sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

74,75 kg - que animador...

Em criança, eu era magrinha.


Em jovem, nem magra, nem gorda (mas tinha - ou achava que tinha - uma barriguinha).


Nos vintes/trintas, era gordinha, com alturas do mês com muita barriga (e não me estou a referir às gravidezes!).


Agora, aos 44, não posso olhar para o espelho sem enfrentar a realidade: sou gorda. Deveria ser: estou gorda.


É para verem como estou animada e otimista quanto à missão "perder peso"...

16 comentários:

  1. Temos de gostar de nós como somos, por isso, na minha opinião, quando não gostamos temos todo o direito de mudar...depois a vontade fará o resto!
    Beijinhos 

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  2. Cada um é como cada qual! Por vezes é já a genética, se bem que isto não pode ser desculpa para nada!
    Tens de ver, se gostas da imagem que o espelho reflecte e se o peso a mais não influencia a tua saúde!
    E depois então seguir caminho rigorosamente de acordo com a decisão que tomares!
    Beijinho

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  3. Há muitos anos que considero que tenho uns quilinhos (entre dois a cinco) a mais... o problema é que agora não são uns quilinhos, são mais de dez. Antes não gostava propriamente, mas não dava grande importância. Agora estou a ficar realmente incomodada. A "vontade" funciona muito mal para estes lados...

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  4. Não, não gosto mesmo nada da imagem que o espelho reflete. 

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  5. O nosso metabolismo abranda com a idade.  Ainda temos de considerar a hereditariedade, como referiu o Carlos, efeitos secundários de medicação, qualquer outra doença, ... 
    Estou a passar pelo mesmo problema. Só fui magro até aos 6 anos. O problema foi quando conheci a depressão (daquelas a sério). Em fevereiro tinha menos 8kg. A besta decidiu regressar em março sem que me tenha apercebido de imediato. E continuei a ignorá-la. Agora, é tempo de oferecer-lhe guerra. Já procurei o ginásio. Sei que não será solução (há efeitos da medicação), mas pelo menos tento. Se te sentes mal, vem daí e junta-te a mim. Odeio fazer ginástica, transpirar, sou desastrado, ... mas dou-te a mão nesta luta. 

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  6. P.P., obrigada pelo teu comentário, por me fazeres sentir acompanhada nesta minha luta, por, na verdade, me dares alento para lutar! Não me estou a ver a ir para um ginásio, mas bem que posso ir para o centro de recuperação pós-parto onde fui antes do verão (e para onde devia ter regressado em setembro, ou outubro, etc.). É que no centro existe quem tome conta da bebé enquanto tenho a aula. Num ginásio "normal" não existe isso (pelo menos que eu saiba).

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  7. O importante (e difícil, para mim) é ires à luta. Um antigo aluno, agora médico, na área do desporto, recomendou-me correr ao ar livre. Só que... correr nunca foi "a minha onda". Odeioooo Tenta! 

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  8. Correr também não é para mim. Só corro se alguma coisa muita importante depender disso! E só consigo correr um bocadinho ridículo - e fico logo com os bofes de fora. Demoro vários minutos até recuperar o fôlego.

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  9. LOL
    O quanto temos em comum. Vá se lá entender: se for caminhar depressa, já consigo. 
    Só o que passei, quando pré-adolescente, nas aulas de EF por ser mau a correr... Eu nem sabia respirar! Não gosto de me lembrar. Até ainda sei qual era o dia de tal aula que tanto sofrimento me trazia. 
    Felizmente, atualmente, além de formação, a postura dos professores é muito diferente. 

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  10. Fizeste-me lembrar umas aulas em que a minha professora de EF nos mandou dar não sei quantas voltas ao ginásio, para registar o tempo que levávamos. A certa altura eu já via o chão meio torto...
    Lembro-me também de, em miúda, fazer corridas com a minha irmã mais nova, no passeio em frente ao nosso prédio: se a corrida fosse ir até ao prédio x, eu ganhava sempre (tinha as pernas mais altas); se a corrida fosse ir até ao prédio x e VOLTAR, ela ganhava sempre, porque eu não tinha resistência. Isto, numa altura em que tinha o máximo da energia que alguma vez tive!

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  11. Eu vou começar - aliás começo hoje com a minha fase "perder 10 quilos". Tem de ser, estou como tu, nunca fui magra, mas de há uns tempos para cá tenho ganho peso e não feito nada.
    está na hora!

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  12. Temos de nos encorajar uns aos outros, não é? Boa sorte!

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  13. É tudo uma questão de perspectiva. Se eu coubesse na tua roupa ficava em choque, nem sei, era bem possível que precisasse de comer um bolinho para recuperar!


    Agora a sério, queres perder uns quilos, tudo bem, o importante é que te sintas bem. Mas... gorda? Não és, nem nunca foste. A bem dizer acho que és muito elegante.

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  14. Não te esqueças que tens alguns problemas de visão... Mas és uma querida, disso não tenho dúvidas! 

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  15. O importante é não desanimar! Fala a pessoa (EU) que desanima logo no primeiro dia! Para mim, quanto mais penso que tenho que emagrecer, que não posso comer isto ou aquilo é quando me apetece realmente comer o que não devo. E sim, estou realmente (muito) gorda. Envio-lhe a força que me falta. beijinhos 

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  16. Obrigada pela força, que reproduzo e retribuo! Beijinhos

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- Posso fazer o meu comentário?
- Claro que sim, mas tendo cuidado com a linguagem.
Obrigada!

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