Esta noite sonhei com piolhos. [Não admira!]
Eu tinha uns tão grandes que eram do tamanho de baratas. Que nojo!
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Sonhos #60
Esta noite sonhei com piolhos. [Não admira!]
Eu tinha uns tão grandes que eram do tamanho de baratas. Que nojo!
Eu tinha uns tão grandes que eram do tamanho de baratas. Que nojo!
Piolhos, tratamento e formação
Ontem de manhã, quando descobri piolhos na cabeça da Vassoura, não tive tempo de inspecionar convenientemente mais nenhuma cabeça.
À tarde, eles chegaram da escola à hora de início da formação.
Resumindo o que poderia ser descrito em pormenor por uma bruxa especializada nisso, só fiquei disponível para a formação uma hora e meia depois de começar...
Não foi grave. Pior foi quando à hora da video conferência para apresentar o meu trabalho não atendi a chamada do Hangout porque, na ânsia de fechar todas as janelas "extra" (tipo esta, do blogue), fechei a que me permitiria responder à chamada!
Quando me apercebi, autoproclamei-me besta tantas vezes que não sei se não esgotei o número de vezes que se pode fazer isso!
Tudo acabou bem porque foi possível realizar a video conferência noutra altura. Lá apresentei o meu trabalho final (da penúltima sessão), que o formador disse que estava muito bom.
Só me falta fazer o relatório de reflexão sobre a formação. Já comecei. Tinha pensado terminá-lo esta manhã, mas acabei por ocupar o tempo com outras coisas. De qualquer maneira penso que não será difícil escrever o relatório porque foi uma formação realmente útil, onde aprendi algo que vou de facto utilizar!
Voltando ao assunto piolhos, ontem à noite eu inspecionei a cabeça do Rogério, que estava livre de habitantes indesejados, e ele inspecionou a minha, com o mesmo resultado. Mas, pelo sim, pelo não, esta manhã (ontem já era muito tarde) fiz o tratamento. Fico mais descansada!
À tarde, eles chegaram da escola à hora de início da formação.
Resumindo o que poderia ser descrito em pormenor por uma bruxa especializada nisso, só fiquei disponível para a formação uma hora e meia depois de começar...
Não foi grave. Pior foi quando à hora da video conferência para apresentar o meu trabalho não atendi a chamada do Hangout porque, na ânsia de fechar todas as janelas "extra" (tipo esta, do blogue), fechei a que me permitiria responder à chamada!
Quando me apercebi, autoproclamei-me besta tantas vezes que não sei se não esgotei o número de vezes que se pode fazer isso!
Tudo acabou bem porque foi possível realizar a video conferência noutra altura. Lá apresentei o meu trabalho final (da penúltima sessão), que o formador disse que estava muito bom.
Só me falta fazer o relatório de reflexão sobre a formação. Já comecei. Tinha pensado terminá-lo esta manhã, mas acabei por ocupar o tempo com outras coisas. De qualquer maneira penso que não será difícil escrever o relatório porque foi uma formação realmente útil, onde aprendi algo que vou de facto utilizar!
Voltando ao assunto piolhos, ontem à noite eu inspecionei a cabeça do Rogério, que estava livre de habitantes indesejados, e ele inspecionou a minha, com o mesmo resultado. Mas, pelo sim, pelo não, esta manhã (ontem já era muito tarde) fiz o tratamento. Fico mais descansada!
Piolhos, tratamento e formação
Ontem de manhã, quando descobri piolhos na cabeça da Vassoura, não tive tempo de inspecionar convenientemente mais nenhuma cabeça.
À tarde, eles chegaram da escola à hora de início da formação.
Resumindo o que poderia ser descrito em pormenor por uma bruxa especializada nisso, só fiquei disponível para a formação uma hora e meia depois de começar...
Não foi grave. Pior foi quando à hora da video conferência para apresentar o meu trabalho não atendi a chamada do Hangout porque, na ânsia de fechar todas as janelas "extra" (tipo esta, do blogue), fechei a que me permitiria responder à chamada!
Quando me apercebi, autoproclamei-me besta tantas vezes que não sei se não esgotei o número de vezes que se pode fazer isso!
Tudo acabou bem porque foi possível realizar a video conferência noutra altura. Lá apresentei o meu trabalho final (da penúltima sessão), que o formador disse que estava muito bom.
Só me falta fazer o relatório de reflexão sobre a formação. Já comecei. Tinha pensado terminá-lo esta manhã, mas acabei por ocupar o tempo com outras coisas. De qualquer maneira penso que não será difícil escrever o relatório porque foi uma formação realmente útil, onde aprendi algo que vou de facto utilizar!
Voltando ao assunto piolhos, ontem à noite eu inspecionei a cabeça do Rogério, que estava livre de habitantes indesejados, e ele inspecionou a minha, com o mesmo resultado. Mas, pelo sim, pelo não, esta manhã (ontem já era muito tarde) fiz o tratamento. Fico mais descansada!
À tarde, eles chegaram da escola à hora de início da formação.
Resumindo o que poderia ser descrito em pormenor por uma bruxa especializada nisso, só fiquei disponível para a formação uma hora e meia depois de começar...
Não foi grave. Pior foi quando à hora da video conferência para apresentar o meu trabalho não atendi a chamada do Hangout porque, na ânsia de fechar todas as janelas "extra" (tipo esta, do blogue), fechei a que me permitiria responder à chamada!
Quando me apercebi, autoproclamei-me besta tantas vezes que não sei se não esgotei o número de vezes que se pode fazer isso!
Tudo acabou bem porque foi possível realizar a video conferência noutra altura. Lá apresentei o meu trabalho final (da penúltima sessão), que o formador disse que estava muito bom.
Só me falta fazer o relatório de reflexão sobre a formação. Já comecei. Tinha pensado terminá-lo esta manhã, mas acabei por ocupar o tempo com outras coisas. De qualquer maneira penso que não será difícil escrever o relatório porque foi uma formação realmente útil, onde aprendi algo que vou de facto utilizar!
Voltando ao assunto piolhos, ontem à noite eu inspecionei a cabeça do Rogério, que estava livre de habitantes indesejados, e ele inspecionou a minha, com o mesmo resultado. Mas, pelo sim, pelo não, esta manhã (ontem já era muito tarde) fiz o tratamento. Fico mais descansada!
Parece que tem um botão!
Ultimamente o Feitiço tem tentado - e às vezes conseguido - ser o primeiro (dos filhos) a estar despachado de manhã.
Hoje foi um dos dias em que conseguiu - ou quase. Quando chegou ao pé do seu cabide, não encontrou o bibe da escola, pelo que começou a gritar:
Feitiço: Mamã, eu pus o bibe no cabide e alguém tirou!
Eu: Ninguém te tirou o bibe, Feitiço. Se o puseste no cabide, está no cabide. Procura bem.
Feitiço: Já procurei, não está.
Entretanto aproximei-me, pois estava longe quando respondi. O Feitiço tinha o casaco da Varinha na mão, porque o tinha deixado cair acidentalmente (os cabides deles são ao lado um do outro). A Vassoura também se aproximou, para ir vestir o seu casaco.
Vassoura: Feitiço, se calhar puseste o teu bibe na mochila.
Feitiço: Eu não ponho roupa na mochila. [Pois, está bem, está. Morde aqui a ver se eu deixo!]
Abri a mochila do Feitiço. Realmente lá dentro não estava o bibe, nem nenhuma peça de roupa [Vá lá!]. A seguir olhei para o cabide do Feitiço.* Adivinhem o que é que lá estava pendurado...
Certo. O bibe. Exatamente onde ele o tinha posto e procurado, sem encontrar.
Peguei no bibe.
Eu: O que é isto?
Feitiço: Ele é da mesma cor [que o casaco polar que lá está - o que não é verdade]! Eu não tenho culpa nenhuma!
Eu: Ó Feitiço, estava à frente do teu nariz!
Ninguém o estava a culpar de nada, mas sentiu-se "picado" [com as minhas palavras, mas acho que sobretudo com a situação] e começou a chorar, fazendo um drama. Não teria sido suficiente e mais simples dizer: "Ah, não sei como é que não o vi!" ?
*OK, se calhar era o que eu devia ter feito logo. E talvez tivesse podido dizer ao Feitiço para procurar melhor, que iria ter uma surpresa, ou sugerir-lhe que tirasse tudo o que estava no cabide para termos certeza,... Podia ter feito muita coisa, mas a reação do Feitiço foi completamente desproporcionada à situação e contra isso não há argumentos.
Hoje foi um dos dias em que conseguiu - ou quase. Quando chegou ao pé do seu cabide, não encontrou o bibe da escola, pelo que começou a gritar:
Feitiço: Mamã, eu pus o bibe no cabide e alguém tirou!
Eu: Ninguém te tirou o bibe, Feitiço. Se o puseste no cabide, está no cabide. Procura bem.
Feitiço: Já procurei, não está.
Entretanto aproximei-me, pois estava longe quando respondi. O Feitiço tinha o casaco da Varinha na mão, porque o tinha deixado cair acidentalmente (os cabides deles são ao lado um do outro). A Vassoura também se aproximou, para ir vestir o seu casaco.
Vassoura: Feitiço, se calhar puseste o teu bibe na mochila.
Feitiço: Eu não ponho roupa na mochila. [Pois, está bem, está. Morde aqui a ver se eu deixo!]
Abri a mochila do Feitiço. Realmente lá dentro não estava o bibe, nem nenhuma peça de roupa [Vá lá!]. A seguir olhei para o cabide do Feitiço.* Adivinhem o que é que lá estava pendurado...
Certo. O bibe. Exatamente onde ele o tinha posto e procurado, sem encontrar.
Peguei no bibe.
Eu: O que é isto?
Feitiço: Ele é da mesma cor [que o casaco polar que lá está - o que não é verdade]! Eu não tenho culpa nenhuma!
Eu: Ó Feitiço, estava à frente do teu nariz!
Ninguém o estava a culpar de nada, mas sentiu-se "picado" [com as minhas palavras, mas acho que sobretudo com a situação] e começou a chorar, fazendo um drama. Não teria sido suficiente e mais simples dizer: "Ah, não sei como é que não o vi!" ?
*OK, se calhar era o que eu devia ter feito logo. E talvez tivesse podido dizer ao Feitiço para procurar melhor, que iria ter uma surpresa, ou sugerir-lhe que tirasse tudo o que estava no cabide para termos certeza,... Podia ter feito muita coisa, mas a reação do Feitiço foi completamente desproporcionada à situação e contra isso não há argumentos.
Parece que tem um botão!
Ultimamente o Feitiço tem tentado - e às vezes conseguido - ser o primeiro (dos filhos) a estar despachado de manhã.
Hoje foi um dos dias em que conseguiu - ou quase. Quando chegou ao pé do seu cabide, não encontrou o bibe da escola, pelo que começou a gritar:
Feitiço: Mamã, eu pus o bibe no cabide e alguém tirou!
Eu: Ninguém te tirou o bibe, Feitiço. Se o puseste no cabide, está no cabide. Procura bem.
Feitiço: Já procurei, não está.
Entretanto aproximei-me, pois estava longe quando respondi. O Feitiço tinha o casaco da Varinha na mão, porque o tinha deixado cair acidentalmente (os cabides deles são ao lado um do outro). A Vassoura também se aproximou, para ir vestir o seu casaco.
Vassoura: Feitiço, se calhar puseste o teu bibe na mochila.
Feitiço: Eu não ponho roupa na mochila. [Pois, está bem, está. Morde aqui a ver se eu deixo!]
Abri a mochila do Feitiço. Realmente lá dentro não estava o bibe, nem nenhuma peça de roupa [Vá lá!]. A seguir olhei para o cabide do Feitiço.* Adivinhem o que é que lá estava pendurado...
Certo. O bibe. Exatamente onde ele o tinha posto e procurado, sem encontrar.
Peguei no bibe.
Eu: O que é isto?
Feitiço: Ele é da mesma cor [que o casaco polar que lá está - o que não é verdade]! Eu não tenho culpa nenhuma!
Eu: Ó Feitiço, estava à frente do teu nariz!
Ninguém o estava a culpar de nada, mas sentiu-se "picado" [com as minhas palavras, mas acho que sobretudo com a situação] e começou a chorar, fazendo um drama. Não teria sido suficiente e mais simples dizer: "Ah, não sei como é que não o vi!" ?
*OK, se calhar era o que eu devia ter feito logo. E talvez tivesse podido dizer ao Feitiço para procurar melhor, que iria ter uma surpresa, ou sugerir-lhe que tirasse tudo o que estava no cabide para termos certeza,... Podia ter feito muita coisa, mas a reação do Feitiço foi completamente desproporcionada à situação e contra isso não há argumentos.
Hoje foi um dos dias em que conseguiu - ou quase. Quando chegou ao pé do seu cabide, não encontrou o bibe da escola, pelo que começou a gritar:
Feitiço: Mamã, eu pus o bibe no cabide e alguém tirou!
Eu: Ninguém te tirou o bibe, Feitiço. Se o puseste no cabide, está no cabide. Procura bem.
Feitiço: Já procurei, não está.
Entretanto aproximei-me, pois estava longe quando respondi. O Feitiço tinha o casaco da Varinha na mão, porque o tinha deixado cair acidentalmente (os cabides deles são ao lado um do outro). A Vassoura também se aproximou, para ir vestir o seu casaco.
Vassoura: Feitiço, se calhar puseste o teu bibe na mochila.
Feitiço: Eu não ponho roupa na mochila. [Pois, está bem, está. Morde aqui a ver se eu deixo!]
Abri a mochila do Feitiço. Realmente lá dentro não estava o bibe, nem nenhuma peça de roupa [Vá lá!]. A seguir olhei para o cabide do Feitiço.* Adivinhem o que é que lá estava pendurado...
Certo. O bibe. Exatamente onde ele o tinha posto e procurado, sem encontrar.
Peguei no bibe.
Eu: O que é isto?
Feitiço: Ele é da mesma cor [que o casaco polar que lá está - o que não é verdade]! Eu não tenho culpa nenhuma!
Eu: Ó Feitiço, estava à frente do teu nariz!
Ninguém o estava a culpar de nada, mas sentiu-se "picado" [com as minhas palavras, mas acho que sobretudo com a situação] e começou a chorar, fazendo um drama. Não teria sido suficiente e mais simples dizer: "Ah, não sei como é que não o vi!" ?
*OK, se calhar era o que eu devia ter feito logo. E talvez tivesse podido dizer ao Feitiço para procurar melhor, que iria ter uma surpresa, ou sugerir-lhe que tirasse tudo o que estava no cabide para termos certeza,... Podia ter feito muita coisa, mas a reação do Feitiço foi completamente desproporcionada à situação e contra isso não há argumentos.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Lice
Acham que se escrever o nome em inglês os piolhos se tornam uma praga menor?
Pobre Vassoura... Pobre mãe da Vassoura (que tem de fazer tratamento à malta toda - só hoje foram descobertos e não houve hipótese de aplicar nada de manhã)!
E logo em dia de formação, em que vai haver video conferência para apresentação do trabalho final...
Nós, Jesus, ...
😠😡😧
Pobre Vassoura... Pobre mãe da Vassoura (que tem de fazer tratamento à malta toda - só hoje foram descobertos e não houve hipótese de aplicar nada de manhã)!
E logo em dia de formação, em que vai haver video conferência para apresentação do trabalho final...
Nós, Jesus, ...
Lice
Acham que se escrever o nome em inglês os piolhos se tornam uma praga menor?
Pobre Vassoura... Pobre mãe da Vassoura (que tem de fazer tratamento à malta toda - só hoje foram descobertos e não houve hipótese de aplicar nada de manhã)!
E logo em dia de formação, em que vai haver video conferência para apresentação do trabalho final...
Nós, Jesus, ...
😠😡😧
Pobre Vassoura... Pobre mãe da Vassoura (que tem de fazer tratamento à malta toda - só hoje foram descobertos e não houve hipótese de aplicar nada de manhã)!
E logo em dia de formação, em que vai haver video conferência para apresentação do trabalho final...
Nós, Jesus, ...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Está frio, mas...
... o sol está a brilhar, tornando o dia luminoso.
Que esta luz possa alegrar quem dela precisa para se animar!
Que a LUZ cuja vinda se prepara possa chegar a todos quantos d'Ela precisam!
Eu preciso de ambas.
Que esta luz possa alegrar quem dela precisa para se animar!
Que a LUZ cuja vinda se prepara possa chegar a todos quantos d'Ela precisam!
Eu preciso de ambas.
Está frio, mas...
... o sol está a brilhar, tornando o dia luminoso.
Que esta luz possa alegrar quem dela precisa para se animar!
Que a LUZ cuja vinda se prepara possa chegar a todos quantos d'Ela precisam!
Eu preciso de ambas.
Que esta luz possa alegrar quem dela precisa para se animar!
Que a LUZ cuja vinda se prepara possa chegar a todos quantos d'Ela precisam!
Eu preciso de ambas.
Parabéns!
Hoje também faz anos o padrinho da Varinha. Um bocadinho menos nas contas do que o Mário: 45.
O padrinho da Varinha, que eu saiba, não lê o blogue, mas a madrinha lê e há de fazer chegar os nossos parabéns ao aniversariante!
(Entretanto, vou ver se me lembro de lhe enviar uma mensagem pelo telemóvel.)
O padrinho da Varinha, que eu saiba, não lê o blogue, mas a madrinha lê e há de fazer chegar os nossos parabéns ao aniversariante!
(Entretanto, vou ver se me lembro de lhe enviar uma mensagem pelo telemóvel.)
🎂 P A R A B É N S ! ! ! 🎂
Parabéns!
Hoje também faz anos o padrinho da Varinha. Um bocadinho menos nas contas do que o Mário: 45.
O padrinho da Varinha, que eu saiba, não lê o blogue, mas a madrinha lê e há de fazer chegar os nossos parabéns ao aniversariante!
(Entretanto, vou ver se me lembro de lhe enviar uma mensagem pelo telemóvel.)
O padrinho da Varinha, que eu saiba, não lê o blogue, mas a madrinha lê e há de fazer chegar os nossos parabéns ao aniversariante!
(Entretanto, vou ver se me lembro de lhe enviar uma mensagem pelo telemóvel.)
🎂 P A R A B É N S ! ! ! 🎂
Parabéns, Mário!
O meu irmão Mário faz hoje 50 anos. Está longe, não o posso ver pessoalmente e provavelmente nem por Skype o verei, mas não me esqueço dele!
🎂 P A R A B É N S ! ! ! 🎂
Parabéns, Mário!
O meu irmão Mário faz hoje 50 anos. Está longe, não o posso ver pessoalmente e provavelmente nem por Skype o verei, mas não me esqueço dele!
🎂 P A R A B É N S ! ! ! 🎂
domingo, 4 de dezembro de 2016
Ao ver as estatísticas #2
Acabou-se a ilusão das estatísticas.
Vou mostrar-vos a imagem atual das estatísticas (eu sei que não vão reparar em nada que justifique a escrita deste post, mas eu explico a seguir):
Que o número se mantivesse igual ao de ontem, em nada me surpreenderia, fique claro! Mas que o número tenha diminuído já me incomoda! Senão, vejamos: terá havido alguém que se arrependeu de ter lido o post e escreveu para o Blogger a exigir que retirassem a sua anónima leitura da contagem das visualizações? Humm... Não me parece! Há loucos para tudo, mas mesmo que existisse um louco para fazer a exigência, desconfio que não haveria um louco para a satisfazer!
Ora, se o número não diminuiu a pedido de um arrependido leitor, só imagino outra explicação: as estatísticas do Blogger valem perto de zero!
Ah! Esta justificação faz muito mais sentido... Até porque, além de explicar números misteriosos, também explica as origens duvidosas* do tráfego que por aqui passa, como já referi noutros posts (aqui ou aqui, por exemplo).
*duvidosas apenas por suscitarem dúvidas, e não por associação a ilícitas!
Vou mostrar-vos a imagem atual das estatísticas (eu sei que não vão reparar em nada que justifique a escrita deste post, mas eu explico a seguir):
![]() |
| O post mais visto tem 863 visualizações. Ontem de manhã tinha 864. |
Ora, se o número não diminuiu a pedido de um arrependido leitor, só imagino outra explicação: as estatísticas do Blogger valem perto de zero!
Ah! Esta justificação faz muito mais sentido... Até porque, além de explicar números misteriosos, também explica as origens duvidosas* do tráfego que por aqui passa, como já referi noutros posts (aqui ou aqui, por exemplo).
*duvidosas apenas por suscitarem dúvidas, e não por associação a ilícitas!
Ao ver as estatísticas #2
Acabou-se a ilusão das estatísticas.
Vou mostrar-vos a imagem atual das estatísticas (eu sei que não vão reparar em nada que justifique a escrita deste post, mas eu explico a seguir):
Que o número se mantivesse igual ao de ontem, em nada me surpreenderia, fique claro! Mas que o número tenha diminuído já me incomoda! Senão, vejamos: terá havido alguém que se arrependeu de ter lido o post e escreveu para o Blogger a exigir que retirassem a sua anónima leitura da contagem das visualizações? Humm... Não me parece! Há loucos para tudo, mas mesmo que existisse um louco para fazer a exigência, desconfio que não haveria um louco para a satisfazer!
Ora, se o número não diminuiu a pedido de um arrependido leitor, só imagino outra explicação: as estatísticas do Blogger valem perto de zero!
Ah! Esta justificação faz muito mais sentido... Até porque, além de explicar números misteriosos, também explica as origens duvidosas* do tráfego que por aqui passa, como já referi noutros posts (aqui ou aqui, por exemplo).
*duvidosas apenas por suscitarem dúvidas, e não por associação a ilícitas!
Vou mostrar-vos a imagem atual das estatísticas (eu sei que não vão reparar em nada que justifique a escrita deste post, mas eu explico a seguir):
![]() |
| O post mais visto tem 863 visualizações. Ontem de manhã tinha 864. |
Ora, se o número não diminuiu a pedido de um arrependido leitor, só imagino outra explicação: as estatísticas do Blogger valem perto de zero!
Ah! Esta justificação faz muito mais sentido... Até porque, além de explicar números misteriosos, também explica as origens duvidosas* do tráfego que por aqui passa, como já referi noutros posts (aqui ou aqui, por exemplo).
*duvidosas apenas por suscitarem dúvidas, e não por associação a ilícitas!
sábado, 3 de dezembro de 2016
Ao ver as estatísticas...
... fiquei agradavelmente surpreendida, há dias (e há pouco, novamente, pois no primeiro dia em que vi não terminei de escrever e não publiquei o resultado da agradável surpresa).
Durante anos, sempre que visitava as estatísticas na parte das mensagens mais vistas de todas, encontrava nos lugares cimeiros os posts que escrevi e que de alguma forma se relacionavam com outros blogues. Estamos a falar de textos de 2013, 2014...
Sinceramente pensava que nunca os novos posts, sem remeterem para outros locais mais visitados do que este humilde canto (ou melhor, sem nesses outros locais serem mencionados) conseguiriam mais visitas ou leituras, como queiram chamar-lhes.
Era sempre assim:
Como poderia eu, sem "ajudas", ultrapassar as cinco e as quatro centenas? Nunca! (Na imagem já se vê dois textos deste ano com mais de 400 visitas, mas isso aconteceu no dia em que fiquei agradavelmente surpreendida - é que eu já não ia às estatísticas há algum tempo)
Hoje, o top está assim:
Quero, por isso, agradecer-vos o estarem desse lado, mesmo que, na maioria das vezes, muito "silenciosos"!
Durante anos, sempre que visitava as estatísticas na parte das mensagens mais vistas de todas, encontrava nos lugares cimeiros os posts que escrevi e que de alguma forma se relacionavam com outros blogues. Estamos a falar de textos de 2013, 2014...
Sinceramente pensava que nunca os novos posts, sem remeterem para outros locais mais visitados do que este humilde canto (ou melhor, sem nesses outros locais serem mencionados) conseguiriam mais visitas ou leituras, como queiram chamar-lhes.
Era sempre assim:
![]() |
| No primeiro lugar, o "Roubei este texto a uma aluna do 12º ano"; no segundo, o "Desculpa, João Miguel Tavares". |
Como poderia eu, sem "ajudas", ultrapassar as cinco e as quatro centenas? Nunca! (Na imagem já se vê dois textos deste ano com mais de 400 visitas, mas isso aconteceu no dia em que fiquei agradavelmente surpreendida - é que eu já não ia às estatísticas há algum tempo)
![]() |
| Onde estão aqueles que não largavam os lugares cimeiros? Desapareceram! |
Quero, por isso, agradecer-vos o estarem desse lado, mesmo que, na maioria das vezes, muito "silenciosos"!
Obrigada! 🎈
Ao ver as estatísticas...
... fiquei agradavelmente surpreendida, há dias (e há pouco, novamente, pois no primeiro dia em que vi não terminei de escrever e não publiquei o resultado da agradável surpresa).
Durante anos, sempre que visitava as estatísticas na parte das mensagens mais vistas de todas, encontrava nos lugares cimeiros os posts que escrevi e que de alguma forma se relacionavam com outros blogues. Estamos a falar de textos de 2013, 2014...
Sinceramente pensava que nunca os novos posts, sem remeterem para outros locais mais visitados do que este humilde canto (ou melhor, sem nesses outros locais serem mencionados) conseguiriam mais visitas ou leituras, como queiram chamar-lhes.
Era sempre assim:
Como poderia eu, sem "ajudas", ultrapassar as cinco e as quatro centenas? Nunca! (Na imagem já se vê dois textos deste ano com mais de 400 visitas, mas isso aconteceu no dia em que fiquei agradavelmente surpreendida - é que eu já não ia às estatísticas há algum tempo)
Hoje, o top está assim:
Quero, por isso, agradecer-vos o estarem desse lado, mesmo que, na maioria das vezes, muito "silenciosos"!
Durante anos, sempre que visitava as estatísticas na parte das mensagens mais vistas de todas, encontrava nos lugares cimeiros os posts que escrevi e que de alguma forma se relacionavam com outros blogues. Estamos a falar de textos de 2013, 2014...
Sinceramente pensava que nunca os novos posts, sem remeterem para outros locais mais visitados do que este humilde canto (ou melhor, sem nesses outros locais serem mencionados) conseguiriam mais visitas ou leituras, como queiram chamar-lhes.
Era sempre assim:
![]() |
| No primeiro lugar, o "Roubei este texto a uma aluna do 12º ano"; no segundo, o "Desculpa, João Miguel Tavares". |
Como poderia eu, sem "ajudas", ultrapassar as cinco e as quatro centenas? Nunca! (Na imagem já se vê dois textos deste ano com mais de 400 visitas, mas isso aconteceu no dia em que fiquei agradavelmente surpreendida - é que eu já não ia às estatísticas há algum tempo)
![]() |
| Onde estão aqueles que não largavam os lugares cimeiros? Desapareceram! |
Quero, por isso, agradecer-vos o estarem desse lado, mesmo que, na maioria das vezes, muito "silenciosos"!
Obrigada! 🎈
Dia de festa
Hoje.
Depois de uma noite atribulada, e como já a Scarlett dizia "After all, tomorrow is another day!", hoje o dia é diferente.
A Vassoura vai festejar o seu aniversário com algumas colegas e com três das adoradas primas, que aproveitaram o feriado para "fazer ponte" e rumar a Norte (com os pais, claro).
Dia de festa
Hoje.
Depois de uma noite atribulada, e como já a Scarlett dizia "After all, tomorrow is another day!", hoje o dia é diferente.
A Vassoura vai festejar o seu aniversário com algumas colegas e com três das adoradas primas, que aproveitaram o feriado para "fazer ponte" e rumar a Norte (com os pais, claro).
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