O blogue chegou aos 50 seguidores, como tinha pedido há dez dias. Não foi no prazo dado (uma semana), mas foi!

Muito obrigada por me darem esta prendinha!
Para cada um de vocês, uma flor:
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
O blogue chegou aos 50 seguidores, como tinha pedido há dez dias. Não foi no prazo dado (uma semana), mas foi!

Muito obrigada por me darem esta prendinha!
Para cada um de vocês, uma flor:
Há uns dias não seria este blogue que eu iria destacar, mas hoje estive a passear pelos blogues de algumas pessoas que fizeram a simpatia de me seguir e que eu ainda não tinha tido oportunidade de visitar com calma. O "Não me dêem ouvidos" foi um deles e sabem por que foi que o escolhi?
Porque não me permitiu fazer um comentário. E eu queria fazer. Apetecia-me mesmo deixar um obrigada pela partilha de uma frase brilhante, que aqui transcrevo:
"Tact is the art of making a point without making an enemy."*

*A frase não é da autora do blogue, e sim de Isaac Newton, mas quem sabe escolher boas citações é tão bom (ou quase, vá) como quem as faz.
Estou a ver esta série (quarta-feira no AXN white) desde o início (ontem deu o quinto* episódio). Gosto da forma como surge sempre algo de novo em cada episódio, um pouco como no "This is Us" (embora num registo bastante diferente).
Ao início pensei que @ assassin@ era @ personagem que entretanto se suicidou (escrevo assim para não estragar a surpresa a quem não viu). Tenho a certeza que @ assassin@ não é quem ontem foi pres@. Ainda referindo-me ao episódio de ontem, gostei da frase da Julia "A história não é sobre mim." (ou algo assim, não fixei as palavras, só a ideia), depois de ter ajudado a desvendar o caso da Rosa.
Mais alguém vê esta série?
*(ou sexto - não me façam ir confirmar)
... por agora. A época das festas não é a melhor para reduzir o que passa pelo sistema digestivo... Para o ano logo se vê!
*Estive uns dias sem me pesar e a fazer asneiras (novamente). Antes de me pesar, hoje, preparei-me mentalmente para o que iria ver na balança. Apesar de tudo, "safei-me"!
... pois é o aniversário da minha mana Margarida!
MUITOS PARABÉNS!!!
... e para comemorar fomos ao circo!
(Não teve nada a ver, mas faz de conta.)
Pois foi, no dia 8 fez 12 anos que o Rogério e eu casámos.
Um bocadinho mais à frente na contagem, os Avós Gatos fizeram 52 anos de casados e os Avós Bruxos fizeram 55.
Em 52 anos, os Avós Gatos tiveram dois filhos e quatro netos (3 meninas e 1 menino, neste blogue muitas vezes mencionados).
Em 55 anos, os Avós Bruxos tiveram sete filhos e catorze netos, a caminho dos 15 (15.º previsto para inícios de janeiro). Dos 15, dez são meninas e cinco são meninos.
Parece que somos uma família com mais Girl Power (ou então só mais Girl Number)!
Eu pedi-vos ajuda para chegar à meia centena de subscritores quando me faltavam quatro. Dois dias depois (anteontem) já só faltavam dois.
Hoje quantos faltam, quantos?
Três.
Não se faz, bater com a porta nesta altura do ano.
No outro dia, no blogue "Entre Biberons e Batons", vi uma dica sobre cobertura para bolos que achei simples e genial: iogurte grego natural açucarado batido com uma colher e espalhado por cima do bolo (como qualquer cobertura, daah).
Experimentei. Por cima da cobertura coloquei Pintarolas. Foi um sucesso.

Se por acaso vos parecer que existe uma cratera no meio do bolo, fiquem a saber que me deu muito trabalho arranjá-la, já que o bolo saiu do forno assim:

Obrigada, Sofia!
Seja qual for a que me está a causar ranho, pingo no nariz, crises de espirros, e, desde hoje, dor de cabeça*, pode ir-se embora que não lhe sentirei a falta!
*Esta, na verdade, pode (e deve) ter tido origem nas noites mal dormidas dos últimos tempos.
Antes de me mudar para o SAPO blogs, tinha meia centena de "seguidores" no Alheia. Embora 50 seja um número modesto, quando comparado com as centenas e milhares de seguidores que alguns bloggers arranjam em poucos meses, para mim foi um número que me deu gosto atingir, por ser "redondinho" e por poder associá-lo a uma palavra "gorda" (a centena - repararam no destaque que lhe dei na primeira frase?).
Hoje reparei que o número de seguidores do blogue nesta plataforma está quase a atingir o outro: 46. Mais quatro e empatam. Assim, venho desafiar/pedir a quem me lê e ainda não é seguidor/subscritor, que passe a sê-lo. Se o número 50 for ultrapassado no prazo de uma semana, prometo que não oferecerei contrapartidas. Palavra de honra. O máximo que farei, por causa desse grande acontecimento, será escrever um post. Palavra de bruxa não volta atrás.
e nós vamos buscar o Presépio à arrecadação para o colocarmos em cima do piano, como nos anos anteriores (desde que a Vassoura anda à solta - durante dois anos colocámos o Presépio no parapeito da janela da sala).
Também temos árvore, mas não sei se vamos conseguir espaço para ela - pelo menos perto de uma tomada de eletricidade (por causa das luzes). É que o primeiro local onde costumávamos colocar a árvore foi ocupado há uns anos pelo nosso Canto de Oração, e o segundo está ocupado pelo "canto da Magia".
Eu gostava muito e vou tentar resolver a situação (uma hipótese é pôr a árvore sem luzes), pois gostava, este ano, de incluir na nossa árvore os símbolos da Árvore de Jessé, explorando as histórias bíblicas por trás de cada símbolo. Veremos!...
Estar hoje com familiares que não vejo tanto quanto gostaria. Alguns deles (primos) não via há anos (exceto uma vez, no funeral de um tio, em setembro de 2016). Basta dizer que a filha de uma das minhas primas (direita) fez anteontem dois anos e eu nunca lhe tinha posto a vista em cima, nem cheguei a ver a minha prima grávida!
Gostei mesmo muito de rever primos, como referi, mas a parte melhor, mesmo, foi estar à conversa com duas das minhas irmãs (as únicas que puderam estar presentes, a Mafalda e a Margarida).
I love my family!
Com a compra do segundo pacote de farinha e um bolo feito com a farinha do primeiro pacote (deu à justa).
Com um bolo por fazer por falta de comparência do segundo pacote de farinha.
Não faço o que devo e faço o que não devo! E o pior é que não posso voltar atrás...
... entre a imensa vontade de contar o resto do "How I met your father" e a imensa preguiça de o escrever!
... em que aproximas uma colher cheia de sopa da boca da tua bebé de seis meses e ela dá quatro valentes espirros!
Em algumas categorias, o voto foi difícil, porque sigo e gosto muito de vários blogues. Noutras categorias, o voto foi facílimo, porque foi quase ao calhas. Sim, ao calhas! Se é uma categoria em que não leio nenhum blogue, porque não me interessa o tema, não tive pachorra para espreitar os vários candidatos e fazer juízos de valor. Aos que receberam o meu voto inconsciente: De nada.
... para votar nos Sapos do ano.
Eureka! Já sei como votar!
Ninguém disse que o voto tinha de ser consciente... Acho que vou imitar os eleitores americanos que votaram no atual POTUS...
Os Hufflepuffs têm fama de serem um bocadinho fraquitos, como se fossem inferiores aos elementos das outras casas de Hogwarts. Aqui estão 7 razões que contrapõem essa ideia:
https://www.pottermore.com/features/7-ways-hufflepuff-are-way-better-than-you-realise
(Ao divulgar isto estou a ser um pouco vaidosa, já que sou uma Hufflepuff, mas se não o fizer, quem o fará - não é, Ana?)
Como eu disse há pouco, não foi possível inscrever a Vassoura no site Pottermore. Pensei que fosse possível em dezembro, quando tivesse terminado o mês em que completou 11 anos (já que é com 11 anos que se entra em Hogwarts...), mas não, não é. Para uma pessoa se registar no site (há muita coisa que se pode ver e ler sem estar registado) e, entre outras coisas, descobrir a que casa pertence e qual é o seu Patronus, é preciso ter 13 anos.

Agora encontro-me (quase) dividida, confesso. Por um lado, acho muito bem que haja restrições etárias em algumas partes do site, para bem das próprias crianças. Por outro lado, a Vassoura nunca utiliza um computador sem autorização* e desconfio seriamente que não perceberá sequer um décimo do que está publicado no Pottermore, já que está tudo em inglês, ou seja, só com a minha assistência (que já fiz 13 anos há algum tempo) é que ela poderá fazer o teste para saber em que casa ficará. Posto isto, eu poderia, em teoria, aldrabar o ano de nascimento da Vassoura. Aposto que muitos dos (poucos) que leem este post estão a pensar que não seria grave... "Não é para fazer mal a ninguém", "A Vassoura nunca estaria em perigo", "É só uma brincadeira", "Coitadinha da Vassoura, por ter de esperar quase dois anos!"...
Mas, para mim, por muito que me custe privar a Vassoura de uma coisa que ela quer muito, não quero proporcionar-lhe isso recorrendo a uma mentira. Acho que estaria a passar-lhe a mensagem que a mentira não faz mal, se for "inocente". E eu não acredito nisso. Nenhuma mentira é inocente. Além disso, esperar por uma coisa dá-lhe mais valor.
*em casa. Na escola não será bem assim... O que ajuda na decisão de esperar dois anos.
Adenda: A Vassoura tem uma amiga que já sabe a que casa de Hogwarts pertence (Ravenclaw). A amiga só tem 11 anos, o que não me facilita a vida. Era mais fácil para a Vassoura aceitar a espera se todas as amigas tivessem que esperar pelos 13 anos para se registarem. Mas, como eu já lhe disse inúmeras vezes: "Eu não sou mãe dos teus colegas e amigos"!
Como é que eu sei que sou uma Hufflepuff?
Fui ao site Pottermore, inscrevi-me, respondi a um teste e fui colocada em Hufflepuff.

Não, não tenho pena de não ter ficado em Gryffindor! Ok, teria sido cool ficar na mesma casa do que o Harry Potter, mas a verdade é que o meu perfil se adequa mais a uma Hufflepuff do que a uma Gryffindor. O chapéu nunca (ou raramente) se engana!

Se já sabem a que casa pertencem, ou se vão ficar a saber depois deste post, let me know in a comment, ok? Adoraria conhecer colegas de casa, ou pelo menos de escola!
P. S. - A Vassoura fez 11 anos e recebeu a carta de admissão em Hogwarts, mas no Pottermore ainda não a deixaram criar perfil. Espero que em dezembro já dê.
Deverei desistir do pouco que ando (ou andei) a fazer?
Sinceramente, eu já tive peso a mais e nunca fiz dietas. Consegui perder peso apenas fechando a boca aos excessos, e reduzindo um pouco as doses ao almoço e ao jantar. Nunca me privei de nada a 100%. Conheço-me e sei que a privação total nunca funcionaria comigo.
Por isso não percebo muito bem por que é que desta vez está a ser tão difícil. Sim, fiz asneiras, mas das outras vezes também, e ao fim de mais de um mês nunca, mas nunca, tinha mais peso do que ao começar!
Ocorrem-me duas razões principais:
- a idade - não tenho nada contra estar nos quarentas, mas a verdade é que 44 não são 37 (a idade que tinha da última vez que quis perder algum peso e perdi, sem grandes dramas)
- a vida sedentária - estar quase sempre em casa, maioritariamente sentada, não será (não é. ponto) a melhor maneira de gastar calorias.
Ocorreu-me outra coisa (já não é a primeira vez que escrevo isto: quando me ponho a escrever sobre algum assunto, amadureço as ideias e "descubro" sempre qualquer coisa - neste caso, não descubro, mas recordo)...
Há sete anos, troquei os iogurtes de aroma "normais" por iogurtes magros (como muitas vezes como vários de seguida, tem algum impacto). Há sete anos, não parei de fazer a ginástica pós-parto ao fim de um mês. O Feitiço nasceu em janeiro, eu comecei a ginástica em março e só parei quando o centro fechou, como sempre, em finais de julho. Como em setembro (de 2010) recomecei a trabalhar, não tive uma vida sedentária. Além de que tanto a Vassoura como a Varinha eram pequeninas (3 e 2 anos) e exigiam mais de mim, fisicamente.
Este ano, pedi ao Rogério (que é quem faz as compras no supermercado) que comprasse iogurtes magros, e ele comprou - uma vez. Quando esses iogurtes acabaram, não pedi mais e o Rogério não me perguntou se queria mais. Voltei aos normais. Este ano, tive muita vontade de começar a ginástica e comecei-a mais cedo relativamente à data do parto. Interrompi a ginástica quando o centro fechou, pensando voltar quando reabrisse, só que não o fiz. E não o fiz, em parte, por estar mais gorda e ter vergonha disso. Escrevo isto e vejo o quão ridículo é. Se tivesse recomeçado a ginástica assim que o centro reabriu, ou pelo menos quando os miúdos começaram as aulas, provavelmente não estaria agora no estado em que estou. Ainda por cima, sei que no centro não me iriam fazer sentir mal por ter aumentado de peso durante as férias.
Bolas, sou mesmo parva.