terça-feira, 24 de outubro de 2017

A minha primeira e única entrevista de emprego

O P.A. escreveu um texto humorístico de uma seriedade a toda a prova acerca da semelhança entre uma entrevista de emprego e um blind date.


 


Ao ler o texto, lembrei-me da única entrevista de emprego a que fui e escrevi isso num comentário. O P.A. perguntou se foi boa ou má. A resposta: não tenho certeza...


 


[Eu comecei a trabalhar num colégio sem ir propriamente a uma entrevista. Foi uma professora da ESE que fez a ligação entre nós (não era só eu) e o colégio. Fomos lá conhecer o espaço e conversar, mas o lugar já era nosso. Não conta como entrevista de emprego.]


 


No segundo ano em que estive nesse colégio, decidi que não queria continuar a trabalhar lá. Candidatei-me, como habitualmente, a um lugar na Escola Pública, mas os resultados do concurso só saíam meses mais tarde. Então, sabendo de uma vaga num colégio muito mais perto de minha casa, enviei o meu currículo e fui chamada para uma entrevista. A tal que eu não sei bem classificar.


 


A entrevista correu bem até certo ponto. Até eu dizer que tinha concorrido para o Estado, mas que certamente não entraria, e me perguntarem: "Então e se entrar, o que é que faz? Fica aqui ou vai para o Estado?" e eu hesitar na resposta... Claro que não me voltaram a chamar!


 


Então, o que é que vocês acham? Correu mal, não foi? Mimi = totó (se ser honesto é ser totó)


 


Mas...


 


Na verdade, eu não me dei mal, porque consegui um lugar (de quadro) na Escola Pública.

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