sábado, 22 de abril de 2017

Gostei de ver...

... a reação alegre da Vassoura, da Varinha e do Feitiço quando lhes dissemos que a Magia já se tinha virado de cabeça para baixo. Já tinham (tínhamos todos, cá em casa) feito orações nesse sentido.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A Magia já fez o pino

...isto é, já deu a volta e está virada com a cabeça para baixo. Mas como ainda está muito alta, e o colo do útero muito espesso, a médica mandou-me andar, andar... Nada que eu não estivesse à espera!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Era uma vez... um post sobre vacinação

Há muitos anos, era normal ter muitos, muitos, filhos, dos quais alguns morriam logo na primeira infância. Todos sabemos (ou talvez nem todos, atendendo a algumas modas que correm por aí) que a mortalidade infantil era muito elevada. As causas da morte eram variadas, como hoje são. Mas algumas dessas causas eram doenças que facilmente se espalhavam, por serem muito contagiosas. Nem toda a gente que apanhava essas doenças morria, felizmente (também houve quem escapasse à morte após ter contraído a peste negra, no século XIV, apesar desta ter reduzido drasticamente o número de habitantes do nosso país), mas muita gente morria e não havia nada que se pudesse fazer. Os organismos não estavam preparados para reagir a estas doenças, sendo vencidos por elas.


 


Entretanto, foram desenvolvidas umas "coisinhas" chamadas vacinas. Basicamente, consistem em dar uma dose mínima, controlada, do agente causador da doença, em corpos saudáveis, que, saudáveis como são, reagem e "dão cabo" do tal agente. Mas não só. Os corpos ficam igualmente preparados para reagir e "dar cabo" do exército de agentes, se, mais tarde, estiverem em contacto com a doença.


 


Graças às vacinas, o sarampo, por exemplo, foi erradicado de alguns países, como, deixa cá ver... o nosso. 


 


Mas, incrivelmente, para algumas pessoas (eu li isto em comentários, em vários sítios), se agora há casos de sarampo, os culpados são as pessoas vacinadas, porque "transmitem a doença". Algumas dessas pessoas acham também que as vacinas são um negócio altamente lucrativo, que enriquecem a indústria farmacêutica, "à custa" dos "otários" que "engolem as histórias todas, sem pensar", e que vacinam os seus filhos. Nestes "otários" me incluo (com a salvaguarda que não me considero otária)!


 


Relativamente a esta hipótese de enriquecimento da indústria farmacêutica graças às vacinas com décadas de aplicação e resultados inquestionáveis, como as que fazem parte do Plano Nacional de Vacinação (PNV), o meu comentário é o seguinte:


 


- E se for verdade? Se realmente enriquecerem (enriqueceram) à custa do desenvolvimento destas vacinas, é (foi) merecido! Pois muitas vidas se salvaram (e salvam) graças a elas! 


 


Mas nem sequer acredito que sejam as vacinas do PNV (o nosso e o de outros países) a dar grandes lucros, porque são produzidas e distribuídas em larga escala, há muito tempo. Nesse aspeto será realmente como noutros negócios: o que é novidade, paga-se bem, o que é comum, fica mais em conta. Por isso é que as vacinas que estão fora do PNV se pagam, e bem.


 


Para terminar, partilho um pensamento que diz respeito à política, sim, à política! Eu, que de política percebo perto de nada... Sempre que muda o governo, uma das coisas que se nota (aqui estou a pensar mais no campo da educação, que é o que conheço melhor, mas desconfio que acontece em todos os ministérios) é que querem fazer mudanças, como se manter o que os anteriores ocupantes do lugar estabeleceram fosse "não fazer nada".


 


Alguém me pode dar um exemplo de uma equipa do Ministério da Saúde que tenha decidido retirar alguma vacina do PNV, para ser diferente? Que tenha decidido que vacinar era uma grande asneira? Que tenha recomendado que não se vacinem as crianças? Ou, pelo contrário, se há coisa que se tem mantido, e vindo a incluir novas vacinas, à medida que passam as várias fases de estudo/investigação, é o PNV? Por que será?


 


Porque, ideologias aparte, as equipas dos vários governos não vão brincar com o que é sério, e as vacinas que fazem parte do PNV já deram mais do que provas da sua utilidade, em termos de saúde individual e coletiva.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Magia, a ginasta

Amanhã entro nas 36 semanas e na sexta-feira tenho consulta. Perguntou-me hoje a Varinha:


 


- E é nessa altura que vais ficar a saber se a Magia já fez o pino?

Sarampo e preocupações

Eu sei que o futuro a Deus pertence. Eu sei que preocupar-me é pré-ocupar-me, ou seja, é ocupar-me de algo antes (pré) que aconteça.


 


Mas este surto de sarampo e o ter lido que a vacina é administrada aos 12 meses, com reforço aos cinco anos, se em relação à Vassoura, à Varinha e ao Feitiço me deixam descansada qb (pois foram obviamente vacinados), em relação à Magia deixam-me inquieta. Ela vai nascer brevemente. Como posso eu garantir (não posso!) que ela não entra em contacto com a doença, enquanto não tem defesas para ela?


 


Permita Deus que a amamentação seja tão eficaz a passar a minha proteção para a bebé quanto possível! E, para ajudar, permita Deus que a amamentação corra bem desde o início... 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Estão quase aí a chegar...

... as férias!


 


Como eu agora compreendo as mães de muitos filhos (quando escrevo muitos quero dizer com 6, 8, 12 filhos) que diziam (e dizem) que para elas as férias começavam quando os filhos começavam as aulas...


 


É claro que se eu estivesse a trabalhar, isto é, a dar aulas, não diria a mesma coisa!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

FELIZ...

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 Créditos fotográficos: Vassoura.

Caça aos ovos

Cá em casa houve uma caça aos ovos preparada pela Varinha. Os ovos foram feitos por ela... em papel! Fez também uma cesta (na escola) para colocar os ovos.


 


Houve cinco rondas de caça aos ovos. Nas duas últimas fui eu que escondi os ovos (não participei nas anteriores). Da primeira vez escondi tão bem os ovos que o Feitiço já queria desistir de procurar... Para compensar, na última ronda os ovos estavam ridiculamente fáceis de encontrar e só se ouvia: "Encontrei! Encontrei!"...


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 Créditos fotográficos: Vassoura.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Música antiga e música moderna...

... segundo o Feitiço.


 


O Feitiço aproximou-se de mim, enquanto escrevia mais uns posts da surpresa que vos estou a preparar, e, escutando os cânticos, iniciou um diálogo que infelizmente não conseguirei transmitir fielmente, apesar de tentar.


 


Feitiço: És tu que estás a fazer a música?


 


Eu: Não, a música está a tocar.


 


Feitiço: Mas estás a escrever a canção?


 


Eu: Não, eu estou a escrever outra coisa enquanto oiço os cânticos.


 


Feitiço: Pesquisaste no computador?


 


Eu [mostrando-lhe a página com a Playlist]: Comecei a ouvir o número 1 e agora já vai no número 10, vês? Quando terminar, logo decido se oiço outra vez, ou não.


 


O Feitiço afastou-se um pouco, entrando na casa de banho para lavar os dentes. Entretanto, o último cântico terminou e a lista recomeçou a tocar, sem "ordem" minha. Nem pensei em parar, pois encarei o automatismo da lista como um convite a continuar a escutar (e a cantar uns bocadinhos). Após ouvir um bocado do primeiro cântico, o Feitiço saiu da casa de banho para me dizer:


 


Feitiço: Esta é horrível. Não gosto nada.


 


Eu: Eu gosto.


 


O Feitiço reentrou na casa de banho, saindo no segundo cântico:


 


Feitiço: Esta é mil vezes melhor!


 


Feitiço: Estas canções parecem [do tempo] dos reis!


 


Eu: São cânticos relacionados com Deus e Jesus.


 


Feitiço: Ah! Por isso é que são assim! Naquele tempo não havia as coisas modernas para fazer música!


 


E, contente com a sua "descoberta", que explicava o tipo de música, o Feitiço saiu do meu quarto!

Quinta-feira Santa

Hoje iremos à Celebração da Ceia do Senhor, na nossa paróquia.


 


A Vassoura e a Varinha, que estão em casa dos Avós Bruxos, regressarão a tempo da Celebração, com os tios Margarida e marido (ainda não arranjei nomes blogosféricos para os meus cunhados e cunhadas), e respetivas filhas, as muito adoradas primas (elas falam delas como se não tivessem outras primas!).


 


A Margarida e família, já que não estão ao pé da sua paróquia (que é bastante mais a sul), vêm também à celebração na nossa paróquia. A ver se vamos para a igreja com suficiente antecedência para termos lugares sentados. Eu, pelo menos, não dispenso um lugar sentado...


 


Enquanto escrevo este post, estou a escutar os cânticos para o Tríduo Pascal que o site Famílias de Caná colocou à nossa disposição. São muito simples e bonitos - escutem-nos também!

Lembro-me...

... de ter lido, há anos (tinha o blogue apenas alguns meses), num blogue de alguém que escreve bem, algo como:


 


"Encontrei um novo blogue [não era o meu] que me pareceu interessante, com alguma piada, até dar de caras com «À anos...»... Não, afinal não vai dar para seguir este blogue!"


 


Na altura pensei que era radical excluir o tal blogue por causa desse erro (que eu também detesto e para a erradicação do qual tentei contribuir aqui e aqui), pois, se gostava do conteúdo, talvez valesse a pena ler.


 


Hoje fui espreitar um blogue que me aparecia como sugestão de subscrição. Não consegui subscrever porque vi demasiados erros, em vários posts, e o conteúdo não me interessava o suficiente* para conseguir desligar a mente dos erros. Foi nessa altura que me lembrei do que tinha lido há anos... e compreendi melhor a opção da blogger.


 


* Há outros blogues em que o conteúdo justifica a leitura, apesar dos "erros de estimação" que lá se encontram.

Análises... e atendimento prioritário

Fiz esta manhã as últimas análises durante esta gravidez.


 


O laboratório abre às 8 horas. Cheguei 5 minutos antes das oito horas, vi que o laboratório já estava aberto e já lá estavam dois senhores, mas ninguém na receção. Pouco depois, vinda do interior, apareceu a senhora que faz a colheita de sangue (e outros fluidos) e que tinha sido quem abrira a porta.


 


Um dos senhores estava em pé junto ao balcão, o outro estava sentado à espera. Eu tirei uma senha, mas reparei que por baixo da frase "Por favor retire uma senha" estava escrito "Se tem atendimento prioritário informe ao balcão" (não memorizei as frases ao pormenor, mas a essência era esta). Sentei-me numa cadeira junto ao balcão.


 


Quando finalmente chegou uma das funcionárias que atende ao balcão (passavam cinco minutos das oito horas) e começou a trabalhar, disse:


 


- Quem é que chegou primeiro? Foi o senhor? [dirigindo-se ao senhor que estava em pé]


 


Eu interrompi: Eu tenho atendimento prioritário.


 


Senhor em pé: Já podia ter dito!


 


Eu: Mas a senhora não estava!


 


O senhor desviou-se.


 


Pus-me em pé, para conseguir dar as coisas à funcionária.


 


Senhor em pé, obviamente incomodado pelo facto de ter tido que me dar prioridade: Gravidez não é doença.


 


Senhora que faz as colheitas: Não, mas [o atendimento prioritário] é para não ter de ficar tanto tempo em jejum.


 


Eu, ao mesmo tempo que a senhora: Não. [Em pensamento: E estupidez também não.]


 


O referido senhor nem devia estar em jejum, pois só estava lá para entregar coisas de outra pessoa, uma senhora.


 


Enquanto ainda estava a ser atendida na receção, chegou a outra funcionária, que começou a atender o senhor em pé.


 


Depois lá fui com a senhora das colheitas e em breve estava a regressar a casa. Mas fiquei incomodada com a postura daquele senhor, confesso.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ando a preparar-vos...

... uma surpresa para o mês de maio. Sei Desconfio que não interessará a toda a gente, mas mesmo que só interesse a uma pessoa, já terá valido a pena o tempo que estou a gastar nos preparativos. Posso adiantar que a surpresa surgirá "às fatias", "servidas" diariamente, mas mais não digo. 

Sorrir a meio da noite

Esta noite, como habitualmente, acordei para ir à casa de banho. Quando me voltei a deitar, veio-me à cabeça uma tarefa que tenho de realizar hoje e que não me apetece nada de nada fazer. Nessa altura veio-me também à cabeça o título do post que a Olívia escreveu ontem: "Fazer coisas pequenas com grande amor". Sorri, contente com essa perspetiva, e voltei a adormecer.


 


Obrigada, Olívia! :-)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Sonhos #66

Sonhei há uns dias que a Magia já tinha nascido e, quando lhe ia dar de mamar, via que ela já tinha dentes... e que dentes! Pareciam os do Lobo Mau da história da Capuchinho Vermelho...


 


Acordei antes de lhe dar de mamar (Pudera!), mas lembro-me de dizer: "Se eu já tive dificuldades nos primeiros tempos (15 dias, mais ou menos) com a amamentação dos outros, que eram desdentados, como é que vai ser agora?".

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mega daah...

No último post que escrevi no Blogger, comuniquei aos leitores que tinha mudado de casa e escrevi o novo endereço. Mas sou tão daah que não incluí o link*... Ora, entre clicar e aceder logo a um novo endereço ou copiar, colar e ir para um novo endereço, há uma grande diferença. Desconfio que ninguém (das pessoas que por lá passaram) se deu ao trabalho da segunda hipótese!


 


*Estupidez Problema resolvido há cinco minutos.

domingo, 9 de abril de 2017

Desculpem a desarrumação

Isto de estar a tentar mudar a decoração da casa sem colocar o blogue em modo privado leva a que quem por acaso passe por aqui encontre isto tudo em "estado de sítio"...


 


Um blogue neste bairro não é tão intuitivo quanto isso! No Blogger já conhecia os cantos à casa... As mudanças têm destas coisas - é preciso adaptarmo-nos!

Padrinhos mágicos

Já há meses que o Rogério e eu tínhamos escolhido os padrinhos para a Magia, mas ainda não tínhamos tido oportunidade de falar pessoalmente com eles.


 


Hoje tivemos essa oportunidade. Fizemos-lhes uma pequena visita (levando o Feitiço*, que adorou brincar com os muitos cavaleiros da Playmobil que os filhos deles têm - com a particularidade que nenhum dos filhos estava presente), convidámo-los e eles aceitaram.


 


Ficámos contentes!


 


*A Vassoura e a Varinha não foram porque já as tínhamos deixado em casa dos Avós Bruxos, onde vão ficar uns dias.

Casa nova

Depois de quatro bons anos no Blogger - como utilizadora não tenho razões de queixa -, mudei para o bairro dos blogues do Sapo por alguns leitores terem manifestado dificuldade em deixar comentários no endereço anterior. É como se o carteiro deixasse de entregar cartas! Ora, como os que já me conhecem há algum tempo sabem, eu gosto muito de receber comentários ao que escrevo (mesmo que não seja particularmente merecedor)!


Sejam bem-vindos ao meu novo espaço, com o recheio da casa anterior, mas com a decoração ainda por definir. Tudo a seu tempo!