quarta-feira, 12 de julho de 2017

20 dias

Este foi o vigésimo dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco.


 


Mais um pouco e chega a um mês, e dois, e três, e... acaba-se a missão sequinho! Quando esse dia chegar, ficarei muito contente, mas agora também não ando nada infeliz com a evolução do processo... Quem acompanha a história há mais tempo percebe porquê!



terça-feira, 11 de julho de 2017

Guilty pleasure #3

Lamber os dedos quando estão sujos de gelado, de chocolate ou de sumo da fruta que acabei de comer. Mnham! 


 


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segunda-feira, 10 de julho de 2017

2 meses

É um cliché, mas não deixa de ser incrível como o tempo passa!


 


A Magia faz hoje 2 meses! 

A Bruxa Mimi em desenho

No muito-precisado-de-melhoria cabeçalho do blogue, há dois desenhos da Bruxa Mimi feitos há uns anos pela Vassoura e pela Varinha. O Feitiço na altura ainda não fazia desenhos que se percebessem.


 


Ontem, as artistas V&V fizeram novos desenhos da Bruxa Mimi. O Feitiço, que faz desenhos giríssimos, não quis fazer nenhum, pelo que continuamos sem Bruxa Mimi by Feitiço.


 


bruxa_mimi_new (2).jpg


bruxa_mimi_new (1).jpg


 O desenho de cima foi feito pela Varinha e o de baixo pela Vassoura.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A caminho do sucesso

A "missão sequinho 2017" está bem encaminhada.


 


Hoje foi o 15.º dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco.


 


quinta-feira, 6 de julho de 2017

How I met your father - Episode 9

Episode 8


Kids,


 


 Lembram-se onde ficámos no último dia? Aquele rapaz da minha turma na universidade e uma colega (uma das minhas melhores amigas) começaram a namorar e eu fui apanhada de surpresa. I didn't see that coming! 


 


Como disse, fiquei admirada, mas rapidamente me refiz da surpresa, penso eu que por duas razões. Primeira, eu não estava perdida de amores por ele, apenas sentia algum interesse. Segunda, eu achei sinceramente que eles faziam um bom par. Não tinha dado conta antes, mas, confrontada com a situação, pensei mesmo que eles ficavam bem juntos!


 


Estando bem com a situação do namoro deles, eu tinha contudo um problema, que podia não o ser, mas que não quis arriscar que o fosse. Eu explico (ou pelo menos tento).


 


Pus-me a pensar que eu não dera conta de nada entre eles, antes de namorarem, mas que as "antenas" dos outros colegas tinham captado esse clima. Interrogava-me, então, se as "antenas" dos outros teriam captado também alguma coisa da minha parte, algum olhar, algum comentário, algum sorriso "revelador"... Quis evitar que alguma boca maledicente criasse, mesmo sem grande fundamento, mau ambiente entre mim e aqueles meus dois amigos! O que fazer? Coloquei quatro hipóteses:


 


1) Falar com ela - afinal de contas, era já uma grande amiga; 


2) Falar com ele - afinal de contas, era dele que tinha gostado ;


3) Falar com os dois;


4) Não falar com nenhum.


  


Que opção acham escolhi? E, se tivessem estado no meu lugar, o que acham que teriam feito?


 


Episode 10

Pânico!

Ok, nem tanto assim...


 


É que lembrei-me de repente que hoje é dia de "How I met your father" e o episódio ainda não está pronto (nem sequer comecei a escevê-lo)!

Guilty pleasure #2

Se comer gelado num prato, lamber o prato no fim. Não se desperdiça nada e poupa-se a água da lavagem.*


 


* Esta parte é brincadeira. O prato é lavado à mesma! 


 


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

O blogue tem página no Facebook!

Já várias vezes tinha tentado criar uma página de Facebook para o blogue, mas, nas opções, não encontrava "Personal blog" (eu tenho o FB em inglês - em português seria "Blogue pessoal") e por isso acabava sempre por desistir. Ontem usei a massa cinzenta que se encontra entre as minhas orelhas e pesquisei na ajuda do FB... e rapidamente encontrei a minha questão e a respetiva resposta. 


 


Não encontrava "Personal blog" porque ao início não aparece essa opção. Só depois de se criar a página (com uma das opções disponíveis) é que se pode editar e escolher a opção que realmente se quer. Na minha opinião, é muito um bocado estúpido, da parte do FB, não dar logo a hipótese de se escolher com precisão. 


 


https://www.facebook.com/BruxaMimi.alheia/


 


Se têm facebook (sei que alguns não têm), aguardo a vossa visita!

terça-feira, 4 de julho de 2017

A razão do preço da maçã reineta

Eu gosto muito de maçã reineta, mas por vezes estou meses sem comer nenhuma. Ultimamente tenho comprado duas ou três de cada vez. Nas primeiras vezes, confesso que não olhei para o preço, pois pensei: "É maçã, não há de ser muito cara"!


 


Enganei-me. Na mercearia ao pé da minha casa, pelo menos, as maçãs reinetas são substancialmente mais caras do que as outras maçãs.


 


Em conversa com a Vassoura sobre esta questão do preço, descobrimos a razão:


 


A maçã reineta é, do rei, neta, ou seja, é neta do rei.


Sendo da realeza, não é de admirar que seja cara! 


 


[P.S. - Eu tenho plena noção de que se trata de uma piada seca. Mas só podia, pois uma piada molhada poderia estragar-me o computador. Sim, acabei de escrever outra. Eu sou assim.]

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Guilty pleasure #1

Esta nova tag vai servir para contar aqueles pequenos gestos ou hábitos que só realizo se estiver sozinha ou, quanto muito, em casa (ou noutro local onde esteja muito à vontade, pela companhia). Uns destes guilty pleasures são mais aceitáveis do que outros, mas acho que a opinião acerca da gravidade de cada um varia muito de pessoa para pessoa.


 


O número um desta tag vai para:


 



  • ao almoço ou ao jantar, pegar no pão* com a mão (há quem use o garfo) e usá-lo para aproveitar o molho delicioso que ficou no prato (e que seria um desperdício deitar fora). 


*Em casa, uso tostas em substituição do pão, porque congelamos o pão quando o compramos.


 


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domingo, 2 de julho de 2017

Experiência de babywearing - marsúpio, sling, pano

Quando a Vassoura nasceu, comprámos um marsúpio da Chicco para eu utilizar quando fosse com ela de transportes públicos (eu não conduzo). Utilizei-o sem dificuldade, mas... ficava sempre com dores nas costas. Só anos mais tarde percebi porquê (explico depois). 


Resultado de imagem para marsúpio chicco 


[Retirei esta imagem da net, em vez de fotografar


o meu marsúpio. Foi mais rápido assim.]


 


Quando a Varinha nasceu, voltei a utilizar o marsúpio para ir com ela às vacinas, por exemplo, se fosse sozinha de transportes. As dores nas costas continuavam, mas era mais fácil do que carregar o carrinho de bebé escadas acima e escadas abaixo no metro!


 


Entretanto fui ouvindo falar de slings e panos, mas pareciam difíceis de utilizar.


 


Após o nascimento do Feitiço, quando iniciei as aulas de recuperação pós-parto, no mesmo sítio onde agora as faço, comecei a perceber o funcionamento dos slings e ponderei comprar um, sabendo que me ajudariam a usá-lo, ao início. Mas lembrei-me do marsúpio que já tinha e comentei aquilo das dores nas costas. Disseram-me que não era suposto ficar com dores e propuseram-me que levasse o marsúpio para ver qual seria o problema (se, por exemplo, era eu que não o estava a colocar da melhor maneira).


 


Levei o marsúpio e coloquei o Feitiço nele, tal como sabia. A instrutora identificou o problema: o marsúpio era para pessoas maiores do que eu, pois, mesmo na posição mais apertada, que era a que eu estava a usar, o rabinho do bebé ficava abaixo da linha do umbigo, provocando um esforço demasiado grande nas costas. Regra a não esquecer, para quem quer transportar o bebé à frente, ficando com as mãos livres: o rabo do bebé não deve ficar abaixo da linha do umbigo (mas pode ficar acima dessa linha, em especial quando o bebé ainda é muito pequeno).


 


Decidi então comprar um sling, tendo sido ajudada na escolha do que se adaptava ao meu tamanho. No entanto, não dei muito uso ao sling, pois o Feitiço não se mostrou muito fã. Acho que a minha falta de jeito ou confiança não ajudou.


 Resultado de imagem para sling bebe como fazer


[Também retirei da net. Esta elegante mãe não sou eu


e @ bebé não é tão linda como a Magia!]


 


Na gravidez da Magia, recordando-me que o marsúpio não era para o meu tamanho (e tendo também aprendido que ficar apoiado nos genitais, com as pernas completamente penduradas, não era a melhor opção para a postura do bebé) e que não me dera muito bem com o sling, comecei a namorar a ideia de arranjar um pano, sabendo que tinha quem soubesse ensinar-me a usá-lo.


 


Ora, não há coincidências... A madrinha da Varinha, que é a minha melhor amiga, como já aqui disse várias vezes, manda-me um dia uma mensagem a dizer "Estava a pensar oferecer-te um pano para transportares a Magia quando nascer. O que achas?". Escusado será dizer que a minha resposta foi um "Acho uma ótima ideia!" entusiasmado. 


 


Recebi o pano doze dias depois de a Magia ter nascido, numa segunda-feira.


 


Na terça-feira, uma amiga que é especialista em "babywearing" (como mãe e por formação) ensinou-me as voltas necessárias, e os truques para ver se a bebé estava bem colocada: para além de o rabinho da Magia (no meu caso) ter de ficar acima da linha do meu umbigo, as pernas dela têm de formar um M (sendo as extremidades superiores do M formadas pelos joelhos e o centro inferior do M formado pelo rabinho) e o topo da cabeça dela tem de estar à distância de um beijinho meu, sem me esforçar para o dar. Adoro o pormenor do beijinho. É tão bom dar beijinhos à Magia, que é uma dica muito fácil de lembrar!


 


Na quarta-feira, levei a Magia no pano ao hospital, para fazer o rastreio auditivo (para quem não sabe, é um exame muito simples que todos os bebés devem fazer e que, quando não é realizado antes da alta hospitalar, fica logo marcado). Nem precisei de tirar a Magia do pano para lhe fazerem o rastreio, o que foi ótimo, porque ela tinha adormecido instantes depois de a colocar no pano e ainda estava a dormir.


 


Quando cheguei a casa, sem problemas, constatei que já não conseguia dar o beijinho sem esforço. Não se assustem! A bebé não esteve em perigo de cair! Deu foi para perceber que devia apertar mais o pano, antes de colocar a bebé, uma vez que ele tem elasticidade. 


 


Na segunda vez que usei o pano, também para levar a Magia ao hospital (desta vez para fazer um ecocardiograma por causa da questão detetada durante a gravidez), a minha técnica já estava melhor e tem vindo a melhorar de cada vez - já há várias utilizações que o beijinho é sempre sem esforço! 


baby_no_pano.jpg


[Esta não retirei da net, por isso as caras estão tapadas...


Tinha acabado de chegar da ginástica de recuperação pós-parto.]


 

Lavar e esterilizar biberões...

... alguém quer? 


 


Não?!? Está bem...


 


Biberões (todos=12), aí vou eu!

sábado, 1 de julho de 2017

"Missão Sequinho 2017"

Já há algum tempo que não vos atualizo sobre o Feitiço e a missão deste ano. Tenho boas notícias:


 


Hoje foi o nono dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco! 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

How I met your father - Episode 8

Episode 7


Kids,


 


Quando entrei na universidade, a minha turma, para não variar, era constituída por raparigas, raparigas, raparigas, e... quatro rapazes. Ora o que foi que aconteceu, o que foi? 


 


Exatamente. Um desses rapazes teve algum impacto em mim. Posso dizer com franqueza que não senti com a mesma intensidade que senti a afeição por aquele a que chamei "primeiro amor" (eu sei que o português desta frase está com qualidade duvidosa, mas a pressa em escrever o episódio - bastante atrasado em relação à hora de ir "para o ar" - não me permite fazer melhor, agora).


 


Vou desviar o tema por breves instantes, para falar dos outros três rapazes. Um era quase dez anos mais velho do que a maioria dos elementos da turma. Já tinha andado noutra universidade, mas não tinha concluído o curso. Dava-se ares de grande maturidade e sabedoria, mas a sabedoria de vida que ele apregoava, eu dispensava. Não vou entrar em pormenores. Ele abandonou o curso perto do fim do segundo ano, para se dedicar às artes dramáticas. Desconheço o seu paradeiro.


 


Outro rapaz tinha dezoito anos e parecia estar ali para ver passar navios. Era um dos maiores baldas da turma, mas, embora não fosse do meu grupo mais próximo, eu simpatizava com ele. Éramos muito diferentes (uma das grandes diferenças era que ele fumava e eu manifestava-me constantemente contra o fumo do tabaco), mas eu sempre senti que ele me respeitava, e eu também o respeitava. Ele concluíu o curso e, ao que sei, é um ótimo professor, que de balda não tem nada (todos nós crescemos, não é?)!


 


O terceiro rapaz era bastante bem-disposto, não mais do que o anterior, e também me entendia bem com ele, embora não fôssemos muito próximos (eles eram do mesmo grupo, diferente do meu). Também era fumador e também é professor desde que acabou o curso, ao fim dos quatro anos.


 


Chegámos assim àquele que me despertou interesse. Começo por dizer que não era fumador, o que, à partida, permitiu uma aproximação maior do que qualquer dos outros (o primeiro também era fumador, mas, ao contrário dos outros dois fumadores, gozava com o facto de eu ser anti-tabaco). 


 


Convém explicar que eu não conhecia ninguém na universidade, pelo que as amizades foram surgindo naturalmente a partir dos grupos de trabalho que se formaram. Ele e eu ficámos no mesmo grupo alargado (que correspondia a dois ou três grupos nos trabalhos das várias disciplinas, conforme o limite de elementos ditado pelos professores). Desse grupo alargado faziam parte algumas grandes amigas atuais (que não vejo tanto quanto gostaria) e outras que são apenas ex-colegas com quem partilho lembranças e com quem gosto de almoçar nos "almoços de turma" que se vão organizando mais ou menos uma vez por ano.


 


Perto do fim do primeiro ano, uma das raparigas do grupo e o rapaz começaram a namorar. Ao contrário do resto da turma, que dizia "Até que enfim!", eu fui apanhada de surpresa. O que foi que eu fiz? Terão de esperar pelo próximo episódio para saber!


 


Episode 9

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Desporto? Bah! Mas...

Eu não sou fã de praticar desporto, correr nem pensar (mesmo para apanhar um transporte público, é preciso a necessidade ser muito grande)... Estão a ver o estilo lento/parado (parado dentro do possível, com quatro filhos!)? É o meu.


 


Mas abro com gosto uma exceção para a ginástica pós-parto. É que esta ginástica, no sítio onde a faço, faz-me bem ao corpo e à alma. No horário das aulas de recuperação, não há outras aulas, por isso as "utentes" são todas mamãs com bebés de meses. Os bebés podem ficar ao pé de nós, mas normalmente ficam ao cuidado da rececionista/secretária num espaço muito acolhedor (ao lado do "ginásio"), onde, quando necessário, podemos dar de mamar ou dar um biberão. O ambiente de todo o centro é hiper-positivo, não nos "põem fora" quando a aula acaba, se quisermos conversar temos quem converse connosco, fica-se com a sensação de se estar em casa e entre amigos muito rapidamente (não vou dizer que aconteceu no primeiro dia em que fui, após o nascimento da Vassoura, mas pouco depois)...


 


Na segunda-feira da semana passada iniciei a ginástica. A Magia, claro, foi comigo, e a Vassoura também teve de ir, pois não havia outra hipótese (gratuita) onde a deixar. Aparentemente, apesar do esforço realizado, não me ficou nada a doer... até estender roupa na terça-feira de manhã! Mas, aí, só os braços se queixaram. Quando fiz a aula nesse dia, as pernas também reclamaram e no resto do dia precisei de um bocadinho de coragem para me baixar ou sentar. 


 


Não sendo desportista por natureza, nem por hábito, sei, no entanto, que quando os músculos se queixam por terem trabalhado (não por lesão), a "solução" é pô-los a trabalhar mais, por isso fui à aula na quarta-feira. Tive uma sorte especial, pois fui a única mãe a aparecer para a aula, o que levou a que a instrutora, durante uma hora, fosse como que minha PT (personal trainer e não Portugal Telecomunicações!)... um luxo de que nunca pensei usufruir!


 


Não houve mais aulas nessa semana, pelo que os músculos puderam descansar até à segunda-feira desta semana. Não tive dores durante o fim de semana.


 


Nesta segunda-feira voltei a ter PT e a Magia voltou a ser a única bebé presente, mas crianças, no total, eram quatro... as minhas quatro! Vassoura, Varinha, Feitiço (estes dois também já de férias) e, claro, a referida Magia. A aula foi dada por outra pessoa e não pareceu muito dura - pelo menos transpirei menos do que nas outras vezes e não me pareceu que ficasse dorida. 


 


Ontem, terça-feira, afinal, doíam-me os braços. Depois da aula de ontem (com a instrutora habitual, que me fez transpirar muito, novamente) e até ao momento presente, doem-me os braços e as pernas. Hoje não vou à aula, seguindo os conselhos da instrutora, que me recomendou que fosse amanhã (ela diz que é preferível fazer três aulas por semana, do que quatro, e com intervalo).

sábado, 24 de junho de 2017

Pneumonia

Segundo a Varinha, a mais recente definição de pneumonia é:


 


Doença em que se engole um pneu.