terça-feira, 10 de outubro de 2017

5 meses mágicos...

... que é como quem diz, de Magia!


 


Pois é, a Magia faz hoje cinco meses. 


 


Não vou dizer que parece que foi ontem, porque não parece: não estou com dores por causa dos pontos, os mamilos não têm ferida, ela já sabe mamar sem me magoar, estamos em casa, ela já dorme várias horas seguidas de noite, já come sopa e papa (desde hoje), já se ri imenso, já palra muito, já..., já... 


 


Mas não deixa de ser estranho já terem passado cinco meses. Porque parece que foi pouco antes de anteontem! 

domingo, 8 de outubro de 2017

Casamentos a 50%

Ontem eu e o Rogério fomos à celebração de matrimónio da filha mais velha dos padrinhos da Magia. Fomos só à cerimónia, que é a parte mais importante e da qual somos, como todos os que estavam presentes, testemunhas.


 


Já fui a bastantes (mais do que dez, mas menos do que cem) celebrações de casamento, sem ter sido convidada para a segunda parte, o copo de água. Não me faz qualquer confusão, nem me sinto ofendida por só estar na celebração. Gosto de ir à parte dos comes, bebes e danças? Gosto. Preciso de ir a essa parte para me dignar a estar presente na primeira? Não.


 


Não vou às cerimónias só por ir. Vou porque um dos noivos, ou os dois, me diz(em) alguma coisa, porque tenho gosto em estar presente num momento tão importante da sua(s) vida(s) e porque acredito que terá(ão) gosto na minha presença, mesmo não tendo podido convidar-me para o pacote completo.


 


Vantagens:


Não indo ao copo de água, não acarreto despesa para os noivos; logo, também estou à vontade quanto a não dar prenda de casamento e, apesar de tentar ir minimamente "arranjadinha", não tenho o mesmo nível de preocupação com o visual do que quando vou a 100% da festa.


 


Principal desvantagem:


Ter muito pouco tempo para falar com os outros convidados que conheço. Ou vão à segunda parte da festa, ou, assim que acaba a primeira, vão-se embora!


 


Ideia:


Antes do casamento, descobrir quem é que, tal como eu, só vai à primeira parte e combinar algo a seguir: um lanche, um jantar, uma conversa prolongada, ...


 bouquet_flores_casamento_not_mine.jpg


 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Mais uma vez...

... a madrinha da Varinha (e minha melhor amiga desde os bancos da escola*) veio almoçar cá a casa. Como sempre, soube a pouco e, como sempre, foi ótimo, apesar disso!


 


*Usávamos cadeiras, mas que importa? Não se desperdiça uma expressão clássica por dá cá aquela palha (outra expressão de categoria - isto hoje está imparável!)!


 


E por falar em expressões clássicas, veio-me à memória esta fala de uma personagem de um clássico da literatura portuguesa:



Retiro-me, que sou prudente. Mas o mundo o saberá, o mundo o saberá!



Alguém identifica a obra? E a personagem, já agora?

Mafalda, querida, ...

... P A R A B É N S ! ! !


 


 


Se tinhas ficado com a impressão que eu deixei passar o dia sem escrever um post dedicado a este importante acontecimento, estavas muito enganada certa... Shame on me!


 


Claro que não escrever aqui não é o mesmo que deixar passar o dia sem te dar os parabéns, pelo que não tenho de me sentir muito mal, não é?

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Praxes e escolhas

"E, por fim, não fui para as praxes. Implicava, deitar tarde, e acordar cedo. Não dá. E eu confesso, as praxes, não têm nada a ver com aquilo que eu sou..."


 


Assim termina a Desconhecida o seu post sobre as primeiras semanas na universidade. Em alguns comentários, outras pessoas afirmam também que não percebem por que razão se fala mal das praxes (ou de alguns exageros nas mesmas), se só participa quem quer.


 


Quando eu fui caloira (há apenas 25 anos!), as praxes não foram para quem quis, foram para toda a gente que apareceu no primeiro dia de aulas. E para quem apareceu no segundo, pensando já ter escapado... Só sei de uma pessoa da minha turma que não foi praxada - porque só apareceu nas aulas passados muitos dias (não sei quantos, mas seguramente fora da época das praxes).


 


As praxes foram realizadas durante o dia, no tempo que seria das aulas. Uma das praxes, aliás, foi uma aula falsa, para assustar. Ficaram-nos com os passes (de quem os tinha, claro - quem ia a pé para a escola acho que entregou outro documento qualquer). Pintaram-nos a cara com batons (foi das poucas vezes que tive maquilhagem na cara...). Fizeram-nos gritar parvoíces. 


 


Só uma praxe me incomodou: a do "perfume" (mistura de vários perfumes rasca). Um cheiro insuportável. Mas podiam ter-me borrifado com o melhor perfume do mercado e o resultado teria sido o mesmo: uma dor de cabeça. Eu não aguento cheiros intensos. Posso gostar de um perfume, de passagem pelo meu olfato - isso não significa que aguente ter esse cheiro em mim durante muito tempo (e o muito é relativo). Ainda assim, esta praxe teve o seu lado positivo: estive à larga no meio de um autocarro a abarrotar de pessoas, ao regressar a casa... 


 


Não tive escolha, enquanto caloira. Fui praxada sem querer. Fui praxada por não querer ter faltas e por não saber que o primeiro dia de aulas não seria realmente um dia de aulas. Não tive escolha.  


 


Um ano depois, tive escolha. E escolhi praticamente não praxar ninguém. Assisti à aula da praxe como se fosse uma aluna repetente ("Aquele professor de Biologia era muita mau!"), escrevi uma palavra com baton na testa de um(a) caloira(a) - acho que as iniciais do curso. E nada mais. 


 


Porque, de facto, as praxes não têm nada a ver com aquilo que eu sou...


 


 

Guilty pleasure #9

Estando com um(a) bebé ao colo, encostar a cabeça dele(a) aos interruptores para acender ou apagar a luz.


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?


 


Nota à navegação:


Só fiz/faço isto com os bebés que por acaso são meus filhos. Todos os outros estão "a salvo". E sou cuidadosa, não encosto a cabeça à toa!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Que cheirinho tão bom!

Ao chegar a casa.


 


Cheirinho a cozinhado bom, dos que fazem crescer água na boca.


 


Pena é vir da casa dos vizinhos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Desafio: "Eu já/nunca fiz..."

Eu gosto de desafios. Já participei em alguns e até já inventei um, que morreu ao fim de algumas participações. Pode ser que um dia destes experimente recuperar o desafio, agora que estou num bairro português (SAPO Blogs, por oposição ao internacional Blogger). Logo se vê.


 


Serviu o parágrafo anterior para introduzir o tema. A C.S. propôs-me participar no desafio que consta do título do post. Aqui estou a responder!


 


1. Eu nunca fiz um interrail – Um dos meus irmãos fez vários e veio de lá sempre muito animado; no entanto, nunca senti vontade de experimentar, talvez porque não sou muito aventureira.


 


2. Eu  participei num concurso – em vários, na verdade, mas todos em contexto escolar/colónia de férias. Fiquei em 3.º lugar, num, e em 1.º, noutro. Em concursos televisivos nunca participei.


 


3. Eu nunca conheci a pessoa que mais admiro – ou então conheci. Eu explico: as pessoas que admiro à distância, sem conhecer, dificilmente são as pessoas que mais admiro, precisamente porque não as conheço, mas há várias pessoas que fazem parte da minha vida e que admiro muito. Mas estou a recordar-me de uma pessoa (e respetiva família) que primeiro admirei à distância e depois tive o prazer de conhecer e com quem mantenho contacto: a Teresa Power, que conheci através do blogue "Uma Família Católica" e que é fundadora, com a sua família, do movimento Famílias de Caná.


 


4. Eu  caí na rua – não me lembro de pormenores, mas de certeza que caí. Desequilibro-me tantas vezes, hoje em dia, mesmo com saltos rasos (!), que não é possível não ter caído alguma vez, ao longo da vida!


 


5. Eu  desmaiei – e não foi nada glamoroso, tipo filme. A meio da noite, eu estava a caminho da casa de banho. Como me sentia um bocado tonta, ia junto à parede, para manter o equilíbrio (não tem nada a ver com o equilíbrio a que me referi no ponto anterior). A certa altura, abri os olhos e estava no chão. Não sei quanto tempo fiquei deitada no chão, mas na altura achei que devia ter sido pouco. Só fiquei magoada nas costas, no sítio onde roçaram uma dobradiça ou o puxador da porta do contador (dedução que fiz posteriormente). O embate no chão, pelos vistos, foi "suave".


 


6. Eu nunca estive em coma alcoólico – seria difícil, tendo em conta que não bebo, nem nunca bebi, bebidas alcoólicas.


 


7. Eu nunca experimentei drogas – nem tabaco (que, sim, é uma droga, embora legalizada).


 


8. Eu nunca me vinguei de alguém que me fez mal – na prática, não; em pensamento, não sou assim tão boazinha...


 


9. Eu nunca tive um acidente – felizmente. Mas o meu carro, estacionado, uma vez apanhou com um carro de um condutor alcoolizado (acusou 3,2) e a violência do choque foi tal, que saltou e foi parar em cima do carro seguinte.


 


10. Eu  andei de avião – a última vez foi em 2006.


 


11. Eu nunca bebi demais – ver resposta n.º 6. Mas se calhar já bebi demasiado leite e por isso é que estou muito inchada (leite = bode expiatório). [É favor fingir que sim, que a culpa é do leite.]


 


12. Eu  confundi uma pessoa com outra – várias vezes. Até já me aconteceu confundir duas pessoas aqui na blogosfera portuguesa!


 


13. Eu  me perdi num país/cidade estrangeira – mas acabei por me orientar - quem tem boca, vai a Roma, não é? Mas, olhem, eu já me perdi na minha própria cidade, o que pode ser bem pior!


 


14. Eu nunca tive uma experiência paranormal – mas estive lá perto. Sorry, too personal to tell.


 


15. Eu nunca roubei – mas uma vez, por acidente, fiquei com uma gramática de verbos franceses que uma professora me emprestou. Não consegui devolver o livro porque entretanto mudei de escola e não voltei a ver a professora. O que isto me pesou na consciência! O tempo apaziguou-a (já foi há quase 30 anos!)...


 


16. Eu nunca apaguei nada do facebook por ter poucos likes – a sério que há quem faça isso? Se eu fizesse isso, para ser coerente deixaria de ter um blogue...


 


17. Eu nunca traí alguém – não ficaria bem comigo se o tivesse feito.


 


18. Eu nunca deixei de falar com alguém que me magoou – o que não quer dizer que faça por falar com toda a gente que me magoa, se der para não falar!


 


Respondi com sinceridade a todas as perguntas? Sim.


 


Vamos, então, às regras do desafio:


1.º responder a todas as perguntas apenas com "eu já" ou "eu nunca" .


2.º responder à última pergunta com "sim" ou "não".


3.º colocar a imagem oficial do desafio (obrigatório).


4.º referir quem vos passou o desafio.


5.º passar o desafio a pelo menos 4 pessoas (não é de todo cariz obrigatório porque nem toda a gente gosta de nomear, era porém para dar alguma continuidade ao desafio).


 


As quatro eleitas são a Mafalda, a Sofia, a Escondida e An Orange Witch (parece estrangeira, mas é uma bruxa portuguesa como eu!)


20662016_G2CTT.jpg

sábado, 30 de setembro de 2017

Comentários não assinados, afinal! *

Reparei que no blogue Não me deem ouvidos havia um comentário (com a data de ontem) só com um boneco e fiquei surpreendida, claro! Supostamente já não era possível...


Graças a essa descoberta, acabei por descobrir uma solução para comentar apenas com um boneco, sem ter de assinar. e que aqui partilho: além do boneco, carreguem na barra de espaços. Tão simples! 


 


* Não ter de assinar não significa que nunca assine um comentário - mas quando me apetece assinar é precisamente quando escrevo alguma coisa, não é quando só quero pôr um boneco.

Comentários assinados

Às vezes apetece-me comentar apenas com um boneco, tanto nos vossos blogues como em resposta a comentários deixados neste blogue.


 


Como já não é possível comentar dessa forma, sempre que o quiser fazer, vou contornar a questão da forma mais simples que me ocorreu: coloco o boneco e a seguir assino: Mimi.


 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Mais uma Faulou Fraidei perdida!

Tenho andado pouco por aqui. Há bocado, no blogue da CS, vi que hoje era dia de Follow Friday. Eu já decidi há tempos qual será o primeiro blogue que vou destacar num post numa Follow Friday, mas ainda não será desta, pois quero escrever um texto que lhe faça justiça (depois, se não fizer, podem vir reclamar)...

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Último dia!

A quantidade de “últimos dia!”s das promoções da LaRedoute (a avaliar pelos emails que tenho recebido) é impressionante.


 


 


É mais ou menos como os últimos dias do Planeta Terra que já foram assinalados por vários doidos várias pessoas, ao longo dos tempos.

Abaixo as vacinas!

Pronto. Tenho dito. Finalmente assumo a minha verdadeira cor em relação às vacinas. Sou contra.


 


Sou contra porque a Magia foi ontem às vacinas (na semana passada não as levou devido à greve dos enfermeiros, lembram-se de vos ter dito?) e fez febre, e esteve murchinha e chorosa, ela que é tão bem-disposta.


 


E vou continuar a ser contra as vacinas quando a levar a fazer uma vacina (fora do PNV) aos 5 meses, e quando a levar às vacinas dos 6 meses, e por aí fora.


 


Completamente contra.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Comer [bolo] ou não comer, eis a questão!

[Vou contar este episódio familiar sem ter certeza de quando se passou. É possível, mas não garantido, que se tenha passado na altura referida.]


 


À mesa, no fim do almoço de anos do Gato Rogério. Já estávamos no pós-sobremesa, mas antes de cantar os parabéns.


 


Feitiço: Já não tenho fome. Posso sair da mesa?


 


Nós (adultos presentes): Não. Vamos cantar os parabéns.


 


Cantámos os parabéns.


 


Feitiço: Agora já posso sair da mesa? Não quero bolo.


 


Nós: Não. Ninguém te obriga a comer bolo, mas ficas na mesa até todos termos acabado.


 


Feitiço: Se tenho de ficar, quero comer bolo. Não quero ficar sem fazer nada!


 


Eu: É mesmo uma resposta à Feitiço...

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Fazer batota é permitido?

Seja ou não, vou escrever uns posts como se pudesse viajar no tempo e escrevê-los no dia certo. Está visto que são posts de parabéns...

As torradas da minha infância

Quando penso nas torradas da minha infância/adolescência (o que acontece sempre que faço torradas cá em casa), não é só o sabor que me vem à memória. Com ele vêm:



  • o cheiro que enchia e aquecia toda a casa



  • o ruído característico de quem*, com uma faca, raspava as pontas carbonizadas das torradas



  • a voz de quem** dizia: "Está alguma coisa a queimar!"



  • a visão da manteiga a derreter assim que tocava na superfície da torrada



  • os pedidos repetidos de mais torradas



  • o bolo que não falhava as tardes de domingo



  • o chá que acompanhava o bolo e as torradas, servido muito quente em chávenas bonitas



  • os meus avós paternos que nos visitavam nessa altura (e sem a visita dos quais se calhar não haveria chá nem bolo...)



  • a série das 19 horas (MacGyver, O Justiceiro, ...)


 


Por tudo isto, comer uma torrada nunca é comer uma torrada (até porque eu sou incapaz de comer só uma torrada, havendo mais do que uma à disposição)...


 


*a minha incansável mãe  **o meu inigualável pai


 


Resultado de imagem para torradas com manteiga


(imagem da net)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Bodas de prata

Há 25 anos casaram os que viriam a ser pais de uma das minhas afilhadas (a 2.ª) e padrinhos de uma das minhas filhas (a 4.ª criança, 3.ª filha). 


 


Há 25 anos estive lá. Hoje não foi possível estar presente fisicamente, mas espiritualmente não faltei! 


 


Daqui a 25 anos espero poder estar presente na celebração, mas espero, sobretudo, estar presente ao longo dos anos, e que a presença seja recíproca!


 


Parabéns!

Afinal não

... foi possível manifestar o meu amor pela Magia (através da vacinação), ontem. Não havia um único enfermeiro ao serviço.


 


Como fui apanhada de surpresa pela greve ("Alheia...", lembram-se?), fiquei, cá está, surpreendida...


 


Uma greve afeta sempre alguém. É esse o objetivo.


 


Durante vários anos, fui afetada pelas greves dos transportes. Desde que posso ir a pé para a(s) escola(s) onde trabalho, aquelas greves deixaram de me afetar - ou pelo menos deixaram de me afetar de forma relevante.


 


Ontem fui afetada pela greve dos enfermeiros. E como estou alheia a tudo, não sei as razões por trás da greve. E ao desconhecer as razões, dá logo para pensar que não têm razão. Porque nos incomodaram com as suas reivindicações [precisei de consultar o dicionário para escrever esta palavra], claro.


 


A seguir pensei nas greves dos professores e em como a opinião pública generalista considera sempre que são sem razão. E calei-me (por dentro, já que também não me expressei por fora).


 


Quando nasceu a Magia, estava outra greve a decorrer - uma greve de médicos. Também me afetou. Felizmente a minha médica não fez greve - por outro lado, se tivesse feito, eu não teria tido a Magia naquele dia, pois só fui para o hospital por ter combinado com ela a indução do parto. Mas, no geral, vivi uma sensação de abandono, de horas sem ninguém aparecer (a minha médica não estava lá só para mim, como é óbvio, e teve de valer por sei lá quantos médicos nas urgências, naquele dia). Se pudesse voltar atrás, talvez sugerisse adiar a indução para um dia sem greve...