segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Outro pulinho para vos dizer...

... Obrigada pelas mensagens de apoio que aqui têm deixado! 


... Os testes estão "despachados" desde sexta-feira passada, de manhã. 


... Agora estou em altura de avaliações e outras burocracias que "adoro"... 


... Já deixei "passar" tantos posts que na minha cabeça escrevi!... 


 


Eu volto! E tentarei recuperar algum post que ainda tenha vestígios no meu disco rígido (vulgo cérebro)!...


 

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Um pulinho para vos dizer

9 turmas + testes para corrigir + preparação de aulas + ensaios de coro de Natal (de "trazer por casa") = tempo reduzido para vir aqui ou visitar-vos!


 


Claro que, às vezes, em vez de fazer o que devo, faço o que não devo, por isso, peço-vos: se lerem comentários meus por aí, mandem-me trabalhar!

domingo, 18 de novembro de 2018

Não estava à espera que isto acontecesse

Foi há uns dias. Confesso que tenho medo de admitir que isto me aconteceu. Eu, que anos a fio me gabei, ou, pior, gritei a alto e bom som, para quem me quisesse ouvir, que nunca seria vítima. A Matilde vai-se "passar"...


 


Não deveria tentar arranjar um culpado, mas, se insistirem em querer saber - e faz de conta que insistiram -, eu digo: foi o Rogério. O Rogério, mas por insistência do Feitiço. Os homens da casa. Típico, não é?


 


Não se deve culpar a mulher, mas eu culpo-me. Bastante. Porque fui (e sou) fraca.


 


Mas, afinal, escrevo, escrevo, e não digo nada, não é? Ou melhor, digo, mas não concretizo... Calma, senhores, já lá vou!


 


 


Oreo.


 


Leram bem.


 


Oreo.


 


As bolachas. Quando surgiram em Portugal (não faço ideia de onde vieram), eu experimentei, claro. Ia lá dizer que não a bolachas de chocolate com tão bom aspeto e com um anúncio tão convincente? Provei e não gostei.


 


Passados uns tempos, voltei a provar. Se calhar o problema estava no meu paladar, no primeiro dia. Detestei. Não me lembro se cheguei a provar a terceira vez, mas rapidamente o veredicto passou a definitivo:


 


Não gosto nada de Oreo. São horríveis, intragáveis.


 


Os anos foram passando, a minha vida mudou (casei, fui mãe, mudei de escola,...) , o veredicto não. Era impossível mudar. O nojo pelas Oreo (e a incredibilidade acerca de alguém gostar realmente das ditas) estava entranhado em mim.


 


"Tenho uma receita facílima e deliciosa", dizia alguém.


"Facílima? Isso interessa-me", respondia eu.


"Só precisas de Oreo e...", continuava a pessoa.


"Oreo? Esquece, não vale a pena dizeres mais nada. Se sabe a Oreo, não gosto!", concluía eu, terminando a conversa e passando a outro assunto.


 


Estão a perceber o asco que eu tinha às Oreo? Sim, tinha... Não posso dizer que tenha. As quatro Oreo que comi enquanto escrevia as primeiras linhas deste post não me deixam mentir!


 


Bem, eu não decidi comer Oreo só porque sim. Havia (e há) Oreo cá em casa, compradas pelo Rogério, a pedido do Feitiço. Quando isto aconteceu pela primeira vez, não me afetou. Não tive qualquer interesse em dar uma dentadinha para confirmar que ainda detestava Oreo. O problema foi quando me apercebi que havia dois tipos de Oreo: as normais e um pacote diferente: "Oreo Finas, com creme de chocolate". Tinham um aspeto diferente, eram mais finas, de facto, o creme não era aquele branco nojento (sim, ainda o acho nojento, e aliás estou a sentir-me enjoada... Yeah!!! (será que vou voltar a detestar Oreo?)), o castanho não era tão escuro...


 


Experimentei, com cuidado. Um bocadinho pequenino, à cautela. Gostei. Bastante. "Boa! Gosto destas. Não têm nada a ver com as outras.", pensei.


oreo_finas.jpg


Uns dias depois, infelizmente, tive outro pensamento: "Se eu gostei das Oreo finas, será que agora até gosto das Oreo normais?".


 


Provei. Estúpida, estúpida, estúpida! Devia ter-me mantido fiel ao meu ódio de estimação. Agora só me resta a esperança de enjoar das Oreo, como enjoei de brócolos enquanto estava grávida da Vassoura (passados uns anos, voltei a gostar de brócolos, mas pode ser que, se verdadeiramente enjoar de Oreo, não torne a "cair").


oreo1.jpg 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


P.S. - Para quem leu tudo (Corajosos? Masoquistas? - quem sabe?) e ficou na dúvida: não, não estou grávida!


P.S. 2 - Em vez de teclar este maravilhoso, interessante e útil post, eu deveria ter estado a trabalhar... Eu bem disse que constantemente perdia tempo...


 

sábado, 17 de novembro de 2018

Tag "50 perguntas" (menos 40) #2

A Joana desafiou-me para o segundo lote de dez perguntas do desafio "Tag 50 perguntas". Aqui ficam as minhas respostas...


 


Vivo perdendo...


Tempo. Eu perco mesmo muito tempo. 


Paciência. Infelizmente... 


 


Uma frase...


"Ama e faz o que quiseres." (Santo Agostinho) 


 


Último concerto a que foste


Não sei, mas como fui a muito poucos concertos na vida, o último foi provavelmente um do Bryan Adams, no (acho eu) Pavilhão Atlântico (que agora é o Altice Arena, não é? Se não for, não liguem - pensem apenas em como o nome deste blogue está adequado), há quatro filhos atrás. E ao escrever "há quatro filhos atrás", lembrei-me que, afinal, desde que fui mãe, fui com alunos assistir a um concerto (de finalistas de um curso cujo nome não recordo) muito giro, todo com músicas de filmes da Disney. Eu gosto muito de ouvir o Bryan Adams, mas acho que sabia melhor as músicas deste último concerto (que foi há uns quatro anos, mais coisa, menos coisa).


 


Música do momento


Silêncio. Adoro! (Não, não é uma música chamada "Silêncio", é mesmo o silêncio, daquele que vale ouro.)


 


Última mensagem no whatsapp


Recebida ou enviada? Uma e outra foram para ou do Filhote Pato. O assunto é privado!


 


O que mais te stressa?


Perder tempo e ficar a remoer o que tenho para fazer, em pouco tempo, porque perdi tempo. Dá para perceber? Vou dar-vos um exemplo muito prático: não deveria estar a responder a isto. Deveria estar a tratar de testes e outras coisas relacionadas com o meu trabalho...


 


Tira uma selfie e mostra


Sorry, mas não. Por um lado, contam-se pelos dedos de uma mão as selfies que eu já tirei na vida; por outro, não é por acaso que eu sou a Bruxa Mimi por aqui...


 


Uma música com a palavra AMOR


Lembrei-me de um refrão que tem a palavra "amor", mas não sei o resto da canção, nem a consegui encontrar no Youtube, pelo que vai ter de valer uma música com "love"...


Love is in the air, John Paul Young (não fazia ideia de quem cantava isto, mas ao pesquisar pelo título fiquei a saber - até me esquecer, claro!). Aproveito e dedico esta música ao meu Gato! 


 


O que é feio, mas tu achas bonito?


Se eu acho bonito, não acho feio; logo, não posso responder.


 


Mostra a última foto do teu instagram


Não tenho Instagram... e não lhe sinto a falta!


 


Ontem já era tarde quando escrevi e publiquei este post, o sono era mais do que muito e por isso esqueci-me das nomeações. São as mesmas da primeira parte, que é mais simples assim: a Sofia, a C.S., a Fátima, a Happy


A primeira parte deste desafio está aqui. Vão lá num pé e voltem no outro!


 


 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Uma questão de conteúdo

A Vassoura está constipada ("muito constipada", corrigiu-me ela) e estava, há bocado, a contar como teve de gerir a vida (leia-se: "o tempo que esteve na escola") com apenas três lenços de papel.


 


Vassoura: Eu tinha três lenços e, apesar de alternar, eles estavam sempre ensopados. Ou melhor, ensopados, não, enranhados!


sopa_nao.jpg         Resultado de imagem para ranho desenho


 

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Sapos do ano 2018

Sou uma despistada. Apesar de ter visto que ia haver nova edição dos Sapos do Ano, e tendo realmente a intenção de participar, nomeando e votando, não o fiz*. Felizmente, houve muita gente que não deixou passar o prazo para nomear os seus blogues preferidos, o que significa que a 2.ª edição dos Sapos do Ano está a ser um sucesso!


Ontem passei os olhos pelas listas de nomeados nas várias categorias. Admito: procurei o nome do "Alheia a tudo... ou talvez não!" nas várias páginas (até naquelas onde seria impossível constar, como a da moda e lifestyle, ou a de desporto). Mas procurei com a mesma convicção com que olho para o meu corpo à espera de ver uma silhueta sem pneus, uma barriga sem estrias e umas pernas sem celulite... Não vai acontecer, não é?


Pois, olhem, ... aconteceu! Na categoria "Família", lá estava (e ainda está, acabei de confirmar que não se tratou de um sonho) o nome deste blogue. A quem fez a nomeação (basta uma, e deve ter sido uma) , o meu sincero agradecimento!


 


*Não nomeei. A votação ainda não passou - e espero não voltar a falhar!

domingo, 11 de novembro de 2018

Valerá a pena o esforço?

A Vassoura pediu-me para "se atualizar no meu blogue". Eu deixei. A certa altura disse-me: 


 


- Mamã, já há imenso tempo que não escreves no "How I met your father"!


 


Eu respondi:


 


- Tu és a única que tem curiosidade acerca do que se passou...


 


Respondi o que me parecia (e parece), com toda a sinceridade. Este tipo de história, REAL (se calhar o nome escolhido, a imitar o nome de uma série de sucesso, induz os leitores a pensarem que é uma história inventada), é exatamente aquilo que eu gosto de ler num blogue, mas nunca conseguiu cativar muita gente. Talvez seja a forma como escrevo, não sei, o que é certo é que nunca tive o feedback que esperava, atendendo à partilha intimista que fazia em cada "episódio"...


 


Não sou muito rápida a escrever. Gosto de pensar no que escrevo. No HIMYF, quanto mais me aproximo do episódio em que realmente conheci o Gato Rogério, mais me exponho, e mais me custa fazê-lo (embora continue a querer partilhar a nossa história). A quase inexistência de comentários leva-me a questionar se valerá a pena o esforço que cada episódio implica. E este questionamento, que hoje verbalizo devido ao que a Vassoura me disse, não é recente... Por isso é que o último episódio foi publicado a 7 de junho!

Uma questão de beleza numérica

Feitiço: Mamã, dás-me um cêntimo?


Eu: Para quê?


Feitiço: Eu tenho 39 cêntimos e não gosto de 39; 40 é um número mais bonito!


Eu: Se quiseres, dás-me 9 cêntimos e ficas com 30, que também é um número bonito...


Feitiço: Não!...


 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Follow Friday #12 - Pessoas, não me enervem!

Vou ser muito sincera: não vou muitas vezes ao blogue que hoje recomendo. Eu sei, parece tolice... "Façam o que eu digo, não façam o que eu faço", não é?


 


Mas, quando vi que era dia de Follow Friday, e pensei: "deixa cá ver um blogue que eu nunca tenha indicado", foi este que me veio à cabeça! Acho que foi por causa do título que me lembrei deste blogue. É que, sempre que o vejo nos destaques, o nome do blogue chama-me a atenção (acho-o cómico, não sei porquê!). Nessa altura, visito o blogue (não me lembro se alguma vez comentei - vou lá daqui a pouco* comentar, e fico a saber ) e até agora nunca me arrependi.


 


Por tudo isto, pessoal, podem visitar o "Pessoas, não me enervem.", que, em princípio, não saem de lá enervados! 


 


 *(antes de publicar este post!)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Tag "50 perguntas" (menos 40)

Joana do Quiosque participou num desafio, o das 50 perguntas, mas decidiu repartir as respostas por vários posts. Fui nomeada para responder às dez primeiras questões. Quanto às seguintes... logo se vê!


 


O que mais odeias em ti


Odiar é uma palavra forte, e não gosto de a usar, mas facilmente respondo que, fisicamente, do que não gosto mesmo nada é da barriga (há outras partes que levam , mas a barriga é a campeã) e, de feitio, o pior é mesmo a minha preguiça (seletiva, ainda por cima).


 


Nome pelo qual te chamam


Depende das pessoas, como é lógico! E também não é fácil responder quando uso um nome alternativo aqui no blogue! Alguns dos nomes são:  Mrs. Apalidow; mamã; meu amor; sis; Mimi... 


  


Se pudesses visitar qualquer lugar no mundo onde é que irias e porquê


Se é para escolher um só lugar, escolheria a Irlanda. Já estive várias vezes na Escócia (e voltar será sempre uma opção agradável) e já estive em Inglaterra (onde regressar também me atrai). A Irlanda, ali perto, parece chamar por mim. E os irlandeses que conheci na Escócia deixaram-me boa impressão, pelo que visitar a sua terra natal deve ser uma boa experiência.


  


O que te faz chorar


Descascar uma cebola.


Ver alguém a chorar, sobretudo se eu souber a razão e interiormente (isto é, inconscientemente) a validar (birras nunca obtiveram esse efeito empático da minha parte).


Ver/ler uma cena emocionante num filme/série ou livro. Os tipos(as) sabem o que fazem!


Rir muito, muito, muito!


 


Escolherias voltar atrás no tempo ou ganhar mais tempo no presente


Há coisas no passado que gostaria de ter feito de outra maneira. Mas viajar no tempo está mais que provado, em séries, livros e filmes, é muito arriscado!!!


"Ganhar mais tempo no presente" não faz sentido. O que agora é presente deixa de o ser num piscar de olhos!


 


Eu não vou morrer sem...


... ter sido mãe. Obviamente!


Se a ideia é "garantir" que há algo que ainda vou fazer/ver/ouvir pela primeira vez antes de morrer... não tenho nada a dizer. Quem me garante que acordo amanhã???


 


Alguma vez inventaste uma desculpa para não saíres de casa quando tinhas alguma coisa combinada


Não. Inventar, neste contexto, é mentir e eu não gosto mesmo nada de mentir...


 


Último lugar em que estiveste


Antes de estar em casa, estive numa loja, a comprar roupa (para mim). Três pares de calças e uma camisa (esta com desconto de 70%). Não gastei um valor proibitivo, mas também não mereço um prémio pela poupança...


 


Comida favorita


Não sei se tenho uma comida favorita, mas a lasanha tem lugar reservado no meu coração - e na minha boca é sempre bem vinda, claro!


 


Comida que não comes de forma alguma


Vou interpretar isto como "não como de forma alguma, exceto se a minha vida depender disso ou se tiver muita, muita, muita, muita fome"...


Favas (não têm piadinha nenhuma); aquelas coisas de que não sei bem o nome (alheiras e coisas do género); haggis (comida tradicional escocesa - se tiver de escolher, pela minha vida, que venham as alheiras...)!


haggis.jpg


 


 


Para dar continuidade a este desafio, vou nomear a Sofia, a C.S., a Fátima, a Happy. Não me dei ao trabalho de ver se já participaram, desculpem-me e ignorem esta nomeação se já contribuiram!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

O "Happy meal" no McDonald's francês

Nota prévia: Como quase todos saberão, nós os seis (ver cabeçalho para saber quem somos) fomos a Paris em agosto. Depois de regressar, fiz uns resumos do que visitámos e de como correram as coisas, mas escapou-me um pormenor que, desde então, tenho andado para contar. Chegou a hora!


 


Nós comemos algumas vezes no McDonald's. O Rogério comeu algo mais substancial, mas eu comi o mesmo do que os miúdos (tal como faço em Portugal): um Happy meal. Não é do Happy meal propriamente que vou falar, mas sim do "brinquedo" que foi oferecido, de cada vez: um livro. No primeiro dia, por quatro Happy meals, deram-nos cinco livros iguais a este:


livros_franceses (5).jpg


Com cinco livros, decidimos trazer quatro (nenhum dos miúdos "crescidos" queria prescindir do seu, e a Magia adora folhear livros) e deixar um no apartamento do Mário e da Marinette, para a Marinettezinha e para o Máriozinho (os seus filhos mais novos).


 


Nas duas vezes seguintes, nos deram quatro livros (da primeira vez, chamámos a atenção para o número de livros, e disseram "para ficar assim"), pelo que a Magia não ficou com nenhum exemplar, para deixarmos um para os primos. Foram estes:


livros_franceses (4).jpg


livros_franceses (2).jpg


Como deve dar para perceber, são livros da mesma coleção. As personagens principais são quatro crianças que conseguem viajar no tempo (graças a uma frase mágica que só eles conhecem), diretamente para uma época e local que lhes desperta a curiosidade ou sobre a qual têm uma questão a colocar.


 


Fiquei agradavelmente surpreendida pela qualidade dos livros, mas, sobretudo, gostei de não encontrar, escarrapachado na capa ou contra-capa dos livros, o símbolo do McDonald's. Primeiro até pensei que não havia nos livros qualquer referência à McDonald's, mas isso seria demais... Encontrei-a no interior da contra-capa, com toda a legitimidade, já que os livros foram editados pela empresa X, exclusivamente para a McDonald's:


livros_franceses (1).jpg


 Em Portugal, um livro oferecido com o Happy meal vem bem mcdonaldizado:


livro_mcdonalds.jpg


Se eu acho que há mal em colocar o símbolo? Não, não acho.


Se eu acho que tem mais classe a opção de não se colocar o símbolo? Sim, acho!

domingo, 4 de novembro de 2018

Há boas notícias, no Diário de um Urso!

O Nuno decidiu aceitar ajuda.


 


Mais do que ajuda de psicólogos, ele gostaria de receber palavras gentis, um abraço amigo.


 


O Nuno gostaria de conhecer pessoalmente alguns de nós. Uns estaremos mais longe, outros mais perto, mas acho que podemos fazer acontecer, não acham?


 


Vamos comentar no blogue do Nuno e dar-lhe apoio, e/ou combinar algo, se possível?


 


He can beat this depression. Yes, he can! And we can help him! Who's with him?


 


 

sábado, 3 de novembro de 2018

Pensamentos suicidas

Não sei se alguma vez os tiveram.


 


Eu já os tive.


 


Há quem os esteja a ter, com muita intensidade: o Nuno, do blogue "Diário de um urso". Estive indecisa se haveria de colocar o link ou não, e decidi não colocar.


 


Não sei que palavras podem ajudar o Nuno. Aparentemente, nenhumas palavras o ajudam. Honestamente, ele parece uma parede, indiferente a todo o tipo de comentário que lhe têm feito.


 


Mas, enquanto responde a cada comentário que lhe vão fazendo, refutando sempre os argumentos apresentados, o Nuno está por cá, não passou "da teoria à prática". E se, dia após dia, a teoria continuar teoria, pode ser que um dia a teoria deixe de fazer sentido e passe a ser uma fase do passado. Gostava que assim viesse a ser.


 


Vamos rezar e torcer para que o Nuno dê a volta - sozinho ou, como lhe tem sido repetidamente sugerido, com ajuda? 


As nossas orações, juntas, têm mais força!


 


Nuno, ...


 


 


animo_forca.jpg


 

A Magda faz anos...

... e eu quero dar-lhe os parabéns! Ainda não lhe telefonei (vê-la não será possível, pela distância a que está de mim), mas, para já, fica o registo dos parabéns por aqui!


maga_bolo.jpg

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Notícias da Magia

Teve otite. Dois dias de antibiótico e continuava com febre (alta). Voltou a ser vista pela pediatra. Teve uma virose "em cima" da otite! 'Tadinha...


 


Entretanto, o ranho e a tosse continuam. Pomos (muito) soro. Fazemos vapores. Toma Aerius. A boa disposição não é uma constante, nestes dias (costuma ser, quando a Magia está bem).


 


Depois dos ouvidos, o ranho fez uma nova vítima, que na verdade são duas: os olhos. Tantas ramelas* produzem agora aqueles lindos olhos... 


 


Ó ranho, já deixavas a Magia em paz, não achas?


 


*Existe a palavra ramela e existe a palavra remela, mas não sei se são duas versões possíveis da mesma coisa ou se têm significados diferentes e escolhi a palavra errada... Agora dá muito trabalho ir verificar!


 


P.S. - Quem também não está muito bem de saúde, sou eu. Se for uma virose, espero que se vá brevemente, pois hoje foi o terceiro dia em que tive febre (não passei dos 37,6º C, mas posso garantir que "já é uma temperatura significativa", pois a minha temperatura habitual anda pelos 35 e tal graus Celsius). Mas a dor de garganta não está melhor, está pior...

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 41

52.0.JPG


 


Semana 41: As coisas mais difíceis num relacionamento amoroso são...


... aceitar o outro como ele é;


... encontrar o meio termo entre o que um quer e o que o outro quer, quando ambas as posições são válidas (e quando não são, também!);


... 


 


[Ó pra mim tão linda, a continuar o desafio mais uma semaninha, pelo menos!]

Follow Friday #11 - Os contos da menina-Mulher

Ia eu partilhar o último post da menina-Mulher, quando vejo que é dia de Follow Friday. Pensei logo: junta-se o útil ao agradável, pois, com o destaque que o post terá, vai certamente chegar a mais pessoas do que os meus posts habitualmente chegam.


 


A menina-Mulher é uma pessoa real, que escreve de uma forma verdadeira. E real e verdadeira é a situação de doença que a sua irmã está a passar. O pior é que a doença não passa - sem um transplante de medula óssea. Sugiro-vos que leiam "Os contos da menina-Mulher", em particular este último post, e que ajam conforme a vossa consciência vos guiar...


 


2018-10-12.png


 

Uma experiência no SNS

Contei no post anterior que, na quarta-feira de manhã, fiquei de telefonar para o Centro de Saúde para marcar a consulta para a Magia, para aquele dia (por, como expliquei, ter telefonado para o SNS 24 e ter sido essa a recomendação).


 


Assim que desliguei o telefone, liguei para o Centro de Saúde da minha área (cujo número a enfermeira do SNS 24 me facultou - apesar de eu o ter, não o tinha ali à mão, e ela fez-me o favor de o pesquisar e mo ditar).


 


Deixei o telefone tocar. Ouvi a gravação com as várias opções. Cliquei na opção certa. Ouvi o telefone a chamar durante um bocado até, de repente, passar a "impedido".


 


Uns minutos depois, repeti o passo anterior, com o mesmo resultado.


 


Uns minutos depois, repeti o passo anterior... e fui atendida. Expliquei a situação e perguntei para quando podia ser a consulta. Responderam-me que, a partir do momento em que do SNS 24 me disseram para lá ir, podia lá ir. Agradeci e disse que iria naquela altura (claro!).


 


Avisei a minha mãe da situação. Disse-lhe para não se esquecer da chave da minha casa, pois poderia chegar e eu ainda não ter regressado do Centro de Saúde.


 


Meia hora depois, mais coisa, menos coisa, eu e a Magia chegámos ao nosso destino. Tirei uma senha para fazer "marcação de consulta" e uma senha relativa a "outros assuntos" (na dúvida de qual seria realmente a adequada) e fui para a sala de espera.


 


Cinco minutos depois, chamaram a minha senha para o "balcão 2". Contei porque estava ali. A funcionária perguntou quem era a minha médica de família. Eu respondi (Dr.ªa Ana C.). Ela fez uma cara que me deu a entender que a médica não estava lá naquele dia, ou que, por alguma outra razão, não estava disponível. Perguntou a uma colega em que gabinete estava a médica X. Ligou para esse gabinete (11). Perguntou se poderia ver uma bebé da Dr.ª Ana C.). Não ouvi a resposta, mas deduzo que tenha sido afirmativa, pois, a seguir, devolveu-me a senha e disse-me para aguardar na sala de espera.


 


Com a Magia ao colo e a outra mão a empurrar o carrinho de bebé, dirigi-me à sala de espera e sentei-me. Não cheguei a aquecer a cadeira, pois fui logo chamada para o gabinete 11. Nem queria acreditar...


 


A médica fez a observação e disse que a Magia estava com uma otite, sim - que provavelmente evoluíra durante a noite [eu não duvidei, atendendo à noite que tinha passado]. Receitou antibiótico e recomendou que desse Brufen ou paracetamol não só se a Magia voltasse a ter febre, mas também se estivesse muito chorosa, porque provavelmente teria dores.


 


Assim termino este relato sobre uma pequena experiência positiva no SNS (excluindo as primeiras tentativas telefónicas para o Centro de Saúde).


 


 


[O facto de a Magia ainda estar com febre, depois de dois dias a tomar antibiótico, não é da responsabilidade do SNS!..]

Still down... :-(

Desde que começou com febre, na segunda-feira, a Magia já foi à pediatra, que não lhe receitou nada ("tem uma ligeira inflamação no ouvido esquerdo, que talvez evolua para otite, e talvez não"). Isto no fim de terça-feira.

 

Na quarta-feira de manhã, o Rogério achava que devíamos levar a Magia às urgências. Eu achava que não, já que tinham passado pouco mais de 12 horas desde que fora vista pela pediatra e atendendo a que podia "trazer" do hospital mais doenças do que as que levava. 

 

Como era a minha vez de ficar com a bebé (na véspera ficara o Rogério), a decisão de ir ou não ir estava nas minhas mãos. Em consciência continuava a achar que não a devia levar, mas quis ouvir uma opinião de especialista, para "desempatar". 

 

Telefonei para o "SNS 24" (conhecido por "Saúde 24") e contei o historial à enfermeira que me atendeu, inclusive a diferença de opinião relativamente a levar naquela altura a Magia ao hospital. A enfermeira fez-me as perguntas que considerou adequadas, ouviu a respiração e a tosse da Magia pelo telefone e considerou que não devia levar a Magia ao hospital, porque não lhe parecia que se tratasse de uma urgência, mas disse-me que considerava que devia levar a Magia ao Centro de Saúde, para ser vista naquele dia. O motivo principal para achar isso era a tosse da Magia - dava-lhe a impressão que a bebé estava "encharcada" na zona pulmonar. A enfermeira disse ainda que ter ligado para o SNS 24 tinha alguns benefícios, como a garantia de que a Magia teria consulta no Centro de Saúde naquele dia, a partir do momento em que ela [enfermeira do SNS 24] enviasse informação e a recomendação para que atendessem a Magia. Quanto à hora do atendimento, disse-me para telefonar para o Centro de Saúde a perguntar quando é que seria a consulta (explicando que ligara para o SNS 24 e me tinham tido para lá ir)...

 

Já me imaginava a não poder ir dar as aulas da tarde, mesmo tendo a minha mãe disponível para ficar com a Magia após o almoço. E estava certa. #sóquenão

 


smiley_doente.jpg


 Apesar de eu não estar doente, a expressão


deste emoji aplica-se bem à minha pessoa...