Se "fumar" está no passado, estás bem! Se ainda for presente,... vais a tempo de mudar! Quanto aos montes de coisas fazerem parte das tuas práticas, apenas respondo:
Fumar é algo que faço quando me sinto muito, muito, mas mesmo muito mal. No fundo do poço. Como tal, pode não acontecer durante anos ou umas 3 vezes/ano. Felizmente, não sou viciado.
Eu dessas só já fumei - e parei quando soube que estava grávida da minha filha, e até hoje, nunca mais, já lá vão 27 anos - e escrevi um livro, que recusei publicar. De resto, gosto principalmente da última :)
Deixaste-me curiosa com a questão do livro. Quem é que o leu e queria publicar, tendo tu recusado como resposta? Se não houver problema em responderes...
Não é dos sítios que mais me atraia, embora alguns países pareçam interessantes (ainda assim, menos do que outros países que não visitei e que se localizam noutros continentes)...
Então posso dizer-te que tiveste sorte. Uma das minhas irmãs (a única atual fumadora) fumou o primeiro cigarro por parvoíce e gostou tanto que nunca mais parou...
Não, não há problema! É um livro de pedagogia, eu fui formanda e depois formadora numa "escola de Pais" - agora chamar-lhe-iam coaching parental. O livro abrangia desde a pré concepção até aos tweens (9-11 anos).
Mas, Fátima, quem eras tu?? "Uma pessoa com experiência de mãe e uma extensa e referenciada bibliografia", precisamente. Quem é que achas que precisavas de ser para escreveres um livro sobre o assunto? Precisavas de ser uma pessoa que escreveu um livro sobre o assunto! Há quanto tempo escreveste o texto (só para não lhe chamar livro novamente)? Se já foi há alguns anos, se calhar podias fazer uma revisão, melhorar o que achares que precisa de ser melhorado, e colocares à disposição para editar. Se achas bem que seja fotocopiado e encadernado com argolas, então qual é o problema de ser encadernado de "outra forma"? Pensa nisso (ou não)!
Também nunca escrevi um livro, nem penso que algum dia o vá fazer...
ResponderEliminarMas o engraçado é aquele "montes de coisas". Deixa o futuro em aberto, não é?
Da tua lista, apenas fumei. De resto, até o "montes de coisas" faz parte das minhas práticas.
ResponderEliminarSe "fumar" está no passado, estás bem! Se ainda for presente,... vais a tempo de mudar!
ResponderEliminarQuanto aos montes de coisas fazerem parte das tuas práticas, apenas respondo:
Suponho que sim, muito embora algumas das coisas que eu nunca..., até hoje, quero que nunca..., no futuro!
ResponderEliminarFumar é algo que faço quando me sinto muito, muito, mas mesmo muito mal. No fundo do poço. Como tal, pode não acontecer durante anos ou umas 3 vezes/ano. Felizmente, não sou viciado.
ResponderEliminarOs teus pulmões agradecem todos os cigarros que não fumaste!
ResponderEliminarOlha que África parece-me um destino encantador, apesar de também nunca lá ter ido :c
ResponderEliminarbeijinhos **
Eu dessas só já fumei - e parei quando soube que estava grávida da minha filha, e até hoje, nunca mais, já lá vão 27 anos - e escrevi um livro, que recusei publicar.
ResponderEliminarDe resto, gosto principalmente da última :)
ainda vais muito a tempo!
ResponderEliminarDeixaste-me curiosa com a questão do livro. Quem é que o leu e queria publicar, tendo tu recusado como resposta? Se não houver problema em responderes...
ResponderEliminarNão é dos sítios que mais me atraia, embora alguns países pareçam interessantes (ainda assim, menos do que outros países que não visitei e que se localizam noutros continentes)...
ResponderEliminarPasso bem sem as duas primeiras!!!
ResponderEliminarEu só a primeira mas foi só na brincadeira, nunca fui fumadora.
ResponderEliminarEntão posso dizer-te que tiveste sorte. Uma das minhas irmãs (a única atual fumadora) fumou o primeiro cigarro por parvoíce e gostou tanto que nunca mais parou...
ResponderEliminarNão, não há problema!
ResponderEliminarÉ um livro de pedagogia, eu fui formanda e depois formadora numa "escola de Pais" - agora chamar-lhe-iam coaching parental. O livro abrangia desde a pré concepção até aos tweens (9-11 anos).
Mas, Fátima, quem eras tu?? "Uma pessoa com experiência de mãe e uma extensa e referenciada bibliografia", precisamente. Quem é que achas que precisavas de ser para escreveres um livro sobre o assunto? Precisavas de ser uma pessoa que escreveu um livro sobre o assunto! Há quanto tempo escreveste o texto (só para não lhe chamar livro novamente)? Se já foi há alguns anos, se calhar podias fazer uma revisão, melhorar o que achares que precisa de ser melhorado, e colocares à disposição para editar. Se achas bem que seja fotocopiado e encadernado com argolas, então qual é o problema de ser encadernado de "outra forma"? Pensa nisso (ou não)!
ResponderEliminarVou pensar...
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