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Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sexta-feira, 10 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
A meio da noite
Acordei com o chamamento do Feitiço:
- Mamã, podes vir cá, por favor?
Levantei-me e fui ao quarto dele.
Eu: O que foi, Feitiço?
Feitiço: Não consigo pensar em coisas boas.
Eu: Eu vou à casa de banho fazer xixi e já te venho ajudar.
Fui à casa de banho. Não sei quanto tempo demorei, mas, com o sono, não devo ter sido particularmente rápida.
Voltei ao quarto do Feitiço. Já dormia, com uma respiração lenta e profunda.
Não sabia se havia de ficar triste/chateada por ter acordado, no fundo, "para nada", se havia de ficar contente/aliviada por poder voltar logo para a cama!
- Mamã, podes vir cá, por favor?
Levantei-me e fui ao quarto dele.
Eu: O que foi, Feitiço?
Feitiço: Não consigo pensar em coisas boas.
Eu: Eu vou à casa de banho fazer xixi e já te venho ajudar.
Fui à casa de banho. Não sei quanto tempo demorei, mas, com o sono, não devo ter sido particularmente rápida.
Voltei ao quarto do Feitiço. Já dormia, com uma respiração lenta e profunda.
Não sabia se havia de ficar triste/chateada por ter acordado, no fundo, "para nada", se havia de ficar contente/aliviada por poder voltar logo para a cama!
A meio da noite
Acordei com o chamamento do Feitiço:
- Mamã, podes vir cá, por favor?
Levantei-me e fui ao quarto dele.
Eu: O que foi, Feitiço?
Feitiço: Não consigo pensar em coisas boas.
Eu: Eu vou à casa de banho fazer xixi e já te venho ajudar.
Fui à casa de banho. Não sei quanto tempo demorei, mas, com o sono, não devo ter sido particularmente rápida.
Voltei ao quarto do Feitiço. Já dormia, com uma respiração lenta e profunda.
Não sabia se havia de ficar triste/chateada por ter acordado, no fundo, "para nada", se havia de ficar contente/aliviada por poder voltar logo para a cama!
- Mamã, podes vir cá, por favor?
Levantei-me e fui ao quarto dele.
Eu: O que foi, Feitiço?
Feitiço: Não consigo pensar em coisas boas.
Eu: Eu vou à casa de banho fazer xixi e já te venho ajudar.
Fui à casa de banho. Não sei quanto tempo demorei, mas, com o sono, não devo ter sido particularmente rápida.
Voltei ao quarto do Feitiço. Já dormia, com uma respiração lenta e profunda.
Não sabia se havia de ficar triste/chateada por ter acordado, no fundo, "para nada", se havia de ficar contente/aliviada por poder voltar logo para a cama!
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Programa para o fim de semana
Vassoura e Varinha vão a uma festa na sexta-feira à noite.
Feitiço vai a uma festa no sábado à tarde.
Vassoura vai a uma festa que começa à hora a que acaba a do Feitiço, e que é festa do pijama, ou seja, fica lá a dormir e só vem embora antes do almoço.
Eu também ia a festas de anos, mas ou tinha menos colegas, ou os convites eram muito mais reduzidos* (só era costume convidar o/as amigo/as mais próximos/as). Quando andava na Primária (atual 1º Ciclo do Ensino Básico), nunca fui a uma festa de anos de um rapaz que não fosse da minha família. Devo ter ido às festas de não mais do que 5 ou 6 raparigas da minha escola/turma.
*Sei perfeitamente qual destas hipóteses é verdadeira...
Feitiço vai a uma festa no sábado à tarde.
Vassoura vai a uma festa que começa à hora a que acaba a do Feitiço, e que é festa do pijama, ou seja, fica lá a dormir e só vem embora antes do almoço.
Eu também ia a festas de anos, mas ou tinha menos colegas, ou os convites eram muito mais reduzidos* (só era costume convidar o/as amigo/as mais próximos/as). Quando andava na Primária (atual 1º Ciclo do Ensino Básico), nunca fui a uma festa de anos de um rapaz que não fosse da minha família. Devo ter ido às festas de não mais do que 5 ou 6 raparigas da minha escola/turma.
*Sei perfeitamente qual destas hipóteses é verdadeira...
Programa para o fim de semana
Vassoura e Varinha vão a uma festa na sexta-feira à noite.
Feitiço vai a uma festa no sábado à tarde.
Vassoura vai a uma festa que começa à hora a que acaba a do Feitiço, e que é festa do pijama, ou seja, fica lá a dormir e só vem embora antes do almoço.
Eu também ia a festas de anos, mas ou tinha menos colegas, ou os convites eram muito mais reduzidos* (só era costume convidar o/as amigo/as mais próximos/as). Quando andava na Primária (atual 1º Ciclo do Ensino Básico), nunca fui a uma festa de anos de um rapaz que não fosse da minha família. Devo ter ido às festas de não mais do que 5 ou 6 raparigas da minha escola/turma.
*Sei perfeitamente qual destas hipóteses é verdadeira...
Feitiço vai a uma festa no sábado à tarde.
Vassoura vai a uma festa que começa à hora a que acaba a do Feitiço, e que é festa do pijama, ou seja, fica lá a dormir e só vem embora antes do almoço.
Eu também ia a festas de anos, mas ou tinha menos colegas, ou os convites eram muito mais reduzidos* (só era costume convidar o/as amigo/as mais próximos/as). Quando andava na Primária (atual 1º Ciclo do Ensino Básico), nunca fui a uma festa de anos de um rapaz que não fosse da minha família. Devo ter ido às festas de não mais do que 5 ou 6 raparigas da minha escola/turma.
*Sei perfeitamente qual destas hipóteses é verdadeira...
Feitiço, cão nas horas vagas
O Feitiço mordeu-me num dedo. Não ferrou os dentes diretamente (foi quando estava a secá-lo, depois do banho, e tinha a toalha à volta da mão), mas deixou marca (que entretanto já se foi, assim como a dor, que passou depressa). Razão? Nenhuma (para além de "nenhuma razão, que não defesa, poderia ser aceitável numa situação destas", não houve mesmo nenhuma razão, nenhuma birra, ou excitação fora do normal, nenhum acontecimento, por mínimo que fosse, que tivesse desencadeado a mordidela).
Por estas e por outras, é que, quando reparei que tinha duas nódoas negras no braço (sem fazer ideia de como as arranjei) e as mostrei ao Feitiço, ele perguntou:
- Fui eu?
Por estas e por outras, é que, quando reparei que tinha duas nódoas negras no braço (sem fazer ideia de como as arranjei) e as mostrei ao Feitiço, ele perguntou:
- Fui eu?
Feitiço, cão nas horas vagas
O Feitiço mordeu-me num dedo. Não ferrou os dentes diretamente (foi quando estava a secá-lo, depois do banho, e tinha a toalha à volta da mão), mas deixou marca (que entretanto já se foi, assim como a dor, que passou depressa). Razão? Nenhuma (para além de "nenhuma razão, que não defesa, poderia ser aceitável numa situação destas", não houve mesmo nenhuma razão, nenhuma birra, ou excitação fora do normal, nenhum acontecimento, por mínimo que fosse, que tivesse desencadeado a mordidela).
Por estas e por outras, é que, quando reparei que tinha duas nódoas negras no braço (sem fazer ideia de como as arranjei) e as mostrei ao Feitiço, ele perguntou:
- Fui eu?
Por estas e por outras, é que, quando reparei que tinha duas nódoas negras no braço (sem fazer ideia de como as arranjei) e as mostrei ao Feitiço, ele perguntou:
- Fui eu?
terça-feira, 7 de julho de 2015
Cuidados especiais de lavagem
O Feitiço pôs-se a observar a etiqueta (dos cuidados de lavagem, etc.) do seu pijama novo. Perguntou-me o que queriam dizer alguns dos símbolos. Respondi o melhor que soube (para quem, como eu, não é especialista, deixo uma ajudinha).
Depois, o Feitiço apresentou a sua versão acerca deste símbolo:
![]() |
| Alvejar = branquear |
Depois, o Feitiço apresentou a sua versão acerca deste símbolo:
"É pirubido (proibido) lavar bolas muito sujas."
Cuidados especiais de lavagem
O Feitiço pôs-se a observar a etiqueta (dos cuidados de lavagem, etc.) do seu pijama novo. Perguntou-me o que queriam dizer alguns dos símbolos. Respondi o melhor que soube (para quem, como eu, não é especialista, deixo uma ajudinha).
Depois, o Feitiço apresentou a sua versão acerca deste símbolo:
![]() |
| Alvejar = branquear |
Depois, o Feitiço apresentou a sua versão acerca deste símbolo:
"É pirubido (proibido) lavar bolas muito sujas."
Ao telefone
Estou na escola quando o telemóvel toca. São 18:20 horas. No monitor vejo que é o Rogério.
Eu: 'Tou?
Rogério: Olá, tudo bem?
Eu (pensando nos miúdos, que costumam chegar da escola por volta das 18 horas): Depende. Onde é que estás?
Rogério: Em casa.
Eu: Então está tudo bem!
Rogério: Eles já chegaram. Mas se é para eu ir com elas comprar sandálias*, é melhor estares em casa.
Eu: Daqui a uns cinco minutos saio, ok?
Rogério: Está bem, pode ser.
*Há pouco mais de um mês, comprámos sandálias novas para a Vassoura e a Varinha, mas já estão com um aspeto miserável (e só não estão pior porque o Rogério já as coseu em vários sítios)!
Dá vontade de dizer a marca, para alertar para a má qualidade do produto ... mas não vou fazê-lo.
Eu: 'Tou?
Rogério: Olá, tudo bem?
Eu (pensando nos miúdos, que costumam chegar da escola por volta das 18 horas): Depende. Onde é que estás?
Rogério: Em casa.
Eu: Então está tudo bem!
Rogério: Eles já chegaram. Mas se é para eu ir com elas comprar sandálias*, é melhor estares em casa.
Eu: Daqui a uns cinco minutos saio, ok?
Rogério: Está bem, pode ser.
*Há pouco mais de um mês, comprámos sandálias novas para a Vassoura e a Varinha, mas já estão com um aspeto miserável (e só não estão pior porque o Rogério já as coseu em vários sítios)!
Dá vontade de dizer a marca, para alertar para a má qualidade do produto ... mas não vou fazê-lo.
Ao telefone
Estou na escola quando o telemóvel toca. São 18:20 horas. No monitor vejo que é o Rogério.
Eu: 'Tou?
Rogério: Olá, tudo bem?
Eu (pensando nos miúdos, que costumam chegar da escola por volta das 18 horas): Depende. Onde é que estás?
Rogério: Em casa.
Eu: Então está tudo bem!
Rogério: Eles já chegaram. Mas se é para eu ir com elas comprar sandálias*, é melhor estares em casa.
Eu: Daqui a uns cinco minutos saio, ok?
Rogério: Está bem, pode ser.
*Há pouco mais de um mês, comprámos sandálias novas para a Vassoura e a Varinha, mas já estão com um aspeto miserável (e só não estão pior porque o Rogério já as coseu em vários sítios)!
Dá vontade de dizer a marca, para alertar para a má qualidade do produto ... mas não vou fazê-lo.
Eu: 'Tou?
Rogério: Olá, tudo bem?
Eu (pensando nos miúdos, que costumam chegar da escola por volta das 18 horas): Depende. Onde é que estás?
Rogério: Em casa.
Eu: Então está tudo bem!
Rogério: Eles já chegaram. Mas se é para eu ir com elas comprar sandálias*, é melhor estares em casa.
Eu: Daqui a uns cinco minutos saio, ok?
Rogério: Está bem, pode ser.
*Há pouco mais de um mês, comprámos sandálias novas para a Vassoura e a Varinha, mas já estão com um aspeto miserável (e só não estão pior porque o Rogério já as coseu em vários sítios)!
Dá vontade de dizer a marca, para alertar para a má qualidade do produto ... mas não vou fazê-lo.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
A minha mãe é a Cinderela
No sábado, em casa dos meus pais, a minha mãe disse, referindo-se ao saco com as roupas da Vassoura e da Varinha:
- A roupa que está no saco já está toda lavada e engomada, até os pijamas.
Eu: Os pijamas com que elas dormiram esta noite?
Avó Bruxa (visivelmente orgulhosa): Sim.
Eu: Mas nós não engomamos os pijamas!
Varinha: Mas é que a avó é perfeita, é como a Cinderela!
:-)
- A roupa que está no saco já está toda lavada e engomada, até os pijamas.
Eu: Os pijamas com que elas dormiram esta noite?
Avó Bruxa (visivelmente orgulhosa): Sim.
Eu: Mas nós não engomamos os pijamas!
Varinha: Mas é que a avó é perfeita, é como a Cinderela!
:-)
A minha mãe é a Cinderela
No sábado, em casa dos meus pais, a minha mãe disse, referindo-se ao saco com as roupas da Vassoura e da Varinha:
- A roupa que está no saco já está toda lavada e engomada, até os pijamas.
Eu: Os pijamas com que elas dormiram esta noite?
Avó Bruxa (visivelmente orgulhosa): Sim.
Eu: Mas nós não engomamos os pijamas!
Varinha: Mas é que a avó é perfeita, é como a Cinderela!
:-)
- A roupa que está no saco já está toda lavada e engomada, até os pijamas.
Eu: Os pijamas com que elas dormiram esta noite?
Avó Bruxa (visivelmente orgulhosa): Sim.
Eu: Mas nós não engomamos os pijamas!
Varinha: Mas é que a avó é perfeita, é como a Cinderela!
:-)
"Não como nada que seja dado por estranhos"
A Vassoura e a Varinha, como contei, estiveram em casa dos meus pais. Numa noite, foram com eles e com uma tia a uma iniciativa chamada "Cientistas ao luar". À entrada, deram os nomes, as idades e responderam a uma ou outra pergunta. A senhora, que tinha um fantoche na mão, perguntou à Varinha:
- Queres um rebuçado?
Varinha, muito séria: Não.
Senhora: Porquê, não gostas?
Varinha: Gosto.
Senhora: Então, queres?
Varinha: Não.
Senhora: Porquê?
Varinha: Não como nada que seja dado por estranhos.
Senhora: Ah, está bem, estás muito bem industriada!
Senhora, para a Vassoura: Queres um rebuçado?
Vassoura: Sim.
Senhora: Queres o da tua irmã?
Vassoura: Sim.
Ao que parece, o meu pai explicou à Varinha que naquela situação, com os adultos da família presentes e atentos, a verem o que se passava, poderia ter comido o rebuçado.
Na versão inicial contada pelos meus pais, a Vassoura comeu os dois rebuçados e a Varinha, depois de algumas atividades, não teve problemas em comer bolo de cenoura que lá havia. Mas essa versão estava enganada. A Vassoura deu à Varinha o rebuçado que "lhe pertencia" e ela comeu-o.
- Queres um rebuçado?
Varinha, muito séria: Não.
Senhora: Porquê, não gostas?
Varinha: Gosto.
Senhora: Então, queres?
Varinha: Não.
Senhora: Porquê?
Varinha: Não como nada que seja dado por estranhos.
Senhora: Ah, está bem, estás muito bem industriada!
Senhora, para a Vassoura: Queres um rebuçado?
Vassoura: Sim.
Senhora: Queres o da tua irmã?
Vassoura: Sim.
Ao que parece, o meu pai explicou à Varinha que naquela situação, com os adultos da família presentes e atentos, a verem o que se passava, poderia ter comido o rebuçado.
Na versão inicial contada pelos meus pais, a Vassoura comeu os dois rebuçados e a Varinha, depois de algumas atividades, não teve problemas em comer bolo de cenoura que lá havia. Mas essa versão estava enganada. A Vassoura deu à Varinha o rebuçado que "lhe pertencia" e ela comeu-o.
"Não como nada que seja dado por estranhos"
A Vassoura e a Varinha, como contei, estiveram em casa dos meus pais. Numa noite, foram com eles e com uma tia a uma iniciativa chamada "Cientistas ao luar". À entrada, deram os nomes, as idades e responderam a uma ou outra pergunta. A senhora, que tinha um fantoche na mão, perguntou à Varinha:
- Queres um rebuçado?
Varinha, muito séria: Não.
Senhora: Porquê, não gostas?
Varinha: Gosto.
Senhora: Então, queres?
Varinha: Não.
Senhora: Porquê?
Varinha: Não como nada que seja dado por estranhos.
Senhora: Ah, está bem, estás muito bem industriada!
Senhora, para a Vassoura: Queres um rebuçado?
Vassoura: Sim.
Senhora: Queres o da tua irmã?
Vassoura: Sim.
Ao que parece, o meu pai explicou à Varinha que naquela situação, com os adultos da família presentes e atentos, a verem o que se passava, poderia ter comido o rebuçado.
Na versão inicial contada pelos meus pais, a Vassoura comeu os dois rebuçados e a Varinha, depois de algumas atividades, não teve problemas em comer bolo de cenoura que lá havia. Mas essa versão estava enganada. A Vassoura deu à Varinha o rebuçado que "lhe pertencia" e ela comeu-o.
- Queres um rebuçado?
Varinha, muito séria: Não.
Senhora: Porquê, não gostas?
Varinha: Gosto.
Senhora: Então, queres?
Varinha: Não.
Senhora: Porquê?
Varinha: Não como nada que seja dado por estranhos.
Senhora: Ah, está bem, estás muito bem industriada!
Senhora, para a Vassoura: Queres um rebuçado?
Vassoura: Sim.
Senhora: Queres o da tua irmã?
Vassoura: Sim.
Ao que parece, o meu pai explicou à Varinha que naquela situação, com os adultos da família presentes e atentos, a verem o que se passava, poderia ter comido o rebuçado.
Na versão inicial contada pelos meus pais, a Vassoura comeu os dois rebuçados e a Varinha, depois de algumas atividades, não teve problemas em comer bolo de cenoura que lá havia. Mas essa versão estava enganada. A Vassoura deu à Varinha o rebuçado que "lhe pertencia" e ela comeu-o.
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