domingo, 4 de janeiro de 2015

Sonhos #32

A primeira coisa que me lembro neste sonho é de estar perto da minha antiga escola primária, a falar ao telemóvel com a minha amiga C., que entretanto saiu do autocarro. Íamos não sei onde, supostamente um sítio que eu é que sabia onde ficava, mas, para não variar muito da realidade, comecei a perceber que afinal não era bem ali, que era mais perto da zona da casa onde morei e que vendi em novembro. [Em minha defesa, as zonas da escola e da casa são vizinhas.]

Não sei bem como, a certa altura já não estava com a C., mas sim com o Rogério e dentro da minha ex-casa, que estava gi-rí-ssi-ma! Os atuais donos estavam lá (mais uns tantos convidados deles) e eu dei imensos abraços à M., que é uma querida, feliz pelo resultado das obras. Perguntei-lhe se tinham passado lá o Natal e ela respondeu-me que sim (com ar de "é óbvio que sim"!). Também lhe perguntei quanto é que tinham dado pelas obras e ela - não me perguntem porquê - disse o valor em "contos". Fiz as contas, no sonho, e percebi que tinham sido onze mil euros.

A casa parecia outra, linda e muito maior. Lembro-me de estar maravilhada, a tentar visualizar em que divisão estava, relativamente ao tempo em que habitei a casa. O R., marido da M., tinha uma expressão divertida no rosto por causa da minha admiração.

***
Não me admiro nada de ter sonhado o que sonhei. Por um lado, tenho pensado muito na C., a propósito da mudança que ando a pensar fazer (a C. foi minha colega de curso), e por outro, várias vezes dei por mim a pensar como estarão a decorrer ou como terão decorrido as obras na casa (que os compradores iam fazer) e se eles terão mesmo conseguido passar lá o Natal (desejo manifestado intensamente pela M.).

A parte que não percebo é a razão para ter sonhado que a C. ia no autocarro. Ela tem carro e conduz muitíssimo bem, além de ter um ótimo sentido de orientação. Dificilmente, na vida real, eu seria a nossa "guia"...

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