O Nuno decidiu aceitar ajuda.
Mais do que ajuda de psicólogos, ele gostaria de receber palavras gentis, um abraço amigo.
O Nuno gostaria de conhecer pessoalmente alguns de nós. Uns estaremos mais longe, outros mais perto, mas acho que podemos fazer acontecer, não acham?
Vamos comentar no blogue do Nuno e dar-lhe apoio, e/ou combinar algo, se possível?
He can beat this depression. Yes, he can! And we can help him! Who's with him?
Obtido de coração a ti e a todos
ResponderEliminarNão precisas de agradecer! Mas aceito o teu agradecimento, se fazes questão de o verbalizar.
ResponderEliminarVou rever os textos e corrigir os erros quando for ao PC prometo acho que para se manter um blog é preciso saber escrever digo eu
ResponderEliminarTalvez não seja preciso, mas ajuda!
ResponderEliminarEu também não gosto de ver erros vou dar por aqui uma espreitadela e comentar te e vou ser um chato habitual por aqui
ResponderEliminarAinda não me conheces, Nuno - eu adoro "chatos" que comentam e comentam e não se cansam de comentar! Muita pena tenho de ter quase sempre poucos comentários!
ResponderEliminarEsperote muito mais vezes no meu blog eu vou cá pasar mais vezes e te tar recuperar os blogs que digo e os leitores que me vinham visitar do espero que as pessoas nso se afastem
ResponderEliminarEscreveste novamente à pressa...
ResponderEliminarVou tentar escrever com mais calma
ResponderEliminarAh, assim é muito melhor! Obrigada!
ResponderEliminarEncontrei a saga por mero acaso.
ResponderEliminarÉ evidente que uma "ameaça" de suicídio - parece que disso se trata - é sempre de ter em consideração e redobrada atenção. Por norma são apelos e devem ser ouvidos.
No entanto, penso - sou só eu, pelo que me apercebi - que é de uma inutilidade confrangedora que o apelo tenha como alvo o digital.
Suponho que a pessoa em causa - partindo do princípio que se trata de uma situação real - necessita da ajuda de profissionais. Não são comentários - por muito bem intencionados que sejam - que o irão ajudar. Reparei que até um manual prático para se atingir a felicidade era recomendado!!! Faltou apenas o Gustavo Santos.
Depois dei de caras com uma proposta de uma espécie de "encontro" a dois e fiquei arrepiada. O encontro proposto foi aceite com uma facilidade e uma irresponsabilidade inauditas pela "convidada".
Trata-se exactamente de quê?
De um homem a carregar uma depressão grave e a necessitar de tratamento urgente e profissional, ou de uma sinistra, uma mórbida, forma de "engate"?
Admito que me assusta esta promiscuidade entre o digital e o real tão levada a sério e a facilidade com que identificamos alguém como mártir, só porque sim.
O senhor - caso seja real o que narra - deve ser tratado e ajudado por profissionais e não por este tipo de simulacro de solidariedade que, ainda por cima, é incompetente e não tem qualquer preparação para lidar com uma das mais trágicas doenças do planeta.
Mas isto sou eu, que sou pateta.
Obrigada pelo teu comentário, Gaffe. Um contributo absolutamente coerente e pertinente. Mas não me parece que tenha havido um "simulacro de solidariedade" - a maior parte das pessoas que se apercebeu que o Nuno não falava apenas de deixar o blogue disse-lhe para procurar ajuda, ninguém tinha a pretensão de ajudar pessoalmente (com exceção de quem se ofereceu para lhe enviar um livro), na minha opinião.
ResponderEliminarQuanto ao convite feito e aceite, a proposta partiu dela e não dele, e não sabes como vai ser a combinação entre eles e eventualmente entre o Nuno e outras pessoas (se voltares lá, vais ver que há mais propostas) - pode dar-se o caso de o local de encontro ser definido por ela, num local em que se sinta segura.
Num comentário do blogue do Nuno eu cheguei a dizer-lhe que parte de mim achava que era tudo uma aldrabice, que não fazia sentido... Tal como tu, não sei o que é e o que não é verdade, mas não teria ficado bem com a minha consciência se tivesse simplesmente ignorado o que li por lá - onde fui parar quase por acaso.
Outra coisa: houve quem dissesse ao Nuno, num comentário, que lhe podia dar o contacto de um bom psiquiatra. Ele recusou,na altura (estava a recusar todas e quaisquer propostas ou ideias), mas entretanto está a tentar encontrar a pessoa que falou nisso (não será fácil, porque foi uma anónima que se identificou apenas como Ana). Portanto, a ajuda que consideraste inútil levou-o a aceitar que precisa de procurar ajuda profissional...
ResponderEliminarA interacção entre um leigo e um doente do espectro que me parece ser o presente, raríssimas vezes resulta. A carga emocional pesa sobre toda a vida do pretenso apoio. Sem a supervisão de um profissional, pode ser altamente danosa a "dependência" que é muitíssimas vezes criada.
ResponderEliminarA históriaesta repleta de incongruências e contradições. Aparecem pedras à frente das pedras. Irremovíveis e um surpreendente e repentina vontade de interacção mais física.
Não duvido um instante das boas intenções e da boa vontade dos comentadores - embora acho tola a oferta do manual prático da felicidade -, mas não me parece que uma rede social possa contribuir para a melhoria da saude mental de um alegado paciente. A depressão, este grau de depressão, necessita de apoio de profissionais treinados, nao de caixa de comentários preenchida com palavras de motivação e incentivo.
Se realmente é real o que se está a passar, o senhor deve pedir ajuda a um psiquiatra. Há imensos e muito bons. Não é necessária esperar pelo nome de um, fornecido por um comentador anónimo. O SNS tem óptimos. suponho que todos os comentadores deveriamter insistido na necessidade de se recorrer à ajuda de um profissional. Acredito que todos pensaram nessa urgência.
Sei que sou de uma crueldade e insensibilidade atroz, mas tenho de admitir que toda a história exala um cheirinho a prestidigitação.
Não estou nada convencida, mas a verdade é que também nao tenho se estar.
Posso estar a ser malévola, mas o senhor assusta-me e não apenas pelas razões mais óbvias.
E, tal como o senhor, os meus lapsos e gralhas sucederam-se no comentário anterior.
ResponderEliminarO homem "pega-se".
Suponho que procura apenas a "Ana".
ResponderEliminarPsiquiatras, há imensos e muito bons.
Por muito gelada que possa parecer, diria que não marcaria encontro com o senhor, mesmo no centro de uma multidão. O senho devia era marcar encontro com um psiquiatra.
Isto, claro, se a história tiver uma pontinha de verdade.
O senhor é assustador. Tem de se tratar.
Mas pelo menos o senhor tem razão numa coisinha: responder através do teclado do telemóvel é uma maçada capaz de destruir o Lindley Sintra.
ResponderEliminar;)
*Cintra. Lindley Cintra.
ResponderEliminarValham-me os deuses, que aquilo é contagioso.
*Cintra. Lindley Cintra.
ResponderEliminarValham-me os deuses que aquilo é contagioso.
Juro que "Mag@ sob disfarce" não é o meu nome do meio.
ResponderEliminarIsto está a tornar-se demasiado estranho... ...
Dando uma resposta geral a todos os teus comentários, Gaffe, acho que não pareces fria de sentimentos, mas fria na análise da situação, o que pode ser uma vantagem. Eu também não tenho confiança cega no que li, e também fiquei com a pulga atrás da orelha em relação a alguns pormenores da história contada...
ResponderEliminarSuponho que faça sentido que se procure um psiquiatra no SNS, mas também é bastante comum uma pessoa querer consultar um médico tendo por base uma recomendação (mesmo quando a recomendação vem de alguém que não se conhece pessoalmente)...
Quanto ao contágio, ...
O senhor começa a tornar-se altamente irritante e parece-me, repito, parece-me - , como diz Sofia Aparício - uma "sêcaaa".
ResponderEliminarNão vale a pena voltar ao assunto.
:)*
Já vi que por estas bandas a minha história suscitou dúvidas é até imagens de quase psicopata lamento profundamente que se faça essa análise fria embora compreenda os receios procurar ajuda psiquiátrica não é assim tão fácil muuto mebos no SNS onde quase não existem psiquiatras e os que há demoram meses senão anos para marcar consulta, como já disse há bruxa Mimi não sou pessoa de dar erros ortográficos que também me irritam quando escrevo com mais cuidado e num teclado de computador num teclado de telemóvel reafirmo é mais complicado, lamento que a analise feita da situação tenha sido feita com base nos erros ou no julgamento da boa vontade de terceiros a minha cara Gaffe comete ela dim uma grande gaffe ao conciderar que estás situações se tratam com profissionais, apoio ombros amigos compreensão são tão ou mais importantes que um profissional que passa meia dúzia de drohmgas e diz meia dúzia de chalaças, sei do que falo já pasi por 4 psiquiatras e nenhum me ajudou verdadeiramente so quem passa por estas situações as compreende a outros e mais facil julgar, aliás a sociedade está frita para isyo e feita disto egoísmos incompreensão e julgamentos dos problemas alheios ndo dou perigoso nunca faria mal a ninguém e posso dizer que me mágoa profundamente ler este tipo de comentário a quem assim pensa e se vos melindre do tenho a pedir desculpa mas minha cara gaffe não sei o que a leva a ser tso levianamente insensível para vlcom a dor alheia mas peço-lhe se lhe meto medo pode afastar-se do meu blog quanto aos erros peço desculpa ainda assim não concidero que devam ser alvo de troca ou gozo destes sursutos do bom português
ResponderEliminarNuno, os teus erros, maioritariamente gralhas, não são alvo de troça. O que se passou foi que a Gaffe aproveitou o facto de termos (eu e tu) falado sobre os teus erros para os usar como desculpa para as suas próprias gralhas!
ResponderEliminarSe asim e penso que devo um pedido de desculpas a gaffe aliás de quem já dei um saltinho ao blog e gostei dos seus textos embora estes seus comentários me tenham parecido frios
ResponderEliminarNão posso falar pela Gaffe - só ela poderá dizer se aceita o pedido de desculpas!
ResponderEliminarIrei fazê-lo no sri blog bem como te tsr chegar a fala com ela
ResponderEliminarNão percebi a última parte do comentário (a pressa estragou tudo, mais uma vez)...
ResponderEliminarIrei fazê-lo no blog dela e tentarei chegar a fala com ela
ResponderEliminarDesculpa
O Nuno não está sozinho e já lhe fiz chegar todo o meu apoio. É possível vencer a depressão e o fundo do poço não é um lugar permanente.
ResponderEliminarOk, obrigada por reformulares o comentário!
ResponderEliminarAinda bem que o fizeste!
ResponderEliminarHá muito tempo que não te via por aqui (mas também não te tenho visitado, é um facto... )!
Beijinhos
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ResponderEliminarEstive afastada e o tempo não tem dado para tudo! Mas vou dando as minhas voltas por aqui pelos blogs :)
ResponderEliminarBeijinhos
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