caminha alegremente agarrada às coisas, ou segurando a mão - ou um dedo - de alguém. Mas, quando outras crianças da mesma idade e mais novas, não só andam, como correm, dar uns passinhos não é grande feito...
Sei que é uma questão de tempo. O neurocirurgião pediátrico disse isso mesmo. Problemático seria se ela não andasse, de todo. Assim, devemos "forçar" a marcha, mas sem stress. Forçar, aqui, quer dizer pô-la em situações em que caminha, em vez de ir de gatas ou ao colo. Já foi da creche para casa algumas vezes a pé, pela mão. Não se importa nada, apesar de às vezes querer ir depressa demais e se desequilibrar (não cai porque lhe estamos a dar a mão, claro). Para ela, andar não é problema. Só andar sozinha é que não lhe inspira confiança...
Não diz grande coisa. ![]()
Percebe-se que percebe tudo o que lhe dizemos. O inverso está longe de ser verdadeiro. Das coisas que diz, apenas mamã, papá e papa são palavras bem pronunciadas. O resto só é percetível para pessoas próximas, como aqui a je.
cáco - carro;
anana - banana;
tatá! - já está!
áuff ou áua - água;
mau - mão;
ápé - o pé;
ámai - quero mais;
ámeia - a chucha (!), mas também "a meia";
... Não me lembro de mais palavras que diga. Imita um gato bastante bem, e imita um cão com um som que parece que está a fingir que tem tosse seca "curta".
Noutras componentes do desenvolvimento motor, não sei bem como está.
Come relativamente bem com a colher. Faz puzzles de encaixar animais nos espaços próprios. Monta torres de copos. Folheia livros e revistas com cuidado (ou então não, e lá se vai uma folha). Encaixa (às vezes) peças de Lego duplo. Faz alguns movimentos associados a canções que "aprende" na escola ("cabeça, ombros, joelhos e pés, joelhos e pés", "eu mexo um dedo").
Não, a Magia não é realmente uma super bebé, o que significa que eu não sou uma super mãe (como se eu alguma vez tivesse pensado que era - tendo em conta, especialmente, que já tenho outros três filhos para tornarem evidente que não sou).
Mas...
... nenhum(a) bebé olha para mim como a Magia olha para mim. ![]()
... nenhum(a) bebé tem o sorriso mágico e poderoso da Magia. ![]()
... nenhum(a) bebé tem as gargalhadas terapêuticas da Magia. ![]()
Eu não trocaria a Magia
por nenhum super bebé do Mundo!
Na primeira vez que estive na Escócia, aprendi algumas anedotas contadas sobretudo por um irlandês, o Kieran. Uma das anedotas é assim:
- My sister married an Irishman.
- Oh, really?
- No - O'Reilly!
(- A minha irmã casou com um irlandês./- A sério?/Não - O'Reilly! [A tradução retira a piada à anedota, como é evidente.])
Ao longo dos anos já contei e recontei esta anedota, inclusive cá em casa, aos meus filhos crescidos (a Magia tem muito sentido de humor, mas as anedotas ainda lhe passam ao lado).
No outro dia, eu estava com a Magia na casa de banho e não encontrava o peixe amarelo (o mais pequeno de um conjunto de quatro peixes que encaixam uns nos outros). Em voz alta, disse:
- Magia, a mamã não sabe onde está o peixe amarelo...
O Feitiço, lá do seu quarto, disse:
- Está no meu quarto!
Eu: A sério?
Feitiço: No, O'Reilly!
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Pormenor: o apelido do Kieran é O'Reilly. ![]()
... nova vida (neste blogue)?
Gostaria, mas não garanto...
Com nova vida ou sem ela, desejo-vos um
EXCELENTE 2019
que seja um daqueles anos para nunca mais esquecer,
de tão bom que vai ser!
Ainda ontem escrevi que não iria fazer balanços, que dão trabalho e são frustrantes. Mas ao ler o balanço anual do Triptofano fiquei com vontade de enfrentar o touro (quer dizer, os doze desafios para 2018) pelos cornos (quer dizer, com a honestidade que me é característica)... Vamos a isso!
1. Terminar os símbolos da Árvore de Jessé.
Zero. Nicles. Nada.
Entretanto, a Teresa Power publicou um livro que me resolveria o problema de uma assentada. O único problema foi que a compra do livro (que tencionava e ainda tenciono fazer) ficou no mesmo patamar do que esta resolução: Zero. Nicles. Nada!

Este ano, não montámos a árvore de Natal cá em casa. Se tivesse os símbolos da Árvore de Jessé para nela colocar (fazendo as atividades que é suposto fazer, não são meros enfeites), teria tido um argumento forte para contrapor ao do Rogério (que o Natal é muito mais do que a árvore de Natal, que é muito mais importante o Presépio - esse nunca falha e é sempre o primeiro que colocamos à vista, no início do Advento), que, de certa maneira, deixei que prevalecesse.
2. Recomeçar a blogossérie "How I met your father" e publicar um episódio por semana.
Já aqui falei sobre se valeria a pena recomeçar esta série. O feedback foi positivo, mas ainda não me dediquei a isto... (Faz de conta que estou a imitar a Anatomia de Grey, que interrompeu a 15.ª temporada há umas semanas, sem eu estar a contar com isso.)
3. Não ir para o computador, nem ver televisão, sem estar arranjada.
Cumpri. Às vezes. Muitas vezes não cumpri.
Quando recomecei a trabalhar, em setembro, passei a não ter grandes hipóteses de não cumprir esta resolução. Mas consegui, em alguns dos dias em que comecei as aulas mais tarde! ![]()
4. Limitar os doces a um dia por semana (domingo) ou aos dias festivos.
Muitas vezes não cumpri. Ainda hoje...
5. Experimentar uma nova receita por mês.
Não cumpri.
Desde abril que o leque de novas receitas permaneceu fechado. Mas fiz uma experiência com um açúcar alternativo... Tenho que vos contar! Além disso, comecei a consumir torradas com abacate e queijo por cima... Não é uma nova receita, propriamente, mas é uma nova experiência, que se tem revelado positiva.
6. Criar materiais (ficheiros reutilizáveis e outras coisas) para usar nas aulas (enquanto estou de licença).
Zero. Nicles. Nada.
Desde que recomecei a trabalhar, o tempo para a criação deste tipo de materiais é muito escasso. Fiz uma ou outra coisa. Pouca. Muito pouca. Por isso é que escrevi esta resolução pensando nos meses em que ainda não estava ativa profissionalmente - mas não serviu de nada!
7. Manter contacto com amigos mais afastados (telefonando, escrevendo,...).
Cumpri.
Pesa-me, no entanto, a falha no contacto com uma pessoa concreta. Bem, o ano ainda não acabou, não é?
8. Ler o livro da Jane Austen que recebi no Natal antes de ler ou reler outra coisa.
RESOLUÇÃO PARA 2018 CONCLUÍDA (em fevereiro)!
Adoro esta resolução, por ter sido inequivocamente cumprida! ![]()
9. Selecionar roupa para dar e arrumar o roupeiro a fundo.
Cumpri, mas não na totalidade.
Não fui a todos os recantos do roupeiro. Mas onde fui, notou-se bem a diferença!
10. Perder peso.
Cumpri.
Terminei maio com 68,75 kg. Atualmente estou com 61,5 kg, mais coisa, menos coisa (cheguei a pesar 60,5 kg, num dia atípico).
11. Reorganizar o quarto do Feitiço.
Em março, cumpri.
Desde essa altura, dei um ou outro jeitinho. Agora é uma zona minada. Não tenho coragem de arrumar profundamente o quarto do Feitiço, por isso mantenho-me tão afastada quanto possível.
12. Ter aulas de condução e começar a conduzir!
Zero. Nicles. Nada.
Resolução a transpor para 2019. Esperançosamente com outro desfecho...
Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZ! - Esqueçamos isto, está bem? Não me quero envergonhar...
BALANÇO FINAL:
Dos 12 desafios, cumpri, a 100%, apenas dois.
Não cumpri, a 100%, três deles.
Os restantes sete foram decorrendo ao sabor da corrente, com uns meses - ou uns dias - melhores do que outros...
O facto de oficialmente estarmos na estação mais fria do ano agrada-me.
Não gosto de ter de estar sempre a repetir ("ter" é uma maneira de dizer, não tenho, mas não consigo evitar dizer, quando alguém comenta que o inverno está a ser isto ou aquilo): "Não, ainda não estamos no inverno!"
Agora, estamos. Pronto. Queixem-se à vontade!
... aos comentadores mais assíduos neste blogue. O SAPO "mandou" agradecer, e eu obedeço!
Quem mais comentou fui eu, o que é lógico. Só não seria se não costumasse responder aos comentários que me vão fazendo.

Obrigada, então, aos seguintes, maravilhosos e fantásticos comentadores (tenho que vos incentivar a continuarem a comentar, não é?) deste espaço blogosférico:
Não... Não me vou meter nisso. Dá muito trabalho e é muito frustrante! ![]()
Isto passou-se há uns meses, quando a Varinha já tinha dez anos e quis "provar" ao pai que (já) não era magra demais:
- Já não uso cuecas para 2/3 anos!!!
Sim, ela deixou de usar esse tamanho de cuecas aos dez anos e uns meses...
Fomos os seis ao circo (cortesia do trabalho do Gato Rogério).
Do que mais gostei, de longe: das palmas e dos risos da Magia, até adormecer, perto do fim da segunda parte.
Nota: reagiu de forma igualmente satisfeita ao chegar ao jardim que há perto de nossa casa, no regresso. Não sei o que é que isso quer dizer...
... Obrigada pelas mensagens de apoio que aqui têm deixado! ![]()
... Os testes estão "despachados" desde sexta-feira passada, de manhã. ![]()
... Agora estou em altura de avaliações e outras burocracias que "adoro"... ![]()
... Já deixei "passar" tantos posts que na minha cabeça escrevi!... ![]()
Eu volto! E tentarei recuperar algum post que ainda tenha vestígios no meu disco rígido (vulgo cérebro)!...
9 turmas + testes para corrigir + preparação de aulas + ensaios de coro de Natal (de "trazer por casa") = tempo reduzido para vir aqui ou visitar-vos!
Claro que, às vezes, em vez de fazer o que devo, faço o que não devo, por isso, peço-vos: se lerem comentários meus por aí, mandem-me trabalhar!
Foi há uns dias. Confesso que tenho medo de admitir que isto me aconteceu. Eu, que anos a fio me gabei, ou, pior, gritei a alto e bom som, para quem me quisesse ouvir, que nunca seria vítima. A Matilde vai-se "passar"...
Não deveria tentar arranjar um culpado, mas, se insistirem em querer saber - e faz de conta que insistiram -, eu digo: foi o Rogério. O Rogério, mas por insistência do Feitiço. Os homens da casa. Típico, não é?
Não se deve culpar a mulher, mas eu culpo-me. Bastante. Porque fui (e sou) fraca.
Mas, afinal, escrevo, escrevo, e não digo nada, não é? Ou melhor, digo, mas não concretizo... Calma, senhores, já lá vou!
Oreo.
Leram bem.
Oreo.
As bolachas. Quando surgiram em Portugal (não faço ideia de onde vieram), eu experimentei, claro. Ia lá dizer que não a bolachas de chocolate com tão bom aspeto e com um anúncio tão convincente? Provei e não gostei.
Passados uns tempos, voltei a provar. Se calhar o problema estava no meu paladar, no primeiro dia. Detestei. Não me lembro se cheguei a provar a terceira vez, mas rapidamente o veredicto passou a definitivo:
Não gosto nada de Oreo. São horríveis, intragáveis.
Os anos foram passando, a minha vida mudou (casei, fui mãe, mudei de escola,...) , o veredicto não. Era impossível mudar. O nojo pelas Oreo (e a incredibilidade acerca de alguém gostar realmente das ditas) estava entranhado em mim.
"Tenho uma receita facílima e deliciosa", dizia alguém.
"Facílima? Isso interessa-me", respondia eu.
"Só precisas de Oreo e...", continuava a pessoa.
"Oreo? Esquece, não vale a pena dizeres mais nada. Se sabe a Oreo, não gosto!", concluía eu, terminando a conversa e passando a outro assunto.
Estão a perceber o asco que eu tinha às Oreo? Sim, tinha... Não posso dizer que tenha. As quatro Oreo que comi enquanto escrevia as primeiras linhas deste post não me deixam mentir!
Bem, eu não decidi comer Oreo só porque sim. Havia (e há) Oreo cá em casa, compradas pelo Rogério, a pedido do Feitiço. Quando isto aconteceu pela primeira vez, não me afetou. Não tive qualquer interesse em dar uma dentadinha para confirmar que ainda detestava Oreo. O problema foi quando me apercebi que havia dois tipos de Oreo: as normais e um pacote diferente: "Oreo Finas, com creme de chocolate". Tinham um aspeto diferente, eram mais finas, de facto, o creme não era aquele branco nojento (sim, ainda o acho nojento, e aliás estou a sentir-me enjoada... Yeah!!! (será que vou voltar a detestar Oreo?)), o castanho não era tão escuro...
Experimentei, com cuidado. Um bocadinho pequenino, à cautela. Gostei. Bastante. "Boa! Gosto destas. Não têm nada a ver com as outras.", pensei.

Uns dias depois, infelizmente, tive outro pensamento: "Se eu gostei das Oreo finas, será que agora até gosto das Oreo normais?".
Provei. Estúpida, estúpida, estúpida! Devia ter-me mantido fiel ao meu ódio de estimação. Agora só me resta a esperança de enjoar das Oreo, como enjoei de brócolos enquanto estava grávida da Vassoura (passados uns anos, voltei a gostar de brócolos, mas pode ser que, se verdadeiramente enjoar de Oreo, não torne a "cair").
P.S. - Para quem leu tudo (Corajosos? Masoquistas? - quem sabe?) e ficou na dúvida: não, não estou grávida!
P.S. 2 - Em vez de teclar este maravilhoso, interessante e útil post, eu deveria ter estado a trabalhar... Eu bem disse que constantemente perdia tempo...
A Joana desafiou-me para o segundo lote de dez perguntas do desafio "Tag 50 perguntas". Aqui ficam as minhas respostas...
Vivo perdendo...
Tempo. Eu perco mesmo muito tempo. ![]()
Paciência. Infelizmente... ![]()
Uma frase...
"Ama e faz o que quiseres." (Santo Agostinho) ![]()
Último concerto a que foste
Não sei, mas como fui a muito poucos concertos na vida, o último foi provavelmente um do Bryan Adams, no (acho eu) Pavilhão Atlântico (que agora é o Altice Arena, não é? Se não for, não liguem - pensem apenas em como o nome deste blogue está adequado), há quatro filhos atrás. E ao escrever "há quatro filhos atrás", lembrei-me que, afinal, desde que fui mãe, fui com alunos assistir a um concerto (de finalistas de um curso cujo nome não recordo) muito giro, todo com músicas de filmes da Disney. Eu gosto muito de ouvir o Bryan Adams, mas acho que sabia melhor as músicas deste último concerto (que foi há uns quatro anos, mais coisa, menos coisa).
Música do momento
Silêncio. Adoro! (Não, não é uma música chamada "Silêncio", é mesmo o silêncio, daquele que vale ouro.)
Última mensagem no whatsapp
Recebida ou enviada? Uma e outra foram para ou do Filhote Pato. O assunto é privado!
O que mais te stressa?
Perder tempo e ficar a remoer o que tenho para fazer, em pouco tempo, porque perdi tempo. Dá para perceber? Vou dar-vos um exemplo muito prático: não deveria estar a responder a isto. Deveria estar a tratar de testes e outras coisas relacionadas com o meu trabalho...
Tira uma selfie e mostra
Sorry, mas não. Por um lado, contam-se pelos dedos de uma mão as selfies que eu já tirei na vida; por outro, não é por acaso que eu sou a Bruxa Mimi por aqui...
Uma música com a palavra AMOR
Lembrei-me de um refrão que tem a palavra "amor", mas não sei o resto da canção, nem a consegui encontrar no Youtube, pelo que vai ter de valer uma música com "love"...
Love is in the air, John Paul Young (não fazia ideia de quem cantava isto, mas ao pesquisar pelo título fiquei a saber - até me esquecer, claro!). Aproveito e dedico esta música ao meu Gato! ![]()
O que é feio, mas tu achas bonito?
Se eu acho bonito, não acho feio; logo, não posso responder.
Mostra a última foto do teu instagram
Não tenho Instagram... e não lhe sinto a falta!
Ontem já era tarde quando escrevi e publiquei este post, o sono era mais do que muito e por isso esqueci-me das nomeações. São as mesmas da primeira parte, que é mais simples assim: a Sofia, a C.S., a Fátima, a Happy.
A primeira parte deste desafio está aqui. Vão lá num pé e voltem no outro!
A Vassoura está constipada ("muito constipada", corrigiu-me ela) e estava, há bocado, a contar como teve de gerir a vida (leia-se: "o tempo que esteve na escola") com apenas três lenços de papel.
Vassoura: Eu tinha três lenços e, apesar de alternar, eles estavam sempre ensopados. Ou melhor, ensopados, não, enranhados!

Sou uma despistada. Apesar de ter visto que ia haver nova edição dos Sapos do Ano, e tendo realmente a intenção de participar, nomeando e votando, não o fiz*. Felizmente, houve muita gente que não deixou passar o prazo para nomear os seus blogues preferidos, o que significa que a 2.ª edição dos Sapos do Ano está a ser um sucesso!
Ontem passei os olhos pelas listas de nomeados nas várias categorias. Admito: procurei o nome do "Alheia a tudo... ou talvez não!" nas várias páginas (até naquelas onde seria impossível constar, como a da moda e lifestyle, ou a de desporto). Mas procurei com a mesma convicção com que olho para o meu corpo à espera de ver uma silhueta sem pneus, uma barriga sem estrias e umas pernas sem celulite... Não vai acontecer, não é?
Pois, olhem, ... aconteceu! Na categoria "Família", lá estava (e ainda está, acabei de confirmar que não se tratou de um sonho) o nome deste blogue. A quem fez a nomeação (basta uma, e deve ter sido uma) , o meu sincero agradecimento!
*Não nomeei. A votação ainda não passou - e espero não voltar a falhar!