P A R A B É N S , P R I N C E S A ! ! ! ! ! ! !
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sábado, 5 de novembro de 2016
Apercebi-me de repente...
... que a menina Lúcia faz hoje um ano! De certeza que há festa lá por casa e talvez também pelo blogue da Olívia. Vou já espreitar!
Apercebi-me de repente...
... que a menina Lúcia faz hoje um ano! De certeza que há festa lá por casa e talvez também pelo blogue da Olívia. Vou já espreitar!
P A R A B É N S , P R I N C E S A ! ! ! ! ! ! !
Noite de quinta para sexta...
Eu dormia e sonhava (com a formação que comecei na quinta-feira). De repente, acordo com:
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Noite de quinta para sexta...
Eu dormia e sonhava (com a formação que comecei na quinta-feira). De repente, acordo com:
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
Rogério: Rezamos? [É que fazemos quando acordamos]
Eu: Já tocou [o despertador]?
Rogério: Não sei.
Eu: Então vê!
Rogério, depois de ver: Não, são três horas.
Eu: Então deixa-me dormir!
...
Comportamento a adotar em circunstâncias semelhantes, caso sucedam: verificar as horas antes de acordar a cara-metade!
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Hoje, pela primeira vez,
... vou começar uma formação online.
Pontos positivos:
Pontos negativos:
Pontos positivos:
- Estou entusiasmada pela perspetiva de não ter de sair e ir a algum sítio ter a formação.
- O tema da formação é prático e interessa-me bastante.
Pontos negativos:
- Estou apreensiva com o facto de não poder interagir presencialmente com os formadores e os restantes formandos. Faz-me um bocado de confusão, mas suponho que será só por não estar habituada.
- A formação tem início a horas em que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão em casa, acordados e geralmente agitados (começa às 18:30h)...
Logo se vê como corre!
Hoje, pela primeira vez,
... vou começar uma formação online.
Pontos positivos:
Pontos negativos:
Pontos positivos:
- Estou entusiasmada pela perspetiva de não ter de sair e ir a algum sítio ter a formação.
- O tema da formação é prático e interessa-me bastante.
Pontos negativos:
- Estou apreensiva com o facto de não poder interagir presencialmente com os formadores e os restantes formandos. Faz-me um bocado de confusão, mas suponho que será só por não estar habituada.
- A formação tem início a horas em que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão em casa, acordados e geralmente agitados (começa às 18:30h)...
Logo se vê como corre!
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Post escatológico - considerem-se avisados!
Puns e arrotos formam o tema deste post.
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Post escatológico - considerem-se avisados!
Puns e arrotos formam o tema deste post.
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
Os mesmos atos que nos alegram - em certa medida - quando é um bebé que os realiza, são alvo de duras críticas quando realizados por crianças em idade escolar.
E em adulto? Inadmissíveis.
Mas depois vai-se a ver, e há adultos que deixam sair uns puns quando se sentem à vontade com a pessoa com quem estão. É o que alguns chamam de "estar à vontadinha", por oposição a "estar à vontade". Quando estamos à vontade, se um pum escapar (porque eles escapam, às vezes!), não ficamos constrangidos, podendo pedir desculpa ou não, conforme o caso (se foi muito discreto, tanto sonora como olfativamente, não há necessidade de chamar a atenção para o sucedido!). Quando estamos à vontadinha, deixamos os puns sair sem sequer nos preocuparmos. E isto preocupa-me, se eu for a pessoa a sofrer com os ditos puns! E por me desagradar, também não fico "à vontadinha" ao pé de ninguém.
Os arrotos, para mim, são outra conversa. Há os que saem inadvertidamente, os que não saem porque a pessoa se apercebe da subida e firma os lábios e os que saem propositadamente. Sou incapaz dos últimos (mais fisicamente do que moralmente, confesso, pois não me importava de saber arrotar a la carte) e sou muitas vezes culpada dos primeiros. Dos segundos fico muito orgulhosa quando sucedem, pelo facto de os primeiros serem frequentes. Sou incompreendida relativamente aos primeiros - há quem insista que eu deixo sair os arrotos porque quero, o que não é verdade. A mesma forma de estar que me impede de estar à vontadinha com quem quer que seja, no caso dos puns, impede-me de lançar um arroto para o ar "só porque sim".
De qualquer maneira, e para finalizar, do meu ponto de vista, o efeito de arrotos ou de puns indesejados é muito diferente. Os segundos têm um alcance muito mais "mortífero" e prolongado no tempo, causando, à partida, muito mais desconforto em quem deles é "vítima".
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Diz a estatística
... que 27 vezes foi visualizado o post "Desejos de grávida". Quantos votos tem cada sondagem? 6.
Apesar de saber que são pouco variados os leitores do blogue, não acredito que sejam sempre os mesmos seis a aparecer, por isso TOCA A VOTAR!
Se não gostam das opções, sugiram outras!
Já agora, os seis que votaram podem identificar-se nos comentários?
Apesar de saber que são pouco variados os leitores do blogue, não acredito que sejam sempre os mesmos seis a aparecer, por isso TOCA A VOTAR!
Se não gostam das opções, sugiram outras!
Já agora, os seis que votaram podem identificar-se nos comentários?
Diz a estatística
... que 27 vezes foi visualizado o post "Desejos de grávida". Quantos votos tem cada sondagem? 6.
Apesar de saber que são pouco variados os leitores do blogue, não acredito que sejam sempre os mesmos seis a aparecer, por isso TOCA A VOTAR!
Se não gostam das opções, sugiram outras!
Já agora, os seis que votaram podem identificar-se nos comentários?
Apesar de saber que são pouco variados os leitores do blogue, não acredito que sejam sempre os mesmos seis a aparecer, por isso TOCA A VOTAR!
Se não gostam das opções, sugiram outras!
Já agora, os seis que votaram podem identificar-se nos comentários?
Não gostei
Ontem, ao abrir a página do Google, havia um filmezinho/jogo (não vi até ao fim) relacionado com o Hallowe'en.
Hoje, ao abrir a página do Google, esperei - a sério que esperei! - ver algo relacionado com o Dia de Todos os Santos.
Mas não havia nada. Claro.
:-(
Hoje, ao abrir a página do Google, esperei - a sério que esperei! - ver algo relacionado com o Dia de Todos os Santos.
Mas não havia nada. Claro.
:-(
Não gostei
Ontem, ao abrir a página do Google, havia um filmezinho/jogo (não vi até ao fim) relacionado com o Hallowe'en.
Hoje, ao abrir a página do Google, esperei - a sério que esperei! - ver algo relacionado com o Dia de Todos os Santos.
Mas não havia nada. Claro.
:-(
Hoje, ao abrir a página do Google, esperei - a sério que esperei! - ver algo relacionado com o Dia de Todos os Santos.
Mas não havia nada. Claro.
:-(
domingo, 30 de outubro de 2016
Desejos de grávida*
Só este, de momento:
... que votem nas sondagens dos nomes (blogosféricos) para menino e para menina!
*Obviamente que estou a abusar dos famosos desejos de grávida (que eu nunca tive), mas se funcionar...
... que votem nas sondagens dos nomes (blogosféricos) para menino e para menina!
*Obviamente que estou a abusar dos famosos desejos de grávida (que eu nunca tive), mas se funcionar...
Desejos de grávida*
Só este, de momento:
... que votem nas sondagens dos nomes (blogosféricos) para menino e para menina!
*Obviamente que estou a abusar dos famosos desejos de grávida (que eu nunca tive), mas se funcionar...
... que votem nas sondagens dos nomes (blogosféricos) para menino e para menina!
*Obviamente que estou a abusar dos famosos desejos de grávida (que eu nunca tive), mas se funcionar...
Contar a novidade como quem não quer a coisa
Na passada sexta-feira almocei com cinco colegas de uma das escolas onde este ano dou aulas de inglês. Estávamos em sintonia e pedimos todos arroz de pato.
O arroz de pato veio acompanhado de salada temperada*. Como não sou(estou?) imune à toxoplasmose, não como salada fora de casa. No fim, todos os pratos estavam vazios, menos o meu, que tinha a salada inteirinha.
Colega 1 (mais velha, sem filhos): Então a salada?
Eu: Agora não como salada fora de casa.
Colega 2 (com dois filhos crescidos): Eu não comia salada fora de casa quando estava grávida, porque não era imune à toxoplasmose.
Eu: Eu também não.
Colega 2: Mas quando não estava grávida, comia.
Eu: Eu também.
Colega 2: Mas não comeste...
Eu: Pois não.
Colega 1: Estás grávida?
Eu [para a colega 2]: Ela é mais perspicaz do que tu!
*Eu poderia ter respondido que não gosto muito de salada temperada, o que não seria mentira, e a conversa teria ficado por ali, mas a resposta que me veio à cabeça foi a que dei!
O arroz de pato veio acompanhado de salada temperada*. Como não sou(estou?) imune à toxoplasmose, não como salada fora de casa. No fim, todos os pratos estavam vazios, menos o meu, que tinha a salada inteirinha.
Colega 1 (mais velha, sem filhos): Então a salada?
Eu: Agora não como salada fora de casa.
Colega 2 (com dois filhos crescidos): Eu não comia salada fora de casa quando estava grávida, porque não era imune à toxoplasmose.
Eu: Eu também não.
Colega 2: Mas quando não estava grávida, comia.
Eu: Eu também.
Colega 2: Mas não comeste...
Eu: Pois não.
Colega 1: Estás grávida?
Eu [para a colega 2]: Ela é mais perspicaz do que tu!
*Eu poderia ter respondido que não gosto muito de salada temperada, o que não seria mentira, e a conversa teria ficado por ali, mas a resposta que me veio à cabeça foi a que dei!
Contar a novidade como quem não quer a coisa
Na passada sexta-feira almocei com cinco colegas de uma das escolas onde este ano dou aulas de inglês. Estávamos em sintonia e pedimos todos arroz de pato.
O arroz de pato veio acompanhado de salada temperada*. Como não sou(estou?) imune à toxoplasmose, não como salada fora de casa. No fim, todos os pratos estavam vazios, menos o meu, que tinha a salada inteirinha.
Colega 1 (mais velha, sem filhos): Então a salada?
Eu: Agora não como salada fora de casa.
Colega 2 (com dois filhos crescidos): Eu não comia salada fora de casa quando estava grávida, porque não era imune à toxoplasmose.
Eu: Eu também não.
Colega 2: Mas quando não estava grávida, comia.
Eu: Eu também.
Colega 2: Mas não comeste...
Eu: Pois não.
Colega 1: Estás grávida?
Eu [para a colega 2]: Ela é mais perspicaz do que tu!
*Eu poderia ter respondido que não gosto muito de salada temperada, o que não seria mentira, e a conversa teria ficado por ali, mas a resposta que me veio à cabeça foi a que dei!
O arroz de pato veio acompanhado de salada temperada*. Como não sou(estou?) imune à toxoplasmose, não como salada fora de casa. No fim, todos os pratos estavam vazios, menos o meu, que tinha a salada inteirinha.
Colega 1 (mais velha, sem filhos): Então a salada?
Eu: Agora não como salada fora de casa.
Colega 2 (com dois filhos crescidos): Eu não comia salada fora de casa quando estava grávida, porque não era imune à toxoplasmose.
Eu: Eu também não.
Colega 2: Mas quando não estava grávida, comia.
Eu: Eu também.
Colega 2: Mas não comeste...
Eu: Pois não.
Colega 1: Estás grávida?
Eu [para a colega 2]: Ela é mais perspicaz do que tu!
*Eu poderia ter respondido que não gosto muito de salada temperada, o que não seria mentira, e a conversa teria ficado por ali, mas a resposta que me veio à cabeça foi a que dei!
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