domingo, 31 de dezembro de 2023

Fim de um ano...

Com 2023 a chegar ao fim, e sem ter dito nada quando o Natal começou - a propósito, FELIZ NATAL! (não se esqueçam que o tempo do Natal ainda não acabou!) -, aqui me encontro a desejar-vos um 2024 memorável apenas por bons motivos!


  ❤ Que todos os bons desejos
que brotam no vosso interior,
uns mais, outros menos, conscientes,
se realizem! ❤


Eu, para este ano que está prestes a iniciar, desejo o mesmo que uma Miss Universo que se preze ao longo dos anos (faz de conta que a última competição deste tipo que eu vi não foi há uns 30 anos, mais ano, menos ano): Paz e Justiça no Mundo. De coração.


Em termos de propósitos pessoais, quero ser melhor pessoa.


Eu sei. É muito vago. Mas é mesmo isso.


Para me ajudar, quero ver se recorro ao Sacramento da Reconciliação no mínimo, semana sim, semana não. Isto já não é vago, é bem concreto!

segunda-feira, 24 de julho de 2023

As futuras profissões da Magia

A Magia está a frequentar as atividades de tempos livres na escola (até dia 28).


Hoje fui buscá-la e, enquanto caminhávamos para casa, conversávamos. A certa altura, perguntou-me:


- Mamã, sabes que profissões vou ter?
- Não...
- Construtora, cantora, pintora, cozinheira e cabeleireira.
- Construtora, cantora, pintora, cozinheira e cabeleireira [repeti, pensando: "É com esta "saída" que regresso ao blogue."].
- Segunda, terça, quarta, quinta e sexta. Calha bem, são cinco dias para trabalhar [a Magia não disse, mas imagino que estivesse a pensar ter uma profissão diferente em cada dia da semana!] e dois para descansar. Quer dizer, eu sei que vocês trabalham ao fim de semana, mas eu não vou ter uma profissão que seja ao computador [disse isto enquanto fazia o gesto de quem está a escrever no teclado]... A MM [amiga da escola] e eu vamos ser construtoras porque as crianças vão crescer e vão ter filhos - pelo menos um - e precisam de casas. Eu e a MM só vimos uma casa que não tem ninguém lá a viver, por isso vamos ajudar as pessoas a terem casa - mas as pessoas vão ter de esperar um bocadinho...


Conversar com a Magia é quase sempre animação e alegria! 💖😎😁

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Já que aqui vim...

Há semanas, talvez meses, o Feitiço chegou ao pé de mim, quando estava assoberbada de trabalho, e queria falar sobre já não sei o quê. Com a pressa e/ou o stress, respondi-lhe:


- Agora não tenho tempo para falar com isto sobre ti!


😁

Os Traidores*

Não sei se têm falado sobre isto por aqui (isto é, pela blogosfera), pois tenho andado longe, mas apeteceu-me vir escrever para dizer que estou a adorar. Divirto-me com o desespero dos Fiéis de cada vez que expulsam um Fiel, e admiro o jogo brilhante que os Traidores têm feito, em especial o Júlio, que tantos Fiéis "têm certeza" ser Fiel.


Não sou sádica, ok? Divirto-me com o desespero alheio porque aquilo é mesmo só um jogo!


 


*Para quem ainda anda mais alheio do que eu, Os Traidores é um programa que dá na SIC aos Domingos à noite.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

O tempo não passa...

Apercebi-me ontem ou anteontem, já não sei, que o "Alheia a tudo... ou talvez não!" vai fazer 10 anos daqui a menos de dois meses. Não estava a contar, pois já lá vai o tempo em que sinalizava todos os aniversários do blogue... Mas 10 anos num é brincadeira!


Nuns anos escrevi muito, noutros nem por isso. 🤷🏻‍♀️


Será que daqui a 10 anos ainda estarei por aqui? 🤔

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Com a verdade me (nos) enganas...

Na marcha/manifestação do passado sábado, foi, a certa altura, referido o caso de uma professora que se reformou ainda como contratada.


- O quê? - perguntei eu, espantada, mal acreditando no que ouvia.


- Sim, é verdade! - respondeu-me uma colega do meu agrupamento, ali ao lado.


"Como é que é possível?", fiquei eu a pensar. "É vergonhoso!..."


A minha reação foi provavelmente a de muitos. [Era certamente o efeito desejado por quem pronunciou as palavras.]


Depois, pus-me a pensar em hipóteses, em circunstâncias que poderiam ter levado a que uma professora pudesse chegar à idade da reforma e reformar-se, sem chegar a ser de um quadro, se não de um agrupamento (QA), pelo menos de uma zona pedagógica (QZP).


E uma hipótese surgiu, simples, tão simples e tão "sem culpa" para o ministério que até me deixou um bocado irritada... É aquele género de "com a verdade me enganas", que é algo que me desagrada, confesso. Mesmo que seja de alguém do meu lado da barricada.


Imaginemos uma carreira docente de 40 anos (dura mais, mas imaginemos que durava 40 anos).


Imaginemos uma professora, feliz e contente, (ou nem por isso...) a trabalhar num colégio particular ano após ano. Está relativamente perto de casa, o ambiente é razoável, deixa-se ficar.


Após 39 anos de serviço, decide concorrer para uma escola pública. Concorre como docente externa (não pertencente a nenhum QA ou QZP), atrás de todos os professores que já pertencem a um quadro. De todos os docentes externos, está muitíssimo bem posicionada e rapidamente arranja colocação numa das muitas vagas que há sempre no arranque do ano letivo. Ao fim desse ano, completa o tempo de serviço necessário para se poder reformar e "mete os papéis para a reforma". Assim, reforma-se como "docente contratada"... e é muito justo que assim seja!

Sobre as lutas dos professores

Deu na televisão. Podem ver aqui. Explica bem.

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Objetivos de leitura para este ano

Não faço disso - nunca fiz. 🤷‍♀️


Às vezes reparo, em alguns blogues, de lado, em algo como "O que estou a ler", e a capa de um livro. Também nunca fiz isso. 🤷‍♀️


Mas por que razão é que não me "comprometo" com número de livros a ler num ano, ou não mostro que livros estou a ler, de uma forma regular (excluindo a razão óbvia, da falta de tempo)?


Não estou sempre a ler porque quando estou a ler, fico obcecada e leio compulsivamente - do género de muito dificilmente parar de ler (se não tivesse obrigações, como mãe e professora, não pararia, de todo, mas há coisas que deveria fazer, como mãe e professora, que não faço quando estou a meio de um livro. E quem diz um livro, diz uma coleção - o que é pior, porque são mais livros em sequência)...


Por outro lado, não faz muito sentido, para mim, ler por encomenda. Só concebo ler por necessidade ou por prazer (que às vezes se fundem numa só razão).


Por isso, este ano terei, como habitualmente, períodos em que não lerei nada e períodos em que devorarei livros, à custa de outras  coisas... 


BOM ANO E BOAS LEITURAS!