na próxima terça-feira, dia 26. O início da operação está marcado para as 8h.
Peço-vos o mesmo que pedi da outra vez... 🙏
Agradeço do fundo do coração. ❤
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
na próxima terça-feira, dia 26. O início da operação está marcado para as 8h.
Peço-vos o mesmo que pedi da outra vez... 🙏
Agradeço do fundo do coração. ❤
Esta manhã, sete e pouco. Magia na cama, a falar comigo de olhos fechados.
Eu [pensando que ela podia estar a sentir ramelas que a estariam a incomodar, por exemplo]: Não consegues abrir os olhos?
Magia: Consigo, mas não querooo!
Pela informação que tive, não consigo dizer se a operação da minha sobrinha correu bem ou correu mal. O que posso dizer é que aconteceu algo que o médico já colocara como cenário possível: a operação não foi a definitiva. Depois de sair dos Cuidados Intensivos, a minha sobrinha terá de retomar o tratamento que esteve a fazer durante algumas semanas e, passadas duas semanas, o médico voltará a abri-la para fazer a operação definitiva (assim se espera).
Uma das minhas sobrinhas, de 11 anos, deve estar no bloco operatório agora e nas próximas oito horas. Depois irá para os Cuidados Intensivos.
A quem acredita, peço oração.
A quem não acredita, peço oração, mesmo que com outro nome... Um desejo forte para que algo corra de determinada maneira acaba por ser uma oração - só não se pensa que haja Alguém a escutar...
A Magia já estava na cama há algum tempo, mas ainda estava acordada. Chamou-me:
- Mamã, quero fazer xixi!
Sabendo eu que ela não fizera nada antes de ir para a cama, já contava com este chamamento. Quando cheguei ao pé dela, deu-me para a parvoíce e disse:
- O que é que disseste? Que queres comer gelatina? Não temos!
Resposta imediata da Magia:
- E pudim, temos? E bolos?
Esta miúda não perde uma...
Fui desafiada para escrever um conto de Natal, ou um pensamento de Natal, ou uma ideia... É um desafio que oferece uma grande amplitude nas escolhas de como participar.
Ontem à tarde, terminei a parte das avaliações trimestrais, mas ainda tenho uma lista interminável de coisas work-related para fazer.
Se esperar ter tudo acabado para viver o Natal, devo conseguir celebrá-lo lá para Agosto de 2021.
Assim sendo, e porque provavelmente não consigo escrever um conto de Natal, vou participar no desafio fazendo uma lista de coisas que tenho na ideia, umas relacionadas com o Natal, outras nem por isso, em alternância. (Não pretende ser uma lista completa, nem de um lado, nem do outro.)
![]()
mú
sicas
de Natal
sumários
atrasados
Presépio
ACNS para fazer
presentes para preparar
grelha desde setembro por fazer
árvore de Natal
AC para fazer
VOTOS DE FELIZ
E SANTO NATAL!
Já conhecia esta canção, claro, mas não me lembro de ter visto este vídeo até me ser enviado, hoje, por uma colega. Prestei atenção à letra e, bem, parece que foi escrita este ano...
Feliz Natal para todos quantos por aqui passam!
https://24.sapo.pt/opiniao/artigos/covid-ou-bolo-rei-o-que-e-pior
*Só discordo em relação ao Bolo-Rainha. Quando é bom, é muito bom. Talvez só seja muito bom para quem adore frutos secos...
Avó Bruxa 👰🤵 Avô Bruxo = 58
Avó Gata 👰🤵 Avô Gato = 55
Bruxa Mimi 👰🤵 Gato Rogério = 15
🎉 PARABÉNS A NÓS!!! 🍾
Magia: O Covid é muito mau. O Covid é muito mau!
Eu [hesitei, mas disse]: Não é o Covid, é a Covid.*
Magia: É o Covi-de, não é a Covi-da. O Covid tem pilinha.
Eu: 😂
*Eu também achava que fazia mais sentido dizer "o Covid", e estranhava quando ouvia "a Covid", até me aperceber que Covid correspondia a Doença [causada por um] Coronavírus. "Covid" devia, na verdade, estar escrito "CoViD".
Se tiver tempo, direi porquê com mais pormenor. Resumidamente: se eu votasse lá nos EUA, seria uma das chamadas "one-issue voters". E votaria Trump. Feliz? Não, mas não ficaria tranquila se não fizesse a minha parte para que Biden não ganhasse.
Se não disser mais nada sobre este assunto, imaginem o que quiserem, mas não se ponham a dizer que eu disse coisas que não disse. Just in case.
Numa das escolas onde trabalho, há 6 turmas do 1.º Ciclo.
Neste momento, só uma turma é que está a ter aulas presenciais, o que significa que eu, professora de inglês, não estando em isolamento profilático, estou à mesma a dar aulas à distância às minhas turmas dessa escola.
Enfim...
Ontem, às 6 da manhã,mais ou menos, fui ao quarto do Feitiço porque ele estava a fazer barulho.
Uma das coisas que me disse foi:
- Tenho uma queimadura horrível na mão.
Eu [que não sabia de nenhuma queimadura]: Queimadura? Como é que te queimaste?
Feitiço:Ah, queimadura, não... cãibra.
Peguei na mão do Feitiço, fiz-lhe uma pequena massagem e a cãibra passou.
Nota:
"cãibra" é uma palavra espetacular, na medida em que tem um "a" com "til" seguido de um "i". Agora digam lá se "mãe" não podia escrever-se "mãi"... As crianças do 1.º ano é que sabem!!!
A Magia está com ranho. Eu queria pôr-lhe soro no nariz, mas ela disse que a melhor ajuda era a "Mónica dos Apoios".
["Eu não sei quem é a Mónica dos Apoios, mas deve ser uma auxiliar", pensei eu, quando a Magia me disse o nome.]
Eu: Ah, a Mónica ajuda? E como é que ela faz?
A Magia colocou dois dedos perto do meu nariz, mas sem lhe tocar. Eu reproduzi o gesto, e perguntei:
- Assim?
Magia: Sim.
Eu: Não percebo como é que assim ajuda a tirar o ranho, mas está bem...
Alguns minutos mais tarde, ainda a conversar com a Magia, percebi quem era a Mónica dos Apoios: a máquina dos vapores!
De facto, a extremidade do tubo não toca no nariz da Magia, só fica perto...
O Rogério instalou a aplicação logo que foi lançada. Eu instalei-a há uns dias.
Este post não é sobre a desejada (pelo Governo) obrigatoriedade de instalação.
Sabiam que a aplicação não transmite informação sobre o local onde a pessoa (quer dizer, o telemóvel da pessoa!) está? Eu li todo o texto sobre a parte legal da aplicação. Ao contrário de tantas outras informações legais com as quais concordamos sem ler/perceber, para usarmos alguma aplicação, esta tem um texto compreensível sobre o seu funcionamento. Dois dias depois de ter lido, não sou capaz de explicar pormenorizadamente o processo, nem sei usar os termos corretos. Mas ainda me lembro do essencial.
A StayAway Covid guarda apenas o registo (criado na altura em que dois telemóveis que tenham a aplicação a instalada e a funcionar - se o telefone estiver em "modo avião", por exemplo, não está a funcionar! -estão próximos um do outro durante, pelo menos, 15 minutos - e não dez, como se diz por aí), durante 14 dias. No caso de um dos dois telemóveis vir a receber um código devido a um teste positivo, o outro será notificado sobre o risco de ter sido contagiado no dia tal, à hora tal (mas não diz o local onde isso aconteceu). Ao fim de 14 dias, o tal registo é automaticamente apagado.
Sabiam que, quando um médico gera um código na aplicação devido a um teste positivo e o partilha com a pessoa diagnosticada, a pessoa tem apenas 24 horas para colocar o código na aplicação? Ou seja, a pessoa pode ter instalado a aplicação e pretender usá-la, mas não pode demorar um dia inteiro a digerir a notícia de que é portadora do vírus, sob pena de a aplicação não servir de nada para as pessoas que estiveram em contacto com ela nos tais 15 minutos ou mais, pois não serão notificadas.
Vassoura: Mamã, o que é a "Indústria"?
Eu: Não sei dizer, mas tu sabes, de certeza...
Vassoura: "Indústria é atividade através da qual se transforma matéria-prima num produto acabado ou semi-acabado, com consumo de energia e dispêndio de trabalho. ". Se quiser saber mais, vá a www.materiadegeografia.seca.pt
(Este diálogo passou-se dois dias antes de a Vassoura ter um teste de Geografia.)
Ontem tive um dia tão cheio, tão cheio, que até me esqueci de vos dizer que me podiam encontrar na Avenida da Liberdade, 42, quer dizer, no blogue "Liberdade aos 42", onde escrevi, precisamente, sobre Liberdade.
Comecei assim:
Liberdade, liberdade…
Comprometi-me a escrever sobre liberdade, e agora, pergunto-me se terei liberdade para não escrever nada, liberdade para mandar o compromisso às urtigas!
Tenho. Claro que, se estão a ler este texto, isso significa que não usei essa liberdade que tinha. Mas acredito mesmo que tinha. E se decidisse usar essa liberdade, teria usado também de uma coisa chamada educação e ...
O resto está em https://liberdadeaos42.blogs.sapo.pt/a-liberdade-de-bruxa-mimi-173403
O meu afilhado fez 19 anos*. E isso fez-me recordar o meu décimo oitavo aniversário (e o anterior, por acaso). E a seguir fez-me refletir.
Eu fiz dezoito anos num sábado, véspera do Domingo de Páscoa. Uns dias depois tive uma festa para a qual convidei vários amigos, incluindo, pela primeiríssima vez, amigos rapazes (um dos quais foi personagem central em mais do que um episódio da série "How I met your father", por ter sido o primeiro rapaz de quem gostei "a sério"). Tenho fotos que o provam! ![]()
O meu aniversário anterior, o décimo sétimo, teve uma particularidade: foi um almoço com os meus pais e algumas amigas (só raparigas, pois claro) num restaurante perto da praia, que, uns anos mais tarde, foi transformado num McDonald's e que ainda o é. Não tenho fotos que o provem - mas podem acreditar no que vos escrevo! ![]()
Às vezes, as pessoas adultas desvalorizam os acontecimentos que sucedem na vida das crianças e jovens. Ou não dão importância à importância que as crianças dão aos seus amigos**. Eu tento não fazer nenhuma das coisas (embora o mais provável seja fazê-lo também) porque, tal como me lembro de episódios da minha infância e juventude que me marcaram, pela positiva ou pela negativa, recordo também momentos simples e aparentemente insignificantes. Penso, por isso, que, não podendo controlar as memórias das crianças e dos jovens de hoje, não posso assumir que algo que eu diga - agradável ou desagradável - vai ser automaticamente esquecido, sem consequências em quem o ouvir.
*Post escrito perto do aniversário do meu afilhado (15 de agosto) e guardado nos rascunhos não sei porquê (quando o li hoje pareceu-me pronto, daí a surpresa). No post estava escrito "18 anos", mas não acredito que tivesse o post guardado desde 2019, por isso desconfio que quando escrevi me enganei na idade dele. Mas o que pensei e escrevi mantém-se atual, tenham passado dois meses ou catorze meses.
**A minha melhor amiga é-o desde que eu tinha sete/oito anos. E por acaso (#só que não) é ela a mãe do afilhado a que me refiro (o único afilhadO que tenho, "contra" três afilhadas). Não desvalorizemos as amizades das crianças - podem ser passageiras, mas também podem ser para a vida!
Numa das escolas, quem testou positivo foi um aluno do 3.º ciclo. Na outra escola, foi uma assistente operacional (vulgo "auxiliar"), que por acaso é mãe do aluno da primeira escola.
Agora é que vamos avaliar a eficácia das medidas que estão a ser tomadas - isto é, vamos avaliar a eficácia da maneira como as medidas estão a ser postas em prática, porque uma coisa é a teoria, outra coisa é a realidade.