Depois de ter dado largas à imaginação e ter escrito este post por causa disso, eis-me aqui a informar e a tranquilizar todas as pessoas que se preocuparam com a situação (quer as que me conhecem realmente, quer as que me "conhecem" apenas do blogue).
Acabei por antecipar a consulta com a minha ginecologista, que confirmou a existência de um nódulo na mama esquerda, mas que não se mostrou preocupada. No entanto, e porque eu nunca fizera nenhuma mamografia, nem ecografia mamária (e já conto com 4 dezenas de primaveras, verões, etc.), receitou-me os dois exames, que fiz hoje.
Tive quatro vezes sorte:
1 - Na marcação dos exames, pois apanhei uma vaga criada por uma desistência;
2 - No atendimento, pois não estive quase tempo nenhum à espera;
3 - Na mamografia, que, como esperava, foi um bocadinho "chata", mas que fiz "na boa";
4 - Nos resultados, que foram tranquilizadores. O nódulo é só uma fibrose, que é para controlar, mas deixar estar quietinha lá onde está.
Obrigada a todas pelas palavras e pensamentos positivos!
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Sombra dissipada
Depois de ter dado largas à imaginação e ter escrito este post por causa disso, eis-me aqui a informar e a tranquilizar todas as pessoas que se preocuparam com a situação (quer as que me conhecem realmente, quer as que me "conhecem" apenas do blogue).
Acabei por antecipar a consulta com a minha ginecologista, que confirmou a existência de um nódulo na mama esquerda, mas que não se mostrou preocupada. No entanto, e porque eu nunca fizera nenhuma mamografia, nem ecografia mamária (e já conto com 4 dezenas de primaveras, verões, etc.), receitou-me os dois exames, que fiz hoje.
Tive quatro vezes sorte:
1 - Na marcação dos exames, pois apanhei uma vaga criada por uma desistência;
2 - No atendimento, pois não estive quase tempo nenhum à espera;
3 - Na mamografia, que, como esperava, foi um bocadinho "chata", mas que fiz "na boa";
4 - Nos resultados, que foram tranquilizadores. O nódulo é só uma fibrose, que é para controlar, mas deixar estar quietinha lá onde está.
Obrigada a todas pelas palavras e pensamentos positivos!
Acabei por antecipar a consulta com a minha ginecologista, que confirmou a existência de um nódulo na mama esquerda, mas que não se mostrou preocupada. No entanto, e porque eu nunca fizera nenhuma mamografia, nem ecografia mamária (e já conto com 4 dezenas de primaveras, verões, etc.), receitou-me os dois exames, que fiz hoje.
Tive quatro vezes sorte:
1 - Na marcação dos exames, pois apanhei uma vaga criada por uma desistência;
2 - No atendimento, pois não estive quase tempo nenhum à espera;
3 - Na mamografia, que, como esperava, foi um bocadinho "chata", mas que fiz "na boa";
4 - Nos resultados, que foram tranquilizadores. O nódulo é só uma fibrose, que é para controlar, mas deixar estar quietinha lá onde está.
Obrigada a todas pelas palavras e pensamentos positivos!
Tanto e tão pouco
Tanto que me lembro de escrever, quando não estou em frente ao computador...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...
Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...
E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...
Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...
E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...
Tanto e tão pouco
Tanto que me lembro de escrever, quando não estou em frente ao computador...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...
Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...
E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...
Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...
E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...
domingo, 14 de julho de 2013
Erros do passado #3
Este até mete arrogância (minha) à mistura...
Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.
Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.
Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!
Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.
Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.
![]() |
| Brócolos |
Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!
Já não me lembro como fiquei a saber que "brócolos" se escreve com "o" e não com "u" na segunda sílaba, mas nunca mais me esqueci que, naquele dia, fui arrogante demais, mesmo não dizendo nada. Agora tenho mais cuidado antes de julgar que os outros escrevem mal (pelo menos em relação a palavras que não tenho por hábito escrever)!
Erros do passado #3
Este até mete arrogância (minha) à mistura...
Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.
Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.
Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!
Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.
Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.
![]() |
| Brócolos |
Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!
Já não me lembro como fiquei a saber que "brócolos" se escreve com "o" e não com "u" na segunda sílaba, mas nunca mais me esqueci que, naquele dia, fui arrogante demais, mesmo não dizendo nada. Agora tenho mais cuidado antes de julgar que os outros escrevem mal (pelo menos em relação a palavras que não tenho por hábito escrever)!
Não há duas sem três
E é por isso que a Vassoura e a Varinha têm, pelo terceiro dia consecutivo, uma festa de aniversário onde ir (ontem ausentaram-se de casa dos avós, durante algumas horas, para irem à festa de uma amiga)... Desta vez, porém, vamos todos à festa, pois é um familiar, o tio que referi aqui, que faz anos.
Não há duas sem três
E é por isso que a Vassoura e a Varinha têm, pelo terceiro dia consecutivo, uma festa de aniversário onde ir (ontem ausentaram-se de casa dos avós, durante algumas horas, para irem à festa de uma amiga)... Desta vez, porém, vamos todos à festa, pois é um familiar, o tio que referi aqui, que faz anos.
sábado, 13 de julho de 2013
Dia em família
Hoje estamos em "modo-família". Saímos de casa de manhã e ainda não regressámos. Estamos em casa dos meus pais, com outros familiares que vemos poucas vezes ao longo do ano. Alguns desses familiares são crianças, pelo que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão todos contentes, na brincadeira e na galhofa.
Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!
Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!
Dia em família
Hoje estamos em "modo-família". Saímos de casa de manhã e ainda não regressámos. Estamos em casa dos meus pais, com outros familiares que vemos poucas vezes ao longo do ano. Alguns desses familiares são crianças, pelo que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão todos contentes, na brincadeira e na galhofa.
Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!
Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Palavras à moda deles #7
A Vassoura garantiu que nunca fazeria uma coisa qualquer que não recordo (só fixei a forma verbal)!
Palavras à moda deles #7
A Vassoura garantiu que nunca fazeria uma coisa qualquer que não recordo (só fixei a forma verbal)!
Erros do passado #2
Conhecem a expressão "à última hora"? Se não fosse a minha mãe, eu ainda diria, erradamente: "à última da hora"...
Erros do passado #2
Conhecem a expressão "à última hora"? Se não fosse a minha mãe, eu ainda diria, erradamente: "à última da hora"...
Inanidade
Não é só o Feitiço que anda a aprender palavras novas... Eu também estou sempre a aprender.
Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:
inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)
inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)
Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:
inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)
inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)
Inanidade
Não é só o Feitiço que anda a aprender palavras novas... Eu também estou sempre a aprender.
Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:
inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)
inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)
Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:
inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)
inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)
Erros do passado #1
Não, não são opções de vida que lamento ter tomado em tempos idos. :-) São simplesmente erros gramaticais, ou de outro tipo, que eu a certa altura superei, e quase sempre com a intervenção de alguém.
Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...
Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.
A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.
Exemplos:
- tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]
- tinha / mantinha / obtinha [erros:mantia, obtia]
- tive / mantive / abstive-me [erros:manti, absti-me]
- tivera / mantivera / detivera [erros:mantera, detera]
- teve / manteve / entreteve [erros:manteu, entreteu]
Exemplos:
- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]
- vinha / intervinha / sobrevinha [erros:intervia, sobrevia]
- vim / intervim / provim [erros:intervi, provi]
- veio / interveio / adveio [erros:interviu, adveu]
- viera / interviera / sobreviera [erros:intervira, sobrevira]
----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.
Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):
- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eumetenho" em vez de "eu meto", ou "eu cometenho" em vez de "eu cometo" - logo, estes verbos não se conjugam como o verbo ter. Por outro lado, ninguém diz "eu manto" em vez de "eu mantenho", "eu conto" em vez de "eu contenho", ou "eu obto" em vez de "eu obtenho". O que acham deste truque?
Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...
Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.
Como conjugar o verbo manter
(ou abster-se, conter, deter, entreter, obter, suster, entre outros)
A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.
Exemplos:
- tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]
- tinha / mantinha / obtinha [erros:
- tive / mantive / abstive-me [erros:
- tivera / mantivera / detivera [erros:
- teve / manteve / entreteve [erros:
Da mesma forma, o verbo intervir* conjuga-se como o verbo vir.
*(e outros, como advir, provir e sobrevir)
Exemplos:
- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]
- vinha / intervinha / sobrevinha [erros:
- vim / intervim / provim [erros:
- veio / interveio / adveio [erros:
- viera / interviera / sobreviera [erros:
----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.
Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):
- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eu
Erros do passado #1
Não, não são opções de vida que lamento ter tomado em tempos idos. :-) São simplesmente erros gramaticais, ou de outro tipo, que eu a certa altura superei, e quase sempre com a intervenção de alguém.
Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...
Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.
A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.
Exemplos:
- tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]
- tinha / mantinha / obtinha [erros:mantia, obtia]
- tive / mantive / abstive-me [erros:manti, absti-me]
- tivera / mantivera / detivera [erros:mantera, detera]
- teve / manteve / entreteve [erros:manteu, entreteu]
Exemplos:
- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]
- vinha / intervinha / sobrevinha [erros:intervia, sobrevia]
- vim / intervim / provim [erros:intervi, provi]
- veio / interveio / adveio [erros:interviu, adveu]
- viera / interviera / sobreviera [erros:intervira, sobrevira]
----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.
Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):
- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eumetenho" em vez de "eu meto", ou "eu cometenho" em vez de "eu cometo" - logo, estes verbos não se conjugam como o verbo ter. Por outro lado, ninguém diz "eu manto" em vez de "eu mantenho", "eu conto" em vez de "eu contenho", ou "eu obto" em vez de "eu obtenho". O que acham deste truque?
Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...
Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.
Como conjugar o verbo manter
(ou abster-se, conter, deter, entreter, obter, suster, entre outros)
A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.
Exemplos:
- tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]
- tinha / mantinha / obtinha [erros:
- tive / mantive / abstive-me [erros:
- tivera / mantivera / detivera [erros:
- teve / manteve / entreteve [erros:
Da mesma forma, o verbo intervir* conjuga-se como o verbo vir.
*(e outros, como advir, provir e sobrevir)
Exemplos:
- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]
- vinha / intervinha / sobrevinha [erros:
- vim / intervim / provim [erros:
- veio / interveio / adveio [erros:
- viera / interviera / sobreviera [erros:
----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.
Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):
- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eu
Sonhos #9
Esta noite tive uma estreia: sonhei com pessoas que não conheço pessoalmente, mas cujas vidas "acompanho" num dos meus blogues preferidos: "Pais de Quatro"!
Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.
A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.
Não me lembro como acabou o sonho...
Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.
A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.
Não me lembro como acabou o sonho...
Sonhos #9
Esta noite tive uma estreia: sonhei com pessoas que não conheço pessoalmente, mas cujas vidas "acompanho" num dos meus blogues preferidos: "Pais de Quatro"!
Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.
A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.
Não me lembro como acabou o sonho...
Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.
A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.
Não me lembro como acabou o sonho...
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