sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 7

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Semana 7: Eu sempre…


... lavo os dentes antes de ir para a cama (em miúda não, infelizmente);


... gostei e gosto de receber massagens (também gosto de fazer, mas têm de ser relativamente de curta duração);


... tive cabelos finos e escassos (exceto nas gravidezes);


... detestei o fumo e o cheiro do tabaco (não há exceções).


 


Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia  e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag  52 semanas.

17 comentários:

  1. Também deteste o fumo a tabaco e seus derivados! Podem fumar há vontade, mas não em cima de mim... 

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  2. Quando era mais pequena também era um castigo para alvar os dentes antes de ir para a cama; agora, não consigo dormir se não os lavar … 
    beijinhos **

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  3. Uiii, massagens, sabia tão bem! Ainda há bocado desencantei um voucher para uma massagem que termina em Março. Tenho de agendar!!

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  4. Não deixes passar! Aproveita bem!

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  5. A situação do cabelo é muito chata, não é?
    Não sei se quando à minha avó foi diagnosticada a doença de Alzheimer ou cancro à minha mãe (1 ano de diferença), que de cabelo forte e farto passei a padecer do mesmo problema. Grosso nunca mais o voltei a ter, contudo, felizmente, ainda consegui resolver atempadamente a escassez aqui e ali, que surgiu de forma tão repentina.

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  6. Sim, o meu cabelo não me deu grandes alegrias ao longo dos anos, mas, precisamente porque sempre foi mauzito (com os seus dias "bons"), nunca sofri com a diminuição da qualidade (por assim dizer), o que acaba por ser uma vantagem (dentro da desvantagem de ter um cabelo fraco)!

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  7. Ah, apercebi-me passado um bocado (enquanto dava o almoço à Magia) que só comentei a parte do cabelo... 
    Deve ser muito difícil lidar em primeira mão com ambas as doenças. Também foi diagnosticado Alzheimer à mãe do Rogério, mas eu não acho que se note muito (eu não estou muito com ela, é um facto), pois aos 90 anos ainda sabe os nomes dos netos e, se for visitada pelo Rogério e pelos três netos mais velhos, pergunta por mim e pela Magia, usando os nomes certos. Não digno que o diagnóstico esteja errado, mas com uma idade tão avançada, entre Alzheimer e simplesmente velhice talvez se confundam...

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  8. *"Não digo" em vez de "Não digno" - bem, quem está toda trocada sou eu!!!

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  9.  Pelo menos fui o último. Ainda ontem, dizia estar comigo (bebé) ao lado, e que por isso não podíamos fazer barulho. Quando perguntamos o nome, já que as características físicas só podiam ser minhas,... não soube. Desde sexta já fui Norberto, António... Nada com P.
    Bjs e força

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  10. Foste o último da família cujo nome ela esqueceu, filho(s) incluído(s)? És um neto especial, de certeza! 

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  11. Fui sim.
    Quero acreditar que ainda o recordará. Mas várias vezes, além de não se lembrar do nome, dirigiu -se a mim por "você ". Sou o atravessado e meigo que lhe dá chocolate, diz. Muitas vezes, refere-me como tão bonito que até tenho vergonha de dizer. Contudo, ainda hoje disse que preciso aparar a barba.
    Ela é muito meiga, o que torna tudo mais difícil. 
    Bj meu 

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  12. Imagino que sim, que quanto mais doce for a pessoa, mais custa vê-la fragilizada e baralhada. Beijos e força para ti e para a tua família 

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- Posso fazer o meu comentário?
- Claro que sim, mas tendo cuidado com a linguagem.
Obrigada!

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