Em criança, eu era magrinha.
Em jovem, nem magra, nem gorda (mas tinha - ou achava que tinha - uma barriguinha).
Nos vintes/trintas, era gordinha, com alturas do mês com muita barriga (e não me estou a referir às gravidezes!).
Agora, aos 44, não posso olhar para o espelho sem enfrentar a realidade: sou gorda. Deveria ser: estou gorda.
É para verem como estou animada e otimista quanto à missão "perder peso"...
Temos de gostar de nós como somos, por isso, na minha opinião, quando não gostamos temos todo o direito de mudar...depois a vontade fará o resto!
ResponderEliminarBeijinhos
Cada um é como cada qual! Por vezes é já a genética, se bem que isto não pode ser desculpa para nada!
ResponderEliminarTens de ver, se gostas da imagem que o espelho reflecte e se o peso a mais não influencia a tua saúde!
E depois então seguir caminho rigorosamente de acordo com a decisão que tomares!
Beijinho
Há muitos anos que considero que tenho uns quilinhos (entre dois a cinco) a mais... o problema é que agora não são uns quilinhos, são mais de dez. Antes não gostava propriamente, mas não dava grande importância. Agora estou a ficar realmente incomodada. A "vontade" funciona muito mal para estes lados...
ResponderEliminarNão, não gosto mesmo nada da imagem que o espelho reflete.
ResponderEliminarO nosso metabolismo abranda com a idade. Ainda temos de considerar a hereditariedade, como referiu o Carlos, efeitos secundários de medicação, qualquer outra doença, ...
ResponderEliminarEstou a passar pelo mesmo problema. Só fui magro até aos 6 anos. O problema foi quando conheci a depressão (daquelas a sério). Em fevereiro tinha menos 8kg. A besta decidiu regressar em março sem que me tenha apercebido de imediato. E continuei a ignorá-la. Agora, é tempo de oferecer-lhe guerra. Já procurei o ginásio. Sei que não será solução (há efeitos da medicação), mas pelo menos tento. Se te sentes mal, vem daí e junta-te a mim. Odeio fazer ginástica, transpirar, sou desastrado, ... mas dou-te a mão nesta luta.
P.P., obrigada pelo teu comentário, por me fazeres sentir acompanhada nesta minha luta, por, na verdade, me dares alento para lutar! Não me estou a ver a ir para um ginásio, mas bem que posso ir para o centro de recuperação pós-parto onde fui antes do verão (e para onde devia ter regressado em setembro, ou outubro, etc.). É que no centro existe quem tome conta da bebé enquanto tenho a aula. Num ginásio "normal" não existe isso (pelo menos que eu saiba).
ResponderEliminarO importante (e difícil, para mim) é ires à luta. Um antigo aluno, agora médico, na área do desporto, recomendou-me correr ao ar livre. Só que... correr nunca foi "a minha onda". Odeioooo Tenta!
ResponderEliminarCorrer também não é para mim. Só corro se alguma coisa muita importante depender disso! E só consigo correr um bocadinho ridículo - e fico logo com os bofes de fora. Demoro vários minutos até recuperar o fôlego.
ResponderEliminarLOL
ResponderEliminarO quanto temos em comum. Vá se lá entender: se for caminhar depressa, já consigo.
Só o que passei, quando pré-adolescente, nas aulas de EF por ser mau a correr... Eu nem sabia respirar! Não gosto de me lembrar. Até ainda sei qual era o dia de tal aula que tanto sofrimento me trazia.
Felizmente, atualmente, além de formação, a postura dos professores é muito diferente.
Fizeste-me lembrar umas aulas em que a minha professora de EF nos mandou dar não sei quantas voltas ao ginásio, para registar o tempo que levávamos. A certa altura eu já via o chão meio torto...
ResponderEliminarLembro-me também de, em miúda, fazer corridas com a minha irmã mais nova, no passeio em frente ao nosso prédio: se a corrida fosse ir até ao prédio x, eu ganhava sempre (tinha as pernas mais altas); se a corrida fosse ir até ao prédio x e VOLTAR, ela ganhava sempre, porque eu não tinha resistência. Isto, numa altura em que tinha o máximo da energia que alguma vez tive!
Eu vou começar - aliás começo hoje com a minha fase "perder 10 quilos". Tem de ser, estou como tu, nunca fui magra, mas de há uns tempos para cá tenho ganho peso e não feito nada.
ResponderEliminarestá na hora!
Temos de nos encorajar uns aos outros, não é? Boa sorte!
ResponderEliminarÉ tudo uma questão de perspectiva. Se eu coubesse na tua roupa ficava em choque, nem sei, era bem possível que precisasse de comer um bolinho para recuperar!
ResponderEliminarAgora a sério, queres perder uns quilos, tudo bem, o importante é que te sintas bem. Mas... gorda? Não és, nem nunca foste. A bem dizer acho que és muito elegante.
Não te esqueças que tens alguns problemas de visão... Mas és uma querida, disso não tenho dúvidas!
ResponderEliminarO importante é não desanimar! Fala a pessoa (EU) que desanima logo no primeiro dia! Para mim, quanto mais penso que tenho que emagrecer, que não posso comer isto ou aquilo é quando me apetece realmente comer o que não devo. E sim, estou realmente (muito) gorda. Envio-lhe a força que me falta. beijinhos
ResponderEliminarObrigada pela força, que reproduzo e retribuo! Beijinhos
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