Se tiver tempo, direi porquê com mais pormenor. Resumidamente: se eu votasse lá nos EUA, seria uma das chamadas "one-issue voters". E votaria Trump. Feliz? Não, mas não ficaria tranquila se não fizesse a minha parte para que Biden não ganhasse.
Se não disser mais nada sobre este assunto, imaginem o que quiserem, mas não se ponham a dizer que eu disse coisas que não disse. Just in case.
faxavor de arranjar tempo para explicar esta confusão! tenho dado nós no cérebro a tentar decifrar o mistério. beijos enormes bruxinha linda e feliz fim-de-semana
ResponderEliminarescrever palavras mágicas: abracadabra e supercalifragilisticexpialidocious
ResponderEliminarmiss you
ResponderEliminarO Biden defende o aborto até à hora do nascimento e isso para mim é uma aberração.
ResponderEliminar😊😍😘
ResponderEliminarestava a comer um gelado e fiquei com naúseas. nem imaginava que fosse possível!
ResponderEliminara minha mãe diz que é fake news. que se fosse verdade o Trump tinha-o usado a toda a hora. que o Biden é super conservador, que se não houvesse aborto, com ele nunca haveria.
ResponderEliminarO Biden diz-se católico e não diz, com todas as palavras, "Eu defendo o aborto até à hora do nascimento", mas defende que é uma escolha da mulher, em qualquer altura, o que, na prática, se traduz por "Eu defendo o aborto até à hora do nascimento". Não é super-conservador, não. Há, aliás, bispos católicos americanos que dizem que ele não deveria comungar, atendendo à posição que assume perante o aborto.
ResponderEliminarNos EUA, em alguns estados, há pena de morte para criminosos. Noutros estados, em que esta pena foi (felizmente) abolida, legislou-se recentemente a pena de morte para inocentes - basta a mãe mudar de ideias e a criança não ter saído totalmente de dentro dela. Nova Iorque é um desses estados. Já existia aborto, mas até à hora do nascimento é relativamente recente. E os que aprovaram tal legislação levantaram-se e bateram palmas, no dia em que foi aprovada, muito orgulhosos da "conquista".
Relativamente ao Biden, ele diz que pessoalmente se opõe ao aborto, mas que não quer impor a sua visão ao resto do mundo. Eu não acho que seja uma questão de visão, mas, olha, é esperar e ver o que ele vai decidir e apoiar.
bruxinha do meu coração, obrigada pelo tempo que investiste em explicar-me a tua visão. gosto muito, muito de ti e já percebi que este tema perturba-te. vamos ficar por aqui. adoro-te. beijos mil e feliz dia
ResponderEliminarSim, este tema "mexe" muito comigo e, embora possa compreender que, por vezes, uma gravidez possa "atrapalhar" a vida de uma pessoa, não consigo compreender que, podendo escolher terminar a gravidez logo que se sabe dela, se decida continuar a gravidez "até ver" ,podendo mudar de ideias a qualquer momento, defraudando, até, o pai da criança, que legitimamente cria expectativas de paternidade que, assim, não valem nada. Repara que não se trata de impor a criança à mãe que a gerou, porque a mãe pode não ficar com a criança e não é penalizada por isso (se não a abandonar num caixote do lixo ou semelhante, claro). Então, se não tem de ficar e criar a criança, por que razão há de querer matá-la? É absurdo que queira e mais absurdo ainda é que possa fazê-lo, e que tal "escolha" seja considerada um "direito".
ResponderEliminarEu sou contra o aborto porque ao contrário do que diz a frase "My body, my choice" não se trata de a mulher fazer uma escolha sobre o próprio corpo, mas sim sobre a vida de um outro ser humano, indefeso - não há mais indefeso. Por outro lado, diz-se que o aborto é uma escolha da mulher, mas muitas vezes não é uma escolha da mulher, e sim o resultado da pressão que há à sua volta para que interrompa a gravidez.
Há tanto que se pode dizer sobre este tema... Na essência, não é uma coisa boa. É matar. Não pode ser uma coisa boa!
Desculpa não ter "ficado por aqui" no outro comentário!
ResponderEliminarBjs e um feliz dia para ti também!
é um tema que te deixa zangada, e agora estás zangada comigo também. eu não sei debater assim. beijos mil e, por favor, não te zangues comigo!
ResponderEliminarAna, desculpa a forma como me expressei, se te deu a impressão de que estava zangada contigo! Não tenho razão nenhuma para estar zangada contigo, e não estou, de todo! Beijos
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ResponderEliminarO meu comentário era grande demais e acabou cortado e — talvez? — publicado a cinzento.
ResponderEliminarNão tenho paciência para voltar a escrever tudo, mas vê aqui um comentário sobre o que acontece quando as pessoas se deixam manipular por quem diz o que elas querem, em vez de avaliar o que está realmente em causa.
https://www.nytimes.com/2021/01/10/us/politics/arnold-schwarzenegger-video.html
Agradeço o teu comentário e o link, que já segui e li (não cheguei a ver o vídeo, mas ainda devo vir a fazê-lo). Uma reflexão pertinente por parte de um futuro presidente dos EUA (eu a profetizar!)...
ResponderEliminarSó para acrescentar que já vi o vídeo! 🙂
ResponderEliminarÉ claro que nunca me passou pela cabeça que concordasses com o que se tem passado, particularmente com o ataque ao Capitólio. O que apenas mostra que, quando se vota para um cargo tão importante tem que se ter uma visão mais alargada, senão o mais provável é estarmos a penalizar os políticos honestos e a premiar os demagogos.
ResponderEliminarQuanto à questão do aborto, que já em tempos discutimos longamente, penso que estás enganada: ninguém acha "e isso não é possível nos EU nem o Partido Democrata ou algum Democrata com autoridade (que eu saiba) alguma vez o defendeu.
Mas, mais do que isso, essa não é uma decisão do Presidente ou a Aberração Alaranjada teria conseguido proibir o aborto em troca de uns votos.
O Biden pode não ser perfeito, não conheço ninguém que seja. Mas é uma boa pessoa, não é psicopata, não é racista, não é xenófobo, e tem a coragem de, aos 78 anos, aceitar dedicar ao bem público tempo que será roubado à família que adora. Desejo-lhe tudo de bom.
Acompanhei assiduamente as eleições americanas desde as Primárias, e o Biden não foi a minha primeira escolha, basicamente pela idade. Hoje, com o caos nos EU e no mundo, a pandemia, as alterações climáticas, etc, estou feliz que tenha ganho, acho que pela sua experiência e personalidade é quem tem mais hipóteses de conseguir que tudo isto não descambe de vez.
Já agora:
https://www.scientificamerican.com/article/the-shared-psychosis-of-donald-trump-and-his-loyalists
Relativamente ao aborto, penso que és tu que estás enganada: é permitido, em alguns estados dos EUA, realizar um aborto sem qualquer razão que não a vontade da mulher, até ao momento do nascimento, sim.
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